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História Desejo Ardente - Jeon Jungkook (Segunda Temporada) - Capítulo 14


Escrita por:


Notas do Autor


Boa tarde anjinhos 💜🧚🏻‍♀️

Perdão pelos erros ortográficos.
Boa leitura 📖🧚🏻‍♀️

Capítulo 14 - Chapter 14.


Fanfic / Fanfiction Desejo Ardente - Jeon Jungkook (Segunda Temporada) - Capítulo 14 - Chapter 14.


             POV’S JEON JUNGKOOK.


 — Você jura mesmo que não tem nenhum tipo de contato com a mulher? - Soobin indaga.

 

— Eu já falei que não, cara. - Bufei em irritação. — (S/N) desconfiou porque pensou alguma besteira, e eu só tive aquela reação porque fiquei surpreso.

 

— Até eu fiquei surpreso, Jeon. Quem imaginaria que Yerin daria as caras depois de quase três anos.

 

— Pois é. - Engulo em seco. — A única coisa que me preocupa de verdade, é com a minha filha e a (S/N). 

 

— Eu entendo sua preocupação, mas fica calmo.

 

— Estou tentando. Já faz alguns dias em que ela simplesmente desapareceu, a última vez que eu conversei com a mesma, foi a cinco dias atrás quando ela foi pedir a demissão.

 

— Da um tempo para ela, logo vocês vão voltar e fim.

 

— Fim? - Questiono o moreno, com o cenho franzido.

 

— Ao sofrimento de ambos. - Explicou-se.

 

— Eu espero que seja o fim mesmo, pois eu estou ao ponto de explodir com esses acontecimentos.

 

— Pode demorar o tempo que for, mas as coisas vão melhorar.


 


                                                  [...]

 


O amor é realmente o assunto mais complicado que se possa imaginar, são tantos pontos para se falar sobre esse sentimento tão puro e confuso que muitos se confundem e sofrem sem nem ao menos ter chegado a ele. Eu digo isso por mim, porque estou vivendo esse sentimento com a (S/N), e eu nunca senti algo tão forte por alguém, como eu sinto pela a (S/N).

 

E o fato é que quando o assunto é amor sempre a controvérsias, não há escapatória. Sempre vai existir um “e se” ou até mesmo “eu tentei”. Entretanto, mesmo após os inúmeros insucessos de tentar seguir em frente, com a frase “ eu tentei”, hoje, ficou bem claro que, quem, de fato, detinha a real "razão", era meu coração insistente.

 

Eu fui embora, tentei esquecer, mas meu coração ficou e insistiu.

 

Apertei a campainha calmante, já sabendo que se eu apertasse três vezes seguida, (S/N) me mataria. 

 

Essa mulher é uma pérola, tão engraçada e única.

 

— Ah, é você. - Ela abre a porta e com um controle em mãos, a mesma destravou o portão, entrando novamente para dentro.

 

Abro o mesmo e ando em direção a sua porta, adentro a sua casa e (S/N) se encontra sentada sobre o sofá, vestindo apenas um camisão.

 

— Ei, você disse que ia me acompanhar para pegar o coelho da Hye então, trate de levantar esse corpinho daí. - Falei num tom divertido, fazendo-a rir.

 

— Não me enche!

 

— Vamos (S/N)! 

 

— Eu não vou sair do carro, então eu vou ir vestida assim mesmo. - A mesma se levantou dando de ombros.

 

— Veste um shorts, vai que você precise descer do carro.

 

— Ok, ok. - A morena passou por mim revirando seus olhos castanhos. E quando eu digo que (S/N) parece como uma criança, eu não estou mentindo.

 

Resolvi esperá-la dentro do carro, no entanto, me arrependi de ter a deixado sozinha lá dentro. E demorou cerca de quatro minutos, até ela finalmente sair da sua residência trajando agora um short de cotton.

 

Ela entrou no carro e então, eu finalmente pude dar partida.


 

10 minutos depois.


 

— Bem que eu poderia fazer uma caminhada, mas esse camiseta gigante não ajuda e muito menos esse coturno. - Reclamou a mais nova, e eu apenas ri.

 

— Você é estilosa.

 

— É, eu sei. 

 

— Convencida. - Digo encarando seus lábios. Que vontade maldita de beija-lá e sentir seu cheiro doce.

 

— Eu não... - A interrompi antes que ela disparasse.

 

— Chegamos! 

 

— Mas já?!

 

— Sim, eu lhe disse hoje mais cedo por mensagem que não era longe.

 

— Ah.

