História Desejos Ardentes - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Dragon Ball
Personagens Goku Black
Tags Goku Black, Hentai, Íncubus
Visualizações 187
Palavras 2.212
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Nem demorei.. Segue o último capítulo!

Capítulo 2 - Capítulo II - Corpos ardentes


-- Você é um tremendo canalha! – Anne o olhava, impetuosa – Você vive fazendo piadas frequentemente?

Ele riu sobre o transformar dela. De uma moça acuada, a uma que ele não havia esperado. Cheia de indagações e nem um pouco medrosa.

Mas ele sabia, que por trás dessa máscara de granito, mostrando-se forte, ela estava aterrorizada. Ele era como uma assombração em sua vida, desde aquele dia em  que se conheceram. Porque ela era curiosa e faminta, e a tentação era ele. Um amante do mal.

-- Agora sua desculpa é sobre você ser um demônio?

Ele piscou surpreso.

-- Eu não sou tão idiota. Eu sei o que é um Incubus.

-- Bem, então as coisas estão melhorando. Não preciso fazer rodeios.

-- Sei que tudo a seu respeito envolve sexo. Você obriga as mulheres a cederem para você?

-- Inferno, não. Fêmeas vinham a ele de bom grado. Ao menos elas vinham, até que ele passou pela X’genesis e ganhou as marcas faciais que brilhavam avisos para todas as coisas de demônios femininos. Agora ele precisava recorrer a artifícios para transar.

Se ele fosse como qualquer outro demônio maduro no planeta, a decepção não o incomodaria. Obrigado pelo DNA humano, querida mamãe. A parte humana nele odiava ser incapaz de ter sexo em sua forma verdadeira, odiava ter que recorrer a truques para conseguir uma fêmea para transar com ele. A parte demônio dele exigia isso.

-- Me deixar ir, Black – ela tentou persuadir – Se era o anel que você queria, eu entrego a você.

Ele desferiu um soco na parede, causando um rachadura – Não! – Seus olhos mudaram de um dourado, para um vermelho intenso.

O ar pareceu brilhar com agressão, e havia aquela sensação de perigo novamente, fazendo sua pele formigar e seu coração disparar. Apesar de tudo, algo primitivo e feminino ficou excitado dentro dela. A situação era estranha; ela não poderia negar isso. O homem que estava diante dela, realmente era algo sobrenatural.

-- Você acha mesmo que eu vim para buscar o anel, sem nada em troca? Acha que me importo com um pedaço de metal frio? Você foi o motivo...

Ele emanava força erótica e sensualidade feroz. Engolindo, ela olhou para cima quando ele se erguia sobre ela, um canto de sua boca exuberante inclinando em um sorriso mais empertigado que já viu.

Essa criatura, esse ser, esse homem, oh, sim, era assustador. Em mais formas que ela poderia contar, ou provavelmente imaginar.

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Black se permitiu um momento para deleitar-se com sua vitória, mas ele não ficou convencido. Isto ainda não terminou. Ainda assim, a evidência da atração de Anne o rodeava: um franco aroma almiscarado de excitação misturado com seu próprio e limpo aroma de baunilha amendoado. Oh, sim, apesar da situação nada peculiar, ela o queria.

Anne estreitou seu olhar para ele, mas seu tom era provocador quando disse – Como eu sei que o motivo era eu?

Piscando, ele ativou o charme – Você não sabe. Apenas deve confiar em mim.

-- Bem, pelo menos você é honesto.

-- Nem de perto tão frequentemente como eu deveria ser.

Ela ergueu uma sobrancelha – É bom saber. Vou me manter atenta a qualquer joguinho de sedução vindo de você.

Ele cruzou os dedos sobre seu próprio coração – Essa promessa, sinto, mas não será possível.

-- Eu acho que você deveria procurar outra e voltar para o quinto dos infernos que você veio! – Ela finalmente conseguiu dizer.

-- Resposta errada – A voz de Black caiu para um rosnado baixo e tenso.

-- Foda-se!

-- É exatamente o que farei com você agora!

-- Você.. – Ela balançou a cabeça – Você honestamente acha que deixarei fazer o que quiser com meu corpo?

-- Sim... – Ele arrastou seus dedos por baixo do vestido de Anne, levemente escovando seu polegar contra a virilha da sua calcinha molhada – E, aparentemente, esse mesmo corpo, está querendo e muito..

-- Eu estar molhada apenas significa que eu não posso controlar a reação de meu corpo a você. Isso não significa que eu quero fazer sexo com você. Eu te odeio.

-- Eu tenho certeza que você não odeia – Ele deslizou sua mão na cintura dela e a puxou para perto – fazendo sua respiração diminuir.

-- Tire suas mãos de mim... Eu não pertenço a você!

