História Desejo Ardente - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Haikyuu!!
Personagens Daichi Sawamura, Tetsurou Kuroo
Tags Crackshipp, Daichi, Haikyuu, Kuroo, Kuroodaichi, Pwp, Sexo, Yaoi
Visualizações 58
Palavras 1.756
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Esporte, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Capítulo único


Desgrudou os lábios da boca faminta procurando a maçaneta da porta da sua casa. Um pouco desajeitado, virou o corpo e buscou as chaves no bolso da sua calça tactel. Sentiu os beijos no seu pescoço, mãos grandes nos seus quadris e algo muito duro roçando na sua bunda.

Gemeu, perdido nas sensações que o outro desperta em seu corpo e esquecendo totalmente que deveria abrir a porta. Apoiou a cabeça no ombro dele, sua mão buscando os fios negros e rebelde.

— Se você não abrir essa porta agora, eu vou te foder aqui mesmo.

A voz rouca e sussurrada causou um arrepio na sua espinha. Virou o rosto, seus olhos caídos pela excitação de imaginar o ato pecaminoso. Os olhos escuros maliciosos se voltaram para a boca avermelhada pelos beijos que trocaram mais cedo.

Manteve o rosto dele a posição certa com uma mão e, enquanto mordia o lábio fino, sua outra mão pegou as chaves. Lambeu sensualmente o local ferido por seus dentes e desviou o olhar para a porta.

Com pressa, testou as três chaves diferentes. Mal a porta abriu, Kuroo guiou o corpo molenga para dentro, fechando a porta da entrada com um chute.

Colou sua boca na dele, as línguas dançando de forma erótica dentro de suas bocas. Kuroo é ligeiramente mais alto, por isso Daichi ficou na ponta dos pés para agarrar as mexas negras.

Deitou a cabeça dele, aprofundando mais o beijo. Daichi sentiu a excitação tomar conta do seu baixo ventre. Kuroo abriu mais a boca, o beijo explicito e pornográfico, uma fina de saliva escorreu pela lateral.

Aos tropeços caminharam pela casa sem nem olhar para onde iam. Suas costas bateram em uma parede qualquer e Daichi gemeu dolorido. Kuroo agarrou sua camisa e a subiu, tentando arrancar ela do seu corpo.

Soltou uma risadinha pela pressa dele, negando com a cabeça. Kuroo não se abalou, subindo totalmente a blusa, prendeu seus braços em cima da sua cabeça com ela, apenas uma das suas mãos segurando ela.

Kuroo passeou com o nariz pelo seu tórax, sentindo seu cheiro. A mão desocupada acariciou sensualmente sua cintura e barriga; o toque leve como um pluma deixando um rastro de fogo por onde tocava.

Naquela autora do campeonato, Daichi já estava bem sensível e precisou esfregar uma perna contra outra para acalmar sua ereção carente. A ponta da língua de Kuroo cutucou o bico do seu mamilo e Daichi gemeu languidamente.

— Kuroo.. — suspirou, fechando os olhos. — me dá mais.

Um risadinha sádica e ele apenas soltou beijinhos ao redor do seu mamilo, sem nunca toca-lo. Maldito gato astuto! Arqueou as costas, tentando forçar o contato da língua esperta com seu mamilo duro. Kuroo subiu a cabeça, voltando a explorar seu pescoço.

Sabendo bem como seu pescoço é sensível, Kuroo provocou com mordidinhas até chegar na orelha. Daichi mordeu os lábios, seu quadril ganhando vida e se esfregando em Kuroo por conta própria. Sentiu a respiração bater na sua orelha e grunhiu, muito necessitado de uma contato mais bruto.

Sorrindo como um gato que comeu o canário – ou o corvo nesse caso, Kuroo abocanhou de uma vez o mamilo eriçado. Daichi sentiu as pernas tremulas e quase caiu se não fosse o braço forte de Kuroo na sua cintura.

— Vamos levar você para o quarto, me diz qual é o seu.

