História Desafio do Destino - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Poesia, Romance
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Palavras 3.149
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, o desenho da capa foi feito por mim, essa é a Alice Ellison. No próximo capítulo tentarei trazer o desenho do Yves Fournier.
Deixaria o link da música desse cap. Nas notas finais, para quem quiser ouvir enquanto lê.
A história se passa em Vancouver, Canadá
Espero que gostem.

Capítulo 2 - A carteira


Fanfic / Fanfiction Desafio do Destino - Capítulo 2 - A carteira

A carteira.

Ellison acorda com seu despertador tocando I Belong to You de Jacob Lee, era 6 horas, não parecia ter pressa alguma em desligar a música que tocava, era daquelas que gostava de ouvir sua música preferida tocar até o final.

Sentou na cama e bocejou ainda sonolenta, olhou a si mesma no espelho de frente a sua cama e fez careta para o estado de seus cabelos. Seus cachos estavam embromados e amassados do lado esquerdo, que era o lado que ela dormia na cama.

Levantou e foi direto para o banheiro do seu quarto já a arrumar seu cabelo. Pegou um borrifador sacudindo e espirrou em todo seu cabelo umedecendo-o, apertou seu cachos com a mão e tentou desembaraçar o tufo. Passou 10 minuto só arrumando seu cabelo, e quando finalmente viu que estava “adequado” foi fazer suas higienes matutinas.

Já vestida, usava uma vestido azul escuro com mangas cumpridas, junto de meia-calça preta e uma bota marrom sem salto. Saiu de seu quarto com uma mochila nas costas e desceu a enorme escada de sua casa correndo, sendo barrada pela sua mãe no final:

- Vou te dar um tapa na testa toda vez que descer dessa escada correndo. – Disse a mais velha que bateu de leve logo em seguida na testa de sua filha que nem teve tempo de argumentar. _ Quando você cair vou te levar no hospital só pra dizer pro médico “eu avisei, mas ela não me escuta”

Mãe de Alice é Victória Ellison, uma modelo bastante famosa, considerada a mulher negra mais bonita na América do Norte. Apesar de sua fama é uma mãe responsável e com bastante maturidade. Sua pele era macia e bem cuidada, cabelos alisados quimicamente e bem hidratados, olhos pretos e rosto jovem mesmo que já tivesse 41 anos não aparentava ter mais de 25, quem não a conhece e vê junto com sua filha pode facilmente confundi-las como irmãs.

- Me desculpe, é automático. – Alice olhou para o outro lado constrangida pela bronca do que havia repetido a fazer. _ Já fez café? Vou sair mais cedo hoje. – mal perguntou e foi se dirigindo a cozinhar.

- Já fiz, seu pai vai pra empresa mais cedo também, pode pegar carona com ele até a escola. – Respondeu a mulher, que reparou na careta que sua filha fez assim deu a sugestão da carona. _ Não mata andar um pouco com seu pai. – Torceu o lábio.

- Não mata, mas já andei muito de carro por essa semana, quero caminhar. – Deu uma desculpa esfarrapada, pois era quinta-feira e ela havia andando pela última vez de carro no domingo.

A mãe dela nada disse apenas balançou a cabeça negativamente.

Alice abriu a porta da cozinha e deu de cara com seu pai sentado na frente da mesa lendo o jornal, que ao ouvir a porta apenas deu “bom dia” sem nem mesmo olhar quem era. Ela devolveu o bom dia e pegou uma caneca no armário da cozinha e sentou na frente de seu pai enchendo a café e misturando com leite. Victória sentou ao lado de seu marido dando um beijo em sua bochecha e se serviu com suco de laranja.

O silêncio era um incômodo para Alice bem visível, principalmente quando seu pai não tirava os olhos do jornal para conversar com elas. Para corta esse clima desconfortável resolveu puxar assunto:

- Fiz um novo desenho ontem, aproveitei o céu estrelado e coloquei uma paisagem paradisíaca da ilha que a gente foi ano passado. – Deu um gole em seu café, esperando qualquer reação do seu pai.

