História Desejo Irresistível - Capítulo 7


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Categorias 50 Tons de Cinza
Tags Romance_nudez_sexo
Visualizações 112
Palavras 1.309
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi amores 😍😘

Boa Leitura ❤

Capítulo 7 - "Telefonema"



Los Angeles, Estados Unidos...


             (Elijah)

 

Eu empurro o rosto da vadia no estofado e me enterro profundamente em seu rabo quente. Um rosnado alto deixa meus lábios. Uma das mãos está firmemente enrolada em seu pescoço e a outra na parte baixa de suas costas, mantendo-a presa sobre o braço do sofá, enquanto a fodo por trás. 

Seu corpo moreno e esguio, os cabelos escuros caindo sobre as costas, me dão a ilusão que preciso. Sara. Fecho os olhos e rosno mais e mais, comendo a garota, como se minha vida dependesse disso. 

Ela está ofegando em busca de ar. Eu não me importo e não lhe dou trégua, fodendo seu cu bruscamente, todo o tempo imaginando Sara embaixo de mim, tomando o meu pau em sua bundinha perfeita. 

Eu sei que será apertada. Ela não é uma vadia. Não transa indiscriminadamente por aí. Seu corpo deve ser todo firme, naturalmente e seus buracos tão apertados, porra! Eu posso sentir meu pau engrossando com a mera fantasia de estar comendo-a, rasgando-a, esticando-a toda, mantendo-a na linha tênue entre dor e prazer. Eu preciso desesperadamente gozar dentro dela. 

Sara! Eu estou perto. Tão perto, porra! 

Eu deslizo uma mão para seu clitóris e o esfrego. A garota ofega, seu rabo relaxando ainda mais para o meu ataque. Não perco tempo, estocando com força, perseguindo meu clímax.

― Porra, tão gostosa... ― eu respiro agudamente, minhas bolas encolhendo na iminência do gozo. 

A garota grita, gozando escandalosamente e eu a sigo, jorrando em seu canal apertado. 

Jesus! Minhas pernas amolecem, enquanto eu gozo duro. Muito duro.

Minha respiração está engatada. Minha mente momentaneamente entorpecida pelo prazer. Ela está balbuciando algo e eu saio dela. Livro-me rapidamente da camisinha no carpete. Fecho meu zíper e vou em direção ao bar, servindo-me de uma dose generosa de uísque. 

― Meu nome é Shirley. ― a ouço atrás de mim. ― você ficou me chamando de Sara... ― ah, então era isso que estava tentando me dizer. Eu resmungo um palavrão. Merda! Eu preciso foder logo aquela cadela e acabar com essa obsessão do caralho. ― quem é Sara?

Bufo e me viro, encostando na bancada. 

Ela está subindo a calcinha. Eu nem mesmo a despi. Não era necessário. Peguei a vadia no bar, logo após meus companheiros, paus mandados, terem saído, correndo para suas mulheres. 

Eu precisava gozar. Ela estava lá, me oferecendo tão acintosamente. A peguei e trouxe para meu apartamento de foda. Gozei duas vezes, uma em sua boca e outra na bunda. Agora é a hora de mandá-la para fora. 

Eu rio sombriamente.

― Não é da sua conta, querida. ― digo conciso e seu rosto franze em mágoa dissimulada. 

Ela era bem parecida com Sara quando a peguei. Agora... Nem tanto.

Talvez tenha sido porque meu pau estava tão duro depois de mais uma discussão com a cadela irritante, que abaixei meus padrões e peguei qualquer uma... Sua aparência é grosseira comparada à Sara, posso ver com mais clareza agora. Porra! Sara está me fodendo com sua recusa. Quem ela pensa que é para me dispensar? E por que diabos, tenho fodido vadias, que se parecem com ela ultimamente? 

Eu tenho uma queda por morenas, para ser sincero, mas, nunca dispensei as loiras, ruivas, mulatas, orientais e... A lista é longa. Para ir direto ao ponto, eu amo as mulheres. Amo tê-las embaixo de mim. É isso. No entanto, meu pau está obcecado com Sara. Enquanto eu não comer a cadela não vou voltar a ser eu mesmo. Preciso agilizar essa merda. 

― Ouça... Eu tive realmente um bom tempo, mas, você precisa ir agora. ― informo-a calmamente e seu rosto torce.

