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História DESEJA - ME - Série Possessivo - Livro 2 - Capítulo 7


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Capítulo 7 - Capítulo 6


   S E não estou espumando de raiva estou quase porque olhaaa! Resmungo o tempo inteiro que estou no elevador e quando chego no andar da presidência dou graças por não aguentar mais ficar naquela lata quadrada trancada.

   — O Senhor Cox aguarda em sua... — Passo pela mulher como um foguete, fazendo questão de mostrar a minha cara de insatisfação que a faz calar a boca e arregalar os olhos.

   Quando entrei na sala logo fechei a porta e me virei, vejo Benjamin de pé ao lado da sua mesa me olhando com um olhar hesitante e com aquela cara estranha que parece que vai entrar em pânico a qualquer momento.

   — Oi razão do meu libido. — Dou um suspiro de alívio e sorrio, vou até ele abraçando a sua cintura.

   Minha cabeça descansa no seu peito e fecho os olhos deixando a tensão sair do meu corpo. Ao contrário de mim, meu Benyconda se encontra com o corpo todo duro e isso não melhora com o passar dos minutos.

   Deixo o seu corpo e dou um passo para trás pegando na sua mão e ele me segue sem abrir a boca. Me sento no sofá que tem na sala e faço-o que ele se senta ao meu lado.

   — Oi... — Sorrio para o Benyconda tentando de novo fazer ele me responder, meu Benyzinho me olha engolindo a saliva.

   Ele não me responde.

   Benjamin usa uma blusa social rosa claro que a manga está enrolada até o cotovelo deixando seus braços peludos expostos, vale ressaltar que a blusa marca bem seus músculos. Com as nossas mãos entrelaçadas em cima do meu colo começo a brincar com os pelinhos do seu braço e desenhar as veias saltadas.

   Lambo os lábios, meu Benyzinho me olha assustado quando começo a me virar para ele e sentar no seu colo. Sem reação seus olhos quase saí do rosto quando sento em cima do seu pauzão.

   — O-o-o que tá fazendo?. — Pergunta todo atrapalhado.

   Minha vez de não falar nada. Rá!.

   Pego suas mãos e o faço colocar na minha cintura. Benjamin está todo tenso de baixo de mim. Talvez eu tenha que fazer o que a Milena disse, pressionar ele igual uma espinha. Não quero que ele se acomode e no final estar namorando um cara que sente vergonha de falar comigo.

   Preciso que ele confie em mim para se abrir mas também para parar de sentir vergonha quando estou perto, Deus! O cara praticamente vira uma pedra quando toco nele.

   — Ben... — Talvez se eu tirar uma lasquinha... esse fogo de vontade de dar se controle um pouquinho.

   Mexo meu quadril roçando com a sua calça social e escuto um gemido rouco, totalmente espontâneo. Benjamin aperta minha cintura e minha calcinha fica molhada ao ver ele fechando os olhos parecendo se segurar.

   — Ca-Calista!. — Com os olhos arregalados ele me tira de cima dele e sai correndo.

   Me levanto tentando controlar minha respiração, confusa vou até a porta que ele entrou e coloco meu ouvido contra a madeira.

   — Benjamin...? — Bato na porta mais não escuto nada. Se passa alguns segundos para ouvir um barulho de peido, arregalo meus olhos.

   Eita porra!.

   Dou uns passos para trás e balanço a cabeça saindo do choque.

   — Bebê, você está bem?. — Pergunto mas escuto alguns barulhos. Puta merda será que ele está com diarreia?.

   Fico me pergunto se a saúde dele está bem, nervosa ando de um lado para o outro ouvindo o barulho dos peidos e dos gemidos dele. Quando estou pronta pra arrombar a porta escuto o barulho da descarga e alguns minutos depois o trinco da porta.

   Benjamin sai do banheiro com o rosto todo vermelho e o cheiro de merda misturado com algum produto cheiroso começa a encher a sua sala.