 

Eu deixei o carro com a chave no contato, e sai adentrando o estabelecimento. Levei meu olhar por todos os cantos vendo alguns animais ali, chamei pela moça que eu conversei na noite de ontem e ela me direcionou até o coelho que eu adotei.

 

— Bom, aqui nessa folha está toda as informações que precisa. Lembrando que que a alimentação deve ser variada entre: ração, feno, frutas e verduras, ok?

 

— Entendi. Mas nessa parte a mãe da minha filha sabe lidar, a mesma é veterinária.

 

— Oh! Que ótimo. - A ruiva sorriu, e eu acompanhei.

 

Ela me deu alguns papéis para que eu assinasse, e logo após eu terminar, o coelho foi entregue dentro de uma caixa de transporte. Agradeci a mesma e sai dali. Adentrei o carro novamente, entregando a caixa para a outra que olhou admirada para o pequeno coelho. Foi a cena mais fofa que eu presenciei nessa semana, porque quando não é a (S/N) é a nossa filha que sempre faz algo fofo.

 

Fomos o caminho todo em silêncio, e depois de dez minutos o carro estava sendo estacionado em frente a sua casa. Saímos do mesmo e eu verifiquei as horas, Sohye vai voltar da casa da minha irmã daqui a uma hora.

 

Já consigo imaginar a tamanha felicidade da mesma ao ver o coelho que ela tanto pediu.

 

— Vou deixá-la solta na sala. - Anunciou.

 

— É fêmea? - Questionei apontando para o animalzinho.

 

— Sim. - Respondeu como se fosse o óbvio. — Poderia por gentileza pegar a ração para mim?

 

— Onde está? - Perguntei.

 

— Em cima daquela poltrona. - Apontou, enquanto acareava o animalzinho.

 

Organizamos as coisas para a coelha, para assim  ela pode ficar a vontade. E depois de feito, eu me sentei no braço do sofá, suspirando fundo.

 

— Eu tenho que te falar uma coisa, promete me escutar e manter a calma? 

 

— Claro. - Respondi. Já consigo sentir meu coração acelerando.

 

— Anteontem eu fiz o exame de sangue e deu positivo… Eu estou grávida. - A última frase fez com que meu coração errasse as batidas.

 

—O que? C- Como isso... — Sibilei, enquanto tentava pronunciar aquela frase de forma correta.

 

— Aconteceu, e eu já esperava por isso.

 

Eu ri nervoso, sem saber exatamente o que falar. Isso não poderia ser verdade ou podia? De repente, ela começou a rir descontroladamente, fazendo-me a olhar com o cenho franzido.

 

— A  minha barriga está doendo.

 

— E- Eu não entendi. - Balbuciei. 

 

— Eu estou brincando, Jeon, eu só queria ver a sua reação perante a isso. - Ao escutar tais palavras, eu pude enfim respirar aliviado. — Por estar ansiosa, eu resolvi fazer o exame antes, e felizmente deu negativo. E não é como se eu não quisesse, mas ter um filho do Hyun agora que estamos separados seria um tanto complicado.

 

— Você quase me matou do coração. - Digo, ainda sentindo a minha pulsação acelerada. 

 

— Me desculpa, Gguk. 

 

— Tudo bem... Mas o susto foi grande. - E no final, eu acabei rindo.

 

— Quer que eu te relaxe? 

 

— Por favor. - Pedi.

 

(S/N) segurou minha mão esquerda, puxando-me em direção ao seu quarto. Ao adentrarmos o cômodo, ela me guiou até sua cama e me sentei sobre o colchão aconchegante. E a mesma se agachou em minha frente, (S/N) soltou uma risada e abaixou meu shorts, juntamente com a minha cueca me deixando totalmente nu na parte debaixo.

 

A puxei pelo braço e ela veio por cima de mim. A morena enlaçou suas pernas em cada lada da minha cintura, e eu arfei quando finalmente nossos sexos se chocam, mesmo que ela ainda esteja de roupa.

 

— A tensão sexual é palpável demais entre nós dois. - Comentou, fitando meus lábios.

 

— Sempre foi, (S/N). - Respondi tirando alguns fios de cabelo grudado em sua bochecha esquerda. — Eu não quero apenas transar com você, fique ciente disso.

 

E antes que ela se pronunciasse novamente, eu coloquei nossos lábios a beijando com um certo desespero. Minhas mãos vagaram por suas costas, subi seu camisão, em seguida apertei suas nádegas com força, tentando aumentar o contato do meu sexo com o seu.

