História Desejo Irresistível - Capítulo 20


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Categorias 50 Tons de Cinza
Tags Romance_nudez_sexo
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Palavras 2.814
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi amores 😍


Boa Leitura ❤

Capítulo 20 - "Sensaçãoes Estranhas?"


(Elijah)

 

Estamos numa casa de praia isolada, para gravar as penúltimas cenas do clip. 

Acabamos de encenar uma briga que foi muito real porque Sara está de fato, furiosa comigo. Ela me deu um tapa bem real, no rosto também. O lado direito do meu rosto está ardendo pra caralho. 

O desentendimento do casal na encenação se deu, por causa de uma vadia pegajosa que o bastardo da ficção acabou fodendo. O diretor quis colocar um pouco de drama e Liam aprovou. 

É a arte imitando a vida... 

Sara sai chorando da casa, correndo para a praia e eu a sigo. 

Nesse momento, as emoções são nossas. Ainda estamos gravando, mas, os olhares e as falas expressam nossos reais sentimentos. Ela, muito puta porque comi a russa e eu, me maldizendo por ter corrido de seu apartamento e voltado para a caça. 

A equipe não sabe disso e aplaude nosso desempenho. 

Liam e os caras não vieram, nem a Mel. Somos só eu, ela e a equipe. 

Sara arranca a saída de praia e entra no mar. 

Meus olhos se banqueteiam em sua silhueta esguia, sua cinturinha fina, sua bundinha redonda e firme, no minúsculo biquíni amarelo, que está usando. Me livro do meu shorts e vou atrás dela.

― Ela não significou nada para mim. ― rosno quando a alcanço, puxando-a pelo braço. 

É uma fala do script, mas, eu a olho com firmeza, deixando-a saber que sou eu, Elijah, falando também.

― Assim como eu. ― rosna de volta, seus olhos ainda cheios de lágrimas, isso puxa meu coração de alguma forma. ― Se afaste de mim. Você é ruim para mim. ― diz-me baixinho.

A última fala não é encenação. 

Se eu não fosse um bastardo egoísta e louco de tesão por ela, a deixaria em paz. Mas, sempre peguei o que quis, e o que quero agora é ela. Nenhuma outra me satisfaria nesse momento. Eu tentei, no entanto, aqui estou atrás dela de novo. É ela até eu extinguir esse desejo, filho da puta, que sinto, rasgando meu corpo, cada vez que estamos perto.

― Eu não posso me afastar. Já tentei, mas, não consigo. ― murmuro, e a pego pela bunda. Ela luta, mas, enrola as pernas ao meu redor porque isso faz parte do script. E como nas vezes anteriores, estou a caminho de tirar vantagem disso. 

Levo-nos mar adentro até a água encobrir minha cintura. 

― Você precisa parar de me perseguir, droga. Eu não sei fazer essa merda casual, Elijah. ― ela sussurra, a sinceridade e medo gravadas em suas feições. ― Eu só tive um homem em toda a minha vida. ― é a primeira vez que se mostra vulnerável, para mim.

Uma euforia inexplicável me invade com a sua revelação. Eu já desconfiava e isso só me faz querê-la mais. O homem das cavernas dentro de mim gosta de saber, que ela não é como as outras. Isso é contraditório pra caralho, porque nunca me importei com o histórico sexual das vadias que comi. 

― Dois homens, querida. ― murmuro, passeando as mãos pela sua bunda e indo preguiçosamente para as costas. Ela ofega baixinho, seu hálito soprando em minha boca. ― E eu quero isso de novo. É impossível esquecer a sensação do meu pau, afundando em sua boceta apertada. Atormento-a. ― não há como fugir disso, Sara. ― levo uma mão para seus cabelos, entranhando neles e abaixo a outra, de volta à carne macia do seu traseiro. 

Meus dedos afastam a borda da calcinha e deslizo-os pela sua fenda, encontrando e massageando seu buraquinho gostoso. Ela arqueia, sua boceta causando atrito em meu pau. Eu ranjo, puxando seus cabelos com força e esmago minha boca na sua. 

Sedento. 

Sondando. 

Degustando. 

Exigindo. 

As reservas caem pela água e nossas línguas se entrelaçam, ansiosa e intimamente. 

Um gemido baixo e esfomeado vem do fundo da minha garganta ao sentir o seu gosto de novo. É como me lembro: puro requinte, porra. Esse gosto que me arruinou temporariamente para as outras. 

Forço sua cabeça para trás e devoro sua boca, mordendo, chupando seus lábios e língua. 

