História Desejo Proibido - Capítulo 17


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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Tags Criminal, Psicólogo, Sequestro
Visualizações 104
Palavras 1.035
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá pessoal, eu sinto muito pelo atraso, tenho ficado sem tempo para escrever mas agora eu estou aqui. Espero que perdoem qualquer erro ortográfico caso tenha, eu revisei esse capítulo mas pode ser que algum erro tenha passado despercebido.

Capítulo 17 - Ameaças Irrelevantes


Fanfic / Fanfiction Desejo Proibido - Capítulo 17 - Ameaças Irrelevantes

Eu conheci faces que desaparecem no tempo, me encontro embrulhado no vidro e lentamente ensopado no limo, todos os meus amigos têm fotos feitas para fazer você chorar. Eu tenho visto isto e pensado o que eu fiz para petrificar.  E enquanto fecho meus olhos, eu sinto tudo escapando, eu vou em sua direção. Todos nós fomos deixado pra trás, nós deixamos tudo escapar.

Left Behind , Slipknot

Justin Bieber

Assim que eu enterrei o corpo de Cameron e a arma que o matou no quintal, eu faxinei todo o chão tirando todos os vestígios de sangue de Cameron. Eu passei horas e horas limpando, tirando tudo que poderia indicar que eu assassinei o maldito do Cameron Parker. Assim que eu terminei de limpar tudo, eu não consegui descansar nem um minuto, pois batiam na minha porta com a maior brutalidade possível como se estivessem querendo derrubar a mesma.

Comecei a me questionar se era a polícia que estava batendo na porta a procura de Cameron. Mas logo descartei aquela hipótese não tinha como ser eles, Cameron não tinha parentes que se importavam com ele, ele era um zé ninguém.

— Já vai meu, você nunca ouviu a frase a pressa é inimiga da perfeição? — Gritei para a pessoa que estava batendo que nem louco ou louca na porta.

Assim que cheguei até a porta eu abri a mesma e dei de cara com o déspota do Brandon. Até a visita da polícia seria mais agradável do que a do Brandon, aquele verme nojento achava que mandava em mim e que tinha algum controle sobre mim. Odiava quem tentava me controlar.

— O que foi que combinamos? — Perguntou ele entrando com tudo para dentro da minha casa. Assim que ele passou para o lado de dentro da casa, eu fechei a porta da sala e olhei para o sofá e vi Brandon se sentando no mesmo, aquele filho da puta estava ficando muito folgado. Eu acho que eu estava dando muita liberdade para aquele abusado.

— Que isso? já vai entrando na minha casa dessa maneira, tá louco meu? — Perguntei irritado com a atitude dele desviando totalmente da pergunta que ele havia feito.

— Você ainda não me respondeu, seu incompetente! — Gritou ele irritado. — Por que não matou a Victória como havíamos combinado?

— Eu apenas prometi que iria sequestra-lá não que iria mata-lá. — Respondi na defensiva.

Maldito dia em que conheci Brandon Fraser no jogo de poker, aquele maldito pegou todo o meu dinheiro e ainda por cima exigiu que eu sequestrasse e em seguida matasse a Victória. Quando ele me mostrou a foto da Victória eu vi que a mesma era filha de uma de minhas pacientes no meu consultório de psicologia, eu prometi a ele que iria sequestra-lá e que nunca mais ele iria ve-lá mas por culpa do estúpido do Cameron, Victória fugiu.

— Não mude o rumo da conversa, eu quero ela morta, você vai mata-lá de um jeito ou de outro. — Falou ele me dando ordens. Odiava receber ordens.

— Eu prometi que iria me livrar dela mas não prometi como iria fazer isso, então não me diga o que fazer, seu infeliz. — Respondi irritado com a atitude de Brandon.

— Mário você não se apaixonou pela Victória né? — Perguntou Brandon.

O infeliz achava que o meu nome era Mário porque foi esse o nome que eu dei a ele quando o conheci, em hipótese alguma ele podia descobrir o meu verdadeiro nome, se ele descobrisse o meu nome poderia arruinar a minha carreira como psicólogo.

— Apaixonado pela Victória? Que hipótese mais ridícula.

— Então me responde, por que não a matou? — Perguntou Brandon franzindo a testa.

— Porque eu queria preservar a vida dela, aliás ela é um ser humano com uma vida toda pela frente. — Respondi tentando convence-ló.

— Conta outra, Mário, você não valoriza a vida de ninguém nem a sua vida você valoriza. Sempre quando você tem a oportunidade de matar alguém você mata. Quero que você se livre da Victória de uma vez por todas, eu não a suporto! Quero que suma com ela, com a mãe dela e com o Nicholas, quero me livrar deles de uma vez por todas e viver uma nova vida ao lado da Felicity.

Felicity era uma prostituta que Brandon havia conhecido no jogo de poker, segundo Brandon, Felicity foi quem deu sorte para ele. O otário do Brandon achava mesmo que a Felicity o amava e estava disposto a se casar com ela, Brandon vivia gastando o dinheiro dele para satisfazer os luxos de Felicity, estava mais do que na cara de que Felicity era apenas uma interesseira que só estava com Brandon porque ele comprava tudo que ela pedia.

— Você quer que eu suma com eles? ótimo, eu irei sumir, agora sai da minha casa agora seu estúpido, anda saia logo. — Gritei apontando para a porta sugerindo para ele sair da minha cabana.

Assim que eu disse aquilo Brandon se levantou do sofá e caminhou em minha direção, ele olhou por alguns segundos para mim sem dizer absolutamente nada.

— Eu irei embora mas eu irei voltar. — Assim que ele disse aquilo, o mesmo caminhou até a porta e foi embora.
                                                                                                                            •••

Assim que anoiteceu eu aproveitei para ir até a casa de Victória para saber como ela estava, deixei meu carro estacionado a quatro quarteirões longe da rua de Victória e caminhei até a casa dela. Me aproximei da janela do quarto de Victória e por sorte a vista para dentro do quarto dela, estava nítida. Victória estava conversando com um homem de olhos verdes e de cabelos castanhos, com certeza ele era o namorado dela. Ele começou a falar algo para ela e em seguida a beijou, ela retribuiu o beijo e eu senti o meu sangue ferver.

Eu tinha que dar um jeito de conseguir Victória novamente, eu tinha que dar um jeito de me livrar das exigências que Brandon me impôs. Eu iria dar um jeito de conseguir Victória novamente, eu iria cumprir a promessa que eu havia feito a Brandon, de um modo ou de outro.

 


Notas Finais


Então gostaram do capitulo? eu sei que foi um pouco (ou muito) curto mas eu prometo que eu irei recompensar.

Personagens: https://tomorrowsfic.tumblr.com/personagensdp


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