História Descendants School - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Descendentes, High School Musical
Personagens Carlos de Vil, Evie, Jay, Mal, Príncipe Ben
Tags Easthigh, Longliveevil, Musical
Visualizações 90
Palavras 1.537
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Enjoy Haha
Obrig pelos Fav :3

Capítulo 5 - Detention I


Fanfic / Fanfiction Descendants School - Capítulo 5 - Detention I

Evie POVs

Estava tudo pronto para o plano, os meninos já devem estar esperando nos fundos. Fui com Mal até eles e eles estavam com a cara emburrado.

- Oi Meninos –dissemos em uníssimos e eles bufaram apontando pro relógio.

- Se demorassem mais um pouco iria pedir a fada-madrinha usar um bibidi bobi boo em vocês –indagou Jay sarcástico e apenas reviramos os olhos.

- Não temos culpa, se estar bonita vem em primeiro lugar toda vez que saímos –dissemos em uníssimos novamente jogando o cabelo para trás em sincronia.

- Hello a gente está aqui a horas esperando, será que podemos entrar agora? –Se pronunciou Carlos e apenas assentimos fomos até a porta e a mesma estava fechada.

- Para trás –pediu Jay já pegando o impulso enquanto Carlos conseguiu abrir a porta que estava emperrada, resultado Jay levou um tombo e a gente caiu na gargalhada. Ouvimos um rugido vindo de uma salinha que tinha no fundo da escola, olhamos em direção ao rugido e voltamos a rir por ver Ben molhado com seu short de coroas e nas mãos ele tinha um bastão de beisebol.

- Isso é –ela parou de dizer ao encarar melhor o Ben e ficar paralisada naquilo mas disfarçou continuando a rir. – São pequenas coroas no seu short?!

- Talvez –respondeu meio corado e constrangido. – O que estão fazendo aqui?

- Não está obvio? –Indaguei incrédula por ele ser tão lento. – Viemos te fazer companhia.

- Mas e ela? –Apontou para Mal que piscou rápido acordando do transe. – Veio por obrigação, aposto.

- Não, vir por pura maldade mesmo –retrucou Mal arqueando a sobrancelha para Ben.

- Aí podia ter ficado sem essa. –Murmurou Jay mas eles nem ligaram e continuaram trocando olhares.

- E se a gente dar uma trégua para todas as rixas e se divertir essa noite? –Sugeri trocando um olhar rápido com Jay e Carlos que entenderam meu plano.

- Por mim –responderam dando ombros sem perceber a sincronia, mas logo franziram o cenho um para o outro.

- Ótimo então, vamos para a sala né –Jay deu uma piscadela e eu entendi o recado. Eles foram andando junto com a gente e paramos no meu do caminho.

- Esse é o ponto de vocês –disse Carlos abrindo a porta da sala distraindo os dois e empurramos eles lá dentro os trancando em seguida.

Mal POVS

Estava achando estranho mesmo Evie toda animada, agora ela acaba de trancar eu e Ben na salinha cheia de caixas nas prateleiras. O lugar me dava náuseas, ainda mais o que eles têm na cabeça, eu e ele no mesmo lugar, não vai prestar.

- Tira a gente daqui –gritei batendo na porta ouvindo a risada deles. – Isso não é engraçado!

- É sim, aliás só vamos tirar vocês daí quando se acertarem e pararem de briguinha bobas –afirmou Evie me fazendo bufar e fazer meu famoso bico. – Sem fazer bico, M.

- Vocês planejaram isso não foi? –Se pronunciou Ben cruzando os braços e pudemos ouvir um ‘’Yeaah’’. Depois ouvimos passos como se eles tivessem se afastando. – Droga, eles se foram.

- O que faremos agora? –Perguntei mordendo o lábio inferior olhando para aquele lugar e voltando minha atenção a ele. Ele apenas deu ombros e se sentou naquele chão sujo e riu ao ver minha careta.

- Acho que a regra era clara, deixar as frescuras e rixas de lado –dei a língua para ele que o fez rir. – Tão bonitinha brava.

- Só brava? –Retruquei arqueando a sobrancelha o vendo engolir em seco e ficar todo atrapalhado.

- Deve ter outras coisas, mas isso só você poderá dizer –gaguejou tentando dar o melhor, mas pelo menos me fez rir. – Me refiro a beleza interior.

- Por que? Acha que eu não tenho? –Confesso que fiquei curiosa que acabei sentando a seu lado. Ele bagunçou os cabelos tentando ajeitar.

- Eu acho que qualquer um pode ter sua beleza interior, basta apenas saber usa-la para o bem  –disse dando ombros e me encarando o que fez perder o contato com o mundo e as coisas ao redor sendo apenas eu e ele, literalmente. – Amor, por exemplo, você pode amar a si mesma com todas as roupas mais caras e as makes mais bonitas, mas me diga o que você sente ai dentro? Sente o amor?

