História Depressão da comédia - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 330
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Comédia

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Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - 5- ADEUS ATÉ NUNCA


Vi-o a descer as escadas a correr e a ir ter com o produtor que lhe deu um sermão que " isto é um trabalho sério,  temos horários a cumprir, não é para andar a namoriscar". O Duarte olhou para trás e sorriu novamente para mim de longe. Visualizei a cena, e voltei para casa. Sentia-me feliz, não conseguia parar de sorrir...sem dentes...mas sorria. Passei pelas pessoas vivas mas mortas, a cantarolar e elas olhavam-me com má cara.

Atravessei o pinhal, a correr, e a sorrir, mas logo que vi a casa branca, no meio do nada, o sorriso fechou, e o cenário ficou cinzento. Subi pela janela, até ao meu quarto, mas havia alguma coisa que não estava bem. Tinha malas em cima da cama, cheias da minha roupa e acessórios.

Desci as escadas, à procura de alguém que me explicasse o que se passava.

O meu pai dormia no sofá, e a minha mãe estava na cozinha.

- Já chegaste!-disse ela ao ver-me-então já te podes ir embora.

Não acreditei nas palavras dela durante algum tempo.

-Estás a por-me fora de casa? Para onde vou? 

- Vais para onde quiseres, mas aqui já não ficas. Seremos muito mais felizes sem ti cá em casa. Tens lá em cima  as tuas malas.

Ainda discuti com ela, mas sem volta a dar.

Saí da cozinha e fui para o quarto chorar. Até que depois pensei que pelo menos já não ia sofrer ali mais. Atirei com as malas pela janela e saí, sem me despedir ppessoalmente. Deixei so um pequeno papel a dizer adeus aos meus pais e uma festa ao Tareco, o meu gato.

Fiz o mesmo caminho que à poucos instantes tinham sido feitos com alegria, agora com lágrimas nos olhos. Lembrava-me das recordações de criança. 

Não sabia para onde ir. Já eram três da manhã, quando parei de andar. Estava numa rua escura, só iluminada pelo luar, já não havia viva alma por ali. Encostei-me a um átrio de uma escada de um prédio. E adormeci. 





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