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História Desejos - Capítulo 4


Escrita por: BrunaLarissa32

Notas do Autor


Chegou a hora de contar os momentos finais dessa história linda e curta e deliciosa para vocês

Capítulo 4 - Feliz Natal


Ela acordou com um barulho de papel sendo amassado.Espreguiçando-se no sofá de couro, Peterson abriu os olhos, virou a cabeça e deu de cara com Roman embrulhando alguns presentes. Ou melhor, tentando fazer isso.

 

“ Você está destruindo esse papel de presente”, ela murmurou, se lembrando vagamente de ter sido carregada da sala de jantar até o sofá. O fogo ainda crepitava de leve, a música continuava tocando baixinho. Apesar de estar em um lugar estranho, ela se sentia em casa ali.


Vestindo apenas uma calça de moletom cinza surrada, Roman estava ao alcance de sua mão. Ele se virou e apoiou o braço sobre as pernas dela. “ Estou tentando não fazer isso, mas, quanto mais eu tento, pior fica.”


“Precisa de ajuda?”


Ele fez que sim com a cabeça e abriu um sorriso de menino com a barba por fazer e os cabelos despenteados, estava quase bonito demais para ser verdade. Inclinado sobre ela daquela maneira, a musculatura do peito e dos braços sobressai de maneira marcante. Ela hesitou por um instante, mas não resistiu à vontade de tocar os cabelos dele. Eram grossos e sedosos, e renovaram seu desejo. Quando ele se virou para beijar seu pulso, ela sentiu um leve frio na barriga. 

Não seria nada fácil esquecê-lo .

Soltando um suspiro resignado, ela se sentou e se ajeitou às costas dele, envolvendo-o com as coxas. Ele se encostou nela e bocejou. Ela olhou no relógio do aparador da lareira e viu que eram duas da manhã. 


"Também, cansado como está, você não vai conseguir embrulhar nada”, ela comentou. “Por que você não dorme um pouco? Amanhã eu te ensino a fazer isso.”


Ele a abraçou pelas panturrilhas e a olhou de baixo para cima. “ Se eu dormir, você ainda vai estar aqui amanhã de manhã?” 

“Ai, Roman.” Peterson encostou o rosto na cabeça dele. 

“Não seja bobo.”

“Você está falando com um cara que fez o jantar pelado.”


Passando a boca nos cabelos dele, ela resolveu mudar de assunto. “ Você tem fita dupla face?” 

“Hã? Acho que vem safadeza por aí…"

Ela riu e se apaixonou um pouco mais. “Para os presentes.”

“Ah… que pena. Não. Só durex comum mesmo.”

“Muito bem, então, seu tarado.” Ela olhou para trás. “Vamos ver o que temos aqui.” 


Ele se virou e a beijou no rosto. 

O coração dela começou a bater a mil, e ela precisou limpar a garganta antes de falar. “Você deixou sobrar muito papel nas pontas. É por isso que está tão difícil dobrar sem amassar.”

Roman pegou a tesoura e cortou os excessos. “Só isso? Agora vai dar?”

“Sim.” Ela pôs os braços sob os dele e mostrou como dobrar as pontas. “Agora é só colar.” 

“Aqui?” A voz dele se tornou mais grave, com os seios contraídos nas costas dele e o nariz perto do pescoço,  a intimidade entre os dois era inegável.

“Isso mesmo”, ela murmurou, largando o presente e se recostando de volta. Ele segurou as mãos dela antes que seus corpos se afastassem. 

Fazendo-a segurar em seu peitoral, Roman murmurou: “Quero você tocando em mim”.


Ela engoliu em seco, sentindo aquela pele quente. 

E, com a ponta dos dedos, acariciou de leve os mamilos dele. Soltando um gemido, ele baixou os braços para as laterais do corpo.


Ele se recostou no colo dela de novo, e a visão de seu rosto enquanto sentia prazer foi mais do que ela era capaz de suportar. Peterson desviou os olhos e observou a mesa de centro, a tevê de tela plana e a árvore de Natal perto da porta de vidro.


“Você não vai enfeitar a árvore?”, ela perguntou.

“Não.” A voz dele saiu em um murmúrio grave.

