História Desastre Iminente - Capítulo 6


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Categorias Naruto
Personagens Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Izuna Uchiha, Kakashi Hatake, Karin, Kiba Inuzuka, Konan, Kurenai Yuuhi, Kushina Uzumaki, Madara Uchiha, Matsuri, Mikoto Uchiha, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki, Obito Uchiha (Tobi), Pakura, Personagens Originais, Rin Nohara, Rock Lee, Sai, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Shion, Shisui Uchiha, Temari, TenTen Mitsashi, Toneri Otsutsuki, Tsunade Senju
Tags Hinata, Naruhina, Naruto, Sasuhina, Sasuke
Visualizações 114
Palavras 1.486
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, LGBT, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Helloooo... Voltei amores!
Desculpa a demora pra postar. Eu sei que disse que ia postar na semana passada, mas não consegui por causa do meu trabalho...
Bom, sem mais delongas, vamos para a fic.
Boa leitura, vejo vocês nas notas finais!

Capítulo 6 - Capítulo 5 - Cavalheiro


Fanfic / Fanfiction Desastre Iminente - Capítulo 6 - Capítulo 5 - Cavalheiro

Gaara estava parado na porta como um idiota apaixonado, acenando para Ino enquanto ela saía do estacionamento do prédio. Ele fechou a porta e tombou na cadeira reclinável com o sorriso mais ridículo do mundo.

— Você é um bobo — eu disse.

— Eu? Você devia ter se visto. A Hina não via a hora de ir embora.

 Franzi a testa. A morena não me pareceu estar com pressa de ir embora, mas, agora que ele tinha mencionado, lembrei que ela ficou bem quieta quando voltamos.

— Você acha?

Gaara deu risada, reclinando-se na cadeira e puxando para cima o descanso de pés.

— Ela te odeia. É melhor desistir.

— Ela não me odeia. Eu arrasei no nosso encontro.— Disse sem perceber. 

 Ele ergueu as sobrancelhas. Foi aí que eu me toquei. 

— Encontro? 

— Jantar. Eu disse jantar. 

 Não o convenci. 

— Sasuke, o que você está fazendo? Porque, se isso for só um jogo e você estragar as coisas pra mim, vou te matar enquanto você estiver dormindo.

 Eu me joguei no sofá e peguei o controle remoto.

— Eu não sei o que estou fazendo, mas não estou fazendo isso. 

 Gaara parecia confuso. Eu não o deixaria perceber que estava tão desconcertado quanto ele.

— Eu não estou brincando — disse ele, mantendo os olhos na tela da TV. — Vou

sufocar você com o travesseiro.

— Já entendi — falei, irritado.

 A sensação de estar fora da minha zona de conforto estava me deixando puto, e eu ainda tinha o Pepe Le Gambá ali me ameaçando de morte. Gaara a fim de uma menina já era um mala. Imagina apaixonado, ele era quase insuportável.

— Lembra da Matsuri?

— Não tem nada a ver — disse ele, exasperado. — É diferente com a Ino. Ela é a mulher da minha vida.

— E você sabe disso depois de alguns meses? — perguntei, cético.

— Eu soube da primeira vez que vi a Ino. 

Balancei a cabeça em negativa. Eu odiava quando ele ficava assim, com unicórnios e borboletas saindo do rabo e corações flutuando no ar. Ele sempre acabava com o coração partido, aí eu tinha que cuidar para que ele não bebesse até morrer por seis meses seguidos. Mas a Yamanaka parecia gostar do comportamento dele.

 Enfim. Nenhuma mulher me faria ficar acabado de tanto chorar e caindo de bêbado por tê-la perdido. Se elas não permaneciam comigo, é porque não valiam a pena de qualquer forma.

 Gaara se levantou e se espreguiçou, então foi se arrastando até o quarto.

— Você está falando merda, Gaara. Não estou falando mal da Loirinha, mas.. 

 Ele me cortou. 

— E como você saberia? — ele me perguntou.

Ele estava certo. Eu nunca tinha me apaixonado, mas não conseguia imaginar que isso pudesse me mudar tanto assim.

Decidi ir dormir também. Tirei a roupa e me deitei de costas na cama, de mau humor. No instante em que minha cabeça encostou no travesseiro, pensei na Hina. Repassei nossa conversa palavra por palavra. Umas poucas vezes ela havia demonstrado um traço de interesse. Ela não me odiava completamente, e isso me ajudou a relaxar. Eu não me desculpava pela minha reputação, e ela não esperava que eu fingisse. Mulheres não me deixavam nervoso. Mas a Hina fazia com que eu me sentisse distraído e focado ao mesmo tempo. Agitado e relaxado. Irritado e quase malditamente zonzo. Nunca tinha me sentido tão em desacordo comigo mesmo. Algo nesse sentimento me fazia querer ficar perto dela.

 Depois de duas horas com o olhar fixo no teto, me perguntando se eu a veria no dia seguinte, decidi me levantar e pegar a garrafa de Jack Daniel’s na cozinha.

 Os copos de dose estavam limpos na lava-louça, então peguei um e enchi até a borda. Depois de virar a dose, enchi mais uma vez. Tomei novamente de um gole só, coloquei o copo na pia e me virei. Gaara estava parado na porta do quarto com um sorriso afetado no rosto.

— E assim começa.

