História Desastre Iminente - Bughead - Capítulo 72


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Categorias Brian Ray "Skeet" Ulrich, Camila Mendes, Cole Sprouse, Dylan Sprouse, KJ Apa, Lili Reinhart, Riverdale
Personagens Antoinette "Toni" Topaz, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Chuck Clayton, Dilton Doiley, Elizabeth "Betty" Cooper, Forsythe Pendleton "FP" Jones II, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Hal Cooper, Jason Blossom, Joaquin, Kevin Keller, Veronica "Ronnie" Lodge
Tags Adaptação, Betty, Bughead, Colesprouse, Hot, Jughead, Lilireinhart, Riverdale, Romance, Sprousehart, Varchie
Visualizações 118
Palavras 1.329
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


4/10 👑

Capítulo 72 - Possessividade II


Era o Moose, e, embora eu soubesse que ele provavelmente tinha notado o olhar desamparado no rosto dela e estava apenas tentando animá-la, os pelos na minha nuca se arrepiaram. Assim que ela balançou a cabeça para dizer que não, eu estava ao lado dela, e minha boca idiota de merda se mexeu antes que meu cérebro pudesse mandá-la parar.

— Dança comigo.

Veronica, Archie e Kevin olhavam fixamente para Betty, esperando a resposta dela com tanta ansiedade quanto eu.

— Me deixa em paz, Jughead — ela cruzou os braços.

— É a nossa música, Flor.

— Nós não temos uma música.

— Beija-Flor...

— Não.

Ela olhou para o Moose e forçou um sorriso.

— Eu adoraria dançar, Moose.

As sardas dele se esticaram nas bochechas quando ele sorriu, fazendo um gesto com a mão para que Betty seguisse na frente em direção às escadas.

Cambaleei para trás, me sentindo como se tivesse levado um soco no estômago. Uma combinação de raiva, ciúme e tristeza fervia em meu sangue.

— Um brinde! — gritei, subindo em uma cadeira. A caminho do topo, roubei a cerveja de alguém e a estendi à minha frente. — Aos babacas! — falei, fazendo um gesto em direção ao Moose. — E às garotas que partem o coração da gente. — Fiz uma reverência para Betty. Senti um aperto na garganta. — E ao horror de perder sua melhor amiga porque você foi idiota o bastante para se apaixonar por ela.

Virei a cerveja e joguei a garrafa no chão. O ambiente ficou em silêncio, exceto pela música que vinha do porão, e todo mundo me olhava com uma cara confusa.

O rápido movimento da Betty chamou minha atenção quando ela agarrou a mão do Brad, conduzindo-o até a pista de dança.

Pulei da cadeira e comecei a me dirigir ao porão, mas Archie colocou o punho cerrado no meu peito, se inclinando na minha direção.

— Você precisa parar com isso — ele disse em uma voz sussurrada. — Isso vai acabar mal.

— Se vai acabar, que diferença faz?

Empurrei-o para passar por ele e desci as escadas até a pista de dança. A bola de neve já estava grande demais para ser parada, assim decidi simplesmente deixá-la rolar. Não havia vergonha alguma em ser extremo. Nós não podíamos voltar a ser amigos, então fazer com que um de nós odiasse o outro me pareceu uma boa ideia.

Fui empurrando os casais na pista de dança para abrir caminho, parando ao lado de Betty e Moose.

— Vou interromper vocês.

— Não vai, não. Meu Deus! — disse ela, abaixando a cabeça, envergonhada.

Meus olhos perfuravam Moose.

— Se você não se afastar da minha garota, vou rasgar a porra da sua garganta. Aqui mesmo na pista de dança.

Ele parecia em conflito, olhando nervosamente de mim para sua parceira de dança.

— Desculpa, Betty — disse por fim, soltando os braços dela e se afastando até subir as escadas.

— O que eu estou sentindo por você agora, Jughead... é algo bem perto do ódio.

— Dança comigo — supliquei, tentando manter o equilíbrio.

A música chegou ao fim e Betty suspirou.

— Vai beber mais uma garrafa de uísque, Jug. — E se virou para dançar com o único cara sozinho na pista de dança.

O ritmo da música era acelerado e, a cada batida, Betty se movia para mais perto de seu novo parceiro de dança. David, o cara que eu menos gostava na Sig Tau, começou dançar atrás dela, agarrando seus quadris. Os dois caras sorriam enquanto se aproveitavam dela ao mesmo tempo, passando as mãos por todas as partes de seu corpo. David agarrou seus quadris e enterrou a pélvis na bunda dela. Todo mundo ficou olhando. Em vez de sentir ciúme, fui inundado pela culpa. Eu tinha reduzido Betty àquilo.