“Comprei a árvore por sua causa e esqueci as porcarias dos enfeites.” 

As mãos dela pararam de se mexer. “Por minha causa?” Ai, meu Deus. Acho que vou chorar.


“Isso mesmo. Eu percebi por aquele seu bloquinho e pela arvorezinha na sua mesa  que você deve gostar de verdade do Natal. Eu também gosto, mas como a ceia vai ser na casa da minha irmã, nem comprei uma árvore. Mas, para você, eu senti que precisava criar um clima natalino na casa.”


Ela se virou e sentou no colo dele. Frente a frente, os dois ficaram se olhando.


“Desculpa por ter esquecido os enfeites”, ele falou.


Ele segurou o rosto dela entre as mãos e a beijou.

Ao contrário do beijo ardente e possessivo que eles trocaram no escritório, aquele foi mais carinhoso , acariciando-a de leve com a língua. Peterson o envolveu nos braços e o beijos com toda a sua vontade. com gratidão. com desejo. com amor. 

Ela se afastou e respirou fundo. “ E o que você quer de Natal?”


“Isso que estou fazendo. Amor com você.” 


Roman mexeu os quadris, e ela notou o quanto ele estava excitado.

Era um presente que dispensava embrulhos. E palavras. Ela levantou a saia, e ele abaixou as calças. Ela o envolveu. Primeiro com a camisinha, depois com seu corpo. Ele grunhiu, ela gemeu alto. Eles foram se movendo juntos, sem a pressa das vezes anteriores.

Com as  mãos nos ombros dele, ela o acolheu profundamente, se erguendo e descendo novamente no ritmo dos sons que ele fazia. Contraindo os músculos para acariciá-lo por dentro. Tirando a blusa e o sutiã para sentir o toque dele na pele nua.


“Eu queria você”, ele disse com a voz rouca, controlando os quadris dela com as trêmulas.

“Tanto, tanto… Minha nossa, você é demais.”


Peterson continuou sem pressa, fazendo de tudo para prolongar o tempo que ainda tinham juntos, que inevitavelmente chegaria ao fim.

O dia não demorou a amanhecer. Quando a luz do sol que surgia no céu entrou na sala através da porta de vidro, ela cobriu Roman com um cobertor e apanhou sua bolsa.


“Feliz Natal”, ela sussurrou, parando por um instante na porta para vê-lo dormindo no sofá uma última vez.

O Clique da fechadura serviu como o adeus que ela não foi capaz de dizer.


“Ora, que surpresa”, disse Blake ao abrir a porta.

“Faz mais de um ano que você não aparece na minha casa, Roman . E estava com uma aparência muito melhor da última vez.”


Ele balançou a cabeça e a beijou na testa. “Preciso de um favor,e espero que você não me considere um canalha por estar pedindo isso. Você sabe onde a Peterson mora? “

A loira alta piscou os olhos várias vezes , surpresa. “Uau. Espera aí. Não era bem isso que eu esperava.” Ela bufou e abriu caminho para ele. “Entra.”


Roman obedeceu, mas ficou parado perto da porta.

Três dias haviam se passado sem que tivesse notícias de Peterson. Caso não conseguisse encontrá-la logo, ele acabaria enlouquecendo.

Blake o encarou por um momento, e depois foi até o balcão da cozinha, onde estava sua bolsa. “Eu não quero mais nada com você, pode acreditar.” Ela pegou seu BlackBerry e uma caneta. Enquanto escrevia, ela falou:

“Mas sou obrigada a perguntar o que você viu na Peterson.”

“Porra. que tipo de pergunta é essa?” Ele passou as mãos pelos cabelos.

“Sei lá. Eu só queria saber se o que dizem por aí é verdade. Que a gente precisa se fazer de difícil pra arrumar um bom partido.”

Ela foi até ele e entregou um cartão de visita com um endereço anotado no verso.

Ele respirou aliviado, e enfiou o cartão no bolso.

“Acho que no começo esse joguinho é divertido. Mas agora está me dando nos nervos. Eu agradeço, Blake. de verdade.”


“Ei, Roman.”

Ele parou na porta, deixando bem clara sua impaciência. “Quê?”

