História Descobrindo O Amor - Capítulo 153


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Amor, Bebes, Carinho, Família, Fic, Gravidez, Lésbica, Lgbt, Meuportoseguro, Original
Visualizações 13
Palavras 714
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: LGBT, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oii
Boa leitura❤❤

Capítulo 153 - Cap.153



Alice toma folego e se desvencilha de Rebeca, a empurrando levemente para o lado. Ela passa a mão nos cabelos e solta uma respiração pesada. 


— Você só pode estar ficando maluca... Rebeca, a gente mal se conhece.— Ela diz virando-se para a colega. 


— Você que pensa! Eu te conheço há meses! Meses, Alice! E te admiro tanto... 


Ela caminha em direção á Alice e lhe encara como se ela fosse uma peça rara e delicada de um museu. 


— Você e tão linda, Alice... Tão encantadora, delicada, eu te amo, Alice, te amo tanto!— Ela diz tentando tocar o rosto de Alice, que se afasta imediatamente.


— Para! Para com isso! — Ela diz ainda se mantendo distante.


— MAS VOCÊ NUNCA FOI CAPAZ DE SEQUER OLHAR PRA MIM, NÃO É?!?


O grito que ela deu quase fez Alice pular de susto. Os olhos de Rebeca agora pareciam lhe fuzilar, estavam marejados e sua mandíbula tensa. 


— Você mal falava comigo, eu fazia de tudo por você e ainda faço de tudo! Eu comecei a cuidar mais de mim para que assim você pudesse ver o meu melhor, mas ainda sim... Ainda sim, você só sabia daquela outra lá! Aquelas crianças me adoram, mas mesmo assim você só olha para a outra... 


A moça chorava e Alice sentiu-se comovida e com um pouco de pena, ela, por um breve momento, também já provou o amargo do amar sem ser amada de volta e sabe o quanto dói, o quanto machuca. 


— Rebeca, me escuta... Eu não quero jamais deslegitimar o que você sente por mim, nunca. Eu entendo você, entendo o que voce sente, dei...— Rebeca a interrompe saindo e andando bruscamente até Alice.


— Cala a boca! Você não entende nada! Não entende e sabe por que? Por que você tem tudo o que eu sempre quis, uma esposa, casamento marcado, filhos, uma casa, uma vida estável e feliz... Então não venha dizer que me entende, porque não me entende! Não vem falando que compreende meus sentimentos quando a única coisa que você fez foi pisar neles, Alice, não vem! 


— Rebeca, eu nunca...


— Calada!! Cada vez que você fala minha raiva por você cresce mais! Raiva porque você me desprezou depois de tantas vezes que eu tentei que pelo menos gostasse de mim um pouquinho! Mas se você pensa que eu vou deixar você ser feliz com aquelazinha você tá muito enganada!!


— Olha aqui, você não me ameaça! Eu to tentando ser compreensiva com você em consideração aos seus sentimentos, porque eu pensei que eles eram verdadeiros, mas pelo visto não! São falsos igual a você! 


— CALA ESSA BOCA!!


No mesmo segundo Rebeca parte pra cima de Alice, que reage com um empurrão. A gritaria chama a atenção dos outros presentes, duas pessoas entram na sala e separam as duas antes mesmo de começarem a brigar e como Rebeca estava totalmente descontrolada, é retirada da sala.


— VOCÊ ME PAGA, TÁ OUVINDO?!? VAMOS VER QUANTO TEMPO DURA ESSA FELICIDADE!!!


Mais que rapidamente ela é levada e não voltou mais. Alice passou o resto do dia pensando nas palavras de Rebeca e também em toda a discussão, doía saber que mesmo que não intencionalmente ela tenha causado aquilo em alguém e também estava preocupada, não sabia se Rebeca realmente cumpriria a ameaça ou se somente falou na hora da raiva.



( . . . )



Já no fim do expediente, Alice não forças para mais nada, o cansaço mental era maior, ela só queria abraçar a noiva e os filhos, no único lugar onde ela se sentia verdadeiramente segura, embora seu papel de mãe fosse também proteger. 


" Amor, estamos numa praça em frente à lanchonete onde você almoça. Te esperamos aqui! Beijos." 



Alice sorri, naquele momento era realmente tudo o que ela precisava. 


Chegando lá, ainda sem ser notada, ela observa Bruna brincando com os filhos, Luke e Maitê corriam pra lá e pra cá enquanto gargalhavam alto das cócegas que recebiam da mamãe e tudo isso preenchido com os gritinhos de Elisa que os acompanhava do carrinho. Alí, tudo e todas as preocupações de Alice desapareceram, era incrível o poder que eles tinham de fazer seu mundo parar, como se nada mais existisse, só eles e suas risadas e felicidade contagiantes.


Notas Finais


Obrigada por ler❤❤

Bjs da Maah😘😘


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