História Descobrindo o sentido de família - Capítulo 4


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Categorias Good Omens
Personagens Aziraphale, Crowley, Personagens Originais
Tags Aziraphale, Bebê B, Crowley, Família Inefável, Ineffable Husbands, Pais Inefáveis
Visualizações 58
Palavras 1.310
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Fluffy, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Finalmente acabei esse cap
ultimo capitulo dessa faze bebezinho de colo do pequeno Jeremy, no próximo cap vamos avançar um pouco do tempo

Capítulo 4 - Capítulo 3


Fanfic / Fanfiction Descobrindo o sentido de família - Capítulo 4 - Capítulo 3

"Acho que podemos trabalhar juntos nisso, anjo. Acho mesmo. Formamos uma boa equipe mas se você não quiser eu posso fazer isso sozinho. Mas quem melhor do que você ,um ser de amor, pra me impedir de fazer besteira? Acho que se não conseguirmos impedir o fim do mundo, pelo menos daremos os melhores 11 anos que essa criança merece.

"Impedir o fim do mundo?" Aziraphale olhou para Crowley.

"Oque me diz anjo, vamos impedir o armagedom?"

 

E foi assim que surgiu a família Crowley-Fell. 

Ambos, anjo e demônio pensaram que o jeito correto de se criar o pequeno Jeremy e evitar tantas perguntas seria se eles fossem um casal. Então ambos eram casados e adotaram o pequeno Jer depois que a mãe da criança morreu("Minha pobre irmã e cunhado não sobreviveram ao acidente" dizia o senhor Fell quando lhe perguntaram sobre o bebê loiro e de fofos olhos azuis que era a cara do próprio Fell). O casal pensou então em se mudar para um lugar menor que o apartamento de Crowley e maior que a livraria super lotada de Aziraphale(e de localização desconhecida para ambos os lados mas não fora do radar deles para que não desconfiassem). Eles alugaram então uma pequena casa no subúrbio de Londres.

No começo não foi fácil para todos conviverem juntos. Aziraphale e Crowley não sabiam como dividir a cama, afinal Crowley queria dormir e Aziraphale queria ler a noite toda no conforto da nova cama, porém nenhum dos dois conseguiu dormir nos primeiros dias por conta do choro do pequeno Jeremy. Ambos não tinham nenhuma experiencia com choro de bebês e muito menos como acalma-los. Demorou duas noite inteiras para Crowley descobrir que o pequeno Jeremy sofria de cólicas terríveis mas isso ajudou Aziraphale a ajudar o bebê.

Crowley sumia cedo e não dava satisfações. Mesmo não sendo casados de verdade isso realmente frustrava o anjo que se sentia solitário por não ter com quem ter uma conversa adulta. O mesmo então decidiu ir frequentemente para a livraria levando o pequeno Jeremy. Foi um choque inicial para todos os que conheciam o curioso senhor Fell, afinal ele sempre teve certos...trejeitos, e depois de um tempo sumido ele simplesmente apareceu na livraria com um bebê idêntico a ele. Todos aceitaram facilmente a história da irmã do senhor Fell, era muito mais crível do que pensar no Senhor Fell se envolvendo amorosamente com uma moça apesar do quão educado ele era com todos exceto seus clientes.

O pobre Crowley quase infartou quando notou o sumiço de Aziraphale e Jeremy e o sempre fiel Bentley nunca teve que correr tão rápido quanto naquele dia. Crowley ficou muito aliviado quando chegou na livraria do anjo e viu o mesmo balançando suavemente um berço portátil do pequeno Jeremy, enquanto lia calmamente em meio ao balcão caótico, hora ou outra lançando um sorriso e olhar doce para o bebê adormecido para então voltar a ler seu livro.

Foi nessa hora que Crowley percebeu que se possível amar ainda mais o anjo esse seria o momento pra isso. E o mesmo decidiu que quanto mais rápido ele se confessasse para o anjo, mais rápido ele poderia chamar o mesmo de 'seu anjo".

Passados alguns dias, Crowley convidou sua família(um conceito bem estranho para o demônio) para um piquenique. Crowley  comprou todas as guloseimas favoritas do seu anjo e juntos foram até o St James's Park(n/t: eu pesquisei, esse parque é propício pra fazer piquenique além de ser usado para encontro furtivos).

O anjo realmente ficou muitíssimo empolgado com a ideia de fazerem um piquenique, um dia ensolarado era perfeito para se apreciar a natureza ao ar livre principalmente perto de pessoas agradáveis. Ao chegarem num local perfeito sob uma belíssimas árvore, Crowley estendeu sobre a sombra da árvore a toalha que havia separado para o dia enquanto o anjo segurava o pequeno Jer e a cesta de guloseimas.

