1. Spirit Fanfics >
  2. Deseje-se como eu te desejo Taekook Vkook >
  3. Desejo ser livre de você.

História Deseje-se como eu te desejo Taekook Vkook - Capítulo 9


Escrita por:


Notas do Autor


A música do capítulo vai ser:

MÚSICA: Benjamin  Francis Leftwich - Tilikum🍂

Capítulo 9 - Desejo ser livre de você.


Fanfic / Fanfiction Deseje-se como eu te desejo Taekook Vkook - Capítulo 9 - Desejo ser livre de você.



— EU PRECISO FAZER ISSO!


— Jungkook, é a coisa mais egoista que você já pensou em fazer. Não!


Hoseok iria me mataria, porém eu precisava Falar sobre minha decisão com alguém. Eu não pensei que ele fosse me apoiar firmemente, mas depois de tudo que passei não pensei que ele fosse me repreender tanto quanto minha ideia.


— Depois de tudo achei que entenderia.


— Entendo que está doendo Jungkook, mas você não pode pensar só em você! Isso é sobre vocês dois e você está fugindo desse fato como um covarde. 


— Porque não é um fato, é um fardo! 


— Se quer tanto de livrar de TaeHyhng o liberte! Ele te pediu isso... 


Mordi meu lábios temendo as palavras de Hoseok. Embora eu soubesse que minha decisão era egoista, eu sabia que ela não era nada saudável para mim mesmo. Dois convidar-se aquele minha ideia. 


— Livre ele continuará existindo nesse mundo, ou frente a frente comigo, ou bem longe onde eu demorei e sofrerei pela distância. Se estou sofrendo agora imagina se ele se afastar de verdade! 


— Preste atenção Jungkook, sua vontade é de que Taehyung passe o resto de sua vida acordado por anos e anos se lembrando por cada segundo que você está aqui, vivendo, envelhecendo... provavelmente com alguém. Até um dia que vai morrer, e ele vai sentir. E quando ele acordar.., se acordar... provavelmente será quando seu nome estiver nos livros de história com data de nascimento e falecimento. Se coloque no lugar dele. 


Não! Eu não queria me colocar no lugar dele justamente por que eu sabia que, se eu fizesse isso, estaria caçando minha própria cova. 


O meu coração acelerou e eu senti um no de formar em minha garganta implorando para eu libertar minha melancolias. É assim aconteceu, eu chorei, chorei e chorei. 


— Por favor, Hoseok não me faça sentir mal com isso. — Quase implorei. 


— Mesmo se você fosse fazer isso Jungkook, o tiraria de lá em poucos segundos depois... 


Continuei chorando até sentir vergonha de meu estado. Tudo que acontecia nos últimos dias tem sido motivo para choro, portanto eu estava num estado deplorável. Insuportável. 


— Jungkook, não chore. Você é mais forte do que pensa. 


— Não. 


— É sim. 


— Não. 


Hoseok caminhou até mim e ergueu meu rosto me obrigando a olhar em olhos. 


— Pare. Para de chorar! Você é sim, agora me prove isso! Prove isso para mim, Taehyung, nossa família, seu povo e para si mesmo. Que isso? Você nunca foi de chorar! Sempre foi um omega forte até alguns dias. 


— Até Taehyung aparecer! 


— Cala a boca! Até você de deixar levar por Taehyung. Me mostre o meu irmão. Eu quero o meu irmão de volta. De não vai fazer pro mim, faça por si mesmo.


Hoseok tinha razão. Eu estava esquecendo de um grande propósito em minha vida. Ser um rei. Eu queria ser um rei, e para isso não poderia ser um a ser um omega chorão. Eu nunca gostei de ômegas chorosos, em parte porque queira ser, antigamente. Ômegas chorões sempre chamavam atenção de alfas, talvez por serem mais sexy e atraentes, mas eu queira ser mais do que isso. Eu não queria ser apenas um marido, eu queria ser um rei. Um rei independente. 


🔱TAEHYUNG🔱


Quando Jungkook chegou para a primeira refeição, eu senti seu cheiro antes mesmo dele entrar na sala. Um cheiro forte de cacau. Um cheiro que fez meus pelos se erguerem. Quis evitar olhar para ele, mas não consegui. E em uma das tentativas, o vi desviar o meu olhar nervoso. 


— Pierre, crianças... seus pais já estarem aqui na hora de nosso evento? 


— Felizmente. Eles chegaram bem atempo, vossa Majestade.


— Isso é ótimo. 


Todos continuaram comento e tendo conversas mais baixas com as pessoas que estavam do seu lado e então eu ouvi uma conversa entre Pierre e Jungkook. 