 

— Sem preliminares, por favor. - Pediu. Eu assenti com dificuldade e ela retirou sua camiseta e seu shorts rapidamente, ficando apenas com a sua lingerie da cor roxo escuro. Com destreza afastei sua calcinha para o lado com a minha mãe direita e massageei seu clitóris devagar ouvindo seus gemidos manhosos. Começo a sentir meu membro latejar e então, eu guiei meu sexo até sua entrada, colocando só a cabecinha.

 

— J-Jeon, não faça isso. - Ela balbucia, e eu sorri maliciosamente. Segurei em seus braços e mudei a nossa posição, dessa vez ficando por cima. Coloquei sua perna esquerda no meu ombro e introduzi meu pau de uma vez em seu ventre, vendo a morena arcar suas costas sobre o colchão. A olhei com desejo, investindo com rapidez e intensidade dentro do sexo

 

— Eu amo essa sua carinha, toda inocente, com meu pau inteiro entrando dentro de você. — Digo roçando nossos lábios. (S/N) fecha os olhos sentindo o prazer que lhe é proporcionado.

 

— J-Jung... - Choramingou contra minha boca. Sinto o calor do seu corpo se misturar com o meu, e as nossas respirações foram se unificando como se estivéssemos nos tornando uma só. (S/N) tirou sua perna esquerda de cima do meu ombro, no entanto, eu continuei com os movimentos. Suas mãos estavam apertando meus bíceps, em um movimento eu seguro seus pulsos, os colocando acima de sua cabeça.

 

De repente, me lembro do preservativo que dessa vez ela sequer fez questão em se lembrar. Fizemos errado, de fato, mas também somos adultos e sabemos das consequências.

 

— Goza pra mim, amor? - Pedi com a voz grave rente a um dos seus ouvidos. Mordo seu lóbulo e no

instante seguinte do seu ápice, eu jorro meu líquido viscoso dentro do seu ventre, misturando nossos gozos.

 

Eu encostei minha testa com alguns resíduos de suar na sua, enquanto esperava nossas respirações se normalizar. 

 

— Você está bem? - Ela me questiona, olhando em meus olhos.

 

— Sim e você? - Demandei. Ainda com a respiração acelerada, eu me retirei de cima da morena deitando-me ao seu lado.

 

— Estou. - Respondeu virando-se para mim. — E um pouco cansada também.

 

— Eu queria muito poder descansar com você, no entanto, Hye vai chegar daqui a pouco e eu tenho que sair. - Meus dedos enterravam-se nos cabelos fartos da (S/N). E novamente nossos lábios se tocavam, ocasionando-nos um beijo árduo, enquanto nossas línguas se entrelaçavam de forma intensa. Eu me sentia sortudo por estar ali, contemplando seus fios de cabelo que adoravam atrapalhar nossos beijos cheios de amor, carinho e emanado de desejo.

 

— Não se preocupe, Jeon. Podemos fazer isso num outro dia, uh. - A mulher me abraçou, e eu estreitei os olhos surpreso pelo o que eu acabará de ouvir, ela dizendo isso só alimenta minha esperança de podermos reatar o nosso relacionamento falido. E no mesmo momento, eu retribui o ato e assim ficamos, todavia, eu amo seus abraços tanto quanto amo ela.

 

— Tem razão. - Sorri amistoso e lhe dei um selinho rápido. — (S/N)? - Lhe chamei.

 

— Diga-me.

 

— Na semana passada, quando você comentou sobre a Yerin... - Dei uma pausa e me ajeitei no colchão. — Eu havia ficado nervoso, mas eu lhe asseguro que não tem nada haver com o que você pensou. - Falei de uma vez. Passei dias e dias pensando sobre a sua desconfiança, e em como ela deve ter ficado depois disso.

 

— Tudo bem, Jeon, eu disse que não confiava 100% em você, mas hoje eu estou lhe dando um voto à mais.  - Foi impossível não sorrir ao escutar isso saindo da sua boca. — Eu vou me esforçar para não estragar a nossa “ relação “, e eu espero que se esforce também para isso.

 

— É claro que eu me esforçarei! - No momento, eu  não consigo descrever o tamanho da minha felicidade. — Eu te amo.

 

— Eu também te amo. - E por ventura, sorrio novamente por conta de suas palavras. — Já temos que nos levantar. - Ela nos lembra, eu concordei e então, nos levantamos da cama. (S/N) saiu do quarto indo em direção ao banheiro e, enquanto isso eu me vestia de forma rápida. 