Ela choraminga, se agarrando em meus ombros, as unhas cravando em minha pele, completamente entregue. 

Á água encobre nossa indiscrição lá embaixo... 

Agarro sua bunda com mais força, enfiando a ponta do indicador em seu cuzinho. Sara coaxa na minha boca, o som tão esfomeado quanto o meu, pressionando sua doce boceta no meu pau dolorido. Ela geme e morde meus lábios também. Atrevida, sensual, desse jeito só dela, que me enlouquece.

― Deus, sim, baby. ― sussurro asperamente. ― é isso aí, não se segure. Não há como negar isso. Você não pode negar isso, porra. 

As ondas batem em nossos corpos, mas, nos mantenho firmes. A equipe está mais distante na areia e com a ondulação da água à nossa volta, não dá para captar com exatidão, que estamos praticamente fodendo aqui embaixo. Bastaria afastar um pouco a frente da sua calcinha e escorregar meu pau para dentro. Porra, eu rosno de tesão e frustração. 

― Eu quero você. ― meu tom sai suplicante como um maldito veadinho.

― Eu preciso estar dentro de você de novo, por favor. ― merda. 

Definitivamente um veadinho. 

Nunca imploro dessa forma, para comer uma garota, porra. 

São elas que imploram para serem fodidas por mim, nunca o contrário.

Isso não é bom. 

Ela continua moendo meu pau, completamente perdida no momento. 

Estamos gemendo e ofegando. 

Aperto sua bunda com força e me esfrego pra valer em sua boceta. Ela está quase gozando, sinto pela sua respiração irregular e isso me faz selvagem. As ondas colaboram conosco, envolvendo-nos furiosas e eu acelero sem me importar com a plateia, imaginando que estou afundando até as bolas nela, enquanto ela sobe e desce asperamente no meu pau. 

― Sara... ― gemo, comendo sua boca com desespero. ― Eu vou gozar, porra! Oh, merda! Sara... 

― Oh, Deus... Isso não é justo... ― lamenta e geme longamente na minha boca. 

Seu corpo estremece todo me dizendo que está gozando. Eu rosno, metendo meu dedo inteiro em sua bunda. Ela choraminga, seu corpo sofrendo mais espasmos com a invasão. Aperto-a mais contra mim, ampliando o atrito que preciso e gozo forte, duro um segundo depois. 

Jesus! Eu não gozava a seco desde os meus dezesseis anos. 

O que essa garota está fazendo comigo? 

Paramos o beijo em busca de ar e nossos olhos se abrem. 

Os dela estão lindos pra caralho, ainda enevoados do gozo. 

― Isso foi imprudente. ― sussurra entre suspiros trêmulos.

Eu quero dizer que quanto mais imprudente melhor, mas, em vez disso rio e ajeito uma mecha molhada de seus cabelos atrás da orelha. 

Não quero assustá-la mais do que já fiz.

― Nós vamos conversar depois da gravação. ― murmuro, deixando claro o teor da conversa.

― Corta! 

A porra do diretor brada e seu corpo fica tenso. Ela escorrega as pernas da minha cintura.

― Não. ― diz concisa e então, está nadando para longe, em direção à praia.

Sim, porra! 

Eu quero gritar de volta, mas, a equipe já a está recebendo, enrolando um roupão ao seu redor. 

Graças a Deus fazemos uma pausa para nos recompor. 

Sara conversa animadamente com o cinegrafista que virou seu fã. 

Bufo, dispensando as atenções da garota loira que me passou seu número. Ela tem me jogado olhos de cachorrinho, desde que começamos as gravações dessa tarde. 

A pausa acaba e fazemos a última cena de hoje, eu, tocando Irresistível para ela, em nosso quarto fictício. 

Sara chora me vendo tocar minha guitarra. Ela parece tão genuinamente emocionada, que me perco no momento, vendo a emoção em seu rosto bonito. 

A equipe suspira, presenciando a química em nossa troca silenciosa. 

O casal já fez as pazes e ele tem uma surpresa preparada para ela, mas isso será gravado daqui a três dias numa praia no Havaí. 

O diretor nos parabeniza todo eufórico pelas cenas de hoje. 

Sara troca de roupas e está fora da casa rapidamente. 

Eu a sigo, chamando seu nome, mas, ela não para até alcançar seu carro, estacionado num recuo, longe da areia. 

― Nós vamos conversar, porra! ― a alcanço, puxando seu cotovelo. Ela dá um soco, soltando-se do meu agarre. ― Sara, seja razoável.