— Então vossa alteza finamente me dará o prazer de sua presença, não? Estou cansado de ser rejeitado. — falou em tom triste porém brincalhão. 


— Hum... Não se preocupe, hoje o planejamento pode ser passar o dia com você... como nos velhos tempos. 


Francês ridículo! 


Eu olhei para as mãos de Jungkook que estavam segurando elegantemente os talheres que cortavam um sanduíche grande e bonito. Ele não estava usando o anel... mas aquilo não me era surpreendente. Acho até que ele ignorou a carta. 


Suspirei derrotado. 


⚜️JUNGKOOK⚜️


Novamente desconfortável na frente daquela médica suspeita. Fiquei nervoso do que descobrir que teria que me consultar com ela naquele dia. 


— Vossa alteza, que bom revê-lo. Creio que estava aqui por um motivo que não lhe surpreende. 


— Na verdade ainda não me situei no motivo da consulta, doutora. 


— Oh, mesmo? Deu cio está chegando. Estranho... ainda não notou?


Merda! Eu havia me esquecido completamente. Com todos os acontecimentos recentes acabei nem percebendo os sintomas. Mas quilo justificava muitos comportamentos extremamente emotivos que eu estava  tendo. 


— Faz sentido, parando para pensar... mas estava preocupado com outras coisas estes últimos dias. 


— Sim... estive sabendo destes episódios difíceis para você. Talvez até possam estar relacionados a sobrecarga emocional do cio se aproximando, mas teria de desencadeado com algum gatinho externo. Sabe o que pode ter sido? 


Fiquei ficou tenso. Tudo relacionado a Taehyung  


— Estresse. — Deu de ombros. 


— Okay, algo específico? 


— Sou um herdeiro... nada além do normal um pouco de estresse. 


— Vamos combinar, querido. Estresse excessivo não é algo que deva ser considerado normal. 


— Quando foi seu último período de terapias? 


— Final do ano passado. 


— Está na hora de voltar, okay? 


Eu me sentia  desconfortável. Sabia que não poderia contar nem um décimo do que estava o atordoando nos últimos dias. 


— Tudo bem.


— Agora... que sintomas sentiu? 


— Ham...


— Seu cheiro está forte... — ela comentou me cortando. 


— Mesmo? 


— Sim. 


Taehyung poderia sentir? Será que ele já havia notado que Jungkook estava entrando no cio? 


— Sintomas? — a médica voltou a perguntar. 


— Mudanças no meu humor... choros... ham... — eu me  m perguntei se seria uma boa ideia comentar sobre seu omega. estava temendo o próximo cio, e embora não confiasse naquela médica, queira informações soará estar preparado. — Meu omega tem estado um pouco... angustiado. 


Ela me fitou. 


— Essa angústia... é tipo... excitação? — Corei. 


— Não! — me parecei em dizer.


— É como uma nostalgia? Uma necessidade de resgatar algo que lhe fazia bem? 


— Acho que sim.


— Acontece perto de alfas específicos? 


Aquela conversa estava indo para sim eixo que eu queria evitar.


— Não! 


— Não fique nervosos, isso não é necessário.


Tentei relaxar mas era difícil diante do assuntos que sempre me deixou tão constrangido. 


— Vamos precisar falar sobre algo mais sério. Você vai passar com um alfa? 


Meus olhos dobraram de tamanho. 


— Não, eu quero os remédios para dormir. Isso não será possível.. 


— Que? — falei em alto tom. — mas eu já tive meu primeiro cio, já posso tomar! 


— O concelho não concordou com o uso do medicamento pelos príncipes. Nenhum de vocês. 


— Que? Como podem? 


— O medicamento convidar em um coquetéis de hormônios calmante e entre outros. Maioria das pílulas possuírem uma alta porcentagem de chances de deixar um omega exterior. 


— Não, isso não vai acontecer! 


— Há 40% por cento de chances de acontecer com um primeiro e único uso. E conforme você vai consumindo as chances só aumentam. Mas você já sabia que não era certeza que poderia usar o medicamento. Todos se preocupam se vossa alteza poderá conceber os próximos herdeiros. 


— Mas... 


— Não é um assunto que está mais em discursão, sinto muito.


— Mas e a dor? 


— Eu lhe passarei algumas pílulas que ajudaram a controlar um pouco da dor e sobretudo pílulas para controlarem seus feromônios. Queremos evitar ataques. 


— Mas nada disso ajuda realmente! 


— a dor deve ser algo que não vai se resolver muito bem.


— Não posso ficar acordado! 


