História Descobrindo O Amor - Capítulo 123


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Amor, Bebes, Carinho, Família, Fic, Gravidez, Lésbica, Lgbt, Meuportoseguro, Original
Visualizações 23
Palavras 1.538
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: LGBT, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oiii

Boa leitura❤❤

Capítulo 123 - Cap.123





 

 Chegando ao hospital, as duas dão de cara com Raissa que tentava falar com alguém ao telefone. 


— Raíssa, cade a Laura?!? Como ela tá?!?— Alice a aborda.

— Graças a Deus! Eu to tentando falar com vocês há horas! Desde que o Gustavo deixou as crianças com a gente e saiu de lá branco igual à um papel que a Laura ta num estado de nervos gigante, ela sentiu cólicas fortes e foi internada e está recebendo cuidados, ela tá bem a pressao já foi normalizada mas a bebê está querendo sair e eles tentando manter, ela ta assustada e eu não posso ficar muito tempo na rua, ainda mais num hospital por conta do Davi que mal fez dois meses, mas também não queria deixar ela só...

— Tudo bem, calma. Vai pra casa, cuida do seu bebê, a gente cuida da Laura. — Bruna diz segurando suas mãos. — Nós daremos noticias.

— Eu to indo, qualquer coisa me avisem.

— Tá bom.

As três se despedem e as mamães vão até a recepção pegar informações e subir até o quarto.

— Fica calma, concentra só na sua respiração, eu to aqui com você, eu vou te ajudar e não vou embora.— Elas escutam uma voz calma de uma moça que conversava com Laura.

— Oi!— Alice diz entrando no quarto. Bruna veio logo atrás.

— Vocês devem ser as mães do bebê.— Uma moça de não mais de vinte e dois anos diz e estende a mão pra elas.— Eu sou Elisa, enfermeira auxiliar.

— Prazer, eu sou Alice e ela é a Bruna, minha noiva.— Ela diz e as duas sorriem.— Obrigado por ter ficado com ela, pelo cuidado.

— Que isso, é meu trabalho.

— Onde vocês estavam?!? Não atendem o celular, eu tava ficando louca já... Ai...

— Calma, a gente precisa segurar esse bebê pelo menos duas semanas.

— Nós estamos bem, depois falamos disso...— Bruna diz e se aproxima da amiga. — Como você tá? Faz muito tempo que está aqui?

— Três horas. Estou nessa posição desconfortável e já tomei tanta água que acho que um rio deve ter secado.

— A bebê vai nascer hoje?!? Não ela não pode, não tá na hora.

— Ela não vai nascer, agora, Alice... Eu já conversei com ela e combinamos que ela ficaria quietinha na casinha quentinha e confortável.— Laura diz com a voz contida enquanto acariciava a barriga. Ela com certeza queria vomitar por estar praticamente de cabeça para baixo por conta do leito inclinado.

— É, tivemos uma longa conversa e com todos os cuidados ela vai ficar por mais um tempinho, mas caso ela não consiga, vamos cuidar muito bem dela, 30 semanas não é o ideal, mas tem uma taxa boa de sobrevivência, talvez ela nem fique entubada.

— Vai dar tudo certo, está bem? Eu prometi que ía gerar esse bebê pra vocês e eu vou conseguir, mesmo que tenha que ficar nessa posição.

As meninas riem e abraçam Laura.

— Obrigada, a gente nunca vai agradecer o suficiente.

— Oi!— a obstetra de Laura, dra. Camila, entra na sala.— Como estamos?

— Estamos ótimas! — Laura responde com um sorriso no rosto.

— Oi, meninas! — Ela cumprimenta Alice e Bruna.

— Oi!

— Eu já posso sair daqui? Eu to bem, as contrações já foram.

— Vamos primeiro fazer uma ultrassom, se tudo estiver bem, você pode ir para o quarto. — Ela diz enquanto posicionava o aparelho.

— Quarto?!? Eu achei que ía pra casa.

— É melhor que fique aqui, precisamos te monitorar e também o bebê pelo menos por essa noite, amanhã você poderá ir. — Elisa diz calmamente. laura solta um suspiro.

— Tá bem...

— Vamos lá passar o gel então...— Ela diz e Laura contrai levemente o abdômen ao sentir o conteúdo frio em contado com sua pele.

As imagens da neném aparecem no monitor, ela estava agitada e já na posição de nascer, o coração batia forte e ela es mostrava bem apensar do susto.

— A bebê está muito bem, já vamos te enviar para o quarto e você vai ficar em observação essa noite, todos os olhos em você, embora esteja bem, ela empurra bastante e pode querer vir ao mundo antes do tempo de qualquer maneira.

— Eu vou te monitorar, Laura, para que nada aconteça, eu confio na bebê e sei que ela não vai querer sair. — Elisa diz segurando as mãos da gestante. Laura sorri.

