História Desastre Iminente - Bughead - Capítulo 73


Escrita por:

Postado
Categorias Brian Ray "Skeet" Ulrich, Camila Mendes, Cole Sprouse, Dylan Sprouse, KJ Apa, Lili Reinhart, Riverdale
Personagens Antoinette "Toni" Topaz, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Chuck Clayton, Dilton Doiley, Elizabeth "Betty" Cooper, Forsythe Pendleton "FP" Jones II, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Hal Cooper, Jason Blossom, Joaquin, Kevin Keller, Veronica "Ronnie" Lodge
Tags Adaptação, Betty, Bughead, Colesprouse, Hot, Jughead, Lilireinhart, Riverdale, Romance, Sprousehart, Varchie
Visualizações 100
Palavras 1.460
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


5/10 👑

Capítulo 73 - Possessividade III


Betty puxou minhas roupas, desesperada para arrancá-las. Abri o zíper do vestido dela com um movimento fluido e fiquei observando enquanto ela o tirava com rapidez pela cabeça, jogando-o no chão. Nossos olhares se encontraram, e então eu a beijei, gemendo em sua boca enquanto ela retribuía o beijo.

Antes que eu tivesse a oportunidade de raciocinar, nós dois estávamos nus. Betty agarrou minha bunda, ansiosa para me puxar para dentro dela, mas resisti, a adrenalina ardendo no sangue, misturada ao uísque e à cerveja. Meu bom senso retornou, e pensamentos sobre as consequências permanentes dos nossos atos começaram a lampejar em minha mente. Eu tinha sido um babaca, tinha deixado a Betty puta da vida, mas não queria que ela algum dia se questionasse se eu havia tirado proveito dela naquele momento.

— Nós estamos bêbados — falei, respirando com dificuldade.

— Por favor.

Suas coxas pressionavam meus quadris, e eu podia sentir os músculos sob sua pele macia tremerem de expectativa.

— Isso não está certo.

Lutei contra a confusão do álcool que me dizia que as próximas horas com ela valeriam o que quer que estivesse mais à frente.

Pressionei a testa na dela. Por mais que eu a desejasse, o pensamento doloroso de imaginar Betty acordando envergonhada por seu erro na manhã seguinte era mais forte do que o que os meus hormônios estavam me mandando fazer. Se ela realmente quisesse seguir em frente com aquilo, eu precisava de provas sólidas.

— Eu quero você — ela sussurrou de encontro à minha boca.

— Preciso que você diga.

— Eu digo o que você quiser.

— Então diz que pertence a mim. Diz que me aceita de volta. Eu só vou fazer isso se estivermos juntos.

— A gente nunca se separou de fato, não é?

Balancei a cabeça, roçando os lábios nos dela. Não era o bastante.

— Preciso te ouvir dizer. Preciso saber que você é minha.

— Eu sou sua desde o segundo em que nos conhecemos — disse ela, em tom de súplica.

Encarei seus olhos por alguns segundos, então minha boca formou um meio sorriso, na esperança de que as palavras dela fossem verdadeiras e não faladas no calor do momento. Eu me inclinei e a beijei com ternura, e ela me puxou devagar para dentro dela. Parecia que meu corpo inteiro estava se derretendo nela.

— Fala de novo. — Parte de mim não conseguia acreditar que aquilo estava mesmo acontecendo.

— Eu sou sua — ela sussurrou. — Nunca mais quero me separar de você.

— Promete — pedi, gemendo enquanto a penetrava.

— Eu te amo. Vou te amar pra sempre. — Ela olhou fundo em meus olhos quando disse isso, e finalmente me dei conta de que suas palavras não eram apenas uma promessa vazia.

Selei a boca na dela, o ritmo de nossos movimentos ganhando ímpeto. Nada mais precisava ser dito, e, pela primeira vez em meses, meu mundo não estava de ponta-cabeça. Betty arqueou as costas e me envolveu com as pernas, enganchando-as atrás de mim pelos tornozelos. Saboreei cada parte de seu corpo que pude alcançar, faminto por isso há tempo demais. Quase morrendo de fome por ela. Passou-se uma hora, depois outra. Mesmo exausto, prossegui, temendo que, se parássemos, eu acabasse acordando e percebesse que aquilo não passara de um sonho.

 

Apertei os olhos por causa da luz que entrava pelas janelas. Não consegui dormir a noite toda, sabendo que, quando o sol nascesse, tudo estaria acabado. Betty se mexeu e cerrei os dentes. As poucas horas que passamos juntos não eram o suficiente. Eu não estava preparado para me separar dela.

Betty roçou a bochecha no meu peito. Beijei seus cabelos, depois sua testa, suas bochechas, seu pescoço, seus ombros e então trouxe sua mão à minha boca e beijei ternamente seu pulso, a palma e os dedos. Eu queria apertá-la, mas me controlei. Meus olhos se encheram de lágrimas pela terceira vez desde que a trouxera ao apartamento. Quando ela acordasse, estaria envergonhada, furiosa e me deixaria para todo o sempre.

Nunca temi tanto ver os diferentes tons de cinza em suas íris.