— Vossa alteza terá. Por isso devo lhe informar que vale considerar um alfa para lhe ajudar.   


— Que?! 


— Talvez... um lupos fosse uma boa opção mas o concelho não se agrada com sua aproximação com seu único lupos disponível. Seu amigo, Taehyung. Isso se dá em decorrência aos recentes escanda-los. Mas eu acredito que TaeYong esteja fora de questão, pois considerando que ele aparenta ser o parceiro sexual do príncipe Hoseok. 


— É óbvio que ele está fora de questão! — Jungkook se alterou. 


— Taehyung seria uma poucos mais confortável para o senhor. Embora o concelho não aprove, isso é uma escolha completamente sua  e seja lá o que escolherá, ficará sob o máximo de sigilo possível. 


— Taheyung também não é uma opção. — deixei claro.


— Então se considerar algum alfa... avise a ele ou avise a mim. Eu me certificarei que ele vá até você é que apenas ele vá. Lembre-se que considerar um beta é inútil. Ele não lhe ajudaria em nada. Na verdade, pode escolher mais de um... se preferir. Alguns alfas, algumas colocar até mesmo alguns betas. 


— não! Eu e entendo... mas se eu não lhe der um nome até o momento de meu cio... é porque irei passar sozinho. Completamente sozinho. 


— O senhor sabe que irá doer muito não é mesmo, alteza. 


Engoli em seco. 


— Entendeu? Sozinho. 


— Sim alteza. 




⚜️HOSEOK⚜️


Entrei no consultório da médica e me certifiquei que lá não tinha ninguém naquele horário. Fui até a gaveta de costume e uma das pequenas caixad de camisinhas que tinham ali. 


Eu não poderia confiar em nenhuma farmácia, e TaeYong certamente reconhecido. De qualquer forma para pegar qualquer medicamentos... ou camisinhas, seria necessário que a pessoa, sobretudo da família real, (elemento essencial para a procriação  dos coelhos nobres e príncipes) que se deixasse o nome assinado numa lista, juntamente com o medicamento... ou seja lá o que esteja procurando. Isso debutamos como uma segurança da saúde da realeza e também uma forma de... ter informações se forem necessárias. 


Namjoon provavelmente, responsável do jeito que é, assinava aquela lista quando queria pegar preservativos. Mas o marido dele é bem visto pela sociedade, ele poderia estampar em um milhão no meio da rua que ele iria transar com Seokjin que todo mundo iria ignorar... ou contempla-los. Eu e TaeYong não estávamos com a mesma sorte e eu definitivamente quero ressaltar que estamos transando, embora todos já saibam.


Peguei também uma caixa de anticoncepcionais, coloquei em minha bolsa e fui embora olhando para todos os lados. 


Quando cheguei no meu quarto nos continue meu sorriso. Eu estava animado e ainda não estava acreditando de TaeYong estava em meu quarto. Distraído mexendo em seu celular com o corpo deitado em minha cama. 


Ele nem notou que eu Havaí chegado. Eu acho. 


— coloquei a mochila que eu estava carregando em cima de minha cama e ele finamente me notou. Assim, recebi um gostoso e caloroso sorriso. 


— Oi... 


— Oi...— ele sorriu para mim quando eu pulei na cama e me sentei em seu colo. 


— Adivinha o que eu trouxe.  — Sussurrei em seu ouvido.


— O que você trouxe? — perguntou malicioso ao tocar seu nariz na pinta do meu.


— adivinha! 


— hum... — Ele segurou meu quadril e me jogou na cama invertendo  as Posições.


— consigo imaginas tantas coisas... — sussurrou em meu ouvido só preciosas sua pélvis entre minhas pernas.


— Acho que não são muitas coisas exatamente... 


— Mas eu consigo imaginar muitas coisas que posso fazer com elas e com você. — continuou sussurrando na ponta de minha orelha.


— Hum... Eu fico lisonjeado mas devo lhe informar que qualquer coisa que pretenda fazer deverá ser rápido. Como príncipe tenho deveres a fazer... 


— Que assim seja. 


TaeYong ficou de joelhos e levantou o tronco para poder tirar a própria camisa, e terminando isso começou a tirar a minha. 


— Temi não podermos mais fazer isso. — TaeYong admitiu jogando minha roupa longe e vindo me beijar. 


— Achou mesmo que eu não iria te encontrar em sua vila quando as coisas aliviassem? Eu quem fiquei com medo depois que você desligou o telefone tão de repente. 


— Ficou? 


— Aham. 


— Devo lhe admitir: quando você falou  que não  poderia ir  me ver, temi que aquele tivesse sido nosso último beijo. 