Logo o anjo estava comendo, o bebê brincava deitadinho sobre a toalha e Crowley sorvia o vinho nervosamente da sua taça. Não demorou muito para o anjo notar a ansiedade do demônio.

"Você esta bem, querido? Parece nervoso".

Crowley se sobressaltou "Oque?"

Aziraphale sorriu "Eu perguntei se você esta bem., você parece um pouco aéreo, querido".

"Eu só estava pensando anjo. Você ja pensou em amar alguém?"

O anjo estranhou a pergunta e sentiu uma pequena pontadinha de tristeza de pensar que seu querido amigo poderia enfim ter se apaixonado e que logo o abandonaria com um pequeno bebê. Ele disfarçou então seu desconforto com um sorriso amarelo "Eu sou um ser de amor, meu querido Crowley, eu fui feito para amar"

"Eu sei, anjo. Todas as coisas, grandes ou pequenas bla bla bla. Eu quero dizer um amor especial, amar tanto alguém que ficar longe mesmo que por algumas horas possa ser dolorido?"

"Crowley você se apaixonou por outro demônio?"

Crowley o olhou incrédulo "Claro que não".

Aziraphale então perguntou surpreso "Você sabe o quanto é perigoso se apaixonar por um humano? eles tem uma vida tão curta" terminou olhando tristemente para o bebê adormecido.

"Anjo, não diga tolices. É claro que eu não me apaixonei por um humano também. Juro que se você sequer pensar no Gabriel ou em qualquer outro anjo eu pego essa criança e te deixo aqui sozinho"

Aziraphale o olhou confuso "Então por quem você poderia estar apaixonado, Crowley?"

O demonio olhou incrédulo para o anjo "Por você, seu anjo tonto. Por quem mais? Com quem eu passo  mais tempo nos ultimos 6000 anos? É tão difícil acreditar que eu possa te amar? Pois saiba que eu não posso em solo sagrado por qualquer um".

Aziraphale só conseguiu olhar bobamente sem acreditar. Como era possível que ele nunca tenha notado? Por dentro, seu coração retumbava de emoção, afinal seu amor era correspondido embora por fora o mesmo estivesse inexpressivo.

Crowley considerou o silêncio de Aziraphale como algo negativo pois logo disse "Eu vou entender se você não sentir o mesmo, realmente. Afinal como você mesmo sempre diz: eu sou um demônio e você é um anjo. Eu só pensei que agora que estamos cuidando de uma criança seria a hora perfeita para contar como eu me sinto e talvez possamos realmente ficar juntos de verdade e não apenas pelo garoto".

"Desde quando? Desde quando você m-me ama?"

O rosto de Crowley corou "Desde o Eden".

Então o anjo finalmente expressou alguma reação: raiva.

"Então você tem me amado por 6000 anos e nunca pensou em dizer nada? Como você acha que eu me senti quando vi você no Eden e depois e depois? A cada maldita vez que nos encontramos eu já te amava, seu  demônio tolo. Mas eu pensava que ninguem poderia amar um anjo fraco e mole"

"Você também me ama?! Pera, quem te disse essas coisas? Você não é mole e nem fraco. Eu nunca conheci um anjo melhor do que você. Ok, você é macio mas isso torna você especial. Você  é a pessoa e  ser mais puro e bondoso que já pisou nessa terra".

O rosto do anjo mais parecia um tomate "Obrigado, querido mas não é pra tanto".

"Uma ova que não é.  Você sabe que eu nunca menti pra você e nem nunca vou fazer".

"Eu sei, querido", Aziraphale deu aquele sorriso encantador dele que faz as pessoas sorriem sem notarem"

Crowley então começou anpricurar algo na cesta e logo segurava as mãos de Aziraphale entre as suas "Oque acha, anjo? Você  quer fazer esse demônio,  um demônio honesto? Você quer ser meu e que eu seja seu por toda a eternidade que nos aguarda?"

Aziraphale olhou com os olhos marejados a pequena aliança de noivado que Crowley havia colocado em seu dedo "É claro que sim".

Crowley então deu um grande sorriso feliz e beijou seu anjo com todo amor que seu coração cultivou em mais de 6000 anos. 


Notas Finais


Meu pai do ceu, nem acredito que esse foi o maio caputulo dessa fic kkkk ufa meus dedos estao quase saindo fumaça. Descobri que música clássica realmente estimula a mente


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