História Depravada - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Jeremy Bieber
Tags Depravada, Drama, Policial, Prostituta
Visualizações 52
Palavras 1.219
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Remember


POV Sophia

Dez anos atrás

 

Meu despertador toca é eu levanto na mesma hora. Estou ansiosa para hoje, Justin disse que vai me ensinar a andar de bicicleta. Troco de roupa e saio do meu quarto com meus cabelos soltos, mamãe quando me vê briga comigo e fala que é para arrumar o cabelo. Dou um beijo nela e saio de casa antes que ela me obrigue. Ela me olha triste é não vem atrás de mim.

Dou de ombros é pulo o muro da minha casa entrando no terreno da casa de Justin, corro até a porta e dou duas batidas. Nada. Bato de novo insistindo até alguém vir, mas nada acontece. Movo a maçaneta para baixo é a porta esta aberta. Estranho. Quando vejo o que há do lado de dentro meu coração começa a doer, cadê o Justin? Entro devagar e tudo se encontra vazio, como se ninguém morasse aqui há anos, impossível, eu estava aqui antes de ontem e tudo estava normal. Subo os degraus da escada e a casa está silenciosa, depois de percorrer toda a casa procurando-o volto chorando para a minha casa.

- Mamãe - choramingo. -, ele foi embora é me deixou.

Corro para seus braços é ela me abraça.

- Ele prometeu que me ensinaria a andar de bicicleta mas não cumpriu.

- Eu sei, mas você precisa ter esperança de encontá-lo um dia. - ela sorri para mim e eu não consigo parar de olhá-la. - Seu príncipe encantado vai chegar quando você menos esperar.

- Mas ele vai ter asas? - pergunto secando minhas lágrimas.

- Asas? Claro. - ela acaricia meus cabelos e eu dou um sorriso.

- É nós voaremos juntos. - digo com um ar sonhador.

Mamãe sorri e me leva para passear. Ela prometeu que meu príncipe com asas chegaria, é eu acreditei.

Dias atuais

 

Levanto e pisco meus olhos várias vezes garantindo que não estou mais naquele pesadelo. Quando penso nele é sempre assim, minha mãe falando sobre príncipes é eu acreditando. Vou ao banheiro e escovo meus dentes, olho-me no espelho e me arrependo na mesma hora. Estou horrível. Também, não é de se esperar que eu tenha acordado uma calamidade depois de deitar e passar horas chorando sem parar.

Se minha mãe tivesse aqui isso não aconteceria, penso e na mesma hora sou inundada por uma saudade absurda.

Visto uma roupa simples tentando esquecer estas coisas e prendo meus cabelos em um rabo de cavalo. Recebi um e-mail me oferecendo uma vaga de emprego em uma livraria e respondi que iria lá ver. Com todas essas coisas acontecendo é importante que eu tenha dois empregos para poder paga-lo o mais rápido possível é ficar longe de dívidas. Saio de casa determinada a conseguir esse emprego é vou em direção a livraria.

 

POV Justin

 

Dez anos atrás

Acordo com minha mãe batendo na porta do meu quarto e gritando:

- Borá Justin, acorde!

Abro os olhos devagar e a primeira coisa que vem em minha mente é:

Estou atrasado para ensiná-la a andar de bicicleta.

Com esse pensamento me levanto depressa mas quando olho pela janela e vejo que ainda está escuro franzo a testa. Por que minha mãe está me acordando tão cedo se nem aula hoje eu tenho? Bom, só há uma maneira de descobrir. Saio do meu quarto é ela está la me olhando com os olhos cheios de lágrimas, meu coração se parte na mesma hora ao vê-la assim.

- O que aconteceu? - pergunto.

- Temos que sair daqui, não é mais seguro ficarmos aqui. Vamos, eu já arrumei tudo para irmos. - ela termina de falar e me olha esperando que eu concorde.

- Não vou. - decido e cruzo meus braços desafiando-a.

- Não temos escolha, ele nos achou é esta vindo. - mais lágrimas descem de seus olhos. - Não quero te perder.

Penso por um instante e decido que será melhor se eu for e depois voltar para vê-la. Saio com a roupa que estou usando e deixo tudo para trás, não preciso de meus pertences se tudo o que importava para mim estou perdendo agora. Acompanho minha mãe pela casa e estranho pelo fato de estar vazia, fico me perguntando como ela fez isso tudo sozinha, se é que ela fez sozinha.

Desço as escadas sem nenhuma vontade e quando chegamos ao carro no lado de fora olho para casa dela, ainda esta escuro e eu fico me perguntando se ela esta dormindo. Nem fui é já estou morrendo de saudades, uma lágrima cai dos meus olhos e junto dela outras caem sem paciência. Eu a amo, não suporto a ideia de me afastar dela nem por um momento, mas se sua vida também estiver correndo perigo devo ir para bem longe. Entro no carro junto com minha mãe é ela senta no banco do motorista, sento atrás, não quero que ela veja minhas lágrimas.

- Vai ficar tudo bem. - ela diz tentando amenizar o clima.

Viro o rosto, não quero começar a falar se não vou parecer uma criança chorona. Viro-me para trás e minha última imagem é de seus olhos esverdeados sorrindo para mim enquanto eu a guio na bicicleta.

- Eu prometo voltar. - cochicho como se fosso um mantra e repito mais vezes até que tenha convicção o suficiente. - Eu prometo.

Dias atuais

 

Saio de minhas lembranças e vejo que deixei minha caneta cair, deixo-a no chão e sinto um aperto na garganta. Eu voltei anos depois mas ela já não estava mais lá, procurei em toda a cidade por ela mas já era tarde demais. Eu a perdi. Levo um susto quando meu celular toca é me desperta dos meus pensamentos. Atendo vendo que é o número da minha mãe.

- Oi Pattie. - atendo e a ouço bufar irritada do outro lado.

- Já disse para não me chamar assim.

- A sim, claro Pattie - digo mais uma vez e dou uma risada. -, mas o que minha belíssima mãe deseja hoje?

- Quero que traga sua namorada para eu conhecer meu amor, já faz um tempo é até hoje eu não a conheci. - minha mãe estava preocupada nos últimos dias que eu acabei inventando uma namorada que com certeza não é Steice.

Fico em silencio por um instante, eu me esqueci completamente de Steice, tenho que me lembrar de ir a casa dela quando sair daqui.

- Justin? Algum problema? - Pattie pergunta.

- Não, eu a levarei em breve. Mas agora tenho que desligar, estou atolado em trabalho. - minto, mas não posso dizer que não considero Steice minha namorada, não sei o que somos, mas com certeza não é namoro.

- Tudo bem. - diz por fim. - Se cuida.

Me despeço e desligo. Com tanta coisa na cabeça nem consigo raciocinar. Pego meus pertences e levanto, vou da uma passada na casa de Steice é depois voltarei, alias, não estou fazendo nada de útil aqui mesmo. Vou até meu carro e coloco a chave pronto para partir. Dirijo devagar e decido colocar uma blusa por cima da farda, visto-a e volto minha atenção para o transito, mas tem algo que chama minha atenção, uma ruiva muito parecida com ela. É se não estou enganado ela está sendo perseguida.

 



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