Eu olhei no fundo de seus olhos. Eram por aquele momentos que eu estava com TaeYong. Era para viver mais daqueles momentos misteriosos e reconfortantes que eu estava colocando tudo nas mãos dele. 


— Como poderia achar que nosso último beijo seria um selinho na frente de todos? Está louco? — fiz uma massagem próxima sua nuca e o trouxe para mim o beijando. 


Logo ele se ergueu novamente te e começou a desabotoar minha calça. Depois para remover minha calça e minha cueca e então tirou o resto das peças que restavam em si mesmo. Assim, voltou com seu quadril entre minhas pernas abertas, erguendo uma delas com um braço.  


— Você tem noção de  como fica dessa maneira? 


— Não. — o provoquei sorrindo. 


— Não posso acreditar nisso. 


TaeYong pegou um dos lençóis brancos que estavam dobrados debaixo de um travesseiro e cobriu completamente nossos corpos, nos deixando em nossa pequena cabana. 


Com o braço que apoiava minha perna, direcionou sua mão até meu mamilo o massageando. Senti no meu baixo ventre e respirei fundo até ele começar a me masturbar com a outra mão. 


Eu estava ficando cada vez mais duro e o cheio cheio se espalhando debaixo nos lençóis contribuía para isso. Eu iria gostar se ele se atrevesse a movimentar ainda mais a sua mão com seu cheiro tomando conta de mim. 


— ah, ei... acho melhor você começar  logo pois não sei quando tempo posso aguentar dessa maneira.— Ele tacou o foda-se para o que eu disse. Simplesmente, com uma risadinha saindo de seus lábios e com toda sua malícia ele apertou meu pau e lentamente desses sua mão até a base. Não consegui conter um alto gemido é uma contração em meu abdômen. 


— O que disse? 


— Imbecil, filho da puta, desgraçado! Oh! — apertou minha glande.  


— Que feio... achei que o príncipe Hoseok teria mais modos e mais elegância ao tratar de assuntos... nossos assuntos.— sussurrou a última parte me encarnado com a cabeça um pouco inclinada. Seu corpo continuava longe do meu, ele estava ajoelhado e eu estava deitado então nós poderíamos muito bem ver o rosto um do outro. E eu queira socar  a cara dele pela ousadia. — Como eu poderia dizer não para um pedido o  do meu querido. 


Parou de apertar meu mamilo e se esticou um pouco  para pegar as camisinhas em minha bolsa. 


— Se eu não quisesse tanto o seu pau em mim iria te matar, sabe disso! — Rosnei segurando sua mão que continuava os movimentos com um vai e vem no meu pênis. 


— É, eu sei disso. Por isso estou aproveitando. 


Taeying largou meu pau para regar o pacote do preservativo e então  eu senti sua glande em minha entrada. Meus olhos de apertaram e meu corpo sofreu em espasmos  quando ele entrou lentamente dentro de mim. 


— Oh! 


— Está doendo?


— Já passará. — alertei a fim de fazê-lo não se preocupar e ir mais rápido. 


— Tudo bem. — Ele começou a se movimentar sem se preocupar se estava muito rápido. Vi seu cheiro ficar mais forte e ele gemer baixinho. Eu senti meu corpo se arrepiar e borboletas voarem em meu estimado.  E eu sabia o que era pior. O bater de suas asas em minha barriga ou o bater da pélvis de TaeYong em minha bunda. Ele logo começou a me dar estocadas mais fundas e mais fundas. 


Eu não conseguia controlar meus gemidos e meu pênis pulsava implorando pelo alívio rápido. Levei minha mão até seu abdômen e o vi sorrir com minha mão deslizando em seu corpo. 


— TaeYong! — Minha voz soou um tanto sofrida. Revirei meus olhos e os de fechei sentindo TaeYong abusar da minha sanidade. Ele decidiu que estava na hora de acelerar seus movimentos de forma devassaria para mim e então não pude conter nenhum gemido. Aliais eles soavam altos. Quando tudo acabasse eu rezaria  para que ninguém tivesse passado pelo corredor pois meus gemidos estavam realmente te altos. 


Com isso, cheguei ao meu limite sentindo todas as minhas forças se despedirem e junto  com meu orgasmo que sujou todo meu abdómen e minimamente o de TaeYong. Ele, no caso precisou ainda continuar algumas estocadas dentro de mim, que já estava um tendo sensível por ter acabado de ter um orgasmo, até que finamente chegou ao seu ápice. 