— O segundo a direita.

Kuroo passou os braços por detrás das suas coxas e o levantou. No susto, Daichi cruzou as pernas no quadril dele. Daichi resmungou brigando pela imprudência; não é pequeno e também é bem pesado, Kuroo não aguentaria por muito tempo.

Mas ele aguentou o suficiente. Jogou o corpo do capitão da Karasuno na cama e subiu em cima dele, ficando entre suas pernas. Daichi fez uma careta brava e virou a ambos, ficando sentado no colo de Kuroo.

— Esse jogo pode ser jogado por dois.

Muito tranquilo, Kuroo cruzou os braços e apoiou a cabeça neles. Satisfeito por ter o controle da situação, Daichi mordeu lentamente a garganta dele, bem perto do pomo de adão. Kuroo silvou, os pelos do seu corpo eriçado.

 Daichi tirou a camisa, despindo Kuroo logo em seguida. Lambeu cada pedacinho daquele tórax definido e abdômen invejável. O gosto salgado da pele apenas lhe deixava com mais cede em explorar e beijar a pele rosada. Como alguém podia ser tão gostoso?

Foi exatamente o que se perguntou quando o viu pela primeira vez. Sorrisinho debochado, pode de cafajeste e olhar malicioso. Tentou mesmo resistir, sabendo bem que entre eles era puro tesão e nada mais, mas era apenas um mero adolescente na puberdade que batia incontáveis punhetas pensando no capitão do time rival.

Era como se um desejo ardente corresse por entre suas veias no lugar do sangue. Antes de perceber, Daichi já estava ao beijos aproveitando que seus pais não estavam em casa para transar com ele.

Buscou com avidez a ereção pulsante. Sentindo bem, na palma da sua mão, o seu objeto de desejo dos últimos meses. Masturbou Kuroo de vagar, seus olhos grudados nos escuros maliciosos. Kuroo mordeu o lábio e sorriu safado, claramente convidando a boca de Daichi a beijar seu pau.

E Daichi aceitou o convite com muito prazer. Lambeu com calma da base até a cabeça; chupando com carinho quando chegou nela. Engoliu centímetro por centímetro, saboreando o sabor na ponta da sua língua. Assim que a cabeça tocou sua garganta, Kuroo abriu mão do controle e agarrou seus curtos fios, ditando o ritmo do boquete.

Daichi abriu mais a boca, controlando a respiração para conter a ânsia de vomito. Segurou nas coxas firmes, aumentando a velocidade do vai e vem da sua boca no pau dele.

Kuroo jogou a cabeça para trás, seus olhos revirando em deleite. Rosnou de leve, tirando a boca habilidosa do seu pau.

— Quem diria que o senhor capitão sabe chupar tão bem um pau.

Daichi sorriu torto, seu lado devasso falando mais alto. — Ossos do oficio. — respondeu a provocação com mais provocação.

Lambeu seu lábio inferior, buscando mais um pouco do gosto do amante. Kuroo sentou na cama e se livrou das suas calças – e do esquecido tênis. Completamente nu, Kuroo puxou Daichi e o fez se levantar. Mesmo em dúvida, Daichi seguiu seus movimentos.

Com o corpo delicioso de Daichi entre suas pernas, Kuroo beijou a ponta da barriga dele, bem perto da virilha. A pesada ereção pedia por atenção, dando pulinhos vez ou outra.

Rodeou a cintura dele com as mãos e desceu pelas costas, chegando na barra da calça de tactel. Desceu a calça lentamente; as pontas do seu dedos roçando das polpas durinhas.

Vergonhosamente, Daichi sentiu seu corpo reagir bem de mais; sua entrada piscou por causa dos dedos próximos de mais dela. Nesse dia. Daichi estava terrivelmente safado.

Kuroo lambeu a virilha dele e foi a vez de Daichi fechar os olhos. Um sorriso maldoso surgiu e, como o gato que era, Kuroo agiu cautelosa e malandramente.

