História Desastrada e Azarada. - Capítulo 12


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Lgbt, Yuri
Visualizações 13
Palavras 1.173
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Festa, Hentai, LGBT, Orange, Shoujo (Romântico), Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olar, turu bom? Tomara que sim.
Bom, demorei pra posta, mas é porque a escola ta botando pressão pra cacete, então vai ficar mais complicado. E alem disse também to com uns probleminhas pessoas ai, mas to bem!

Sem enrolação, boa leitura!

Capítulo 12 - Se assumindo...


{Segunda-feira às 06:11AM}



*~ P.o.v. Paola ~*



Dormia de forma tranquila, mas meu despertador – como sempre atrasado – tocou estridente, e fazendo-me dar um pulo da cama, dando de encontro com o rosto no chão, o que doeu.


— Um dia eu quebro este despertador. — digo baixo e me levanto, logo desligando o despertador, e indo até o armário. Pego algumas roupas, especificamente pego uma calça jeans preta, a blusa do colégio, uma blusa xadrez e uma jaqueta. Entrei mo banheiro e tirei minhas roupas, logo entrando no box e ligando, deixando a água gelada cair em meu corpo, causando um grande arrepio. E em meio a água, acabei pensando em Mariana e Yasmin... Talvez seja uma boa ideia eu me aproximar delas.


Quando termino o banho, coloco minhas roupas e faço minhas higienes bucais, ajeito meu cabelo e saio do banheiro ja arrumada. Pego minha mochila, já com o material certo e saio do meu quarto com meu celular na mão, ponho meu fone e conecto-o no celular, logo colocando na minha playlist favorita e me concentrando na música. Entrei na cozinha e vi meus pais tomando café da manhã, talvez milagre, já que meu pai normalmente sai bem cedo para o trabalho.


— Bom dia filha. — meu pai disse sorrindo e sorri para ele. Tomei meu café da manhã com calma e logo sai de casa. Caminhei indo para a escola e acabei sentindo alguem me abraçar por trás, e ao olhar vi Isabel sorrindo. 


— Bom dia. — disse sorridente e parecia animada.


— Ta animada? — pergunto soltando um sorrisinho e a olhando diretamente.


— Um pouquinho, acordei de bom humor. — Isa andou ao meu lado ainda com aquele sorriso, o que comecei a estranhar...



Chegando na escola, pude ver Yasmin andando com Otávio. Estavam sorridentes um para o outro. Mas o motivo desta animação todo, não é a aula. Olhei para o portão e vi Mariana se aproximar de nós, mas ela estava seria e parecia ter um olhar cabisbaixo.


— Oi. — disse já próxima e olhando para baixo, ela parecia pensativa sobre algo.


— Ola, ta tudo bem? — pergunto fazendo ela me olhar e eu consigo notar pelos seus olhos que algo não esta bem.


— To bem sim... — sorriu forçado e quando eu abri a boca, o sinal tocou e ela foi andando rápido para dentro do colégio. Logo entrei junto com Isabel e fomos para nossa sala, e a aula seria de matemática. Mas adivinha? Envolve letras, tipo x, y, z. E pra mim, quando matemática envolve letra, é invocação.



O sinal do intervalo tocou e saímos eu e Isabel da sala, e vi Gabrielle sair também, então nós duas fomos até ela.


— Ola Gabrielle. — digo sorrindo e vejo ela sorrir também, e pude ver Isabel fixada naquele sorriso. Nós andamos até o pátio e ficamos em um canto sentada em bancos, e enquanto olhava ao redor, avistei Mariana junto com Leonardo, Yasmin e Otávio. Ta, meu coração acelerou olhando para as duas, mas meu foco no momento é saber por que Mari esta assim...





*~ P.o.v. Mariana ~*



Andei bem atrás dos outros e fomos em direção as meninas, nos sentamos todos e eles começaram a conversar. Eu estava pensativa sobre contar minha sexualidade para minha família, mas tenho mal pressentimentos sobre isso...


— Mari, você quer conversar? — olhei e vi Paola sentando no meu lado e me olhando, tentei disfarçar e sorri.


