História Descendants School - Capítulo 9


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Categorias Descendentes, High School Musical
Personagens Carlos de Vil, Evie, Jay, Mal, Príncipe Ben
Tags Easthigh, Longliveevil, Musical
Visualizações 106
Palavras 1.853
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Enjoy!

Capítulo 9 - Now or Never!


Fanfic / Fanfiction Descendants School - Capítulo 9 - Now or Never!

Ben POVs

Senti meus olhos pesarem quando o abri, meus braços estavam amarrados igual a minhas pernas e tinha algo grudado na minha boca. Olhei em minha volta estava num lugar escuro, parecia um quarto, tentei me soltar mais estava bem amarrado.

- Ora, ora, ora quem acordou –olhei para onde vinha a voz e sentir meu sangue ferver ao ver Harry ali. Me mexi para levantar e fiquei resmungando coisas sem anexo. – Não vai adiantar pedir ajuda, beny bobo.

- hmm –tentei dizer para ele me soltar mas foi em vão. Harry riu ligando a Tv, mostrando o jogo que estava ocorrendo onde era para mim estar. A câmera focava no jogo e depois parou mostrando Mal preocupada e cabisbaixa.

- Acho que irei consola-la, veja como ela está sofrendo, tadinha –debochou me apontando para a tela e sorrindo malicioso. Tentei novamente levantar dali, mas ele me deu um soco para me calar, podia sentir o gosto gélido do sangue em meus lábios. – É melhor ficar quietinho ai vendo seu time do coração perder e perder sua amada novamente.

Ele deu sua risada maléfica saindo em passos lentos acenando para mim em deboche, senti meu sangue molhar um pouco aquela fita em minha boca, aproveitei para tira-la. Comecei a tossir tentando recuperar o ar.

- Ben! –Olhei para a Tela e era Mal, ela estava aos prantos mas com a mão no coração em pé no meio da torcida desanimada dos Wildcats.

- Right now I can hardly breath –balbuciei respirando pesadamente sem tirar os olhos da tela.

- Oooh, you can do it just know that I believe –ela parecia olhar para um ponto fixo parecia que via a câmera como se estivesse olhando para mim.

- And thats all I really need –afirmei já pronto para quebrar aquela cadeira igual nos filmes que assisti com meu pai.

- Then come on! –Exclamou tanto para mim quanto para o time.

- Make me Strong! It's time to turn it up, game on! –Gritei já me jogando para trás na intenção de quebrar aquela cadeira, o que deu quase certo, quebrou apenas as pernas da frente o que possibilitou meus pés deixando os mesmos livres. No impulso levantei mesmo me desiquilibrando por conta de eu ainda estar amarrado nas mãos, não me importei e sai correndo em direção a quadra (Harry tinha me levado para sua casa que fica nos fundos da escola, já que ninguém iria suspeitar do mesmo, já que ele é o anjinho.).

Ouvi que estava no intervalo das cheerleader, as mesmas estavam dançando, estava correndo para ir até o meu pai e meu tio, mas minhas pernas bambearam me fazendo cair no meio da quadra. Acabei acertando meu nariz na queda e o mesmo começou a sangrar, meu time viu que era eu e vieram me socorrer, as cheerleaders até pararam de dançar junto com todos pararam de gritar por curiosidade de eu estar lá.

- Ben! –Meus amigos gritaram vindo me ajudar a levantar e tirar as cordas das minhas mãos. Encarei a plateia que me olhavam assustadas deve ser por conta do sangue do meu nariz. Vi que Harry já tentava ganhar a atenção da Mal, mas ela nem o encarava, mas é sim olhava para mim sorrindo de orelha a orelha assim como minha irmã, retribui o sorriso fazendo uma careta por elas estarem me encarando preocupadas já que no telão mostrava meu rosto sujo de sangue.

- Florian, O que fizeram com você? –Perguntou minha mãe e meu pai me olhava preocupado.