— Você está bem mesmo, Laura? Tudo se eu for e deixar só a Alice? Eu preciso buscar as crianças e tenho que trabalhar amanhã de manhã.

— Claro, pode ir. Qualquer coisa a gente te avisa, mas ficaremos bem.— Ela diz e Alice concorda.

— Então eu vou indo, amor!— Bruna diz e beija os lábios de Alice.


                            ( . . . )


— Então vocês estão noivas?— Laura com um sorriso no rosto. — Já sabem quando vão se casar?

— Não conversamos sobre isso ainda, eu só fiz o pedido e ela aceitou.

— Mas, caramba, no leito de um hospital? Eu imaginava... Sei lá, qualquer coisa.— Laura brinca e solta um riso frouxo.

— Bom, eu quase morri duas vezes em um intervalo de uma hora ou menos, passamos por mais coisa naquela chácara do eu durante toda minha vida, então... Parecia ser um bom momento, uma coisa boa depois de tudo.

— É, mas você é horrível com momentos. Mas vai ter anel, pedido oficial, essas coisas?

— Vai sim. Talvez a gente se case quando a baby estiver maiorzinha, tipo uns cinco ou seis meses.

— Eu não vejo a hora, contém comigo pra tudo, vocês merecem.

Alice sorri e as duas converam ainda mais um pouco sobre bebês e casamento, Laura a preparava para a chegada de um recém nascido e contava sua breve experiência.


— É, minha filha, esqueça suas horinhas sagradas de sono, nunca mais terá. Namoro, então... Sei nem mais o que é isso.— Laura diz e Alice ri.

— Bom, já é complicado agora com as duas crianças...

— Vai se preparando... É por isso que eu falo que vocês precisam tirar uns dias só pra vocês, digo mais ainda por conta do que passaram. Vai ser bom.

— Dona Laura, a senhora quase entrou em trabalho de parto hoje, acha mesmo que nós vamos deixar você aqui?

— Deixa disso, a Baby se comporta, ela já prometeu pra mim, já somos melhores amigas, fala pra sua mãe, bebê!

— Sem chance! Eu não vou sair e deixar você.

— Tá bom, quem sabe depois de dois meses sem sexo você não pense no quanto essa viagem seria maravilhosa.

— Pode até ser, mas pelo menos essa criança não vai nascer com você sozinha.

Laura sorri e meneia a cabeça.

Durante a noite, de hora em hora, Elisa entrava no quarto para monitorar Laura e a bebê, sempre com o devido cuidado para não acorda-las, mas Alice tinha o sono leve e sempre despertava, embora fingisse que não.

— Bom dia!— A voz de Elisa desperta Alice.— Desculpa, eu nao vi que você ainsa tava dormindo.

— Eu só tava cochilando, tudo bem.— Alice diz seguido de um breve sorriso.

— Como passou a noite, Laura? Sente-se bem?— Ela pergunta enquanto preparava a seringa com o medicamento.

— Muito bem, a bebê também e eu não senti mais dores.

— Isso é muito bom, ótimo, aliás. Agora eu vou aplicar o corticóide pra amadurecer o pulmão dessa menininha apressada. — Ela diz e retira o soro do braço de Laura.— Prontinho, daqui a pouco chegam com seu café da manhã que não é lá essas coisas, mas vai fazer bem para a neném.

— Clara de ovos cozidas?

— Junto com uma banana e um suco de laranja. — Ela diz mas não ajudou muito.

— Clara de ovo?

— Aqui também tem gelatina e você pode pedir quantas você quiser.

— Obrigada.

— Qualquer coisa eu estou às ordens, só me chamar.

Dito isso ela sai. Como Alice teria a ajuda de Rebeca no trabalho, conseguiu passar o dia fazendo companhia para Laura e amenizando seu tédio.

—Então... Pretende casar na praia ou no campo?

— Praia, com certeza. — Ela responde e Laura faz uma careta de dor.— O que foi?

— Chama a Elisa... As cólicas estão voltando... Ai!

— Tá... Er... Eu...

— a campanhia tá alí!

Alice aperta o botão e prontamente Elisa aparece no quarto.

— O que aconteceu?!?

— As contrações...— Laura diz com a voz contida.

— Tudo bem, eu vou dar uma olhada.— Ela diz enquanto posicionava Laura.



Elisa checa a dilatação com o exame de toque.


— É... Alarme falso. A bebê não vai nascer, hoje não.— Ela diz e solta um suspiro leve de alívio. — Mas...

— Ih, lá vem...— Laura diz com certo desânimo.

— Você não vai poder ir pra casa nos próximos dias. Com essas contrações falsas e o risco da bebê nascer prematura, não podemos deixar você ir.

— Ah, não!




Notas Finais


Obrigada por ler❤❤

Bjs da Maah😘😘


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...