― Razoável? ― ela cospe, girando para me enfrentar. ― Razoável? Fique longe de mim, porra!

― Ela não significou nada! Nada! ― cacete, estamos parecendo um casal de verdade agora. ― Elas nunca significam. 

― Eu não sou uma delas, Elijah. ― diz após um longo suspiro. ― Você, seu babaca arrogante, me tratou como uma puta e não me concedeu nem a porra de um minuto, depois que gozou na minha bunda. ― ela está lívida, seu corpo tremendo de raiva. ― Seu maldito cachorro vira-lata! 

Tomo uma longa respiração. Sim, eu fui um babaca, eu vejo agora.

― Sim, foi uma má jogada da minha parte, reconheço. ― digo, tentando manter a calma no meu tom. Não há ninguém em volta, mas, estamos a céu aberto, nunca se sabe onde tem um maldito paparazzo escondido. Essa é a minha vida. ― Fiz aquilo para que não tivesse ilusões a meu respeito. ― e porque eu precisava me distanciar, depois da merda intensa que me fez sentir. Mas, ela não precisa saber disso. ― Não faço romance. Essa porra sentimental é departamento do Stone, não é comigo. Queria me assegurar de que não se apaixonasse por mim.

Ela bufa e me olha incrédula.

― Você fala sério? ― indaga ironicamente. ― Consegue se ouvir, Elijah? Você é um filho da puta arrogante, sabia disso? ― eu trinco os dentes, cerrando meus punhos. ― Me apaixonar por você? ― ri desdenhosamente. ― Talvez no dia em que os porcos voarem, querido. Ah, e só para constar, sua tática de merda funcionou muito bem. ― ela vira as costas, abrindo a porta do carro. ― Quero distância de você agora.

― Você está esquecendo que mesmo com o encerramento do clip, ainda temos a campanha de Natal? ― rosno, batendo sua porta fechada, a empurrando de costas contra ela. ― Está presa comigo, Sara. ― ela tenta me acertar entre as pernas, mas sou mais rápido dessa vez. Sorrio. ― Diga-me, baby, você está mais irritada comigo, ou com você, porque também não consegue parar de me querer?

Ela levanta o queixo em desafio. 

Seu rosto está livre de maquiagem e mesmo assim, nunca vi uma mulher mais bonita. Seus olhos brilham sob os raios de sol, os cílios longos baixam um pouco, quando seu olhar pousa em minha boca. 

Ela também não consegue parar de sentir essa merda entre nós. 

― Você planejou isso? Colocou-se na campanha apenas para minar as minhas forças, com sua sedução perversa? ― murmura, sua respiração pesada como a minha. 

Colo-me mais à ela, cavando meu pau em sua barriga. 

― Não. O Stone disse a verdade. Nós nos revezamos nas campanhas e essa é a minha vez. ― não posso deixar a satisfação de fora do meu tom. A brisa bagunça seus cabelos, e eu inalo seu cheiro inebriante de frutas. ― Chame isso de destino, pequena fada. ― sussurro, retirando as mechas do seu rosto, olhando-a nos olhos.

― Se há mesmo essa coisa de destino, ele está sendo um filho da puta comigo. ― ela resmunga e eu sorrio brevemente. 

adoro sua língua afiada, essa boquinha suja. 

Olha minha boca outra vez e solta um suspiro cansado. 

― Não vou fazer aquilo de novo, Elijah. Não sou uma garota que faz casual. 

― Você já fez de novo, Sara. ― aproximo mais minha boca da sua num sussurro. ― Na água. Nós fodemos lá. 

Seus olhos nublam um pouco e ela geme, seu rosto corando com a lembrança.

― Aquilo era encenação, não conta. ― diz veementemente. 

Não sei a quem quer convencer, se a mim ou a ela mesma.

Abro um sorriso sacana e empurro meu pau um pouco mais embaixo em sua pélvis. Ela rosna meia dúzia de palavrões, mas sua respiração fica mais ofegante.

― Você sabe que o que fizemos embaixo d’água não estava no script, baby. Ninguém lhe disse para esfregar sua boceta gostosa, no meu pau. ― ela geme baixo. Levo minha boca para o seu ouvido e lambo seu lóbulo, sussurrando: ― E ninguém me disse para comer seu rabinho apertado com o meu dedo e nos fazer gozar tão forte, quanto um trem de carga.

― Seu bruto! ― ela rosna baixo, seu tom cheio de luxúria. 

Eu rio, puxando para trás para olhá-las nos olhos. 