- Aqui? –Coloquei minha mão sobre onde meu coração fica e ele assentiu. Desviei o olhar encarando as prateleiras. – Eu não sei o que é o amor, em vários sentidos.

- Eu posso te ajudar nisso –murmurou colocando sua mão em meu rosto delicadamente e me fazendo voltar a fita-lo. – Se você quiser.

- Er.. –Podia sentir minhas bochechas esquentar, mordi o lábio ao notar que já estávamos trocando olhares a um tempo. Desviei o olhar. – Por que insisti em querer me ajudar?

- Como assim? –Franziu o cenho me fitando. Sentia que aquele era o momento que eu podia desabafar tudo, que guardei durante tempos.

- Você sempre esteve lá para mim, sempre brigamos toda vez que a gente se cruza, estourei a bola que era uma relíquia da sua família! Era para você ter ódio de mim. –Ben apenas abaixou a cabeça e deu uma risada nasal. – Isso não é engraçado.

- É sim, -voltou a me fitar. – Mal, a gente se conhece desde pequenos, crescemos juntos e agora estamos nesse colégio, não tem por que eu guardar ódio, posso até uma hora explodir porque já estava cansado de ver você o tempo todo e brigar, até sem motivo, só troca de farpas. –Bufou passando a mão no rosto. – Eu não te odeio, na verdade nunca odiei.

- Por que? –Insisti na pergunta já sentindo meus olhos arder. – Por que não tentou falar comigo?

- Porque não iria me ouvir, acho que tudo no seu tempo, uma hora isso aqui –se referiu a gente ali sentados sozinhos. – Iria acontecer. Eu já esperava demais por isso, inclusive tentei conversar com você durante o verão, mas o seu namoradinho não deixou.

- O que? Namorado? O Harry? –Ele assentiu. – Não a gente apenas ficamos e nada mais, mas como ele não deixou, ele não manda em mim!

- Ele disse coisas que me fez desistir, eu sei que fui tolo em acreditar nele, mas como a gente brigava sempre, a primeira impressão que eu tive era: foi bem a cara dela dizer aquilo. –Murmurou cabisbaixo e eu peguei em sua mão para conforta-lo.

- Seja lá o que ele inventou, foi mentira, aliás eu também nunca te odiei –fiz uma leve careta e apertei os olhos. – Só tentava entender o porquê.

- Confesso que era divertido te deixar brava. –Indagou mordendo o lábio segurando o riso. O dei um empurrão rindo junto.

- Para que quem se divertia era eu, ver você quase se descabelar toda vez que tocava no assunto basquete. –Ele riu pelo nariz se levantando para pegar o violão velho que acabei de notar que tinha ali e se sentou do meu lado. – Vai me fazer uma serenata?

- Não, vou fazer melhor, te ouvir cantar –sorriu tímido e começou a dedilhar no violão sem tirar os olhos de mim. – Canta para mim, Mal.

Confesso que arrepiei por sua voz sair grave, nunca havia amado tanto ouvir meu nome assim, sorri meigo em resposta, fechando meus olhos para cantar.

- A million thoughts in my head Should I let my heart keep listening? Cause up 'til now, I've walked the line Nothing lost but something missing –estava cantando algo que eu sentia, como se estivesse criando agora, deixei todos meus sentimentos fluir nessa canção.

Ben POVs

Era difícil não a fitar enquanto canta, parecia que ela se sentia livre, como uma nova Mal toda vez que a melodia saia de seus lábios. Aquela música se encaixou como uma última peça do quebra-cabeça que caiu perfeitamente na sua voz e na melodia que fiz no violão.

- Am I crazy? Maybe We could happen...Yeah! Will you still be with me, When the magic's all run out? –ela abriu seus olhos assim que terminou sua parte fitando meus olhos, sorri para que ela continuasse mais algo me dizia que era um sinal, minha barriga já sentia aquela ‘magia’. Ela continuou a cantar e eu só apreciei dando a melodia no violão, até que chegou o final dela e ela já estava próximo a mim e sua voz estava num tom grave que fez arrepiar todo. – If only...

Deixei o violão de lado, já não suportando, mas aquela vontade louca de beija-la. Segurei seu rosto com delicadeza e aproximei roçando nossos lábios que deu para sentir o famoso choque, suas mãos foram para minha nuca acariciando e fechando os olhos dando permissão e finalmente unimos juntos nossos lábios em um só, num beijo calmo. Apertei seu corpo, mas para mim enquanto suas mãos brincavam com meus cabelos, quando o ar nos faltou ficamos nos fitando de testas coladas e fiquei acariciando seu rosto com meu polegar.

- Ben –sussurrou ela ainda de olhos fechados e com sua testa junto com a minha. Fiz mais uma caricia em seu rosto dando permissão para ela continuar. – Eu sei o que é o amor agora!


Notas Finais


FINALLY \o/ Continua...
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