-- Diga isso de forma mais convincente e eu vou – Ele esperou por seu pedido, erguendo a sobrancelha, mas ela não conseguia fazer dizer essas palavras.

Ficaram olhando um para o outro, durante vários minutos, a íris dele oscilava entre dourado e um vermelho rubro, cheio de desejo, deixando aquela tensão crua e palpável construir entre eles.

Ele arrastou seu dedo contra a clavícula dela. Ela virou seu rosto antes que ele pudesse beijá-la. – Eu nunca vou dormir com você de novo.

-- Você quer dizer isso? – ele sussurrou.

-- Sim, eu quero dizer isso – Ela ignorou a sensação de sua mão apertando sua bunda. – Eu quero alguém que esteja interessado em mim e não somente pela minha vagina,

-- Eu estou  interessado em sua boca, também.

Ela não tinha resposta para isso, e ele deve ter percebido, porque ele apertou ainda mais em sua cintura.

-- Eu sei como é difícil para você dizer a verdade – ele disse suavemente – então eu preciso que você seja completamente honesta, quando eu lhe fizer esta próxima pergunta – Você pode fazer isso?

Anne concordou com a cabeça, sem fôlego, e ele se inclinou mais perto de seus lábios – Você não gosta de me foder?

-- Essa não é a questão.

-- Essa não é a resposta. Diga-me.

Ela ignorou a batida forte em seu peito – Só ficamos uma única vez.

-- E que foi inesquecível.... Tanto que estou aqui, todinho para você.

-- Eu não... – Black não permitiu que ela terminasse. A beijou.

Ela puxou uma respiração enquanto sua mão segurava seu seio direito e o apertava. Forte.

Então esmagou seus lábios contra os dela.

Empurrando-a contra a pia, ele mordeu seu lábio inferior.

Mantendo seus lábios nos dela, ele empurrou seu vestido até sua cintura – rasgando sua calcinha com um puxão.

-- Black.. – Ela tentou recuperar o fôlego enquanto ele a pegava e a colocava sobre a pia – Black, espere...

-- Pelo o quê?—Ele pegou a mão dela e colocou-a sobre seu cinto, dizendo para desatá-lo.

Anne não o respondeu. Ela deslizou seus dedos por baixo do clipe de metal e o soltou quando ele pressionou sua boca contra seu pescoço.

Arrastando sua língua contra sua pele, ele sussurrou: -- Você não sentiu falta de mim fodendo-a?

-- Foi somente uma vez – Ela puxou uma respiração enquanto suas mãos acariciavam suas coxas – Não o suficiente para sentir falta de alguma coisa....

Ele a mordeu duramente e recostou-se, olhando-a.

Sua respiração ficou presa na sua garganta, quando ele deslizou dois dedos dentro de sua vagina e provocativamente os moveu dentro e fora.

-- Parece que você sentiu falta de me foder... – Ele empurrou seus dedos tão profundo quanto eles podiam ir, fazendo-a gemer baixinho.

Anne arqueou suas costas enquanto ele acariciava seu clitóris com o polegar.

De repente, ele tirou os dedos de dentro dela e trouxe-os até seus lábios, lambendo-os lentamente – Tem sabor como se você sentisse falta de me foder também – Ele apertou outro dedo contra seu clitóris molhado e, em seguida, ele trouxe para o seu rosto – colocando-o, contra os lábios dela – Abra sua boca.

Ela lentamente deixou seus lábios entreabertos, e ele estreitou os olhos enquanto ele deslizava o dedo contra a língua. Sentindo seu pau esfregar contra a sua coxa, ela o sentiu usando a outra mão para envolver sua perna em volta da cintura dele.

-- Diga-me que você não quer transar comigo – disse ele – Que você não quer que eu enterre meu pau dentro de você agora.

Ele agarrou seu rosto e apertou seus lábios contra os dela, pegando seu lábio inferior na sua boca com os dentes.

Ela estava deslizando para fora da borda do balcão, prestes a cair, mas de repente ele a pressionou de volta contra o espelho.

Mantendo seus olhos fixos nos dele, Black a agarrou pelos tornozelos e a puxou para frente, deslizando seu pau dentro dela, quando suas pernas envolveram sua cintura.

Anne agarrava seu pescoço, enquanto ele impulsionava nela de novo e de novo.

-- Eu senti falta de foder você... Dentre todas as fêmeas humanas ou não, é você que me faz perder o controle – ele murmurou, enfiando os dedos em seu cabelo e puxando a cabeça dela para trás – Mas você não pensa assim...

-- Ahhhh – Ela gritou quando ele acelerou seus impulsos. Apertando suas pernas em volta dele com mais força, Anne tentava seu melhor para não ceder.

Fechando os olhos ela o ouviu dizer seu nome – ofegante. Porra, Anne.... Foda-se....

