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História Desejos Inversos - Capítulo 3


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Notas do Autor


Hey mores nem demorei tanto vai, ta aqui uma att fresquinha que eu fiz lentamente....
Estava muito focada nas one-shot que eu vou postar e acabei esquecendo de DI, mas agora tá tudo bem.

Boa leitura 💜

Capítulo 3 - A curiosidade de um Jeon


Os pés calçados com botas de couro, batiam em forma cadenciada sobre o chão, os dedos longos batucavam na mesa e os olhos negros fixados em um só ponto, eram as janelas abertas que evidenciaram que algo estava errado.

Ansiedade.

Inferno! Capitão Jeon se sentia ansioso como nunca!

E o motivo de todo seu rebuliço, tinha nome e sobrenome.

Park Jimin.

Bom Deus! Aquele garoto atrevido estava rodando a sua mente sem parar, não conseguia esquecer a forma que aqueles olhos pequenos o fitavam, era como se Jeon fosse seu sonho mais deslumbrante e prestigioso. O garoto o elogiava sem nenhum pingo de embaraço, para as outras pessoas da baronia, as atitudes do recém conhecido Park, seriam julgadas como errôneo. Vossa graça era casado! Ninguém podia se direcionar a ele de modo tão afrontoso.

No entanto, Jungkook apenas conseguia ver as ações do menor como uma singularidade. Park Jimin era distinto, desconforme e discordante, se mostrou diferente desde sua postura até suas palavras, era único e inverso!

Mas o loiro apesar de ser o oposto de muitos, ainda sim se deixou olhar no fundo daqueles olhos negros, como diversas outras pessoas. Porém, Jimin não sabia que aquele profundo olhar que dirigiu ao Capitão, era capaz de atiçar lados desconhecidos. Park havia atiçado algo que talvez o prejudicasse no futuro, a curiosidade de um Jeon.

— Querido? — a voz suave de Yeh Shuhua soou por trás da porta — Permita-me entrar?

— Entre. — com a confirmação do esposo, Shuhua adentrou o escritório do Capitão. Yeh estava graciosa como sempre, isso arrancou um leve sorriso de Jeon, sua esposa parecia nunca envelhecer.

— Boa tarde querido. — se sentou em uma das cadeiras em frente à mesa de madeira de Jungkook — Já se alimentou? Disseram- me que chegou há pouco tempo do serviço.

— Já sim querida, comi no restaurante de senhora Byeon, estava um tanto atarefado para vim em casa comer. — disse tocando as mãos da esposa que eram cobertas por luvas rendadas amarelas, a cor preferida da Yeh.

— Ouvi que tinha um Park adormecido em meio a praça, é verídico?

— Infelizmente sim, esse foi o motivo para meu trabalho se prolongar. — suspirou em cansaço— Você vai querer que eu te conte toda a história não é?

— Claro que sim! — se acomodou melhor na cadeira, colocando os cotovelos sobre a mesa e apoiando o rosto em suas mãos — Vamos! Comece!

— Você nunca muda mesmo, sempre arrebatada. — riu anasalado. — Certo. Eu estava em um dos becos perto do bordel pela vigésima vez tentando apartar a briga daqueles velhos patifes. — resmungou e Shuhua apenas riu, Jungkook sempre lidava com os bêbados amanhecidos depois de suas farras no bordel — Sério Shuhua eles não cansam!

— Não devia se estressar com isso querido. — segurou sua risada ao ver o esposo bufar — Prossiga com a história estou curiosa!

— Claro que está! — a moça o olhou feio. —Calma, não me olhe assim! Continuando. Enquanto explicava para aqueles bêbados exasperantes que violência não levava a nada, um outro louco por bebida apareceu dizendo que tinha um anjo dormindo na praça, sinceramente não fiz questão de dar-lhe atenção. Mas quando dei-me conta, várias pessoas estavam indo para uma só direção...

— Para a praça! — Shuhua exclamou animada já envolvida na narração.

— Para a praça. — assentiu — Decidi seguir as pessoas e deixar os patifes se resolverem sozinhos. Céus querida, quando eu cheguei tinha muita gente ao redor de alguém, era o tal anjo que o bêbado havia falado.

— Como ele era?! — se levantou entusiasmada — Vamos homem me diga!

