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História DESEJA - ME - Série Possessivo - Livro 2 - Capítulo 14


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Capítulo 14 - Capítulo 13


HORAS ANTES...

   E N T R E I na loja de Camila igual um furacão, dei uma geral com o olhar tentando achar ela e quando encontrei fui direto nela.

   — Amiga! — Suspirei aliviada ao ver Camila com uma fita métrica na boca alfinetando uma mulher com um grande vestido de noiva.

   — Cassy? — Perguntou confusa e olhou para o seu relógio. — O que foi? — A olho e vejo que está muito ocupada.

   Camila era dona de uma loja que fazia vestidos de galas e de noivas, se eu vinhesse de madrugada ela estaria atendendo uma cliente, pois é muito procurada pelas noivas mais ricas do Canadá.

   — Amiga preciso da sua ajuda pra ontem! — Entrego a minha bolsa para uma das funcionárias que sorri gentil e a leva para não sei a onde.

   — Diz. — Ela conversa comigo mas concentrada nos ajuste que está fazendo no vestido branco tomara que caia. Eu duvido muito que a moça não seja uma modelo, só quem passa pela porta daquela loja são mulheres conhecidas internacionalmente.

   — Um desafio... — Dou um sorriso e isso faz minha amiga me olhar por alguns segundos mas logo voltou sua atenção para os alfinetes.

   — O que é dessa vez? — Pergunta e só agora me dou conta que as mulheres sentadas nos sofás que estão envolta do pequeno palco olham com interesse o nosso diálogo.

   — Preciso de um vestido de gala para um coquetel sábado, e um de casamento até domingo agora! — Falo em português para deixar as mulheres curiosas não saber muito da nossa conversa.

   Camila provavelmente fura a mulher com um alfinete e a moça solta um gritinho histérico e revoltado. Minha amiga me olha com a fuça vermelha e pede desculpas para a noiva.

   Faço uma careta ao ver o lugar que a noiva massageia, odeio agulhas.

   — O que acha? — Camila perguntou em inglês para a moça vestida de branco e então afastou alguns passos.

   — Eu adorei! — Ela se olha no grande espelho à sua frente. Quando foca seus olhos em mim no reflexo do espelho sua testa franziu e ela se virou me olhando pensativa. — Conheço você? — Pergunta virando o corpo focando sua atenção em mim.

   Enquanto isso Camila sai de fininho não sei na onde.

   — Oh meu Deus! Você é a moça do Who cooks better? Não? É a aquela cozinheira loirinha. — Diz animada... acho eu a mãe da noiva que estava sentada.

   — Exatamente. — Confirmo dando um sorriso gentil.

   — Você pode tirar uma foto comigo? — A noiva pergunta e eu concordo.

   Ela correu para pegar o celular dentro da bolsa, sua mãe gritou para que não rasgasse o vestido, uma confusão só. Do nada ela parece com um sorriso do coringa no rosto e puxa para cima o vestido tomara - que - caia.

   Ela não encosta em mim, só perto o suficiente. Coloco um sorriso amigável, porém nada espontâneo no rosto e olho para o celular.

   Foto tirada ela corre para ver e solta um gritinho alegre. Tento não fazer uma careta pois sinto meus ouvidos zumbindo de tão fino foi o falsete.

   — Posso tirar uma também? — Pergunta a mãe da noiva e eu concordo.

   Fotos tiradas dou as costas para elas e vejo Camila chegando com uns três vestidos. Ela chega até mim, olha sobre meus ombros e faz uma pergunta silenciosa, dou de ombros e peguei todos os vestidos indo para o lugar das cabines de experimentar os vestidos.

   Vou na última cabine e nem fecho a porta, Camila me segue. Tiro toda a minha roupa e coloco o primeiro vestido, eu achei bonito mas não para o meu corpo.

   O segundo me olho no espelho e vejo meus olhos brilharem, pelo reflexo do espelho olho para a Camila que tem um sorriso discreto.

   — É esse! — Digo ficando nas pontas dos pés e virando para ver a minha bunda.

   — Sabia. — Ela ri e agradece uma moça que vem com outro vestido. — Esse é para o casamento. — Diz me entregando o vestido.

   Acho simplesmente lindo.

   — Você me conhece mesmo. — Ela sorri convencida e pisca para mim.

   — E o boy? Como ele vai? — Ela pergunta e já vou tirando o vestido.

   — De terno eu acho, é um coquetel e ele nem me falou do quê. — Dou de ombros e a mulher que trouxe o vestido pega os outros que não vou comprar. A moça arregala os olhos quando me vê, seu rosto fica vermelho e olho o meu corpo para ver se tem alguma coisa errada mais não vejo nada. — O que foi isso? — Pergunto para a minha amiga que só dá uma risadinha depois de ver sua funcionária saiu praticamente correndo.

   — Isso foi uma pessoa morrendo de vergonha vendo a outra nua. — Franzo a testa e não entendo. Ela percebe isso. — Nem todas pessoas ficam confortáveis ficando nuas na frente das outras.

   Continuo não entendendo mais deixo de lado e esqueço. Coloco minha roupa e rapidamente peguei os dois vestidos.

*****

   Quando cheguei em casa fui correndo para o quarto colocar meus dois novos bebês no closet. Tomo um banho de respeito e coloco minha camisolinha transparente preta. Arrumo meu cabelo deixando secar naturalmente, passo somente um blush rosinha para realçar as maçãs do meu rosto.

   Olho para o relógio me sentindo inquieta.

   — Calma Calista! Se controla mulher! — Falo comigo mesma tentando não lugar de cara em cima do meu Benyzinho.

   O tempo passa e só percebo quando escuto a porta lá embaixo ser aberta e meu Benyconda me chamar.

   Sorri travessa apagando as luzes do quarto, pego minha lanterninha e me posiciono no lugar.

*****

   Quem diria que Benjamin Cox me deixaria louca de tesão com apenas um beijo! Um beijo que nem foi de língua.

   Distâncio da sua boca tomando fôlego, sinto a mão do meu Benyzinho apertar minha cintura e meu quadril roça levemente contra o membro duro no meio de nós.

   — De novo! — Benjamin manda inclinando sua cabeça para perto da minha e rio da sua reação. — Mais Calista! — Diz frustrado.

   — Ok, ok. — Paro de rir e rocei nossos narizes antes de tudo.

   Minhas mãos agarra a sua nuca, primeiramente encosto somente nossos lábios, os deles são tão macios e carnudos.

   Sinto um pouco de cosquinha com a sua barba rala roçando contra a minha pele, mas isso estranhamente me excita, deixando minha boceta molhada e pedindo pau.

   Deixei minha língua brincar com o seu lábio inferior antes de puxá-lo para dentro da minha boca mordendo, Benyzinho geme e gosto do que ouço.

   Devagar e com calma, começo um beijo lento e quente, e aos poucos vou enfiando minha língua até ver que Benjamin quer tomar as redias da situação, mas não deixo. Sou eu que controlo sua cabeça e que comanda os movimentos. Então, quando começa a ficar mais agressivo e a pegada na minha cintura ser mais forte paro de envolver nossas línguas uma na outra e vou acabando com os beijos em selinhos.

   — Gostou da minha surpresinha bebê? — Perguntei sorrindo.

   Seus olhos estão focados para minha boca e isso faz meu clitóris ficar... sensível e minha calcinha ficar húmida.

   — Mais!.

   Produção do céu! Esse macho vai me deixar sem boca. Carla querida, trás uma água para me hidratar um pouquinho?.



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