-- Coloque suas mãos sobre o balcão... – ele ordenou, mas ela o agarrou apertando seu aperto em seu pescoço.

-- Anne.... – ele mordeu seus ombros novamente, a fodendo mais duro do que nunca – Coloque suas mãos sobre o balcão. Agora.

Lentamente, ela soltou suas mãos em torno dele e baixou-as ao seu lado – segurando em cima do balcão frio. A próxima coisa que ela sentiu foi a sua língua rodando em volta dos seus mamilos, chupando seus seios rudemente.

Segurando o balcão mais forte quando seus beijos se tornaram mais vorazes – mais possessivos e quando ele a fodia mais e mais duro, ela sentiu-se à beira de perder o controle.

-- Black.. – ela gemeu – Black...

Ele soltou o mamilo de sua boca e deslizou as mãos por baixo das coxas dela, a pegando e fixando suas costas contra a parede.

-- Eu sei que você ama o jeito que eu te fodo, Anne.... – Ele olhou em seus olhos, forçando seu pau ainda mais fundo – E eu sei que você se tocava, toda vez que se lembrava de mim, desejando que fosse o meu pau dentro de você, em vez de seus dedos.

Seu clitóris pulsava com cada palavra sua, e ela estava mais molhada do que já esteve em sua vida.

-- Diga-me que é verdade.. – Ele apertou seus lábios contra os dela e enfiou a língua em sua boca – abafando seus gemidos com um beijo implacável com raiva – Finalmente me diga uma coisa.. Que sente, porra...

Tremores viajaram para cima e para baixo da sua espinha, e ela estava a segundos de distância de gozar, mas ele não deixava sua boca ir.

Ele ainda a estava beijando – a encarando, pedindo-a para dizer-lhe a verdade.

Ela balançou a cabeça, esperando que ele pudesse ler seus olhos e ver que ela precisava que ele a soltasse, ela precisava ser capaz de respirar.

Ele impulsionou uma última vez – acertando o seu ponto, e ela conseguiu afastar sua boca da dele.

-- Simmmmmmmmm! – A cabeça dela caiu para frente em seu ombro e ela ofegava por ar.

-- Anne... – Ele agarrou sua cintura até que ele parou de tremer.

Quando os dois voltaram, havia alguns golpes aleatórios na porta, alguns – Tem alguém aí? – mas ambos permaneceram em silêncio e sem fôlego.

Minutos mais tarde, quando sua respiração parecia estar sob controle, ele saiu dela – olhando em seus olhos, sua íris havia voltado a ser escuras. Ele puxou a calça.

Ela o viu quando ele se ajeitou no espelho, enquanto alisava tudo tão bem que ninguém jamais saberia que ele acabou de foder a merda fora dela.

Deslizando para fora da pia, Anne olhou para seu próprio rosto – bochechas coradas, cabelo selvagem, rímel escorrendo – puxando as alças de sutiã por cima de seu ombro. Antes que ela pudesse puxar para cima as alças do seu vestido, Black afastou a mão dela e puxou-as.

Seus olhares se encontraram no espelho enquanto ele alisava o cabelo dela. E então ele se afastou.

-- Você sabe, é rude simplesmente deixar alguém depois do sexo sem dizer nada – ela murmurou.

-- O quê? – Sua mão estava na maçaneta da porta.

-- Nada.

-- O que você disse? – Ele inclinou a cabeça para o lado.

-- Eu disse que é rude apenas sair depois de me foder. Você poderia pelo menos dizer alguma coisa, qualquer coisa....

-- Eu não faço conversa de travesseiro.

-- Não é conversa de travesseiro – ela zombou – É parte de ser um cavalheiro, se você sabe o que é ser isso.

-- Eu nunca disse que eu era um cavalheiro.... Mas um demônio,  com certeza.

Ela suspirou e se virou. Esperando ouvir a porta se fechar, mas suas mãos grandes estavam de repente na sua cintura e ele estava a girando para encará-lo.

-- O que eu devo dizer depois que eu te foder, Anne?

-- Você poderia perguntar se foi bom para mim ou não...  E o mais importante... Só me verá daqui há um ano novamente?

-- Hmmmm – Ele estava quieto. Colocou uma mecha do cabelo dela atrás da orelha. – Quem disse a você que será daqui há um ano? – Ele deu um beijo em sua testa antes de se dirigir para a porta – É só continuar usando meu anel.

Ela queria discutir, mas ele parecia inflexível.

-- Anne – ele repetiu, sua voz um ronronar sensual que retumbou através das partes mais frágeis dela. – Você não precisa ter medo de mim.

Então se foi.

Fechando seus olhos, Anne descansou sua testa contra o espelho – Por quê?


Notas Finais


Obrigada a todos!
Beijos e até o próximo!


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