- Longa história, não temos tempo, temos um jogo para vencer! –Disse convicto e segurando meu pulso que estava doendo.

- Não vai dar para você jogar assim, faltam apenas 16 minutos e não dá tempo de ganhar –resmungou Encantado se referindo aos meus pulsos.

- Um WildCat nunca desiste –disse pegando o pano de Jay e limpando meu rosto rápido, tirando meu blusão e minha calça ficando com uniforme. – Então treinador, posso entrar?

- Bom... –Comentou Chad um pouco preocupado comigo e meu pai me encarava orgulhoso.

- Uma vez Wildcats, sempre Wildcats –disse em uníssimos com meu pai e ele me entregou a bola. – Mostra o que sabe, filho!

- E o seguinte, fiquem de olho em mim! –Encarei meus colegas e eles sorriram como se já conhecesse a frase e eu e meu pai fizemos um High-five, minha mãe me encarava cheia de orgulho que fez um carinho em meu rosto antes de ir. - Gotta show how we do it, game on!

- This is the last time to get it right! Oh! –Exclamamos e fizemos o grito de guerra juntamos nossas mãos. - This is the last chance to make it or not! Yeah! We gotta show what we are all about Work together!

Durante os dezesseis minutos, o meu time melhorou muito, conseguimos marcar pontos e alcançar o adversário. Era hora do arremesso livre, para definir o time que ganha na partida, comecei a suar frio por Jay me entregar a bola, o adversário tinha errado todas as chances, só precisávamos de uma cesta. Olhei o relógio e já estava nos 10 segundos, voltei a olhar a cesta e tudo parecia em câmera lenta, peguei o impulso e arremessei a bola, ela foi em direção a cesta dando voltas e voltas no aro, até que no 1 segundo caiu dentro da cesta e com isso nosso time ganhou a disputa. Fechei meus olhos sem ver a bola cair e só abri ao ouvir o grito da torcida eufórica.

- E os Wildcats, são o primeiro campeão do nosso torneio, temos muito jogo pela frente rapazes, mas Parabéns! –Ouvi o narrador gritar em comemoração estava atordoado já que era ruim em arremesso livre.

- Conseguimos! –Gritou Chad e Meu Pai em uníssimos se abraçando. Jay veio até bagunçando meu cabelo e me abraçando em seguida.

- Mandou bem, cara! –Fizemos nosso toque e cumprimentei os outros jogadores até que sinto um vulto loiro pular em meus braços.

- Eu sabia que ia conseguir! –Sussurrou em meu ouvido fazendo todos meus pelo arrepiar, sorri apertando o abraço e a rodopiando no ar ao coloca-la no chão ficamos próximos que iriamos nos beijar, mas meus amigos jogaram um balde de agua em mim, era tradição em todos os jogos isso acontecer, ela se distanciou a tempo e começou a rir de mim. Balancei minha cabeça igual um cachorro espirrando água nela, que abriu a boca em forma de ‘’O’’ tentando se proteger, mas depois riu.

Sinto alguém tocar em meu ombro, me viro para ver quem era e era Evie. Seus olhos estavam cheios de agua, a abracei mesmo molhado e acariciei seus cabelos já que como irmãos tínhamos uma conexão muito forte.

- Fiquei com medo de você nunca aparecer –admitiu com sua voz embargada. – Você me prometeu, lembra

- Claro que eu lembro, aliás –me distanciei dela segurando sua mão. – Não vai se livrar de mim tão fácil, Nossa promessa vai sempre estar de pé e....

- Jamais será quebrada –continuou sorrindo deixando lagrimas cair, enxuguei suas lagrimas com a mão e dei um paninho para ela não borrar mais a maquiagem, a mesma sorriu em agradecimento. Mal agarrou em meu braço se aproximando de nós, sorri beijando o topo de sua cabeça já que ela era um palmo menor que eu.

