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História DESEJA - ME - Série Possessivo - Livro 2 - Capítulo 17


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Capítulo 17 - Capítulo 16


   S E N T A D A comendo o meu Petit Gateau, espero as meninas chegarem. Nesse tempo já marquei os exames que quero fazer com o meu Benyconda.

   — Desculpe a demora, já chegamos. — As três se sentam e já pede para Kim — A garçonete — os seus pratos preferidos para o café da manhã.

   Dou bom dia a todas mais ainda focada no meu celular.

   — O que está fazendo? — Pergunta Pamela agradecendo a Kim por ter trazido sua comida.

   — Apagando todos os contatos de prostitutas e prostitutos do celular. — Bufo irritada. — Não sabia que demorava tanto! Já estou ficando irritada.

   — Deixe me ver. — Milena pega o celular da minha mão e das altas caras e bocas — Vai apagar o Pantera?.... Uuuhh que coragem.

   Tinha conhecido o Pantera em uma festa de fantasia, aquele negão tinha me pegado de jeito que fez a Calistinha ficar dolorida por dois dias. Aquilo sim era um pau de respeito.

   — A dominatrix? — Perguntou espantada ou ver o símbolo de confere ao lado do nome.

   A dominatrix... uma época que gostei muito de ser dominada, ela trabalhava em um clube de sexo BDSM e tivemos várias histórias juntas.

   — Vai excluir a Surpresinha? — Grita indignada. — Mais você amava transar com ela!.

   Fazia alguns meses que não transavamos, a Surpresinha era uma mulher trans que não quis fazer a cirurgia de mudança de sexo. Quando fomos transar nunca pensei que iria sentir tanto tesão quicando em uma rola e chupando uns peitos ao mesmo tempo.

   — Meu Deus ela vai apagar o Sexy! O Sexy! — Reviro os olhos, Milena conseguia ser dramática quando queria. — E todos os outros que fizeram sexo maravilhoso com você?.

   — Vou. — Tento pegar meu telefone mais ela continua rolando a timeline do celular.

   — Meu Deus! Ela vai apagar a Patroa! — Olha chocada para as meninas.

   A Patroa nada mais é a dona de uma rede de bordéis. Tivemos um relacionamento casual por algumas semanas, nos divertimos muito nos expondo para aqueles que apreciam assistir casais transando.

   — O casal Ostra?! — Era até que engraçado a sua reação. Mais lembrar do casal Ostra dá até umas coisas nas partes.

   Conheci esse casal em específico em uma casa de swing, eles eram um casal heterossexual que gostava de trocar de par. Transei com o homem, que mais tarde apelidei como o casal ostra por que eles — Os dois — sabiam chupar uma boceta que fazia a pessoa sair do planeta, com certeza a melhor chupada depois das meninas que me relacionei. Conforme a noite foi passando trocamos novamente e me senti uma Deusa experiente tirando a virgindade da moça, era a primeira vez dela com uma mulher e a dele com um homem.

   Nos falamos depois eventualmente, marcamos mais alguns encontros e eles passaram a gostar de se relacionar com o mesmo sexo, por isso, conforme os encontros foram se passando sempre levei homens bissexuais ou aqueles que não tinha masculinidade frágil de comer e ser comido para se relacionar com esse casal.

   — Não acredito! O Xerife? — Perguntou decepcionada. — Mais você tem tantas histórias com ele...

   Verdade... o primeiro fio terra a gente nunca esquece.

   Peguei o celular da sua mão, vendo que todos os selecionados foram marcados.

Tem certeza que deseja apagar 57 contatos?

Cancelar                      ok

   Ok.

*****

   Eu vou conseguir, é só relaxar e... pensar em outra coisa, talvez em doces! Aaah os doces são tão bons, principalmente o pão de mel... hummmm... nunca mais comi depois que fui embora do Brasil. Será que tem em algum lugar? Ou... eu mesma posso fazer, como sou uma genia! Irei fazer e posso dar para o Benjamin, ele pode gostar, ele também pode...

   — Calista? — Sinto uma cutucada no meu ombro e me assusto vendo o homem dos meus pensamentos bem ao meu lado me olhando com uma expressão que tem um ponto de interrogação em cima da cabeça. — Você está bem? — Pergunta todo fofo.

   Se eu não estivesse tão nervosa provocaria esse macho até ver as bochechas dele ser um cosplay de tomate.