― Você está falando sério? ― faz beicinho. ― eu pensei que...

― Qualquer coisa que tenha pensado, baby: garanto que foi unilateral. ― digo, tomando um gole da minha bebida. Ela fica rubra de irritação.

― Você é mesmo um idiota, sabia? ― sibila, pegando sua bolsa na mesinha de centro. ― eu pensei que você era diferente. Pensei que...

Eu rolo os olhos. Lá vamos nós! Essa parte é sempre um pé no saco. As vadias não entendem que foder com um cara que conhecem em um bar, não é uma merda aconselhável. Elas não sabem que esse tipo de cara, jamais as levará para apresentá-las à mamãe? Patéticas.

― Querida, não finja que não entendeu o que isso significava. ― digo, em meu tom entediado. ― eu queria foder, você queria foder. Fodemos. Foi gostoso. Agora é hora de dizer adeus. 

― Eu vou dizer na imprensa quem você realmente é! Seu filho da puta! ― ela brada.

Uh! Estou me cagando de medo. Eu rio debochado. Na verdade eu gargalho, o que só a irrita mais.

― Eu pareço alguém preocupado, com o que a imprensa diz a meu respeito, princesa?  ― cuspo friamente. ― aqui está a coisa, querida. ― fulminoa, com meu olhar. ― não abra a porra das pernas, para caras aleatórios, em bares. Isso vai te poupar de situações como essa, no futuro. 

― Mas, você é... É... ― ela balbucia em busca de palavras.

― O quê? Uma celebridade? ― ofereço em tom sarcástico. ― e por isso não caio na categoria de aleatório? ― meneio a cabeça. ― Não se iluda, querida. Sou tão aleatório quanto qualquer outro cara, naquele bar e como todos os outros, eu só queria uma foda rápida.

― Seu grande idiota! ― ela berra, perdendo a compostura.

― Me diga algo que eu não saiba. ― eu zombo, rindo da sua afronta. Porra! Porque a achei mesmo, remotamente parecida com Sara? Ela é feia pra caralho! Agora que a estou vendo sem a névoa do sexo, puxando minhas bolas. ― Não deixe a porta bater na sua bunda quando sair, docinho. ― completo e lhe dou as costas, fazendo meu caminho para a varanda. 

Mat está guardando a porta, ele saberá o que fazer. Solto um longo suspiro quando ouço a porta bater com força. Mulheres... 

Debruço-me no parapeito e inspiro a brisa noturna, observando as luzes de LA. Acendo um cigarro e puxo algumas tragadas relaxantes. Um riso repuxa minha boca quando lembro que amanhã, começa a queda da pequena fada.

Eu vou comer essa vadia antes mesmo das gravações desse vídeo clip encerrarem, escrevam o que estou dizendo. Me aguarde, Sara. Agora é pra valer. 

Meu telefone toca. Eu franzo o cenho para o número desconhecido. Mat fica louco quando atendo esse tipo de chamada, mas, atendo assim mesmo. 

― Elijah? ― uma voz feminina e trêmula chama, do outro lado. Eu não a reconheço.

― Sim, quem quer saber?

Há uma pausa longa, apenas o som áspero da respiração do interlocutor.

― Sou Liana. ― isso ainda não me diz porra nenhuma. ― sou mulher do seu pai.

Gelo desliza em minhas veias com suas palavras. Que porra de brincadeira é essa?

― Deve haver algum engano, senhora. ― digo com dentes cerrados. ― o único pai que eu conheço é casado com a minha mãe.

― Me refiro a seu pai biológico, David. ― eu fecho os olhos, tentando a todo custo não mandar a vadia ir se foder.

― Repito: isso é a porra de um engano. ― rosno. ― o nome do meu pai é Rick. 

― Ouça-me, por favor. ― há uma nota desesperada em sua voz. ― David está muito doente...

― E o que eu tenho a ver com isso? ― indago friamente.

Ela puxa uma respiração longa. Eu ainda não sei, por que não encerrei, essa ligação.

― Ele... Seu pai está morrendo.

Eu fico sem palavras por alguns segundos. Que merda é essa?

― Já vai tarde. ― cuspo e arremesso o celular contra a parede. 

Viro o conteúdo do copo e puxo tragadas furiosas no meu cigarro. 

Foda-se, caralho!

***


Notas Finais


Até o próximo capítulo baby's 😘❤


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