Em dois passos, eu me curvei para baixo e coloquei um braço ao redor das pernas da Betty, jogando-a por cima do meu ombro, derrubando David no chão por ser um cuzão oportunista.

— Me solta! — disse ela, socando minhas costas.

— Não vou deixar você dar vexame por minha causa — grunhi, subindo as escadas, dois degraus de cada vez.

Todas as pessoas por quem passávamos ficavam olhando enquanto Betty chutava e gritava e eu cruzava a sala com ela.

— Você não acha que isso é dar vexame? Jughead! — ela disse, lutando para se soltar.

— Archie! O Donnie está lá fora? — gritei, desviando das pernas e braços que ela debatia.

— Hum... está — ele respondeu.

— Coloca a Betty no chão! — disse Veronica, dando um passo em nossa direção.

— Veronica — Betty gritou, se contorcendo —, não fique aí parada! Vem me ajudar!

Veronica riu.

— Vocês dois estão ridículos.

— Valeu, amiga! — disse Betty, incrédula.

Assim que chegamos lá fora, ela lutou com mais força para se soltar.

— Me coloca no chão, droga!

Fui caminhando até o carro do Donnie, abri a porta de trás e joguei Betty lá dentro.

— Donnie, você é o motorista da noite?

Ele se virou, nervoso, observando o caos do banco da frente.

— Sou.

— Preciso que você leve a gente até o meu apartamento — falei enquanto sentava ao lado dela.

— Jughead... eu não acho...

— Faz o que eu pedi, Donnie, ou te dou um soco na nuca, juro por Deus.

Imediatamente ele arrancou com o carro. Betty se lançou em direção à maçaneta.

— Eu não vou para o seu apartamento!

Agarrei um de seus pulsos, depois o outro. Ela se abaixou, afundando os dentes no meu antebraço. Doeu pra caramba, mas só fechei os olhos. Quando tive certeza de que ela havia rasgado minha pele e meu braço parecia estar pegando fogo, grunhi para compensar a dor.

— Faça o seu pior, Flor. Estou cansado das suas merdas.

Ela me soltou e começou a se debater novamente, tentando me atingir, mais por ter sido insultada do que para tentar cair fora.

— Minhas merdas? Me deixa sair da droga desse carro!

Puxei as mãos dela para perto do meu rosto.

— Eu te amo, droga! Você não vai a lugar nenhum até ficar sóbria e a gente resolver isso!

— Você é o único que ainda não resolveu, Jughead!

Soltei seus pulsos e ela cruzou os braços, de cara fechada durante o resto do caminho até o apartamento.

Quando o carro parou, Betty se inclinou para frente.

— Você pode me levar pra casa, Donnie?

Abri a porta e a puxei para fora, jogando-a por cima do meu ombro de novo.

— Boa noite, Donnie — falei, carregando-a escada acima.

— Vou ligar para o seu pai! — Betty gritou.

Não consegui evitar e dei risada.

— E ele provavelmente vai me dar um tapinha nas costas e me dizer que já estava mais do que na hora!

Ela ficou se contorcendo enquanto eu pegava as chaves no meu bolso.

— Para com isso, Flor, ou nós dois vamos sair rolando pela escada!

Por fim, a porta se abriu, e entrei pisando duro no quarto do Archie.

— Me. Coloca. No. Chão! — ela gritou.

— Tudo bem — respondi, largando-a na cama do Archie. — Dorme e vê se melhora. A gente conversa amanhã.

Eu sabia como ela devia estar brava, porém, mesmo com as costas latejando por ter sido espancado pelos punhos cerrados da Betty nos últimos vinte minutos, era um alívio tê-la no apartamento de novo.

— Você não pode mais me dizer o que fazer, Jughead! Eu não pertenço a você!

As palavras dela acenderam uma profunda ira dentro de mim. Fui como um raio até a cama, plantei as mãos no colchão, uma de cada lado de suas coxas, e me inclinei bem perto do rosto dela.

— Bom, mas eu pertenço a você! — gritei.

Coloquei tanta força em minhas palavras que pude sentir o sangue subindo até o meu rosto. Betty encarou meu olhar duro, recusando-se a sequer piscar. Olhei para seus lábios, arfando.

— Eu pertenço a você — sussurrei, minha raiva desaparecendo devagar conforme o desejo assumia seu lugar.

Ela estendeu a mão, mas, em vez de estapear meu rosto, agarrou minhas bochechas e grudou a boca na minha. Sem hesitar, eu a ergui nos braços e a carreguei até o meu quarto, e caímos na cama.


Notas Finais


Itiii eu amo esse casal, mesmo eles sendo meio doido das ideias 😍😍😍


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