Com os olhos ainda fechados, Betty sorriu, e levei minha boca de volta à dela, aterrorizado com o momento em que ela se desse conta do que acontecera.

— Bom dia — disse ela, com os lábios encostados nos meus.

Eu me movi para cima dela e continuei a beijar vários lugares de sua pele. Coloquei os braços sob ela, entre suas costas e o colchão, e enterrei o rosto em seu pescoço, inalando seu aroma antes que ela irrompesse porta afora.

— Você está quieto hoje — disse ela, passando as mãos na pele nua das minhas costas. Ela deslizou as palmas na minha bunda, depois enganchou a perna no meu quadril.

Balancei a cabeça.

— Eu só quero ficar assim.

— Eu perdi alguma coisa?

— Eu não pretendia te acordar. Por que você não volta a dormir?

Betty se reclinou no travesseiro, erguendo meu queixo para que eu a encarasse.

— Tem alguma coisa errada com você? — ela quis saber, com o corpo repentinamente tenso.

— Só volta a dormir, Beija-Flor. Por favor.

— Aconteceu alguma coisa? É a Veronica? — ela perguntou, se sentando rapidamente.

Eu me sentei com ela, secando os olhos.

— Não... A Veronica está bem. Eles chegaram em casa por volta das quatro da manhã. Estão na cama ainda. É cedo, vamos voltar a dormir.

Seus olhos percorriam diversos pontos do quarto enquanto ela pensava na noite anterior. Sabendo que a qualquer momento ela lembraria que eu a havia arrastado para fora da festa e dado um vexame, coloquei as mãos em ambos os lados de seu rosto e a beijei uma última vez.

— Você dormiu? — ela perguntou, envolvendo minha cintura com os braços.

— Eu... não consegui. Eu não queria...

Ela me deu um beijo na testa.

— Seja lá o que for, a gente vai resolver, tá? Por que você não dorme um pouco? Vamos pensar nisso quando você acordar.

Isso não era o que eu esperava. Ergui a cabeça e analisei a expressão no rosto dela.

— O que você quer dizer? Que a gente vai resolver?

Ela franziu as sobrancelhas.

— Eu não sei o que está acontecendo, mas estou aqui.

— Você está aqui? Você vai ficar aqui? Comigo?

Ela ficou confusa, olhando em diferentes direções.

— Vou. Achei que a gente tinha discutido isso ontem à noite, não?

— Discutimos sim. — Provavelmente eu parecia um idiota completo, mas assenti de maneira enfática.

Betty estreitou os olhos.

— Você achou que eu ia acordar brava com você, não é? Achou que eu ia embora?

— Você é famosa por isso.

— É por isso que você está tão perturbado? Você ficou acordado a noite toda se preocupando com o que ia acontecer quando eu acordasse?

Eu me remexi.

— Eu não queria que a noite passada acontecesse daquele jeito. Eu estava meio bêbado, fiquei te perseguindo na festa como um maníaco, depois te arrastei pra cá contra a sua vontade... e aí a gente... — balancei a cabeça, indignado com meu próprio comportamento.

— Transou e fez o melhor sexo da minha vida? — disse Betty, sorrindo e apertando minha mão.

Dei risada uma vez, espantado de ver como a conversa estava indo bem.

— Então estamos bem?

Ela segurou meu rosto e me beijou com ternura.

— Estamos, bobão. Eu prometi, não foi? Eu te falei tudo que você queria ouvir, a gente voltou a namorar, e nem assim você fica feliz?

Minha respiração falhou e tentei conter as lágrimas. Ainda não parecia real.

— Jug, para. Eu te amo — ela disse, usando seus finos dedos para alisar as linhas de preocupação em torno dos meus olhos. — Esse impasse absurdo podia ter acabado no feriado de Ação de Graças, mas...

— Espera... o quê? — interrompi, recuando.

— Eu estava pronta para ceder no Dia de Ação de Graças, mas você disse que estava cansado de tentar me fazer feliz, e fui muito orgulhosa pra te dizer que te queria de volta.

— Você está me zoando, só pode. Eu estava tentando tornar as coisas mais fáceis pra você! Você tem ideia de como fiquei triste todo esse tempo?

Betty franziu a testa.

— Você parecia muito bem depois das férias.

— Aquilo foi por você! Eu tinha medo de te perder se não fingisse que estava de boa com o fato de sermos amigos. Eu podia ter ficado com você esse tempo todo? Que merda, Beija-Flor!

— Eu... Eu sinto muito.

— Você sente muito? Droga, eu quase me matei de tanto beber. Eu mal conseguia sair da cama, estilhacei meu celular em um milhão de pedaços na véspera do Ano Novo pra não te ligar... e você sente muito?

Betty mordeu o lábio inferior e assentiu, envergonhada.

— Me desculpa, por favor.

— Tudo bem, está desculpada — respondi sem hesitar. — Mas nunca mais faça isso de novo.

— Não vou fazer. Prometo.

Balancei a cabeça, sorrindo feito um imbecil.

— Porra, como eu te amo.


Notas Finais


AGORA SIMMM, PORRA! ❤🙌


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...