História Desconhecido - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Jikook, Jimin, Jungkook, Shipps
Visualizações 32
Palavras 2.170
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpa por não postar ontem.
Meus problemas estão me matando.

Capítulo 14 - Cuidar de você


Fanfic / Fanfiction Desconhecido - Capítulo 14 - Cuidar de você

Ao chegar em casa, fui para o quarto, e tomei um banho. JungKook também fez o mesmo, mas em seu cômodo. Depois troquei a roupa, e me deitei. Todos aqueles medicamentos me deixaram fraco, e com muito sono. Alguém bateu a porta.

— Pode entrar.

— Oi... Você está precisando de algo? – Minha mãe sentou na cama.

— Não, eu tô bem. A Sra vai voltar para o trabalho?

— Infelizmente sim, mas o JungKook vai cuidar de você. Pode ser?

— Okay. Na verdade mãe, tem alguma coisa pra comer?

— Tem sim. – Me levantei e sai lhe acompanhando. Quando cheguei na escada, vi JungKook passar só de toalha, do banheiro para o quarto. Deus, como esse garoto consegue ser tão perfeito? Assim que me viu, logo entrou no quarto. Ri com sua ação. – Jimin, não fique olhando para o rapaz.

— É quase impossível. – Meu ombro foi tapeado com leveza pela sua mão. – Tô sendo sincero.

Minha mãe colocou algumas coisas no meu prato, e disse que iria sair de volta para o trabalho. Kookie vinha descendo as escadas, e acenou para meus pais.

— Se cuidem garotos. E JungKook, você já sabe.

— Sim senhor.

— O que ele te disse? – O perguntei.

— Pra cuidar de você. – Passou a mão no meu cabelo, abriu a geladeira e pegou algo para beber. – Jimin, você não pensa em se assumir para seus pais, não?

— Penso, mas eu ainda não estou pronto pra causar esse impacto nos meus pais.

— Hoje cedo, quando você estava na consulta, seu pai perguntou se eu sou gay.

— E o que você respondeu?

— Disse a verdade.

— JUNGKOOK VOCÊ ESTÁ MALUCO?!

— Seu pai não é preconceituoso, pelo contrário, ele disse que não ia me afastar de você.

— Mas e minha mãe, você sabe como ela é?!

— Você já tem o apoio de seu pai. Jimin, você vai ter que contar de qualquer forma.

— Tsc... Eu não sei JungKook. Ainda não...

— Tudo bem. – Ele saiu e foi para o sofá. – Não quer vir para me fazer companhia? – Me levantei e fui até ele, apoiando minha cabeça em seu ombro.

JungKook estava tentando uma aproximação, até eu virar para encara-lo.

— O que você quer?

— Por que?

— Está me olhando assim, dessa maneira. – Kook aproximou seu rosto do meu. – Você quer um beijo? – Perguntei mesmo com vergonha.

— Gostaria, mas você sempre para quando está ficando mais quente. – Fez bico.

— Sabe o que é JungKook? Eu tenho medo. Medo de que acabe como o TaeHyung, eu tenho medo de me entregar, tenho medo de me machucar de novo, medo de ser torturado todos os dias.

— Eu nunca faria nada que você não quisesse. Eu juro!

— Mas mesmo assim. Eu não quero que as coisas aconteçam rápido de mais. Por que eu sempre me dou mal. O medo me conso... – Beijou-me. Pensei em me afastar, mas eu sempre faço isso, apenas deixem as coisas fluírem. – J-jung-Kook... – Já estava quase sobre ele, e sem perceber, por movimentos impulsivos, fiz isso. – P-para...

— Desculpe...

— Não pede desculpas.

— O-o... – Apoiei meus braços em seus ombros.

— Não, não pede. Eu que deveria pedir. – Sai de cima de dele. – Me dá um tempinho, por favor.

— Okay Jimin. – Levantou para sair. Fiquei de pé e o puxei pelo pulso, já o agarrando.

— Eu não posso deixar que os medos me afoguem, senão nunca farei nada que quero. – Segurei sua nuca, e o puxei mais. Ele me pegou no colo, e nos guiou para o meu quarto. Deitou-me na cama, e me deu alguns chupões de leve no pescoço. – JungKook... Eu quero isso tanto quanto você, mas... – Se afastou. – Mas ainda não. Ainda não. – Ele concordou.

— Okay, eu.. estou indo rápido de mais. Me perdoe. – Deitou e ficou ao meu lado. – Tem vezes que não consigo me segurar em relação às minhas emoções.

Mudei de assunto...

— Nós não fomos para escola... – Me lamentei. – As provas, com eu vou fazê-las?

— O que eu queria mesmo agora, era está tomando um milk-shake de chocolate.

