História Desejos De Uma Estrela - Capítulo 1


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Midoriya Izuku, Todoroki Shouto
Tags Aleixilady, Tododeku
Visualizações 228
Palavras 1.897
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


✰ Hello guys~

✰ Há muito tempo que eu venho pensando nessa estória, tanto é que o primeiro casal que estava na lista era de outro fandom XD, mas como sempre quis escrever uma TodoDeku, achei mais interessante usa-los.

✰ O enrendo já está finalizado, então, creio que eu que as postagens será mais rápidas.

✰ Capa editada por mim, créditos: id=15803701 — id=1124269

✰ Postada somente aqui, no SocialSpirit.

✰ Não tenho costume de usar Kun, San, Chan, Sama e afins, então, espero que não fique estranho para vocês XD.

✰ Espero que profundamente gostem dessa fanfic <3
✰ Boa Leitura!

Capítulo 1 - Pedido concedido


 

Desejos de uma Estrela.

Capítulo 01 — Pedido concedido.

Nossas lembranças são estrelas cadentes, brilhando na escuridão noturna da minha mente.

Diogo Nogue.

 

Todoroki Shouto acabou acordando com um pássaro que estava cutucando o vidro do quarto insensatamente, péssimo jeito de acordar quando se estava terrivelmente confortável. Porém assim que deu o primeiro movimento viu uma cabeleira verde exótica pouco abaixo, encostada em seu peito e abraço em seus braços.

 Quem era ele?

Essa foi à primeira pergunta que lhe veio à cabeça, e depois várias e várias vieram quase que imediatamente. Todoroki olhou em volta, o quarto estava claro, então seus detalhes eram bem visíveis; o cômodo possuía cores neutras, assim como seus móveis. Apenas na parede da cama que tinha uma cor diferencia, era como uma tira larga vermelho sangue indo de ponta a ponta da cama, combinando com o contraste neutro do ambiente.

Havia alguns detalhes da cultura do Japão antigo, deixando o quarto mesclado com o presente e o passado; perfeitamente em harmonia.

Com esforço para não acordar a outra pessoa, o bicolor se desvincula daquele calor gostoso e assim que se senta na cama constata que estava praticamente nu, apenas um lençol branco e fino cobria seu corpo. Olhou para o de cabelos exóticos e viu que ele estava no mesmo estado, mas o que diferenciava era que em seu corpo havia várias manchas roxas e vermelhas — principalmente na região do pescoço.

Estranho.

Não se lembrava de nada da noite anterior, tinha sensações e até mesmo vagas lembranças de cheiro, mas nada que pudesse lhe dar uma luz sobre o que estava acontecendo.

Nunca virá aquele esverdeado em sua vida, e agora estava na cama com ele dormindo profundamente, sua face era tão serena que poderia dizer que era um anjo encarnado em um — belo —mortal, embora tivesse uma sensação de que anjo aquele ser não tinha nada.

No quarto, havia três portas: uma que poderia ser de um closet — pelo seu tamanho —, outra que poderia ser de um banheiro e a última que poderia ser a porta de entrada do ambiente.

O era quarto grande e chique, tinha que admitir.

Levantou silenciosamente e passou a andar pelo ambiente, movido pela curiosidade extrema que estava sentindo. Passou por uma estante e viu retratos, ficou ainda mais curioso para saber que diabos estava acontecendo, afinal, nas fotos estavam ele o esverdeado, sorrindo como se nada tivesse acontecido.

Estavam felizes.

Todoroki voltou seu olhar para onde aquele ser dormia serenamente, teve uma rápida sensação de tristeza, como se tudo fosse acabar em um instante. Balançando negativamente a cabeça, o bicolor decidiu tomar um banho primeiramente antes acordar o dorminhoco, porque estava se sentido sujo, grudento.

Em breve precisaria encarrar a tempestade.

O banheiro também era amplo, continha até uma banheira de hidromassagem. No local onde guardava os shampoos e condicionador, havia dois produtos diferentes. Shouto abriu ambos para sentir suas fragrâncias, e novamente uma sensação possuiu seu corpo, porém dessa vez foi de posse e felicidade.

Reconheceu aqueles aromas, mas não sabia explicar como.

Escolheu o que tinha a fragrância mais suave e tomou seu banho relaxadamente. Demorado, por sinal, e quando saiu foi até onde achava que era o closet — que não foi surpresa nenhuma ter acertado — e procurou uma muda de roupa básica.

— Seria errado? — perguntou-se baixo, examinando a roupa com cuidado, mas a sensação de estar tudo certo ganhou.