— No dia em que você apareceu na árvore genealógica da nossa família, eu devia ter cortado o galho — eu disse.

Ele riu uma vez e fechou a porta do quarto.

Fui me arrastando até o meu quarto, puto da vida por não ter argumento.

— Tsc. 

♠♥♣♦

 Parecia que as aulas da manhã não iam acabar nunca, e fiquei um pouco decepcionado comigo mesmo por ter saído correndo para o refeitório. Eu nem sabia se a Hina estaria lá.

 Mas ela estava.

 Brazil estava sentado na frente dela, conversando com Gaara. Um sorriso irônico tomou meu rosto e eu suspirei, aliviado e resignado com o fato de ser um idiota.

 A moça do refeitório encheu minha badeja com sabe-se-lá-o-quê e então fui caminhando até a mesa, parando na frente da Hina, do outro lado.

— Você está sentado na minha cadeira, Shika.

— Ah, ela é uma das suas minas, Suke?

A morena balançou a cabeça.

— Definitivamente não.

Esperei e Shikamaru cedeu, levando sua bandeja até um lugar vazio na ponta da mesa comprida.

— E aí, Hime? — perguntei, esperando que ela cuspisse veneno na minha direção. Para minha grande surpresa, ela não demonstrou nenhum sinal de raiva.

— O que é isso? — ela ficou encarando minha bandeja.

 Olhei para a mistureba fumegante. Ela estava jogando conversa fora. Outro bom sinal.

— A moça do refeitório me dá medo. Não vou criticar as habilidades culinárias dela.

 Hina ficou me observando cutucar a comida com o garfo em busca de algo comível, depois pareceu distraída com os murmúrios à nossa volta. A verdade é que era novidade para meus colegas me verem criar caso para sentar perto de alguém. Nem eu mesmo sabia por que tinha feito aquilo.

— Ai... a prova de biologia é depois do almoço — Ino gemeu.

— Você estudou? — Hina perguntou.

A loirinha torceu o nariz.

— Ah, não. Passei a noite jurando para o meu namorado que você não vai dormir com o Suke.

Gaara ficou imediatamente ranzinza com a menção da conversa da noite anterior.

 Os jogadores de futebol americano sentados na ponta da mesa pararam de falar para ouvir nossa conversa, e a Hina afundou no assento, olhando furiosa para Ino.

Ela estava com vergonha. Por algum motivo, a Hime ficava constrangida com qualquer atenção que fosse.

 Ino a ignorou e cutucou Gaara com o ombro, mas a cara fechada dele não se desfez.

— Meu Deus, Gaara. Você está mal, hein?

 Joguei um sachê de ketchup nele, tentando amenizar o clima. Então os alunos que nos cercavam voltaram a atenção para Gaara e Ino, na esperança de ter algo de que falar.

 Ele não respondeu, mas os olhos perolados da Hina se ergueram para mim, acompanhados de um sorrisinho. Eu estava com tudo hoje. Ela não conseguiria me odiar nem se tentasse. Não sei por que eu estava tão preocupado. Eu não queria namorá-la ou algo do gênero. Ela só me parecia o experimento platônico perfeito. Basicamente era uma boa moça, ainda que levemente raivosa, e não precisava que eu ferrasse seus planos para o futuro. Se é que ela tinha planos.

 Ino esfregou as costas de Gaara.

— Ele vai ficar bem. Só vai levar um tempinho para ele acreditar que a Hina consegue resistir ao seu poder de sedução.

— Eu não tentei seduzir a Hina — eu disse. Eu estava começando a progredir, e Ino estava tentando me afundar. — Ela é minha amiga.

 Hina olhou para Gaara.

— Eu disse que você não tinha nada com que se preocupar.

 Os olhos dele encontraram os dela e a expressão dele se suavizou. Crise evitada.

Hinata salvou o dia.

Esperei um pouco, tentando pensar em algo a dizer. Queria convidá-la para ir até o apê mais tarde, mas seria idiotice depois do comentário da Yamanaka. Uma ideia genial surgiu na minha mente e não hesitei em colocá-la em prática:

— E você, estudou?

A morena fez uma careta.

— Não importa quanto eu estude. Biologia simplesmente não entra na minha cabeça.

Eu me levantei, acenando com a cabeça em direção à porta.

— Vem comigo.

— O quê?

— Vamos pegar o seu caderno. Vou te ajudar a estudar.

— Sasukee..

— Levante a bunda daí, Hime. Você vai gabaritar essa prova.

Os três segundos seguintes devem ter sido os mais longos da minha vida. Por fim, Hinata se levantou. Passou por Ino e deu um puxão no cabelo dela.

— Vejo você na aula, Ino.

 Ela sorriu.

— Vou guardar um lugar pra você. Vou precisar de toda ajuda possível.

Abri a porta para ela enquanto saíamos do refeitório, mas ela não pareceu notar. Mais uma vez, fiquei só horrivelmente desapontado.

 Enfiei as mãos nos bolsos e acompanhei o ritmo dos passos dela durante a curta caminhada até o seu dormitório, depois fiquei olhando enquanto ela procurava a chave do quarto.




Notas Finais


Muito obrigada por lerem, espero que tenham gostado do capítulo.
Vou me esforçar para voltar o mais rápido possível com o próximo capítulo.
Bjinhos, até o próximo!!! 😘😘😘😁


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