Voltou a jogar Daichi na cama, dessa vez o corvo ficou de bruços. Daichi ficou surpreso de mais e demorou a reagir, mal piscou os olhos e já estava de quatro.

Um estalo seguido da ardência. Aquele gato maldito acabou de lhe dá um tapa na bunda? Virou o rosto indignado, mas sua reclamação morreu na boca quando sentiu a língua úmida tocar sua entrada.

Gemeu surpreso. Kuroo dançou com a boca entre suas bolas, seu pau e sua entrada. Daichi não pode fazer nada além de apoiar o rosto no seu travesseiro e gemeu com vontade.

A ponta da língua tentou entrar, e insatisfeito com o pouco que enlouquecia Daichi, Kuroo deferiu outro tapa. O contato da mão pesada com seu bumbum foi bom de uma forma que Daichi não achou capaz de ser.

Sem pudor algum, rebolou contra a língua de Kuroo. Deixaria para se recompor depois da foda.

— Onde tem camisinha e lubrificante?

— N-no banheiro, — engasgou com mais um gemido.

Segundos depois, Kuroo introduziu um dedo lambuzado dentro de si. Daichi se remexeu incomodado, mas não reclamou. Kuroo beijou as costas suadas e masturbou Daichi com a outra mão.

Colocou o segundo dedo, tomando cuidado para não machucar. Daichi não estranhou tanto dessa vez, e deu uma rebolada incentivando Kuroo a colocar mais. Atendendo o comando mudo, Kuroo pôs o terceiro, mexendo os dedos com mais força e velocidade.

A ardência parou, e os dedos já não eram suficiente. Seus braços cederam, e logo seu peito estava apoiado na cama. Kuroo posicionou o membro na entrada dele; a cabeça esponjosa beijando o buraco rosado.

Kuroo entrou de uma só vez, e esperou que Daichi se acostumasse com a invasão. A visão diante de seus olhos era sem igual; as costas arqueados, a covinha da bunda deixando as polpas ainda mais redondas, e a lateral do rosto avermelhado de Daichi. A expressão de prazer misturado a dor da penetração bruta fez suas bolas apertarem.

Filho da mãe gostoso!

— P-pode se mexer, — soprou baixo.

Kuroo tirou quase todo o seu pau, deixando só a cabecinha, e voltou a meter. Manteve o vai e vem lento, testando as reações do parceiro.

Daichi segurou o lençol da cama com força por entre os dedos, e Kuroo soube que poderia meter do jeito que gostava: rápido, forte, com alguns tapas e puxões de cabelo.

Segurou com força no quadril e puxou o corpo contra o seu, o choque dos corpos produzindo um som erótico. Daichi gemeu forte.

— Encontrei, — Kuroo falou sacana.

Concentrou naquele pontinho magico: A próstata.

Em um ritmo mais acerelado, Kuroo se debruçou no corpo dele, sua respiração batendo na nuca dele. Deu outro tapa, esse ainda mais ardido. O tesão tomou conta de Daichi, e até os tapas foram convertidos a muito prazer.

Kuroo saiu de dentro dele e o virou na cama. O corpo de Daichi estava bem mole e ele se movia mais como uma boneca de pano agora. Kuroo abriu as penas dele e voltou a meter. Debruçou o corpo sobre o dele e o beijou com entusiasmo. Daichi se agarrou a ele; as unhas curtas descendo pelas suas cortas deixando um rastro ardido.

Estava perto, precisava gozar. Pegou com firmeza o membro e o masturbou com força, induzindo o orgasmo dele também.

Daichi gozou forte, sua porra chegando ao seu queixo. Kuroo o seguiu, seu sêmen preenchendo totalmente a camisinha.

Caiu pro lado, seu energia esgotada. Tirou os fios da sua testa que grudavam por causa do suor. Respiraram fundo, controlando a respiração ofegante.

— Porra, essa foi boa.

Daichi riu, — Foi pra caralho.  

 

 

 


Notas Finais


Comentem ^^


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...