Era como se tudo aquilo fosse dele.

Depois de pronto, tomou a coragem que lhe faltava e foi acordar a bela adormecida, que a principio, achou um erro acordar alguém tão belo, mas precisava de resposta e possivelmente somente aquele ser poderia lhe dar.

— Hey, acorda — falou balançando o outro forte o suficiente para acorda-lo.

— Só mais cinco minutos mãe — resmungou virando-se para o lado oposto da voz.

— Mãe? Oh... — Cutucou novamente, mais forte. — Nem se eu fosse à última pessoa da terra, você poderia me chamar de mãe. Vamos acorde.

Aquela insistência toda estava deixando o outro puto da vida.

— Qual é o problema de me deixar dormir mais? — indagou se escondendo para baixo do lençol.

— O problema é as circunstâncias que agora me encontro. — Todoroki pensou rápido e puxou fortemente o lençol, descobrindo totalmente o esverdeado que instantaneamente ficou mais vermelho que um tomate.

— Mas o que... — Começou, mas logo se calou ao ver o bicolor. Seus olhos se arregalaram e tinha quase certeza que seu coração poderia sair pela boca. — Quem é você?

— Oh?

O de cabelos esverdeados sentiu um frio percorrer seu corpo e olhou para ele involuntariamente. Gritou ao saber que estava nu diante ao um homem que não fazia ideia de quem era. Puxou o lençol para si novamente e desviou o olhar, estava tão envergonhado que não sabia o que fazer.

— Você não sabe quem sou eu? Pelo menos compartilhamos algo em comum — comentou indo até a janela, que por sinal era enorme, e contemplou o que ela mostrava.

— C-como a-assim? Aí, minha cabeça ‘tá rodando — disse deitando-se na cama novamente com seu olhar era fixo no teto.

— Como é seu nome? — indagou Todoroki sem olha-lo, estava pensando em muitas coisas ao mesmo tempo, tentando de alguma forma similar algo.

— Izuku Midoriya. E o seu?

— Todoroki Shouto. Você se lembra de alguma coisa da noite passada? — Precisava perguntar, sua curiosidade de entender o que estava acontecendo era mais alto, mas dessa vez mirou o outro homem, que se acuou ainda mais.

— Não me provoque Midoriya, você sabe que eu não resisto a você.

Midoriya piscou várias vezes, o que foi esse fragmento de lembrança? E o pior, por que seu corpo esquentou quase que imediatamente?

— N-não.

— Estranho e curioso — murmurou baixo.

— E você, não se lembra de nada? — Não havia muitos motivos para ficar tão envergonhado, ele já era um homem formado, mas de alguma maneira, o jeito que Shouto lhe olhava o fazia estremecer.

— Não, tenho apenas algumas sensações, mas nada que eu consiga ligar — respondeu sincero. Não havia motivos para mentir, eles estavam no mesmo barco... Que por sinal, estava afundando vagarosamente.

— Hm.

— Você deveria tomar um banho, não recomendo que fique desse jeito — comentou o bicolor com um olhar enigmático, embora nem ele mesmo soubesse o motivo daquele olhar.

— Você tem r-razão. — Midoriya fez força para se levantar, estava com uma pequena dor em seu corpo e se perguntou o motivo daquilo, mas afastando esses pensamentos e se enrolando no lençol caminhou em passos rápidos até o banheiro que o outro havia apontado.

Trancou a porta e se escorou nela. Ficou um tempo pensando no nada até que suas pernas se mexerem sozinhas, indo até o espelho enorme centralizado no cômodo.  Assustou-se a se ver daquela maneira, mas esse sentimento logo foi afastado e uma sensação de prazer tomou conta de seu corpo.

O que era tudo aquilo? O que estava acontecendo?

E o pior, Midoriya percebeu que estava mais velho e com um corpo mais definido. Debaixo de seus olhos haviam olheiras, pouca acentuadas, mas estavam lá. 

— Pelo menos eu ‘tô bonito — murmurou mexendo em uma de suas mechas esverdeadas.

Tomaria um banho primeiro e tentaria desvendar aquele mistério, que até Todoroki estava sedento por saber. Os shampoos que estavam ali era, de certa forma, nostálgico. Pegou o que tinha uma fragrância um pouco mais forte e o utilizou, era como se aquilo fosse dele há tempos.

O banho que a principio deveria seguir calmamente, acabou sendo um desastre. O corpo de Midoriya começou a se esquentar novamente com algumas pequenas lembranças que começaram a surgir em sua mente.

— Seu corpo chama pelo meu, você entende o quanto que isso é tentador?