Suspirei respirando ele acabou se jogando em cima de mim. Sua testa bateu no travesseiro em baixo de minha cabeça e eu resmunguei com o movimento do seu pau ainda dentro de mim e de seu braço que ainda estava apoiando uma de minha pernas para cima. 


— ai. 


— Desculpe. 


Subitamente a porta se abriu e nós dois ficamos alarmados e até senti TaeYong me apertar em seus braços. 


— Vossa alteza, com sua licença. — soou sem nenhuma preocupação ou vergonha, o assistente real. —  devo lhe atualizar sobre suas vestes para o evento desta noite. Você deve prova-la o mais rápido o possível.— Taeyong saiu de dentro de mim provocando uma sensação vazia em mim que me fez gemer  um tanto manhoso. — Perdoe-me por atrapalhar, por favor seja rápido. 


O assistente  saiu de meu quarto após fazer uma reverência e então o corpo de TaeYong relaxou um pouco e ele se ergueu com os cotovelos na cama e me encarou. 


— O que aconteceu? Por que  aconteceu? 


— Bom... — Ri um pouco e o empurrei para o meu lado. —  acho que isso é o tipo de coisa que pode acontecer no palácio. 


— Pessoas entrarem em seu quanto enquanto transamos. 


— Não todos os funcionários, mas alguns que devem ter e livre acesso. Tipo assistente pessoais, guardas em alguns casos... os reis mas Deus que me livre! É minha culpa, esqueci de trancar minha porta. 


Seus olhos ainda estavam arregalados. 


— Já estou acostumado com gente me flagrando. — Brinquei. 


— Quantas pessoas viram você transando? — perturbou-se assustado. 


—Essa é a segunda vez. A primeira foi você. 


— Ham... não me lembro do dia em que vi meu namorado tocando em outro homem. — ele balançou a cabeça e eu ri. 


— Eu ainda não era seu namorado. — lembrei-o.  Ele sorriu para mim e selou nossos lábios. 


— Bom... agora és meus namorado. O que acha disso? 


Não consegui conter o sorriso, por mais que tentasse. TaeYong me mudou e me fez mudar em muitos sentidos. Parecia até mentira que aquelas duas pessoas que se odiavam tanto agora estavam juntas. Eu ainda queria saber seus motivos para suas ações no passado. Ainda queria entendê-lo. 


— Eu estou amando a experiência. 


Amando a experiência. Amando... amor.  


Tomei cuidado com minha palavras depois da última vez. 




⚜️JUNGKOOK⚜️


Num piquenique no jardim do castelo.


—Desculpe por esse tempo me que fiquei afastado. Eu senti tanta  sua falta. Deveria estar aproveitando enquanto está aquilo. 


Pierre me abriu um sorriso grande  e caloroso  trazendo uma sensação boa e confortável. Era incrível como ele conseguia me fazer rir como antigamente mesmo depois do tempo que estivemos afastados. 


— Não se preocupe, eu entendo completamente que está tendo uns dias difíceis. Você carrega o fato de ser o herdeiro do trono nas costas e eu imagino que a coroa pese. 


— Sim... essa parte é difícil. 


— Imagino que seja bom tirar dias de folga... como hoje. Estou feliz que tenha escolhido passá-lo comigo. 


— E para minha surpresa você parece surpreso com isso! — Ele deu um sorrisinho. 


— Estou surpreso. Quer dizer você tem tantas pessoas que te amam por aqui, tem outros amigos então por quê me escolher? 


— O que? Não pude mais perguntar isso. Sinceramente você tem sido o meu maior conforto nesse período difícil. Você me trás boas lembranças e me ajuda a esquecer os problemas, mesmo que seja por um tempo, é um tempo importante para mim. Precioso. 


— Não imagina como me sinto honrado por me dizer isso, Kookie. 


— Não imagina o quanto me sinto honrado por ter você aqui(...)




🔱Taehyung🔱


— Me chamastes? — Entrei na sala da médica do castelo. 


— Oh, Senhor Kim. Que bom que chegou rápido. 


— Aconteceu alguma coisa com alguém? 


Eu não estava doente e desde que Jungkook me dera alertas sobre aquela mulher eu a evitava ao máximo. 


— Bom... Não, felizmente. Convoquei sua presença por outro motivo. 


— Seria este(...)? 


— Sente-se. — ela apontou para uma das cadeiras na frente de sua mesa. 


— Conte-me o motivo. — pedi. 


— O motivo é vossa alteza real, príncipe Jeon Jungkook. 


A priori, fiquei assustado, pois temi que algo ruim tivesse acontecido com ele, mas lembrei que ninguém estava machucado ou doente, e fiquei aliviado. Logo depois voltei a recordar dos alertas de Jungkook quanto ao que a queda médica poderia estar suspeitando, e voltei a ficar tenso. 