“Você não vai até lá agora, não é? A Peterson e o kevin estavam…”

“E quem é esse Kevin, porra?” Todos os músculos de seu corpo ficaram tensos ao ouvir o nome de Peterson ser vinculado ao de outro sujeito.

Blake arregalou os olhos. “Ai, merda… você não sabe.”

“Claro que não.” Ele voltou a entrar na casa. “Mas você vai me contar.”

Ela suspirou. “É melhor você sentar um pouco.”


Pela janela de seu carro, Roman viu Peterson descer do Grand Cherokee e caminhar pelo cimento gelado da entrada para carros até a porta da frente. A casa onde ela morava tinha um estilo antigo e aconchegante, com toques pessoais bastante evidentes. Ela parecia triste, e ele sabia por quê. Ele a viu sair com Kevin Martin apenas uma hora antes, mas agora estava sozinha.

Peterson tinha família.

Ele era o intruso.

Respirando fundo para tomar coragem, ele saiu no tempo frio e bateu a porta do carro com força suficiente para chamar a atenção dela. Peterson olhou para trás e deteve o passo de repente. Ele caminhou em sua direção com passos decididos, em parte furioso e em parte magoado mesmo.


“O que você está fazendo aqui?”, ela questionou, em um tom de voz baixo, mas que denota certo pânico.

Ele não respondeu. Em vez disso, tirou as mãos do bolso do casaco, puxou-a para perto  e a beijou na boca.

Quando os lábios dos dois se encontraram, ele gemeu.

Quando a hesitação dela se transformou em ardor, ele teve certeza de que ainda havia uma chance.

Ela ainda o queria.

Ele a ergueu do chão e a carregou no colo até a porta da casa. “Abre”.


“Roman…”

“E é melhor abrir logo, se não quiser que os vizinhos vejam.”


Com as mãos trêmulas, Peterson enfiou a chave na fechadura e, quando virou a maçaneta, eles entraram e ele bateu a porta atrás de si com o pé. Ela se virou, e ele a prensou contra a parede do hall.

“Eu senti sua falta”, ele disse com a voz embargada, com as mãos inquietas, tentando apalpá-la através da jaqueta grossa que vestia. “ Senti sua falta a cada minuto desde que você foi embora.”

“Não faça isso comigo, Roman.” Ela jogou a cabeça para trás e prendeu a respiração quando os dentes dele roçaram seu pescoço. “Nós tínhamos um acordo. A lista de desejos, e depois assunto encerrado.” 

“Mas o nosso assunto ainda não está encerrado”, ele argumentou. “ Não estamos nem perto disso. E, se depender de mim, não vai se encerrar nunca.”


“Quê?”

Peterson encarou o rosto bonito de Roman, com sua expressão irritada, e achou que fosse desmaiar. A barba estava por fazer, e os olhos estavam vermelhos. Os cabelos estavam desgrenhados de tanto passar os dedos, e a boca, contorcida. Ele parecia estar sofrendo o diabo, mas mesmo assim o coração dela bateu mais forte ao vê-lo.


“Eu te amo, Peterson.” Ele pegou a mão dela e a posicionou sobre seu coração.”Está sentindo? Isso é puro pânico. Estou morrendo de medo de que você diga que isso não basta se for a única coisa que eu tenho a oferecer.”


As lágrimas escorreram pelo rosto dela. “O Kevin…”

“Você devia ter me contado que tinha um filho, Peterson. Não consigo entender por que você não fez isso.” Roman abriu a jaqueta dela e jogou no chão.

“Agora você já sabe por que as coisas entre nós não vão dar certo”, ela falou com a voz trêmula.


“Eu não sei de porra nenhuma, Peterson. Porque você não me conta.” Ele enfiou as mãos por baixo da blusa dela e apertou seus seios. Ela se derreteu toda nas mãos dele. “Pensa rápido. Lá na cama ou aqui no chão.”


“Meu Deus.”


Ela foi caminhando pelo corredor com passos cambaleantes, e ele foi atrás. com os olhos arregalados e o coração disparado, ela viu quando ele tirou a jaqueta e a camisa. Quando ele começou a abrir a braguilha, ela engoliu em seco. O amante carinhoso de três noites antes não estava mais lá, e a excitação que ela sentiu a deixou até tonta. 