Por Deus, o que era aquilo?

As lembranças vinham, mas não era recordações de cenas e sim de cheiros e vozes, e somente com isso fez seu corpo ficar nesse estado... Imagine quando as lembranças começarem a vir mais cheias de conteúdos!

Ficaria louco.

O esverdeado mudou a temperatura da água, que antes estava quentinha para totalmente gélida, não podia ficar assim e esse não era o momento certo para tal.

Depois de várias negações e um tempo relativamente grande Midoriya finalmente terminou o seu banho; seus cabelos estavam desalinhados, no entanto, isso era o de menos... As roupas eram mais importantes e o mesmo acabou se esquecendo delas.

Engolindo seco e receoso, destrancou a porta e colocou a cabeça para fora, procurando o bicolor pelo cômodo. Sentiu-se aliviado por não avistar o outro, tomado pela coragem que conseguiu, enrolou a toalha na cintura e foi até a outra porta, provavelmente o closet — pensou.

Midoriya olhou todas as aquelas roupas, era uma mais linda que a outra, embora algumas fossem bem extravagantes e luxuosas; após uma procura relativamente grande optou por algo mais básico. Não gostava de usar roupas formais, só quando era necessário. Havia duas divisórias, provavelmente o closet era para duas pessoas, a metade seria de Shouto?

Impossível... Ou será que não?

O esverdeado parou para pensar, aquelas roupas não eram suas e não deveria ter pegado, mas então por que não sentia nenhum remorso no ato? E por que todas as aquelas roupas eram praticamente de seu gosto?

Sentiu que tudo aquilo era dele, mas Midoriya não se lembrava de nada.

Balançou a cabeça negativamente, afastando esses pensamentos e colocando novos em seu lugar. Precisava achar Todoroki, pois eles estavam no mesmo barco e seria mais prudente que ambos trabalharem juntos para desvendar esse mistério.

Andando pelo quarto viu alguns retratos e se assustou, por que eles estavam se abraçando e sorrindo como se nada tivesse acontecido?

Eles se acabaram de se conhecer, como então, havia várias fotos deles juntos?

Sua cabeça rodou novamente, tudo aquilo era estranho e de alguma forma, estava assustando Midoriya de modo inimaginável. O esverdeado deu um passo para trás, porém esse passo foi leve de mais, como se suas pernas tivessem perdido a força.

Mas não foi para o chão porque alguém o segurou por trás. Sua costa estava repousada carinhosamente no peito do indivíduo que o segurou, Midoriya sentia sua respiração calma juntamente com seu cheiro inebriante.

— Eu também me assustei quando vi, eu não me lembro desse dia ou de qualquer dia nessas fotos. — Sua voz era suave, acalmando o esverdeado quase que instantaneamente, mas arrepiando seu corpo inteiro. Ele estava tão próximo ao seu pescoço e ouvido que poderia ser perigoso, mas estava anestesiado de mais com aquela voz para fazer algo.

— Onde estava? — indagou por curiosidade.

— Fui dar uma olhada pela casa, que por sinal é enorme. Por quê? — respondeu se afastando gradualmente, embora parte de sua consciência insistia em ficar perto dele. Tocar nele... Beijar ele. Com esse pensamento Todoroki se afastou ainda mais, quase que abruptamente, deixando o esverdeado confuso.

— O que foi? Lembrou-se de algo? — Midoriya sentiu um fio de esperança percorrer sua alma.

— Ah, desculpe e não, infelizmente eu não me lembrei de nada. — Engoliu seco. Sentia seu coração bater mais forte no peito... O que era aquela sensação de ternura que sentia quando estava perto do outro?

— Entendo. Bem, vamos explorar juntos esta casa? Não ‘tô a fim de ficar sozinho em um lugar desses. — Propôs sorrindo largamente.

Todoroki fixou seu olhar sobre o esverdeado por alguns segundos, sorrindo minimamente logo em seguida. Aquele homem com encanto de um garoto poderia lhe trazer algum tipo de divertimento, tinha a sensação que ele era único e especial, só bastava saber o quanto.


Notas Finais


E aí, o que acharam?
Well, espero que tenham gostado desse pequeno começo >.<

Caso tenham interesse em checar como anda o progressos dos capítulos, é só dar uma olhada no cronograma -> https://docs.google.com/spreadsheets/d/1BK7rkJUbsT8XxswE1Bm58NHho5LNf_gkltbzSNBJydg/edit?usp=sharing
:D

Se houve erros, por favor, não se achanem <3
Até o próximo guys!!
~sweet


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