História Descendentes 2 - Arco Guerra - Capítulo 2


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Categorias Dragon Ball, Naruto
Personagens Androide Nº 17, Androide Nº 18, Bardock, Bills, Cooler, Daishinkan, Freeza, Goku, Goku Black, Naruto Uzumaki, Orochimaru, Personagens Originais, Sasuke Uchiha, Turles, Vegeta, Whis, Zen'Oh
Visualizações 14
Palavras 955
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sorry se tiver erros. Boa leitura.

PS: Esse capítulo já veio fervendo para vocês fazerem teorias... Espero que gostem 😅😅

Capítulo 2 - One - The Future of horror


Cauã Vision On

Eu não posso continuar, aquele garoto não é mais o mesmo que conheci. Como chegamos nesse ponto? Foi aquele maldito... Se ele não tivesse aparecido naquele dia, tudo estaria bem. Pelo menos, eu ainda consegui matar ele. 

Enfim, abri meus olhos, cheios de lágrimas por sinal, Son Vega estava me chamando, ou melhor, estalando os dedos a minha frente, o que me fez ficar confuso.

— Por que me chamas? - Perguntei tomando mais um gole de chá, enquanto lhe fitei.

Vega — Você estava dormindo acordado e me deixou falando sozinha! - Ela cruzou os braços e bufou me encarando com a face zangada.

— Me desculpe, Son Vega... Eu estava... Lembrando de algumas coisas... - Encarei o teto, fazendo-me de desentendido.

Vega — Enfim... A Brun disse que a máquina do tempo já foi consertada. O que acha de irmos amanhã de manhã? Talvez aquele desgraçado esteja dormindo e podemos ir tranquilamente. - Ela tomou um gole de refrigerante ao terminar de falar.

— Sim, claro... Mas pare de chamar ele assim. Ele não... - Eu ia realmente dar uma bronca nela, mas parece que ela tem o gênio do meu pai, Vegeta.

Vega — "Ele não é nada disso, então pare, por favor." - Ela imitou, ou tentou imitar, minha voz no processo. — Sai dessa, Cauã... Ele te traiu e você ainda defende ele? Que ridículo... - Ela me fez encará-la, fiquei irritado.

Mirei meus olhos nela e me levantei, bati minha mão na mesa formando uma pequena rachadura, então soltei um rosnado, algo que descobri ser uma característica dos Sayajins.

— Você nem sequer chegou a conhecer ele como eu conheci, se continuar falando mal dele eu... - Parei e percebi que me descontrolei de novo, então soltei um suspiro e voltei a me sentar. — Desculpe-me... - Fiquei encarando a rachadura.

Vega — Sem problema... - Percebi no seu tom de voz uma pequena pontada do medo, algo que não gosto que ela faça, pois me deixa muito chateado comigo mesmo.

— Tem problema sim... Isso já foi nossa ruína em uma batalha... - Falei meio triste, era algo muito incômodo de se fazer e sentir.

Vega — Uma batalha perdida, não a derrota na guerra. - A garota falou me despertando, ela realmente sabia o que falar nas horas certas...

— Hum? - Senti algo se aproximando, logo peguei a garota pelo braço e levei para um tipo de calabouço. — Abaixe seu ki e fique em silêncio. - Falei a escondendo.

Vega — O que houve? - Ela sussurrou me encarando.

— Ele está por aqui... Está muito perto daqui... Me obedeça, pelo menos dessa vez... Por favor... - Lhe pedi, ou melhor, supliquei.

Vega — Mas... - Ela olhou para baixo. — Tá bem... Eu fico aqui... - Ela se virou e eu fechei a porta daquele lugar.

Desculpe-me Son Vega, mas você é a única esperança desse futuro.

Subi de volta, logo dei uma última olhada para a porta que levava até o calabouço, suspirei retirando meu olhar da porta, logo voltando minha atenção para o lado de fora da casa.

— Droga... Por quê?! - Saí da casa e encarei o céu, logo vendo aquela figura descendo até o chão a minha frente. — Enfim você criou coragem para vir me enfrentar, não? Dessa vez eu não terei piedade... - Falei me transformando em Super Sayajin 2 e ficando em pose de batalha, mas claro que na defensiva.

Vega Vision On

Estava procurando o interruptor daquele lugar, não conseguindo achar, claro que eu estava batendo em vários objetos, então achei o interruptor e logo a claridade invadiu aquele lugar.

— Finally... Agora... Eu preciso ir até o Cauã e ajudar ele nessa batalha. - Falei fitando aquele lugar, procurando a porta.

Achei a minha saída desse lugar, logo abri a porta subindo as escadas em seguida, tentei abrir a segunda porta que estava acima das escadas e não consegui, parece que tem algo impedindo minha passagem ou impedindo a porta de ser aberta.

— Não tenho escolha... - Levei minhas mãos ao lado de meu rosto, a esquerda sobre a direita e juntei energia na palma direita. — Galick Gun! - Explodi a porta e saí.

Logo que saí, senti a energia de Cauã e daquele maldito, então corri até o lado de fora da casa, eles estavam lutando, ambos no céu, então fui em cima deles.

Tentei acompanhar para onde eles iam, mas estava apenas um tipo de rastro que eu tava seguindo, foi quando finalmente cheguei neles e cheguei metendo um chute nas costas do desgraçado e ele caiu no chão, rapidamente me afastei indo para o lado de Cauã.

Cauã — Você veio? ME DESOBEDECEU DE NOVO?! - Ele gritou comigo, ele já sabia que eu ia desobedecer, não sei para quê o chilique. — Arf... Agora não adianta, vou te levar até a casa da Brun.

— Não! Eu quero lutar! - Falei furiosa.

Cauã — Qual parte que você deve sobreviver que você não consegue entender?

— A parte que eu fico de fora das lutas! - Cruzei os braços e bati o pé no chão, me virando de costas.

Cauã — Não é que você fique de fora... É que você não pode morrer. Se pelo menos você tivesse o Super Sayajin... - Ele encarou o chão, parecia estar com medo.

— Eu não consigo... Que ódio! - Bufei.

Cauã — Você consegue, o problema é que você não fica furiosa o suficiente. - Rosnei para ele assim que ele soltou esse comentário.

Yuri — Vocês já estão brigando de novo? Huhuhuhu... Vou acabar com essa briga... - Se levantou do buraco que ele formou ao cair no chão graças ao meu chute e soltou um sorriso sádico. — Essa briga acabará com a morte de vocês dois e podem me agradecer... Eu mato vocês!

To be continued...


Notas Finais


Decidi adiantar o primeiro capítulo. Espero que tenha ficado bom.

E esse final hein? Quem leu a primeira temporada vai ficar encucado (a), já que Yuri e Cauã são... Bom, leiam a primeira temporada para entender melhor.
O que acham que aconteceu? Façam suas teorias/apostas.

Bjs de chocolate e até a próxima.
Kissus 😘😘


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