   Com o rosto parecendo um pimentão ele anda com as mãos nos bolsos e nesse momento vejo um menininho que tem medo de apanhar por que aprontou alguma merda.

   — Você está bem?. — Ele acena com a cabeça evitando me olhar. — Bebê... olhar para mim. — Coloco uma mão na sua bochecha levantando o seu rosto.

   Assim que vejo sua cara me preocupo, Benjamin está com os olhos lacrimejando e o nariz começando a ficar vermelho.

   — O que foi bebê?. — Perguntei com uma voz suave.

   — Vai terminar comigo?. — Me perguntou dando uma fungada.

   — Claro que não!. — Quase grito. — Por que acha isso bebê?.

   Ele fungou de novo e seu rosto vira para o banheiro. Meu Benyconda acha que vou terminar com ele só por que cagou?.

   — Benyzinho, só porque senti o cheiro da sua merda? Não vou terminar com você. — Se possível, seu rosto fica mais vermelho e se estende até o pescoço.

   — Ma-Ma-mais estávamos... — Ele olha para o sofá e entendo.

   — Não ia acontecer nada bebê, temos muito tempo para fazer essas coisas. Estamos namorando, não?. — Ele me olha com os olhos brilhando e acena com a cabeça timidamente.

   — Sou um fracassado... — Diz e me sinto péssima, não entendo por que ele está tão tristonho. É só merda!.

   — Você não é não bebê. — Abraço a sua cintura e apoiei meu queixo no seu peitoral.

   Dou um beijo na sua bochecha e ele suspira.

   — Você está doente?. — Perguntei para ele que desvia o olhar envergonhado.

   — Não.

   — Então por que foi no banheiro?. — Ele se afasta virando as costas com a cabeça baixa.

   — Podemos falar sobre isso depois?. — Perguntou com a voz baixa e não sei por que mas parece que ele está bem machucado com esse assunto.

   — Claro bebê, quando achar que está pronto. — Ele suspira aliviado.

   — Calista... — Se vira e sua boca fica numa linha tensa. — O casamento da minha prima...

   — Oh! Sim. Aonde que será?. — Ele parece estressado.

   — Tem certeza que quer ir? Podemos ficar aqui e...

   — Nada disso bebê. — Sorrio para ele. — Irei conhecer meus sogros. — Benjamin parece ficar alguns segundos sem reação.

   — Mas não vai ser aqui, vai ser em Hampshire, na Ilha do Príncipe Eduardo. — Ele diz então seu olhar fica vago por alguns segundos. — Na onde eu nasci.

   — Tudo bem. —Dou de ombros.

   — Se formos vamos ficar por uma semana. — Ele diz e eu penso um pouco.

   Terei que deixar meus restaurantes sob a responsabilidade dos meus funcionários, mas não será uma coisa que farei com receio, já fiz algumas viagens que precisei ficar por mais tempo do que era previsto e quando voltei estava tudo ótima.

   — Está bem Benjamin, irei com você. — Ele acena com a cabeça parecendo meio hesitante.

   Suspirando ele vai até sua mesa, pega o telefone e aperta um botão.

   — Desmarque todos os compromissos que tenho na semana que vem, irei viajar. — Desliga e parece pensar. Se volta para mim e mesmo estando um pouco envergonhado ele pega seu telefone e me entrega.

   Observo o celular de última geração e olho para meu Benyconda.

   — Coloca seu número para que... e-eu te ligue. — Sorrindo desbloqueio o celular sem senha, vou direto nos contatos e teclo meu número salvando como "Namorada minha" com um emoji de coração.

   Entrego para ele e seu rosto fica vermelho. Pego meu celular faço a minha senha e dou para ele salvar. Benjamin digita seu número rapidamente e me entrega, ele salva com o seu nome normal mas mudo para "Meu Benyconda" com um emoji de coração.

   Produção, grava esse momento! Parece que estamos evoluindo. Carla querida, olha o macho que vai ser o pai dos meus filhos.



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