—  Peço-te que prossiga. 


— Não deve surpreender o senhor que eu esteja lhe trazendo aqui para discutir acerca do segundo cio de vossa alteza, considerando que todo o castelo já está ciente de um relação mais afetuosa de nosso príncipe com o senhor. Além disso, o senhor deixou sido claro e evidente ao efetuar um pedido de casamento oficial frente ao reis e que já é de conhecimento geral da nação. 


A forma como ela falou aquilo foi formal, porém ainda me pareceu um tanto atrevida. Mas provavelmente aquilo era alguma paranoia minha. 


— Então quer tratar sobre o cio de Jungkook? 


— O senhor notou que está perto? 


Eu temia responder suas perguntas. Me perguntei o porquê dela querer as respectivas respostas, justo perguntando para mim. Jungkook não aceitou meu pedido. 


— Não notei... tanto. — quase gaguejei. 


— Não notou tanto? — soou desconfiada. — Isto é sobre e para a saúde de Vossa alteza, por isso peço sua sinceridade senhor Kim. 


Seu tom me irritou.


— É óbvio que notei que o castelo estava parecendo a fábrica chocolate desde que acordei. — falei me referindo ao cheiro de Jungkook que me fez acordar excitado e me obrigou buscar por um mínimo alívio com minhas mãos no chuveiro. 


— Da para sentir o cheiro até mesmo de seu quarto. 


— Quando eu acordei dava, pouco mas dava. 


Além do cheiro eu sentia que meu alfa delirar a cada vez que ficava no mesmo cômodo que Jungkook. Eu estava controlando um psicopata dentro de mim. O tempo todo era como se alguém estivesse o chamado. algumas vezes em que ele se distraia meus  pés  ligavam no automático, e quando via ele já estava acabando e entrar no mesmo cômodo de Jungkook. O que o deixava cheio de raiva depois porque em todas as vezes que isso acontecia ele estava com a droga do Pierre.


— Você está aguentando bem? 


— Hum... sim, é só o cheiro dele que está um pouco mais forte do que o normal. 


— A questão é que... nenhum alfa para qual eu já perguntei sobre o cheiro do Jungkook me afirmou sentir o cheiro dele da distância que está me falando.


— isso que dizer... 


— Não quer ficar muita coisa de considerarmos o fato de você ser um lupos como ele... e mas pode dizer muita coisa se pensarmos que vocês porém estar começando a se ligar. 


Voltei a ficar tenso.


— Não nos ligamos. — menti. — Jungkook nem quer olhar na minha cara. Por isso não entendo o porquê de eu estar aqui tratando desse assunto. 



— Porque Jungkook pode entrar no cio  perto de você, Taehyung. — e se isso acontecer, temo que teremos muitos guardas ômegas e betas machucados novamente e não conseguiremos tirar você de perto dele.


— Ele pediu para garantir que eu não me aproximasse... estou certo? 


— Ele não pediu garantia, ainda. Até agora me deixou bem claro que você não é uma opção. 


— Então por que estou aqui? 


Ela suspirou e colocou em cima da mesa uma caixa de anticoncepcionais. 


— Não podemos garantir que você realmente não acabará com ele. Vocês dois são muito próximos, e são lupos... provavelmente não conseguiremos afastá-los. O cio de Jungkook está mais forte agora, você sabe disso. Isso tende a piorar.


— Entendo... — Ela estava certa. Eu deveria tomar cudiado  com Jungkook, se eu estiver próximo o suficiente no momento em que ele entrar no cio, vou ataca-lo seja lá onde ele estiver. 


Lembro-me bem do primeiro cio de Jungkook, e quase transamos. Sair de perto dele foi muito doloroso e tenho de certeza que para ele também foi quando me afastei. No momento do cio a pessoal não se importa muito com os modos, com a convivência ou com a pessoa. Compreensível dado que a dor é insuportável.  


Ciente dos riscos e da vontade de Jungkook, peguei a caixa dos anticoncepcionais e me levantei para ir embora. 


— Obrigado. 




Me retirei daquele consultório e decidi falar com Jungkook sobre aquele assuntos. Eu esperava que ele pelo menos me escutasse, embora com certeza fosse ficar o tempo todo vermelho de constrangimento por eu estar tocando no assunto. 


Comecei s procurá-lo e em poucos  segundos eu estava o farejando como cão. Seu cheiro estava tão forte, já já estaria começando a se tornar incômodo para alfas que não poderiam toca-lo. Desta maneira, acabei chegando no salão de lazer e me deparando com Pierre e Jungkook conversando enquanto brincavam com um jogo de  baralho.


Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, Jungkook já estava virado me encarando. Eu não ignorei a presença de Pierre, embora que quisesse acabar com a raça dele eu sabia que aquilo era idiotice da minha parte. 


Fiz uma reverência calado.


— Precisos falar com você Jungkook, — não me preocupei com formalidade.


— Estou ocupado. 


— Eu sei mas é muito importante. 


— Estou de folga, qualquer coisa pode falar com meus irmãos. — Jungkook me deu as costas e voltou a se concentrar em suas cartas. Pierre no entanto ainda estava me encarando.


— Duvido que queria que eu tenha essa conversa com seus irmãos ou com meus assistentes


—Taehyung, não temos e nem teremos assuntos a tratar.  Eu estou ocupado, saia daqui.  


— A médica da família real pediu para falar comigo. — quando aquelas palavras saíram da minha boca Jungkook ficou tenso e notei que duas orelhas ficaram vermelhas. 


— Você é muito imbecil mesmo. 


— Só vamos conversar... por favor. — A essa altura eu já estava tirando toda a paz que teria sobrado no rosto de Jungkook. 


— Jungkook, eu vou me retirar para deixá-los tratar logo de qualquer  problema. 


— Pierre... 


— Não se preocupe, mande alguém me chamar assim que puder tudo bem. — Ele se lavando-se do sofá e foi em direção a porta, mas antes de sair falou: — E não olhe minhas cartas.  — sorriu e foi embora me deixando a sós com Jungkook 


— Meus assuntos médicos são confidenciais. — Jungkook me esclareceu com um tom sério. 


— Mas diante esse assunto é importante estejamos cintes do que pode acontecer.


— Não vai acontecer nada. 


— Seu cio está chegando. — Fui direto com as palavras. 


— Você não tem o direito de falar sobre isso comigo. 


— Não! Tenho  a obrigação. 


O vi engolir em seco. Olhar aqueles olhos castanhos em minha frente fazia eu sentir borboletas no estômago. Parecia que eu não via Jungkook a meses e meu alfa estava em em festa por eu estar próximo dele. Eu estava feliz, embora parecesse triste. Eu estava feliz por olhar aqueles olhos castanhos tão lindos e meigos que eu vi meses atrás quando saí de minha lâmpada. 


Acabei notando que eu estava calada a alguns segundos. Mas Jungkook não estava falando nada também. Ele nem se mexia mas parecia desconfortável com minha presença. O seu cheiro incrível continuava ali, e apesar de ainda  não estar no cio, eu o sentia me chamar. 


— Bom... você não pode negar uma coisa, Jungkook... — o vi arquear as sobrancelhas. — Nós nunca fizemos sexo. 


Ele se surpreendeu com minha fala e notei-o se encolher entre seus ombros.  A típica vergonha de Jungkook. 


— Eu sei que você é virgem, e mesmo que eu não tenho direito algum de achar qualquer coisa sobre isso... eu acho. Na verdade eu desejo que você tenha uma primeira vez feliz. Precisa ser com alguém que você ame porque você merece isso. — eu sabia que Jungkook estava muito emotivo nos últimos dias e vi uma lágrima ameaçar cair.


— Pare. 


— Não quero lhe fazer chorar. Mas se chorar eu entenderei que não é por mim. Você não é fraco Jungkook, mas estar com os hormônios a flor da pele e acredite... eu nem poderia te julgar por algo assim, ninguém pode. 


— Porque está aqui? — Me questionou chorando. 


— Sua médica está certa quando... as possibilidades de... de procurarmos um ao outro no seu cio. 


— Eu não vou te procurar. — ele disse como se fosse ofensivo. 


— Jungkookie, eu ainda sou um alfa...  — vi a primeira lágrima cair.


— Não! Você não é um alfa! Você é um gênio! — seu olhar me parecia um tanto assustado e eu compreendia, aquela situação também me assustava.


Sem me preocupar, ou raciocinar, fui me aproximando de Jungkook mas ele não se afastou de mim. 


— Eu sei, eu sei. Mas você sabe é difícil... isso nunca aconteceu antes e, acredite ou não, eu estou tão apavorado tanto você. 


— Taehyung... — Ela pareceu me chamar sem nenhum motivo aparente. 


— Eu posso acabar te atacando Jungkook, e eu não quero fazer isso. Eu quero que sua primeira vez seja especial... e se eu não puder fazer isso agora, então não posso arriscar. Precisamos no mínimo ter cuidado.