- Sério? Deixa eu ver? – Disse a mãe animada, adorava os desenhos de sua filha.

Seu pai apenas virou a página do jornal, sem qualquer reação sobre o comentário de sua filha. Alice não demonstrou seu desânimo quanto a isso, estava mais do que acostumada, apenas se perguntava por que insistia em tentar.

Pegando em sua bolsa um caderno de desenho abriu procurando o seu último esboço, assim que encontra mostra para sua mãe que pega o caderno ansiosa.

- Não pintei ainda, depois da escola vou passar comprar lápis de tons mais escuros, então já aviso que vou chegar mais tarde. – Deu mais um gole em seu café com leite vendo sua mãe apreciar sua arte.

- Você realmente te um dom para o desenho. – Disse a Victória sorrindo devolvendo o caderno para sua filha. _ Só tome cuidado, tente não voltar muito tarde. – Assim que terminou de falar seu marido se levantou da mesa dobrando o jornal.

-Alice sábado você vai comigo pra empresa, preciso te mostrar o novo motor que estamos fabricando, e vou lhe explicar sobre o gerenciamento de contas. – Disse o pai de repente fazendo as duas mulheres da mesa o encarar.

Alice fez careta pelo “pedido” de seu pai, ela tinha compromisso com seus amigos no sábado e não queria desmarcar uma terceira vez para ter que ir novamente ter uma aula de empreendedorismo com seu pai.

-Tenho compromisso, já disse no domingo que esse sábado eu não iria com você na empresa. – Terminou de beber seu líquido e encarou sua mãe esperando uma ajuda, mas ela não se atrevia a argumenta contra seu marido.

- Desmarca, você precisa aprender algumas coisas antes de começar a faculdade de administração, assim não haverá dificuldade, e não vai ter motivos para repetir. Terá muito tempo livre quando se forma. – Completou se retirando, dando apenas um beijo em sua esposa antes de sair.

Alice completamente irritada levantou e pegou sua mochila pondo em suas costas prestes a sair quando sua mãe chamou sua atenção:

- Sabe quando o assunto é trabalho ele foca no objetivo até estar tudo perfeito. – Fala a mãe compreensiva pela irá da sua filha.

- E meu objetivo não importa como sempre. – Resmungou saindo sem nem dar tchau.

E Victória ficou sozinha lamentando pelos dois.

-Ah Hector, não posso ficar contra ele, mas também não quero destruir o sonhos dela. O que eu deveria fazer nessas horas mamãe? – Escondeu seu rosto entre suas mãos tentando contatar sua falecida mãe.

Alice caminha estressada em direção a sua escola, seu último ano estava cheio de frustrações. Ela tinha entrado atrasada na escola, então já estava com 18 anos e assim que chegasse em junho terminaria finalmente se graduando no ensino médio e em Agosto completaria 19 anos.

Ela estava cansada, seu pai colocava muita pressão em seus ombros, ele era dono de uma indústria automobilística canadense, empreendedor de sucesso e como ela era única filha que o casal conseguiu ter, ele queria que ela seguisse seus passos. Primeiro ela entraria como estagiária administrativa e pouco a pouco iria envolve-la mais no empreendedorismo.

Alice odiava carros, não suportava mais andar nos carros de seu pai, ouviu a sua vida inteira sobre essa obsessão que tinha dela ser sua sócia e futura dona da sua empresa. Sempre que ela a falava de fazer faculdade de artes ele falava que ela poderia desenhar carros e não precisava de faculdade pra isso, por essa razão ela odiava carros.

Alice chegou a sua escola e foi direto pra sua sala apenas cumprimentando aqueles que conhecia.

° ° °

Já ao entardecer Yves estava em uma cafetaria com uma mulher que falava seu idioma com certa dificuldade.

- Preciso de você, show importante para mim. – A mulher tinha cabelos loiros e lisos preso em um rabo de cavalo alto, seu rosto era bem maduro por causa da enorme quantidade se maquiagem que usava. Ela tentava convencer Yves de participar de uma show em um teatro local. _ Não tenho guitarrista. – Seu sotaque puxava bastante o r na pronúncia. _Necesito seguimiento. – Falou a última palavra em espanhol sabendo que o rapaz a sabia o significado.