 

Depois de três anos nós dois transamos pela segunda vez, muitos podem achar errado, mas de fato eu sinto que estou indo para o caminho certo. Embora que a sorte seja antagônica e que à tendência que eu tenho de ferrar com tudo ao meu redor é gigantesca, mas, por incrível que isso seja, o azar não deu as caras até o momento. Não, eu não estou almejando que coisas ruins aconteçam, no entanto, chega a ser estranho que logo eu, um homem que nunca teve o universo conspirando ao meu favor, estar tendo essa nova chance de recomeçar sem o azar rondando em minha volta.

 

— A coelho já está aprontando em minha sala! - Fui despertado por sua voz um pouco alterada.

 

— Coloca ele na parte externa, no fundo da sua casa. - Sugeri. — É seguro para ela.

 

— Eu só preciso comprar uma casinha apropriada. - (S/N) disse num tom pensativo.

 

— A minha mãe tem uma que está guardada tem alguns anos, eu posso pedir a ela. 

 

— Se não for incômodo...

 

— Jamais seria. - De fato, (S/N) nunca foi um incômodo, meus pais adoram ela. 

 

— Chegamos! - A voz da Soyeon ecoou por toda a casa, incluindo com os gritos das crianças.

 

Eu e (S/N) saímos do quarto e Sohye olhava encantada para o animal, assim como meus sobrinhos. 

 

— Eu ganhei um coelho! - Ela solta um grito, fazendo todos nós rir em uníssono.

 

— É fêmea. - Completei.

 

— Eu posso escolher o nome, papai?! - Questiona dando pulinhos.

 

Eu assenti com a cabeça em forma de confirmação.

 

— Zoe! - Franzi o cenho com a sua rapidez ao escolher.

 

— Ah, é um nome do coelho do desenho que ela assiste. - A morena explicou, olhando para mim e minha irmã.

 

— Eu achei fofo! - Minha sobrinha profere cariciando a Zoe. E tenho que concorda, o nome é realmente adorável.

 

Observei minha irmã se aproximar de nós dois, e parar em nossa frente.

 

— É melhor abrirem essas janelas ou tomarem um banho, pois o cheiro de sexo está impregnado em vocês. 

 

(S/N) rapidamente fitou o chão e eu desviei meu olhar da mais velha, que no segundo instante começou a rir.

 

— Deixa de ser idiota, Soyeon! - Digo, sentindo meu rosto queimar. Foi extremamente constrangedor o que a mesma disse. — Eu preciso ir embora. - Falei, mudando de assunto.

 

— E eu preciso tomar um remédio para dor de cabeça. - Completou (S/N). — Não apertem a Zoe, crianças. - Avisou para os mais novos e voltou sua atenção a mim e a minha irmã.

 

— Eu vou indo nessa, qualquer coisa me contatem.

 

— Pode deixar, maninho. - Soyeon piscou para mim.

 

Me virei e me despedi das crianças, no entanto, fui surpreendido por um ato da Hye. Ela me agradeceu pelo presente e ainda me fez agachar sobre o chão para me envolver em um abraço apertado e repleto de amor.

 

Sorri feito um bobo por ter uma filha extremamente amorosa e educada.


 

                                      [...]


 

— Estranhei seu sumiço. - Minhyuk profere. — Não deu mas às caras aqui em casa.

 

— Eu estou lotado de coisas, ultimamente. - Menti. Eu estava evitando vir até aqui, no entanto, eu jamais diria isso.

 

— É, mas agora você está fodido.

 

— Como assim “ fodido “? - Perguntei dando ênfase.

 

— A sua dívida com os caras, foi cobrado juros e a conta subiu para 70 mil.

 

— O que?! Você endoidou? Nunca que chegaria a isso.

 

— Quer ver a carta com o comprovante deles?

 

Mas que inferno!

 

— O prazo é de quanto tempo? - Não fiz questão em responder a sua pergunta anterior. Eu sabia que ele não brincaria com um assunto como esse.

 

— Dois meses, e caso você não pague... É bala em você e depois em mim.


 


Notas Finais


Eita que a SN deu um susto no Jeon🔥👀 o coitado quase passou mal.

Então, agora todos sabem que ele não tem mais nada com Yerin, no entanto, está envolvido de novo nessa furada de dinheiro, que futuramente vai dar muita confusão para o lado dele 👀

Deixei uma referência quase no final do capítulo sobre uma cena da SN. A brincadeira sobre a gravidez terá sua consequência 👀se você conseguiu captar, deixa nos comentários.

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Até a próxima anjinhos 🧚🏻‍♀️💞


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