— Não, to bem. — digo olhando para o chão e sinto ela colocar a mão em meu rosto e o levantar.


— Você esta pensativa demais... — disse olhando em meus olhos e não dava mais para disfarça para ela. Talvez ela possa me ajudar.


— É que eu tava pensando em... — dei uma longa pausa e suspirei — Me assumi para minha família. Mas sinto que algo ruim pode acontecer, minha família é homofóbica, mas acho que minha mãe me apoiaria. — digo abaixando o olhar.


— Ei, vai dar tudo certo. — disse me abraçando de lado e pude sentir meu coração saltar em meu peito. Todos estavam conversando e acabei por entrar no assunto, e as vezes brincava junto deles. 



Logo estávamos andando para nossas salas, e agora todos eles já sabiam que eu vou me assumir. Sim, vou. Já estou decidida disto, e eu quero tentar. E quando entrei na sala, me sentei ao lado de Yasmin, e estava quieta enquanto pensava em que fala.


— Mari... você pode contar comigo pra qualquer coisa, ok? — ela disse pegando em minha mão e me fazendo a olhar.


— Eu sei que posso contar com você. — sorrio ao falar e vejo ela sorrir também. Olhei o professor entrar e logo começou a passar dever, comecei a fazer mesmo não querendo e Paola veio em minha mente... Será que ela gosta de mim? Provavelmente não...



Depois das aulas, estávamos todos nós andando; eu, Paola, Yasmin, Leonardo e Gaby andando. Ficamos fazendo brincadeirinhas entre amigos e as vezes ficamos falando de besteira, tipo coisas maliciosas e Paola e Gaby pareciam dois tomates.


— Me sinto tão inocente entre vocês! — Gaby confirmou com o rosto ainda corado, e pude prever que Isabel estava prestes a falar algo...


— Posso acabar com essa inocência... — Isa disse e Gaby tentou não olhar a ruiva, que ria da menor. 


— Pervertida. — Paola falou e riu junto de Isa, assim como Leo também fez, e eu entrei nessa. 


— Mano, onde vocês aprenderam tanta putaria assim? — Yas perguntou prendendo o riso e olhei Isabel de lado, dando aquele sorrisinho de canto.


— Digamos que a vida nós ensinou. — digo rindo e Isabel começou a rir também.


— Essa é a melhor frase que pode definir! — ela disse e logo continuamos a andar. Chegando na porta de minha casa, Isabel estava ali comigo e antes de entrar, me abraçou forte. Entrei e fui direto para a cozinha, e vi meu pai. Ele disse que só iria no trabalho para falar algo com o chefe dele e voltaria bem cedo. 


— Filha, tudo bem? — ouvi minha mãe dizer e meu pai continuou calado.


— Tudo sim mãe. — sorrio e me sento na cadeira — Eu gostaria de contar algo. — falei meio seria e minha mãe se sentou na também.


— Diga. — meu pai foi direto e senti seu tom grosso. 


— Eu sou... bissexual. — falo com receio e sentindo um alívio sair de mim, parecia que havia tirado um enorme peso de mim. Mas senti medo quando meu pai fechou o ponho e bateu na mesa com força, logo gritando.


— EU NÃO ACREDITO NISSO! É ISSO QUE DA ANDAR COM AQUELES VIADINHOS. — meu pai estava fora de controle e eu ao sentia medo dele fazer algo comigo — VÁ AGORA PARA SEU QUARTO! — gritou e levantei, correndo para meu quarto. La, me joguei na cama e senti lágrimas rolarem por meu rosto. 


— Ta tudo dando errado... — digo baixo e me sentando abraçando minhas pernas. Chorei, passei talvez quase toda a tarde chorando, e nem sentia fome, apenas queria ficar sozinha...





~Continua...


Notas Finais


Deve ta meio pequeno, e meeh, mas eu fiquei até que empolgada de fazer o cap.
Tipo, vai rolar mais coisas, treta, decepções, e amor... Talvez não correspondido...
É isso. Até a próxima! :3


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