— Não-me-diga-coisas-legais, Taehyung. 


— O que? 


— Isso só piora tudo! Não vê? — Ele estava me deixando confuso.


— Desculpe? — De qualquer forma, eu precisava dizer isso. Se eu fizer qualquer coisa com você... é por que estarei sobre o efeito de feromônios e hormônios. Enquanto eu puder me controlar, vou procurar distância. Eu realmente só quero que estejamos sinetes da possibilidade, da realidade, e que você não ache que me aproveitei de você. Você não é sexo, Jungkook, você é meu primeiro amor de verdade.


— Não é assim. — ele simplesmenjte disse. Eu só euros entender o que se pesava pela mente dele. Eu não faria aquilo novamente, mas queria entendê-lo de uma vez por todas. 


— É claro que é. Só entenda que... se alguma coisa acontecer... eu tentei. 




MÚSICA: Benjamin  Francis Leftwich - Tilikum🍂




Nem pude medir minha palavras. Não pude  nem mesmo analisar seu olhar durante minha fala. Não tive tempo de pensar em nada. Quando me dei conta Jungkook já estava próximo de mim, próximo de mais para eu conseguir raciocinar e então me afastar. 


Eu senti sua respiração em meu rosto e vi seus cílios tremerem devido o seu olhar vacilante. Talvez fosse impressão minha, mas ele poderia desejar tanto quanto eu um beijo. Por um momento toda aquela raiva voltou. 


Era aquela raiva que me fazia falar coisas idiotas. Por um momento me veio frases: "esse menino, é tão fraco". "Esse omega idiota e bobo" "trouxa".


Se ele não me beijasse, eu o beijaria ou daria um soco nele. 


Senti o ar faltar e procurei encher meus pulmões como se aquilo fosse aliviar alguma coisa. Mas só piorou, pois o cheiro de Jungkook era angelical. E eu  tornei uma criatura do inferno, que amava coisas celestiais, pois me trariam a sensação de esperança. 


— Ei, Jungkook, se você pretende me deixar... sugiro que faça isso logo. — sussurrei. 


minha sugestão foi sincera e certamente idiota e inapropriada para toda s circunstância, porém era com toda a minha sinceridade que aquelas palavras saíram de minha boca. Jungkook estava muito próximo, e enquanto outra lágrima escorregava de seus olhos, que agora estavam vermelhos. 


Olhos vermelhos de um omega lupos. Eu não sabia se os meus ficaram azuis, mas haviam essa chances. 


— Nos ligamos? 


Jungkook parecia  já saber a reposta. Eu acreditava que ele só  quisesse uma confirmação. 


— Acho que sim. — admiti. 


Sem controlar meus movimentos simplesmente abaixei meu rosto vendo seus lábios entreabertos e seus olhos fechados. Selei seus lábios. 


Não houve movimento, ouve apenas meus lábios sobre os lábios dele. Doce lábios do príncipe Jeon Jungkook. 


Embora aquele beijo não tivesse desperto ou sedução, tinha carinho e tinha desejo. Dentre todos os beijos, até mesmo considerando os mais ardentes, aquele foi o melhor  beijo que já dei em Jungkook. 


Se algum dia eu tivesse que escolher um último beijo para dar em Jungkook, voltaria no tempo para dar outro beijo deste nele. 


Um beijo dado Jungkook, do feito de Jeon Jungkook: doce e inocente e atrevido e maldoso com as pessoas certas. com a pessoa certa. 


 Então acabou... Jungkook parou o beijo e respirou fundo sem se atrever a me encarar. Quanto mais eu tentava encara-lo, mais ele fugia. 


— Eu te beijei. — ele disse baixinho. Parecia assustado e arrependido. 


— Eu também beijei, Jungkook. 


— Não... acredite, eu beijei. — Ele se afastou e foi em direção a porta e antes que saísse gritei seu nome. 


— Jungkook — ele se virou para mim e então eu tirei o anel de dentro de meu bolso. Eu tiraria quantos precisasse até ele me aceitar. Porém, novamente vi seus olhos vacilarem. 


— Não, Taehyung. Nunca. — Ele saiu da sala. 



⚜️Jungkook⚜️


Quando eu saía daquela sala, sai com uma decisão tomada. Eu amava Taehyung e isso nunca mudaria, então eu cortaria todas as minha chances de vê-lo voltando atrás de uma decisão que nunca deveria ter tomado. A de deixá-lo entra tem minha vida. 



Notas Finais


Gente esse capítulo tá no meu coração. Kkkkk amei ele.

E aí me diga o que estão achando nos comentários🖤 beijos! 😘


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...