“Roman…”


“Eu tiraria essa blusa se fosse você, porque a coisa vai ficar quente.” Ele abaixou as calças o suficiente apenas para liberar o pau duro e as bolas. Depois sacou uma camisinha do bolso de trás e avançou ameaçadoramente na direção dela.

Arrancando a blusa por cima da cabeça, ela apertou o passo e quase correu a distância restante até o quarto. Roman foi logo atrás. Ela estava quase no pé da cama quando enfim se livrou do sutiã. Logo em seguida, ele estava em cima dela, com seu corpo esguio a encobrindo. Ela sentiu os pelos do peito dele em seus mamilos e respirou fundo, abrindo a boca para receber uma língua ávida. Um grunhido grave reverberou pelo corpo de Roman, e ele deu um puxão nas calças dela.

“Tira.”

Ela se debatia desesperadamente, mexendo as pernas. “Estou tentando.”

“Tenta com mais vontade.”

Abrindo um sorriso, ele se despiu e logo sentiu a mão dele no meio de suas pernas, acariciando seu sexo e massageando o clitóris. O sorriso desapareceu de seu rosto em um instante - ela começou a gemer e se arquear na direção dele.


“Você sentiu minha falta?”, ele murmurou, mordendo a orelha

a dela. 

“Senti...Humm...demais.”


Dois dedos a penetraram, deixando-a ainda mais molhada.

“Abre as pernas.”

Roman montou sobre ela, arreganhando ainda mais suas coxas com os quadris antes de possuí-la com uma estocada profunda, de tirar o fôlego.. Depois a segurou pelos cabelos e começou a meter com força.


“Roman!” Peterson se contorceu sob seu corpo, tentando se mover, mas imobilizada pelos cabelos e pelo pau dele.

Roman apoiou todo o seu peso em um dos cotovelos e usou a mão livre para erguer a perna dela e apoiar sobre seu quadril, para poder entrar ainda mais fundo. Ela ficou só observando, ofegante, sentindo cada nervo de seu corpo se retesar. A cintura dos jeans dele roçava na parte interior de suas coxas, um lembrete constante da urgência e do desespero de Roman para tê-la.


“O assunto entre nós não é só sexo”, ele insistiu, ofegante.

“Eu sei.” Ela pôs as mãos sobre as costas suadas dele.

“Não é só um casinho temporário.”

“E-eu… “Ela sentia o pau dele deslizando dentro de seu corpo. “Eu sei.”


Afundando o rosto no pescoço dela, ele falou no ouvido dela: “Eu te amo”. Ela se derreteu de vez, e se deixou invadir por um orgasmo que a fez gritar com força o nome dele, e Roman a encheu de amor.

E esperança.


Roman puxou o rosto dela para juntos de seu ombro suado e falou: “Conversa comigo, Peterson. Me diz o que está pensando, para a gente poder se acertar”.

Ela encolheu os ombros, desanimada. “Não sei nem por onde começar.”


“Começa pelo seu ex-marido”, ele sugeriu. “Me conta sobre ele.”

“David é um cara legal. É bonito e charmoso, e um bom pai. Só não conseguiu manter o compromisso comigo. Acho que ele até queria, mas não conseguiu.”

“Querida, eu não sou como ele. Posso até ter esperado a vida toda por alguém como você, mas isso não significa que não sei assumir um compromisso.”

“Ele arruma uma namorada nova a cada mês”, ela continuou. “Kevin tem um bloquinho onde o pai anota o nome delas, para ele não se confundir. Isso já aconteceu, e foi uma tremenda confusão.” Ela começou a passar a mão no quadril dele. “Eu não posso fazer isso com o meu filho,Roman.”


Ele a acariciou com o rosto. “Não é isso que estou pedindo, só estou pedindo para você me deixar entrar na sua vida, e de forma permanente. Só quero poder te amar, e estar ao seu lado. Você não vai se arrepender."

Quando viu o brilho nos olhos azuis de Roman, o coração dela amoleceu. “Eu estou com medo. E não só pelo meu filho. Por mim também.”