Yves massageou as pálpebras, há 2 anos não tocava violão e não sentia vontade de volta a tocar, mas devia um enorme favor a mulher mais velha a sua frente. Ele ficou pensativo por algum tempo, e a mulher pacientemente o esperou decidir.

- Vou tocar, eu te devo isso, mas é só dessa vez, procure um outro violinista e pare de os demitir. – Falou sério e a mulher o agradeceu concordando com o trato.

Eles continuaram a conversa, em certos momentos ela soltava algumas palavras em espanhol sem querer, ele não compreende muito bem o idioma dela, mas mesmo assim eles tinham um forte laço de amizade.

- Voltou para França? Da última vez encontrei sua padres, estavam com muita saudade. – Perguntou curiosa.

- Não voltei mais, desde que mudei pro Canadá, ando ocupado com as aulas particulares. – Yves estava envergonhado com sua resposta, seus pais eram pessoas muito amorosas, não era agradável os manter longe. _ Sempre que dá, conversamos por Skype, mas quero visitá-los ainda esse ano se possível.

A mulher sorriu de canto. Ela achava a pessoa a sua frente muito sincera e gentil, sabia muito bem que ele não era o homem mais magnífico do mundo e que seus problemas pessoais estava o afetando muito emocionalmente, mas ele ainda era forte, só precisava de um empurrão.

- Lá converseción está boa, mas necesito ir. – Falou a mulher chamando o garçom.

-Deixa que eu pago, aí minha dívida com você está acabada. – Oferece referindo-se ao favor que ela fez no passado.

Yves pega sua carteira e separa o dinheiro do valor total e entrega para o garsom falando a poderia ficar com troco como gorjeta. Antes de se levantar ele coloca a carteira no banco para atender o celular que começa a tocar.

- Alô? – Atende e vê sua amiga parti dado lhe um aceno como adeus. _ Como assim adiantado? Sua aula começa apenas as 19 horas, são 17:47. – Questiona a pessoa do outro lado olhando seu relógio. _ Certo já estou a caminho, vou demorar uns 15 minutos para chegar aí, mas só dessa vez, estou livre agora por que minha outra aluna está viajando. – Levanta meio indignado e sai em direção a onde daria aula.

Yves desliga o telefone e começa a correr para seu destino, não importava quão sério e rigoroso ele fosse, ele não gostava de deixar ninguém na mão, não importasse quem.

Após alguns minutos de corrida ele chega ao seu destino 7 minutos adiantado, mas muito soado, antes de tocar a campainha a pessoa já estava com a porta aberta pra ele entrar. Seu alunos era um senhor de idade, com quase 90 anos que usava sua aposentadoria para aprender tudo que não conseguiu aprender na juventude, e uma dessas coisas era sua maior paixão, violino.

- Muito obrigado pro vir mais cedo, meus filhos vão vir hoje com meus netos para jantar, não queria ter que cancelar a janta e também não queria cancelar a aula. – Explicou o senhor simpático que deixou o jovem adentrar a casa.

-Tudo bem, entendo, por sorte estava livre. – Deu um leve sorriso. _ Não consegui trazer meu violino, mas hoje vamos só fazer um teste na sua memória e vê se lembra como faz as notas.

A aula começa e o senhor tinha muito empenho, para Yves ele era o aluno que mais se dedicava, então se sentia bem sempre que estava com ele, pois lembrará que dedicou mais da metade da sua vida para estudar diversos instrumentos, por causa de sua paixão por música.

°°°

Alice havia acabado de sair da escola junto de umas amigas, mesmo que no estivesse tão animada cedo, elas haviam ajudado a animar um pouco de seu dia. Elas se despedem indo cada uma pro seu lado, e Alice vai para o centro a pé, para cumprir sua meta do dia, comprar lápis de cor.

