História Descendants - Capítulo 6


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Categorias Descendentes, Sabrina Carpenter, Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Delfina, Gaston, Jazmin, Jim, Luna Valente, Matteo, Nina, Personagens Originais, Ramiro, Sabrina Carpenter, Sharon, Simón, Yam
Tags Castelos, Contos De Fada, Descendentes, Disney, Lutteo, Princesas, Principes, Rainhas, Reis, Sou Luna
Visualizações 255
Palavras 1.030
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


I'M BAAAAAAAAAAAAAAAACK BITCHEEES
mentira kkkkkkk Oi meus amores estou de volta!!! Bom, não tem muito o que falar, espero que gostem. Boa leitura!

Capítulo 6 - The disease of love


 

 

Luna

 

  Acordo em um salto olhando para todos os lados assustada. Essa não é a primeira vez que  tenho sonhos desse tipo, mas dessa vez eu tenho a impressão que não era apenas um  simples sonho.

Mas vocês devem estar se perguntando : Que sonho?

  Eu gostaria de me lembrar, mas tudo o que eu lembro era de uma risada maléfica, choros e gritos de um bebê, fogo, medo e desespero. Era tudo o que eu me lembrava. E eu realmente esperava que fosse apenas um sonho. Hoje era o dia em que os pais viriam dos alunos viriam para o dia da família, e por causa do jogo, que também era hoje. São nesses momentos que tenho vontade de jogar um feitiço na fada madrinha por ter me colocado como uma das líderes de torcida, sério aqueles uniformes são detestáveis, com toda a certeza, azul, amarelo e branco juntos simplesmente não combinam.

  Âmbar praticamente me arrastou pra fora do quarto, mesmo comigo reclamando que não queria sair lá fora com um uniforme escroto daqueles, mas quem disse que ela me ouve?  Ao chegarmos no campo, todos os meninos estavam conversando com o treinador, e em meio deles, Matteo estava lá, e ao me ver sorriu como comprimento e eu retribui.

- Ui o que rola entre você e o príncipe gato? – Perguntou Âmbar me empurrando de leve, me fazendo sair de meus pensamentos.

- O que? Nada! Não rola nada entre a gente, somos apenas... amigos. – Falei desviando o olhar.

- Aham, amigos, sei. – Iria responder mas o apito do treinador me impediu, salva pelo gongo. Faltava apenas alguns minutos para o jogo, a arquibancada estava cheia, alunos, professores, e os pais dos alunos estavam lá, principalmente os pais de Sabrina, que estavam a abraçando e a desejando sorte na entrada do campo. Aquela cena me fez pensar, como seria se minha mãe não fosse uma vilã? Como seria se eu tivesse conhecido meu pai? Como seria se eu tivesse uma família completa e feliz? E principalmente, como seria se eu tivesse nascido aqui, em Auradon? São perguntas, que com certeza nunca serão respondidas.

{...}

  O Jogo havia começado, o time de Auradon estava na liderança, enquanto eu era obrigada a dar um sorriso e balançar pompons coloridos para cima e para baixo. Tedioso, bom, pelo menos pra mim, já que minha melhor amiga parecia estar adorando. Eu só estava aqui por Simón e Gastón. Ta legal... E talvez por Matteo também. Nós estávamos bem próximos nos últimos dias, nos encontrávamos todas as noites no jardim secreto do castelo para observar as estrelas, e tenho que admitir, passar esse tempo com ele está sendo maravilhoso. Quando estou com ele sempre sinto uma coisa estranha, estranho de modo bom, sorrisos involuntários surgem em meus lábios, eu sinto um frio na barriga, meu coração acelera do nada. Eu só posso ter pego uma doença porque sinceramente não é possível... (A/N : Sim, a doença do amor kkkkkkk ta parei)

{...}

- E a grande vitória vai para o time de Auradon com 24 pontos!!! – Anunciou o locutor que narrava o jogo, escutei gritos de comemoração e uma música animada começar a tocar. Fui obrigada novamente a fazer uma coreografia rápida antes de encerrarem. Após toda aquela festa comemorativa, me afastei indo até o banco de reserva, onde eu havia deixado uma toalha e uma garrafa térmica com água gelada, quando vi Matteo vindo até mim com um sorriso.

- Oi, Luna.

- Oi, não devia estar comemorando sua vitória? – Perguntei com um sorriso de lado.

- Devia, mas você não está lá então não tem porque comemorar.  - Falou ele e eu ri revirando os olhos.

- Idiota.

- Também te adoro. – Disse rindo. - Que tal irmos comer alguma coisa?

- Pode ser daqui meia hora? Quero tomar um banho e trocar de roupa, porque sinceramente, eu não aguento mais ficar com esse lacinho de cachorro na cabeça. – Aponto para o laço de fita amarela amarrado em meu cabelo. – Estou parecendo um poodle. – Ele gargalhou.

- Tudo bem te vejo daqui meia hora. – Ele tentou me abraçar mas eu passei por baixo.

- Sai, você ta todo suado. – Sorriu mais ainda e me puxou me abraçando, me prendendo em seus braços.

- MATTEO ME SOLTA! QUE NOJO! – Gritei batendo em seu peito pra que ele me soltasse. 

- Tudo bem, tudo bem já parei. – Disse me soltando e eu me afastei.

- Você me paga. – Falei o fuzilando com o olhar, ele soltou um riso baixo se aproximando de novo e deu um beijo em minha bochecha.

- Te encontro em frente ao colégio daqui meia hora então. – Assim que ele saiu, eu me permiti sorrir começando a andar em direção para o colégio, mas acabo por esbarrar com alguém e arregalo os olhos ao ver com quem.

- Desculpe majestade. – Falei ao perceber que havia me esbarrado com o pai de Sabrina, que me encarava perplexo.

- Não, esta tudo bem... Ah, qual seu nome, querida?

- Ah, eu sou a Luna – Respondi meio confusa, quando ele abriu a boca pra falar mais alguma coisa, escutei Âmbar me chamar

 - Luna! Vamos Logo! – Gritou ela acenando para que eu a visse.

- Eu... Tenho que ir... Desculpe de novo. – Sorri de lado e corri em direção a Âmbar. Isso com toda a certeza foi muito esquisito.


{...}

 O fogo se espalhava pelo salão do castelo, os gritos e choros da criança eram desesperadores e agoniantes. A risada maléfica e psicopata soava ao fundo de uma forma horripilante.

- Espero que tenha feito um bom proveito, pois você não a verá nunca mais. – A risada novamente ecoou pelo lugar.

Abro os olhos assustada, pego meu celular que marcavam 2;55 da manhã. Desbloqueio o aparelho desesperada entrando no aplicativo de mensagens, clicando na conversa com Matteo. Digitei a mensagem mas parei por um segundo. Não Luna, ele está dormindo. Se acalme, foi apenas um sonho. Observo a tela novamente, percebendo que em um minuto, ele havia ficado online, e que começou a digitar em seguida.

Ainda acordada?

Sorri levemente e comecei a digitar

Pesadelo. E Vc?

Insônia. Jardim secreto?

Jardim secreto.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado! Nos vemos em breveeee


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