   Talvez eu foque nele! Aah com certeza isso iria me distrair. Aí minha nossa senhora das periquitas assanhadas! Por que tem que ter sempre uma criança na minha frente? É pedir muito só ter uma pessoa da minha idade?.

   — Estou um pouco tensa... — Digo olhando para dentro da sala, a criança que não tem nem dois anos e está berrando e chorando enquanto a mãe está com ela entre suas pernas prendendo a bebê com a bunda da menina de fora. — Está vendo essas lágrimas? São puramente de medo e desespero de uma coisa horrível. É um choro verdadeiro.

   Simplesmente os gritos entram nos meus tímpanos, fazendo-me ter um leve zumbido no ouvido. Estou roendo as unhas que não tenho e toda dura parada em pé na frente da sala da coleta de exames.

   Ao chegar na clínica privada já falei para a moça da recepção que queria um exame rápido e ela me pediu o número do celular, mandou nós dois esperar sentados nas cadeiras do corredor em frente a sala, mais justo agora tem uma criança chorando por levar uma agulhada na bunda.

   — Calista Borges? — Uma moça de jaleco abre a porta do lado da sala de coletas e já peguei na mão do Benjamin para entrar e não ver mais a bebê e aquela agulha horrorosa. — Boa tarde. — Diz prestativa indicando com a mão para nos sentar na frente dele.

   — Boa Tarde. — Respondemos juntos.

   — Então, qual o motivo para fazer o teste rápido? — A médica pergunta, sorrio pegando na mão do Benjamin que está suada, Será que ele também tem medo de agulha? Seria muito reconfortante.

   — A gente começou a ter um relacionamento amoroso, mas não tivemos nenhum tipo de relação sexual, quero trocar exames antes disso para que nós dois fiquemos confortáveis e confiáveis quando fizermos sexo pela primeira vez. — Respondo e a médica dá um sorriso discreto.

   — Idade do casal?.

   — Tenho 28 anos e o Benjamin 30.

   — Usa algum método contraceptivo?.

   — DIU de cobre.

   — Última menstruação?.

   — Semana passada, dia 3.

   — Antes que decidirem ficar juntos manteve relação sexual homoafetivo?.

   — Sim para mim e não para ele. — Benjamin está tão quietinho, dou uma olhada nele e penso ver gotículas de suor brotar na sua testa mais penso que estou vendo coisas.

   — Última vez que teve uma relação sexual?.

   — Terça-feira, um ménage com duas garotas.

   Ela olha para o Benjamin que parece que ele vai vomitar a qualquer hora, eu nunca tive problemas de falar sobre sexo, nem quando era virgem, mas entendo o que ele está passando. Benjamin é tão tímido e reservado que deve estar sendo uma luta falar sobre isso com uma médica estranha, ele nunca namorou então deve ter sempre ter ido fazer exames sozinho.

   Meu Benyzinho me olha envergonhado e fico curiosa com todo esse mistério.

   Quando ele abre a boca meu celular toca e rapidamente olho quem é, sempre falo para não me ligar, só se for uma emergência e se a Maria está me ligando no horário que o restaurante está em funcionamento então deve ter acontecido alguma coisa.

   — Desculpa é do trabalho. — Rapidamente me levanto e atendo a chamada, fiquei perto da porta de costas para os dois. — Casa da salada, qual é o pepino?.

   — Chefe, os caminhões da entrega chegou e parece que está faltando alguns alimentos.

   — Bom, pegue o meu caderno na minha sala e confere se estão todos aí se não liga para o nosso fornecedor, não tolero isso, nossos clientes vão pedir uma comida que está escrito no cardápio mas não tem na cozinha? Faça ele trazer hoje mesmo! — Desligo irritada e me volto para os dois.

   A médica está com o rosto todo branco e parece em choque quanto ao meu Benyconda está com as bochechas toda vermelha olhando para a mesa. Estreito os olhos para os dois conseguindo sentir o cheiro de merda que perdi.

   — Aconteceu alguma coisa? — Inferno! Por que eu atendi o telefone?.

   — Não, está tudo bem... — A médica gagueja um pouco e em poucos segundos volta com a sua postura formal.

   Olho desconfiada para os dois, olho para o meu Benjamin e noto que ele realmente está suando e que não era coisa da minha cabeça.

   O que aconteceu?.

   Produção volta a cena um pouco que parece que perdi alguma coisa! Carla querida, você ouviu o que eles falaram?.



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