— Hum.... Ele era loiro, tinha olhos pequenos, bochechas fartas e rubras... — desviou o olhar — lábios fartos e vermelhos....

— Vejo que o analisou bem. — levantou uma de suas sobrancelhas.

— Não diga bobagens, se perguntar a qualquer cidadão, ele vai te dar a mesma resposta que a minha. — se defendeu — E até mais outras coisas se duvidar.

— Relaxa querido. — riu organizando seus fios negros como o do esposo — Estava apenas brincando, se alguém o comparou a um anjo, então ele deve ser deslumbrante!

— Hum. — não pôde negar — Prosseguindo, quando me aproximei vi que o jovem sir estava sendo acusado de desrespeito e a calúnia.

— Desrespeito? Calúnia? — questionou a morena confusa

— Pelo que me pus a imaginar, ele deve ter aumentado a voz para Dame Suzy por isso a acusação de desrespeito, quando cheguei sua acompanhante fiel estava brigando com o Sir.

— Deus. — revirou os olhos voltando a se sentar — Todos se estressam com Dame Suzy, ela é tão tola, pobre anjo, teve que lidar com essa víbora.

— Shuhua!

— Querido você sabe que essa mulher é venenosa! — olhou para o moreno que assentiu sorrindo fraco. — Dissestes que ele foi acusado de calúnia?

— Oh sim, ninguém acreditava que ele era um Park. Mas a Baronesa acabou chegando pela praça e o garoto teve que explicar o que aconteceu para estar naquela situação.

— E o que foi que ele disse?

— Segundo o próprio, seu progenitor és primo de Baronesa Park, ele veio do sul para visitar os Barões, mas os cavalos de sua carruagem adoeceram no fim da viagem e ele teve que vir andando até o vilarejo no meio da noite. — quando Shuhua arregalou os olhos prosseguiu. — Sozinho.

— Sozinho? Mas como um Sir vem sem companhia para Baronia? É muito perigoso! — exclamou assustada.

— Seus acompanhantes tiveram que ficar para cuidar dos pobres animais. O coitado nem sabia onde era casa de seus tios e acabou dormindo na praça.

— Bom Deus! Coitado!

— Ainda tem mais. — sua esposa o olhou surpresa

— Não acabastes?

— Não. O Sir teve seus pertences roubados por trapaceiros enquanto dormia na praça com aquele frio da noite. É nessa parte da história que me faço presente, tenho que investigar quem foram os trastes que roubaram o Park.

— Querido você tem que descobrir quem foram os insolentes de cometer esses atos! — disse segurando as mãos grandes

— Vou fazer o possível para isso, no fim da tarde vou ao casarão dos Barões para conversar com o Sir.

— Tudo bem querido — assentiu — Se me permite vou para nossos aposentos repousar, sinto-me cansada pela longa manhã que passei. — Shuhua falou soltando as mãos de Jeon que arqueou a sobrancelhas confuso pela fala de Yeh.

— O que quer dizer com longa manhã? — viu os olhos negros da mulher vacilarem pela pergunta. — Onde estava Shuhua?

— E-eu ... estava na casa de Dame Amélia. — estalou seus dedos nervosamente

— Por que mentes para teu esposo? — questionou encarando o rosto surpreso de Shuhua — Sempre que estar a mentir, espreguiça seus dedos. — apontou para as mãos enluvadas. — Onde estava Shuhua? — tornou a repetir

— Jungkook... — escondeu as mãos debaixo da mesa. — Eu estava....

— Não me enrole.

— Céus! — exclamou tendo a visão impassível das feições do moreno — Eu estava na casa de costura dos Choi’s satisfeito?!

— Mais uma vez indo “encomendar roupas” Shuhua? — seu tom zombeteiro não ofuscava o olhar amargo.

— Fui apenas conferir se minhas peças seriam bem feitas. — a resposta foi dada em uma agilidade que fez o Jeon rir incrédulo.

— Nós dois sabemos que não se trata de apenas isso. — balançou a cabeça em sinal de negação.

— O que queres dizer com isso homem?!

— Seo Soojin seria o motivo de tantas visitas a casa de costura? — os olhos arregalados da mulher o confirmaram.

— Por que me perguntas isso?

— Porque todos conseguem ver a forma que olha para aquela mulher! Me diga que é mentira! Diga que não sente nada por ela! — exclamou apertando as mãos contra a madeira da mesa.