Caminhava tranquilamente, não tinha pressa, pra quem aguentava o ensino integral paciência é uma virtude, mesmo que em certas coisas não tivesse paciência nenhuma. Olhava pelas lojas, vendo roupas e sapatos, não olhava com intenção de comprar, ela só gostava de se inspirar em roupas e sapatos para fazer seus desenhos.

Chega em seu destino, uma papelaria enorme, entra sendo recebida com boa tarde dos trabalhadores, anda até o balcão e pergunta sobre os lápis que queria:

- Preciso de vários tons de azul e verde. – A moça pede licença e vai procurar, sem demorar muito ela trás duas caixinhas uma de tom azul e outro verde. _Esses mesmo.

-Vai pintar seus olhos. – Brinca a balconista fazendo Alice ficar confusa. _ Seus olhos são cada um de uma cor, achei que usava os lápis para pintar eles. – Explicou a moça fazendo Alice rir, era a primeira vez que brincava com ela dessa forma descontraída sobre seus olhos. _ Usa lentes? Ou é realmente natural?

- É natural, minha falecida avó também tinha olhos assim. – Explica Alice entregando o dinheiro pra moça. _ Pode me dizer que horas são?

- É realmente lindo seus olhos, sem desmerecer você, você é realmente linda também. – Elogiou a recepcionista dando um sorriso meigo e sincero. _ Agora são 18:03. – Responde vendo o horário.

Alice agradeceu o elogio e o favor por ter dito o horário, e se despediu.

Sem saber pra onde ir só saiu andando, não queria voltar pra sua casa e dar de cara com seu pai voltando do serviço, então ia ficar perdendo tempo por ali mesmo, até seu pai ficar enfurnado dentro do escritório até a hora de dormi.

Após algum tempo andando olhando as lojas por ali resolve entrar em uma cafeteria aberta. Senta em uma mesa bem escondida e fica olhando o cardápio por alguns minutos, logo uma garsonete vem atendê-la.

-Posso ajudar? – Pergunta garsonete, mas Alice ainda estava indecisa no cardápio que nem a ouve. _ Posso recomendar o muffin de banana, é novo no cardápio, e é muito bom. – Disse atraindo atenção da Ellison.

- Pode ser um desse então e um Café bem forte com leite. – Pediu e a garçonete anotou rapidamente e saiu.

Alice pega sua bolsa e abre, pegando seu caderno e os lápis novos que comprou, começa a pintar concentrada que quando a garçonete chega com seu café se surpreender e derruba alguns lápis de baixo da mesa.

-Ah pode deixar que eu mesma pego, obrigada pelo café. – sorri sem graça assim que a mulher se ofereceu para pegar.

Alice vai em baixo da mesa e pega os três lápis caídos, e vê uma carteira ali em baixo e pega também. Encara por um momento a carteira, preta de couro falso e pensa em chamar o gerente pra deixar no achados e perdidos da loja, mas pensa bem e resolver não deixar.

Abre a carteira procurando qualquer nome o número de telefone, vê que havia pelo menos 60 dólares guardados e mais algumas moedas. Na sua procura encontra um visto com identidade e começa a ler pra si.

- Yves Fournier, Francês, nasceu em dia 20 de Fevereiro de 94, então tem 24 anos. Não tem endereço óbvio. – Disse colocando de volta e procurando alguma outra coisa, e acaba por encontrar um cartão. _ Professor de música Yves Fournier, dá aulas pra grupos as segundas e terças e aulas particulares em casa. Tem o endereço da onde ele da aula, pena que não trouxe o celular se não ligava. – Disse olhando o cartão de visita.

Terminou de comer o muffin e tomar seu café, acertou sua conta e saiu da loja, procurando o endereço.

Saiu pedindo informações até que chegou a frente a escola de música do suposto dono da carteira, tocou a campainha e espero que alguém viesse atender, mas ninguém aparecia, quando já pensava em ir embora ouve uma voz.

- Quer falar comigo moça? – Pergunta uma voz atrás de Alice que a faz pular com susto.