— Então por que você não faz?

— Ah, não gosto de ir pra cozinha. Mas eu gosto de você.

— Não mistura as coisas, JungKook. Escuta, eu espero que essas marcas não sejam tão vermelhas.

— Foram fracas, daqui a pouco elas somem.

— JungKook, qual nosso status nesse momento?

— Enrolados.. eu acho.

— Será que meu pai pensa que nós temos algo?

— Vamos fazer um teste.

— JungKook...

— Eu vou ficar com você, bem do seu lado, se quiser pode até segurar minha mão.

— Ainda não. – Suspirou. – Eu sei que vou ter que contar, mas hoje não (Not Today kkkk).

— Okay, você que sabe. Agora podemos pelo menos deitarmos um pouco, já que estamos aqui?

— Claro. – Deixei um beijo em seu pescoço.

— Não faz isso comigo, Jimin. – Colocou a mão atrás da cabeça.

— O quê? Isso? – Deixei mais um. – Qual o problema com isso?

— Essas coisas me excitam. – Me levantei.

— Ah meu Deus. Me desculpe.

— Ooow, por que está pedindo desculpas?

— N-não.. não q-quero...

— Jimin, se acalma. Agora fala o que você quer dizer.

— É melhor isso não acontecer, porque você terá que fazer algo, e eu posso estar envolvido, então... – O que eu estou tentando dizer?!

— Tá falando de...

— É.. é.

— Ah não se preocupe, Jimin. Eu estou bem. E qual seria o problema de você pagar um pra mim?

— Você é idiota assim ou fez curso? – Veio até mim. – Por que está tão perto? – Segurou meus pulsos com uma de suas mãos, e me empurrou até a parede me prendendo a ela. – K-kook... O q-que você está fazendo?

Ele não respondia as minhas perguntas, apenas ficava me olhando sério, e isso me intimida.

— Por que está vermelho?

— E-eu... – Atacou meus lábios, ele separava e logo voltava ao encontro deles. Tentava soltar meus pulsos, mas ele segurava com mais força. Juntou seu corpo ao meu, e eu já estava suando com tamanho nervosismo. Ele deixou minha boca de lado, e foi ao encontro do meu pescoço, dando algumas mordidas e vários chupões. – Aaah... J-jung-Kook... – Minha respiração já estava descompensada, já a sua estava quente batendo na minha pele, isso me arrepiava.

— Jimin... Você me enlouquece. – Voltou a minha boca, eu queria poder apoiar as minha mãos em sua nuca, mas ele fazia questão de segura-las com mais força ainda.

— Oh.. – Parou de me beijar. Mordi o lábio, e abaixei a cabeça. Ele segurou meu queixo e o levantou. Sentia sua ereção me tocar, e isso só me deixava com mais vergonha. – V-você...

— Não se importe com isso. Agora não. Eu só quero você. – Voltamos a nos beijar, mas a campainha tocou. – Ah que droga... – Bufou.

— É só a campainha. Eu vou lá abrir.

— Volte logo. – Sai correndo até a porta, já a abrindo.

— Oi... Será que eu posso falar com você um momento?

— Ah, claro. – Era Soo-ah. O que ela quer? Dei passagem e pedi para que sentasse. – O que te trás aqui?

— Eu vim pedir perdão por aquela tarde. Eu não sabia que você estava namorando com o JungKook.

— N-não..

— Eu não deveria ter discutido com ele na sua frente. Você não tem nada a ver com o "nosso" passado. Mas, o JungKook... Me diga Jimin, você me acha bonita e sensual?

— O quê?

— Seja sincero. Porque eu não entendo o que eu fiz com ele, para ter me deixado. Para ficar com um homem.

— Ele só mudou a opção sexual dele. Qual o problema com isso?

— Estávamos juntos a alguns meses, estava tão próximo de completar os 100 dias. – Vi JungKook sentado na escadaria.

— Aah Soo-ah... Você conversou com ele sobre isso?

— Eu sempre tentei. Mas ele só terminou comigo. Agora me responda.

— Eu não sei responder a isso. – JungKook voltou para o quarto. – Será que podemos conversar outra hora? Eu te mando uma mensagem.

— Okay, tudo bem. – A acompanhei até a porta, e voltei para o quarto.

— JungKook? – Ele estava deitado de lado, fui e sentei na cama passando minha mão pelo seu ombro. – O que houve? Eu fiz alguma coisa de errado? – Ele fungou. Kookie está chorando? – Está chorando?

— Eu não queria ter terminado com ela, faltando apenas uma semana para os 100 dias. Mas não tive escolha. Eu já estava sentindo atração por homens, e... – Suspirou. – Ela deve me odiar.