Está lutando para parecer controlada, mas seu corpo está tremendo contra o meu. 

Gemo, enfiando minha coxa no meio das suas. 

― Nós vamos foder de novo, Sara. ― digo com convicção, massageando sua boceta com a perna. Ela resfolega, entreabrindo os lábios perfeitos. ― Pode não ser hoje, nem amanhã, mas não se iluda. Meu pau estará dentro de você de novo e dessa vez, só saio quando tiver matado minha fome. Isso que sentimos é muito forte. Eu sei que você sente isso também. ― ela sente, eu sei que sente e não tenho qualquer problema em me aproveitar disso. ― Venha comigo e vamos conversar, pequena fada. ― seduzo-a, meus olhos fodendo os dela. ― Você quer. Sabe que quer. 

Eu vejo a batalha clara em seu semblante. 

Ela quer, mas, vai me fazer trabalhar duro. 

De novo. 

E eu estaria mentindo se dissesse que não sinto uma ponta de orgulho por Sara não cair aos meus pés, como qualquer vadia faria mesmo depois do que eu fiz. 

Ela é extraordinária. 

Quanto mais perto eu chego, mais eu a quero. É inteligente, espirituosa, tem um humor ácido pra caralho e o mais importante, não me quer para fazer alpinismo social. 

― Não. ― ela sussurra, então sacode a cabeça e completa com voz mais firme: ― Não sou uma de suas vadias.

Merda. O que eu disse sobre trabalhar duro?

― Não haverá mais vadias, prometo. Vamos explorar tudo o que tiver para explorar entre nós. ― ela me lança um olhar cauteloso. ― Esse sou eu, Sara. Não faço promessas de amor eterno. Mas, posso lhe prometer que quando eu quiser foder outra, vou dizer isso a você e encerramos. Isso é tudo que posso dar. ― travo nossos olhares. ― É pegar ou largar.

Ela me sonda como se quisesse enxergar minha alma. 

― Você vai me levar à sua casa? ― sua pergunta me pega de surpresa.

O quê!?

― Minha casa? ― repito, meu tom como uma recusa e ela abre um risinho sujo.

Filha da puta, esperta de uma figa! 

Sabe que eu não levo mulheres para a minha casa. Eu e os caras nunca levamos comida para casa. 

― Sim, sua casa. Eu não sou uma puta que você vai comer em seu apartamento de foda. Quer tirar essa atração filha da puta dos nossos sistemas? Me leve à sua casa. ― sibila baixinho. Porra, que trapaceira! Estreito meus olhos nos seus. Há desafio em todo o seu rosto. ― É pegar ou largar, garoto da guitarra.

― Eu não levo...

― O quê? Vadias em sua casa? ― bufa, me empurrando e eu lhe concedo espaço. Ela abre a porta do carro novamente. ― Aí está, Elijah, eu não sou uma vadia e você continua me tratando como uma. Porra! 

Estou sem palavras. Minha mente girando tentando encontrar um meiotermo. Tenho várias casas espalhadas pelo mundo. Será que conta se eu levála em uma dessas? Pelo olhar em seu rosto, posso imaginar aonde ela vai me mandar enfiar essa proposta... 

― Sua casa, ou nada feito. ― ela torce o narizinho atrevidamente e entra, se acomodando atrás do volante. 

Continuo lá, parado a olhando manobrar para sair. 

Pouco depois, sai sem sequer me olhar, cantando pneus. 

Cachorra gostosa! 

Estou sorrindo como um idiota vendo-a se distanciar. 

Por que diabos estou sorrindo? 

Ela me lançou a porra de ultimato. A cadela tá se achando muito. Levá-la na minha casa... Bufo em desdém. 

Eu nunca faço esse tipo de concessão. 

Posso fazer isso por ela? 

Jesus, por que estou sequer pensando sobre isso? 

É claro que não. 

Sem chance.

― Essa está dando mais trabalho do que o habitual... ― a voz divertida de Mat, me faz olhar para trás. Idiota.

Eu sorrio secamente.

― Ela é uma cadela geniosa do caralho. ― bufo, me dirigindo para o Range Rover. ― Vamos, me tire logo daqui. Tenho algumas providências para tomar. ― ele sorri, balançando a cabeça, tomando seu lugar no lado do motorista. ― Sara é uma tempestade, mas, estou mais do que disposto a entrar nela. ― sussurro quase só para mim mesmo, rindo com a antecipação do jogo correndo em minhas veias. ― Me aguarde, pequena tempestade...


Notas Finais


Até o próximo capítulo baby's 😘❤


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