Ao se virar vê um rapaz com cara exausta, barba um pouco mal feita e com falhas, rosto fino e olhos bem castanhos. Ele não era bonito, nem feio, pelo ponto de vista dela, era apenas uma pessoa normal meio acabado com cansaço.

- Você é Yves Fournier? – Perguntou um pouco suspeita com a pessoa a sua frente, pois estava em um bairro no qual não andava muito e não conhecia ninguém.

Yves também estanho a presença dela, não era normal as pessoas aparecerem na porta de sua casa e sim ligar pedindo informação sobre o curso, mas ela não parecia perigosa, pra ele era apenas uma garota jovem e bem cuidada de aparência que provavelmente queria aprender algum instrumento.

- Sim sou Yves. O que gostaria? – Perguntou coçando a cabeça um pouco desconfortável.

- É que eu encontrei sua carteira numa cafeteria, achei melhor trazer para você. – Disse retirando a carteira do bolso lateral da sua mochila estendendo a ele.

Yves encarou a carteira com estranheza, tinha quase certeza que havia colocado em seu bolso, mas ao confirma percebeu que não havia nada lá. Passou a mão pelos os cabelos incrédulo por ter feito uma burrada dessa e pegou a carteira da mão da Alice.

- Céus, nem sei como agradecer, tenho documentos aqui que não posso perde de jeito nenhum. Muito obrigado senhorita....?

- Alice Ellison.

- Muito obrigado Alice Ellison. – Agradeceu Yves com um sorriso não muito animado que não foi despercebido pela garota que resolveu não comentar.

- Não foi nada, eu ia deixar com o gerente da loja, só que eu não confio muito, ai abri a carteira pra procurar endereço, mas não peguei nada de dentro a não ser o cartão de visita. – Se explicou, não queria ser culpada pela falta de algo que nem foi ela que pegou.

- Acredito em você, é raro que venham devolver algo assim. Como agradecimento vou te dar entrada gratuita num show de uma amiga nesse domingo, pode trazer um amigo junto se quiser. – Yves procurou dois convites em seu bolso e entregou a Alice. _ É em um teatro pequeno, mas vai ter bebidas para todos os gosto e aperitivos a vontade. Espero que vá. – Sorriu novamente, ele se sentia extremamente agradecido pelo feito dela.

Alice por sua vez não sabia se devia ou não aceitar o convite, mas ela estava curiosa do porque dos sorrisos que ele tinha, que tentava disfarçar sua olhar desamparado, então aceitou de bom grado o agradecendo.

- Domingo a gente se encontra então, preciso ir agora. Cuidado não perde novamente a carteira, da próxima podem não salvar. – Brincou esperando que ele risse com comentário, mas ele só manteve o sorriso sem ânimo.

- Vou prestar mais atenção agora, muito obrigado e tenha uma boa noite. – Acenou com a mão.

Alice voltou pelo caminho de onde veio, indo finalmente a sua casa, enquanto Yves ficou a observar até que ela se virou em uma esquina. Ele abriu sua carteira confirmando que estava tudo okay, se sentindo mais aliviado entrou na sua casa.

Dessa forma os dois desafiados se encontraram, sem muito drama, sem perda, apenas por gentileza que foi feita. Nem mesmo eu mesmo posso saber no que essa história vai dar.


Notas Finais


Música do cap. https://youtu.be/vtcBNdIq1ms

Como já disse a história se passa no Canadá.
A amiga do Yves vai falar bastante em espanhol, mas sempre que tiver conversar com ela em espanhol vou deixar a tradução da conversa nas notas finais. Então espero que não se incomode com isso.
Os personagens dessa história são todos fictícios, não sei se existe a negra mais linda da América do norte e se ela se chama Victoria, mas no universo da minha história existe. A mesma coisa pra empresa automobilística do Senhor Héctor, pai de Alice.
Por enquanto é isso que tenho a dizer.
Em caso de qualquer erro presente no capítulo que eu não tenha visto, agradeceria se me comunicasse.
Aceito elogios e críticas construtivas.
Obrigada por lerem até aqui.


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