Ouvimos um apito soar na quadra, olhei na onde vinha e era meu avô e minha avó me encarando orgulhosos, me distanciei de Evie e Mal indo até eles o cumprimentando.

- Sabia que não iria me decepcionar, me lembra muito seu pai quando tinha sua idade –afirmou meu avô segurando em meu ombro e minha avó olhava emocionada.

- E por falar nisso, nós e seus pais conversamos sobre seu novo número no basquete. –Franzi o cenho encarando minha camisa era número 7. Minha avó me entregou uma caixa de presente, hesitei um pouco em abrir mas acabei o fazendo. Entrei em choque, estava sentindo meus olhos arder de emoção, era a camisa do meu pai, número 14, escrito Bolton. – Seu pai usou ela durante 3 anos nessa escola, vai fazer bom uso dela.

- Eu não sei o que dizer –balbuciei ainda olhando a camisa e voltei minha atenção para eles os abraçando em conjunto. – Muito obrigado.

- Acho que tem que agradecer a mais alguém –meu avô apontou para meu pai que estava se aproximando de nós junto de mamãe. Fui até ele fazendo um toque e em seguida o abraçando, o mesmo retribuiu bagunçando meus cabelos.

- Obrigado por tudo, pai! –Murmurei embargado por muita emoção estar vestindo aquela camisa que foi a do melhor jogador dos Wildcats.

- Não precisa agradecer, só me faz ter orgulho do que se tornou –ele se afastou e olhou para seu lado, encarei e vi mamãe nos encarar com aquele sorriso angelical. Ela acariciou meu cabelo e trocou um olhar com meu pai, vi Evie se aproximar me abraçando de lado.

- Fizemos um ótimo trabalho! –Indagou ainda encarando meu pai que assentiu dando um beijo em sua testa. Eu e evie nos encaramos rápido sorrindo um para o outro.

Teve uma pequena festinha entre o time para comemorar o jogo, mas logo escureceu e estava todos indo embora, vi que minha camisa número 7 estava seca e fui até onde Mal estava saindo com sua mãe.

- Mal, espera –pedi a alcançando a mesma me encarou parando ali mesmo com sua mãe a nossa custa. – Quero que fique com isso!

- Bem, mas isso é –hesitou em pegar, mas eu a interrompi.

- Essa camisa, sempre esteve comigo, como um amuleto. Quero que fique com ela e terei total certeza que ela está em um bom lugar e com a pessoa que eu amo –disse sem pensar e engoli em seco corando por dizer que a amava. Ela parecia emocionada por eu dizer isso pois seus olhos estavam lacrimejando. – Você me ama?

- Ben –sussurrou se aproximando e colocando suas mãos em cima da minha que segurava a camisa. – Eu nunca disse que te amava por que sentia que não era boa suficiente para você, achei até que durante esse tempo, as brigas você tivesse percebido. Ben –deu uma pausa recuperando o folego. – É claro que eu amo você!

Ela colocou sua mão em minha nuca, juntando num beijo apaixonado e calmo porem rápido, nos separou encostando nossas testas sorrindo igual uma boba assim como eu. Ela tirou a camisa da minha mão e segurou abraçando ela.

- Vamos, Mal –chamou Sharpay a puxando pelo braço. – Belo jogo, Wildcat!

- Obrigado Se.... –Ela me fuzilou pelo olhar pôr a quase chamar de senhora. Engoli em seco. – Obrigado Sharpay, adorei o visual.

- Fabulous! Eu sei –ela jogou o cabelo para tras igual Mal faz. – Agora temos que ir, nosso motorista está esperando.

- Foi um prazer revê-la Sharpay, até amanhã mal –disse cumprimentando com reverencia a Sharpay e a Mal, como um príncipe e Mal riu.

- Gosto desse rapaz! –Comentou a Evans antes de sair com Mal. Não pude evitar de sorrir.


Notas Finais


continua..
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