“Eu sei. Eu também estou com medo.” Ele a beijou na boca. “Estou com medo de que você não queira nada comigo porque não confia em mim.”


As três noites que passou sem ele foram difíceis. Ela sentiu falta de seu toque, de fazer amor com ele, de se sentir amada e querida. E também da maneira como ele a fazia rir, e de como ficava quando estava a seu lado. “Eu quero poder confiar em você”, ela sussurrou.


“E pode confiar! Escuta só uma coisa, Peterson .” Ele se apoiou sobre um dos cotovelos e olhou bem para ela.

“Só porque você tem um filho não significa que a sua vida acabou.”

“Mas significa que as minhas vontades não vêm mais em primeiro lugar. Eu não posso…” Ela fechou os olhos. “Você não entende. Não foi nada fácil para o Kev. Eu fiquei arrasada quando me separei. E eu nem amava mais o David quando acabou.”


“Mas você me ama.” Roman segurou o rosto dela com as mãos. “Um pouco. Pelo menos o suficiente para ficar com medo. E eu fico feliz com isso, porque sou louco por você.”

A expressão no rosto dele mostrava que suas palavras eram sinceras, que ele estava se abrindo totalmente.

“E- eu não sei o que dizer.”

"É só dizer que vai me dar uma chance. Você está acostumada a levar sua vida do seu jeito, e isso vai continuar acontecendo. Eu só quero ser alguém com quem você possa contar. Alguém para abraçar você quando estiver cansada, e para fazer amor quando não estiver. Quero ser a pessoa que você vai encontrar todos os dias quando chegar em casa.”

“Nada de dormir aqui, pelo menos por enquanto”, ele avisou, sentindo que precisava pôr um freio nas ilusões românticas dele. 

“Nós podemos esticar a hora do almoço.”

“E eu não vou poder ficar com você todas as noites. Não dá para ser mãe e namorada o tempo todo. Kevin só vai para a casa do pai a cada quinze dias, e em  feriados.”

“Eu sei que a sua prioridade é o seu filho. E aceito numa boa. Na verdade, isso me faz te amar ainda mais.”


As lágrimas de Peterson não paravam de cair, e o nó na garganta dificultava sua fala. “O Kevin pode não gostar de você logo de cara.”

Roman a puxou mais para perto. “Eu sei disso também.”

Peterson franziu a testa. “Você já namorou alguma mulher que tinha filhos?”

“Não. Mas o meu amigo Oscar se casou com uma mulher que tinha uma situação parecida com a sua. Eu conversei com ela, a Remi, para tentar entender o seu ponto de vista.”


“Ah, é? O fato de Roman conversar com os amigos a respeito de seus sentimentos por ela a fez chorar ainda mais. Ela o abraçou com força, transmitindo silenciosamente toda a sua gratidão.

“Eu queria saber o que esperar. E não teria vindo até aqui se não soubesse o que estava fazendo. Não seria justo com nenhum de nós dois.”

“Então você sabe que não vai ser fácil."

“Eu não estou querendo que seja fácil, meu amor. Só estou pedindo uma chance para fazer você feliz.”

Ela não sabia mais se ria ou chorava, então fez as duas coisas. “Você é o cara perfeito pra mim.” Beijando-o no rosto, ela o rolou de costas e montou sobre ele.


“Nós passamos o ano todo tão perto, e eu não consegui ver isso.”

“Eu te amo, Peterson.” O sorriso dele fez seu coração se acelerar. Com uma mecha  de cabelo caída sobre o rosto, ele parecia mais novo, e mais vulnerável. Deitado sobre sua colcha com motivos natalinos, era o presente mais perfeito que ela poderia querer. 

Ela o beijou na boca. “Você fez todos os meus desejos se tornarem realidade.” 

“Na verdade…” Ele sorriu. “Nós esquecemos de um.”

“Ah, foi? Quando entendeu do que ele estava falando, ela abriu um sorriso malicioso. “Pois é, foi mesmo.”


Lambendo os lábios, Peterson foi descendo pelo corpo dele.

Roman fechou os olhos e soltou um suspiro de satisfação.


“Feliz Natal para mim.” 





 






 



Notas Finais


Queria muito agradecer o carinho que tiveram por essa história


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