— Acho que ela não te odeia. Só não entende. Você não conversou com ela, não foi? – Sentou na cama, ficando de costas pra mim. Negou com a cabeça.

— Eu não consegui explicar para ela. Mas mesmo assim, acabou descobrindo pela boca do meu pai. Que fez questão de falar alto. Foi tão difícil. Aliás, continua sendo, pois eu nem consigo me relacionar com minha família. – Ouvimos o barulho do carro. – São os seus pais?

— O que eles estão fazendo aqui? – Assim que abri a porta, minha mãe já estava a frente.

— Oi meninos. Por que ainda não trocou de roupa?

— O quê? Pra quê?

— Esqueceu do seu encontro?

— Encontro? – JungKook ficou ao meu lado.

— Eu te explico depois, Kook. Eu tenho que ir mesmo, mãe?

— Claro que sim. Tome um banho, desça para almoçarmos, e nós sairemos. – Olhei para JungKook, ele parecia uma estátua me encarando.

— Sim, mãe. Já vou fazer isso. – Fechei a porta.

— Que encontro?

— Uma reunião para pessoas problemáticas. Que contamos os problemas, blá blá blá...

— Ah, um grupo de apoio. – Segurou minha cintura, me puxando pra perto dele. – Por que não disse antes? – Dei de ombros. Ia sair de sua dominância, quando me puxou para um beijo.

— U-uhm... Ei. – Bati em seu peito. – Meus pais estão em casa, seu babaca.

— Eles não vão me impedir de te dar uns beijos.

— Mas não precisa fazer isso quando eles estiverem aqui.

— Essa é a graça.

— Não é pra ter graça. – Sai de seu ponto de vista, e fui até as gavetas.

— Não seja rude comigo... – Me virei para olha-lo. Arqueei as sobrancelhas. – Posso ser um cara brigão, falador, um gay gato, mas eu também tenho sentimentos. – Voltou a se aproximar, agora me apertando por trás.

— É óbvio que tem... Mas você está se achando de mais. "Um gay gato", hum... – Ri.

— Jimin-ah... – Colocou as mãos nas minhas coxas.

— O que pensa que está fazendo?

— Nada...

— E essas mãos deslizando aqui?!

— Já disse que você me deixa louco? – Virei-me de frente pra ele.

— Já JungKook, você já falou isso.

— E não me canso. – Ele subiu uma de suas mãos até a barra da minha calça.

— Kook, para com isso. – Coloquei a minha mão, sobre a sua. – Eu não estou pronto ainda...

— Eu espero, hyung. Mas como eu disse antes, você me excita. – Me separei, e ele voltou a me puxar.

— Eu não quero ter que resolver isso.

— Eu resolvo sozinho.

— Que bom. Agora se me permite, eu preciso tomar um banho.

— Sim, eu permito. – Nos separamos, e ele foi para seu quarto. Peguei minha toalha, e fui para o banho. Alguns minutos depois já tinha saído, e estava enxugando o cabelo.

— Está pronto? – Mãe perguntou.

— Eu estou atrasado?

— Começa às 13h.

— Ainda dá tempo de comer. – Desci e JungKook já estava comendo. Meus pais já tinham feito isso, e foram assistir TV. – Terminou rápido, hein?

— Eu dei um jeito.

— Do que você está falando?

— Do que VOCÊ está falando?

— Esquece, JungKook.

— Hoje você está muito chato, Jimin.

— Mãe, e o Kook?

— Eu vou ficar em casa e te esperar.

— Sozinho?

— Jimin, seu pai vai te levar e buscar. E não é por causa do JungKook que eu vou ficar, até porque ele já é bem grandinho. Mas na verdade, eu tenho que preparar uma papelada.

— Ah, tá bom. – Ele sorriu pra mim. Me levantei e fui até o banheiro, Kookie foi para o quarto. Minutos depois, meu pai e eu já estávamos no carro.

— Park, você sabia que o JungKook é gay?

— A-ah, sim.

— Eu nunca pensei nisso. Mas e você Jimin?

— Eu tô bem.

— Você nunca leva garotas até nós, estou começando a crê que você também seja homossexual. – Abaixei a cabeça. – Estou certo?

— Acho que esse não é o momento.

— Jimin...

— Pai, um dia.. eu vou dizer tudo. Mas agora, eu estou em confronto comigo mesmo, não está vendo? Eu tenho que ir para um grupo de apoio. Por falar nisso, pode parar aqui mesmo. – Ele parou e eu desci, indo direto para as portas. Quando as abri, todos ficaram me olhando, a monitora pediu para que eu sentasse.

Como já havia começado, apenas faltava eu e meus problemas.

— Então, nos conte Jimin.


Notas Finais


Então é isso, amores.
Fiquem bem. Amo [email protected] vocês de verdade!


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