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História DESEJA - ME - Série Possessivo - Livro 2 - Capítulo 11


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Capítulo 11 - Capítulo 10


 QUINTA-FEIRA 

   A C O R D O aos poucos, resmungando e com preguiça, pisco algumas vezes acostumando com a iluminação do quarto e então me viro dando de cara com o meu Benyconda.

   Seu semblante está sereno e ele dorme como um bebê. Me aproximo mais do seu rosto e neste momento estamos deitados com o corpo de lado, um de frente do outro.

   Depois que me descontrolei e comecei a me esfregar no Benjamin senti sua rola endurer e não me aguentei, era somente dois pano separando o nosso contato. Mesmo assim, ainda sentia o comprimento grosso entre os lábios da minha boceta, e meu clitóris sendo pressionado contra o pano da calcinha.

   Mais ai... o meu Benyzinho broxou, o que me fez voltar a realidade e parar na hora. Benjamin parecia bem chateado por ter broxado, me surpreendi muito por ele não ser um macho escroto e vir com um monte de desculpa que eu sei que era mentira. Ele disse que nunca tinha broxado e vi a verdade nos seus olhos e o quanto isso o abalou.

   Depois disso resolvi colocar um filme para nós assistirmos e fiquei quietinha no meu canto, mesmo querendo agarrá-lo.

   Depois daquela situação Benjamin não falou mais, e senti como se aos poucos ele estivesse se fechando no seu próprio mundo. Como se uma barreira tivesse sido levantada entre nós.

   Na hora que bateu o sono fiquei comportadinha e não dei uma conferida no pauzão dele como um; boa noite. Não me aproximei mais dele e respeitei o seu momento de querer ficar na dele.

   Parando para pensar agora nunca dormi com alguém sem ter antes uma boa rodada de sexo, e mesmo sem ter feito nada com o Benjamin — Nem um beijinho — nunca me senti tão leve.

   Dou um sorriso para o moço dormindo na minha frente.

   — É senhor Benjamin Cox, parece que você está mexendo com alguma coisa aqui dentro. — E nunca fiquei tão ansiosa para saber o que é.

*****

   Confesso que dei uma cochilada e só acordei com alguma coisa tocando a minha bochecha. Continuei de olhos fechados e percebi o que me tocava era os dedos do meu Benyconda.

   Fingi que estava dormindo só para saber o que ele iria fazer. Será que ele vai me bullinar enquanto durmo? Olha eu não reclamaria.

   Era muito suave o toque na minha bochecha, ele desenhou a maçã do meu rosto e então seus dedos capturaram uma mecha loira e colocou atrás da minha orelha. Era a primeira vez que ele fazia um contato tão íntimo assim comigo, e misericórdia... estava me segurando para não soltar fogos de artifício e pular na cama.

   Silêncio.

   Não sinto mais seus dedos em mim.

   Barulho do seu corpo se mexendo.

   Abro somente um olho para ver ele se sentando na beirada da cama de costas para mim. Me levantei ficando de joelhos na cama sem fazer muito movimentos bruscos.

   Dou um beijo nas suas costas e ele se assusta olhando sobre os ombros com os olhos arregalados. Me afastei um pouco sorrindo.

   — Bom dia. — Me mantive em uma distância segura do nossos rostos. Meu Benyzinho cora e desvia o olhar.

   — Bom dia... — Responde em um murmúrio rouco, com aquela voz de sono. Ouvir sua voz fez a lubrificação escorrer pelo meu canal vaginal fazendo assim, minha boceta ficar húmida.

   Tinha que me lembrar que não estávamos em um filme ou livro, não podia atacar ele logo cedo e deixar meu namorado sentir o cheiro de bueiro que vinha da minha boca. Então, tendo isso na cabeça sai da cama e vi seu pescoço ficar vermelho ao flagrar ele olhando para as minhas pernas e a calcinha que eu estava vestida.

   Peguei na sua mão e fui com ele até o banheiro, de frente para o grande espelho reparei que tinha duas pias de mármore igual a do meu quarto.

   — Você tem uma escova de dentes? — Perguntei para o homem gigante do meu lado que apenas acenou com a cabeça e abriu uma gaveta, tirando de lá uma escova de dentes novinha, no lacre ainda.

   Rasguei a embalagem e peguei a pasta de dente coloquei um pouco na escova de dente que ele tinha me dado e dei em suas mãos para que ele colocasse na sua.

   A ação de nós dois juntos compartilhando a pia e escovando os dentes de manhã me pareceu tão natural que fiquei pensativa, quando foi a última vez que fiz isso?.

   Nunca.

   Essa era a resposta.

   Sempre mantive uma distância das pessoas que me relacionava. Era por isso que a maioria dos contatos que tinha no meu celular era número de prostitutas e prostitutos, era mais fácil manter uma relação de FGTS sem ter sentimentos da parte deles. Aquela Foda Garantida Toda Semana era o que me salvava do estresse que passava ao longo dos dias.

   E olha como esse mundão gira, hoje eu, que sempre curti aquela suruba/orgia de leve estava de quatro e todas as caralhas posição do kama sutra pelo homem mais tímido do mundo.

   Ele teve tantas oportunidades de me foder, mas simplesmente fugiu todas as vezes. E de um jeito estranho eu gosto de manter esse suspense, essa necessidade de seduzi-lo e aos poucos ganhar a sua confiança, fazendo tudo por etapas sem pular a parte que nos conhecemos de verdade, e não só conhecer o corpo como eu fazia antes.

   Saímos do banheiro juntos e meu Benyconda colocou sua mão na nuca e coçou com o rosto vermelho e envergonhado sem saber o que fazer.

   Fui até ele e nas pontas dos pés beijei seu peitoral e senti seu corpo tremer com o contato dos meus lábios.

   Sem me conter puxei pela sua nuca fazendo ele se inclinar um pouco e colei nossas bocas em um selinho. Não fechei os olhos, era um beijinho rápido mas quando me afastei vi os olhos do Benjamin duplicarem de tamanho e toda a cor do seu rosto sumir.

   — Quando chegar do trabalho, vem para o meu apartamento. — Digo e ando até a porta deixando um Benjamin petrificado no meio do seu quarto.

*****

   — Como assim dormiu no apê dele? — Camila perguntou insatisfeita.

   — Vocês transaram? — Milena nem me deixou abrir minha boca para responder Camila.

   — O pau dele é grande? A foda foi boa? — Revirei os olhos para Pamela.

   — Se vocês me deixarem falar, talvez eu saciarei suas dúvidas.

   As três passaram o zíper imaginario na boca e fizeram o gesto de jogar a chave fora com as mãos.

   — Sim Camila, eu dormi no apartamento. Não Milena, a gente não transou. Sim Pamela, ele tem um pauzão que dá água na boca. — Respondo as três que ficam em silêncio e volto a comer meu Petit Gateau em paz.

   — E o que vocês fizeram? — Milena perguntou erguendo uma das sobrancelhas.

   — Dormimos. — Dou de ombros enfiando a colher com sorvete na boca.

   As três se olharam e caíram na gargalhada ao ponto de ouvir um ronco de um porquinho. Olho para elas seria, até todas param de rir e me olham como se eu fosse aqueles aliens verdinhos e cabeçudos.

   Vê se pode isso produção? Carla querida, bate nelas!.



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