— E-eu ... — mordeu os lábios apreensivas. — Eu não posso negar que gosto dela, mas..

— Saia do meu escritório.

— Jung-

— Saia. — ditou sem ao menos olhar no rosto da esposa.

— Não me deixas ao menos me explicar? — questionou — Sempre me ouvistes. — o suspiro pesado de Jungkook denunciou seu cansaço com o assunto.

— Não quero ouvir agora.

— Querido...

— Conversaremos outrora quando terminar meus serviços. — passou as mãos pelo rosto. — Vá se deitar e aproveite sua tarde.

— Mas...Tudo bem. — assentiu se levantando e ajeitando seu vestido amarelo. — Tenha um bom trabalho.

— Obrigado.

— E ajude o Sir Park com seu problema. — complementou.

— Certo.

— Jungkook? — o chamou e teve sua atenção. — Antes de ir, me diga, qual o nome do anjo?

— Park Jimin.

࿐ ࿔*:・゚

Uma palavra que podia definir bem Jimin naquele momento era perdido.

Seus pensamentos estavam embaralhados e não conseguia focar em nenhum deles. Via objetos, pessoas e costumes, passarem em frente seus olhos de forma lenta, e mesmo vendo tudo atentamente, não entendia o que estava acontecendo.

A ficha não caía.

Quando chegou na bela casa de seus “tios”, o loiro se surpreendeu com o tamanho daquele lugar, aquela casa devia ser chamada de mansão! Seu estilo rústico chamava a atenção e inveja de quem a via. Era adornada por um jardim bem cuidado e fontes de água, estábulos com belos cavalos se encontravam ao fundo do terreno, e podia jurar que tinha visto um lago perto dali. E bom Deus! Até a escadaria era deslumbrante!

Ao passar pela porta grande da entrada da casa, Jimin deu de cara com vários empregados um ao lado do outro, dispostos ao o ajudar. Teve que escolher duas camareiras para o auxiliarem no que precisasse.

De primeira achou bem legal ter pessoas para fazerem coisas para si, mas quando as garotas começaram a tirar sua roupa e dizer que iam o dar banho, se desesperou.

— Menina me solta! Vai tirando minhas roupas sem antes me comprar um sorvete. —brincou, logo ajeitando suas roupas no lugar nervosamente.

— Devo comprar um gelado para o Sir? — perguntou a camareira confusa.

— É meme. — riu de leve, mas logo parou ao lembrar onde estava. — Hum, é, eu estava apenas brincando.

— Oh certo. — assentiu ainda com estranheza. — Vou me certificar que o banho está pronto. — a camareira entrou no banheiro e Jimin olhou para outra empregada que se aproximava.

— Opa o que você vai fazer? — a camareira ignorou a pergunta e deixou seu corpo mais próximo do loiro. — Não acha que tá muito perto não? — a garota estendeu os braços puxando a camisa de Jimin para baixo deixando seu peito nu exposto. — EI! ISSO É ASSÉDIO!  — se afastou correndo da mulher que o olhava assustada pelo grito.

— O que houve meu Sir? — a outra camareira apareceu do banheiro.

— Eu acho melhor tomar banho sozinho.

Foi bem doido para o Park passar por aquela situação, com certeza riria em um futuro próximo ao lembrar do momento. Havia esquecido que era bem normal naquela época os empregados banharem seus senhores, no entanto Jimin não tinha vontade nenhuma de ter pessoas o cuidando como uma criança e muito menos o vendo sem vestes.

Depois de seu banho onde estava sozinho, Jimin se vestiu com as roupas que se encontravam na cama do quarto onde dormiria. Não sabia se usava as peças de forma correta, mas torcia que sim, não queria que desconfiassem de si.

Teve que passar por um almoço um tantinho estranho, onde não sabia nem que talheres usar, afinal, em seu cotidiano, costumava viver de pizza, era só enfiar na boca com as mãos e mastigar. Fácil.

O senhor Park estava sentado a ponta da mesa de jantar, sua esposa logo ao seu lado. Além do casal, o filho mais novo deles estava ali, o moreno que se sentava à sua frente e ao lado da mãe, se chamava Park Chanyeol. Pelo o que ouviu durante a refeição, entendeu que o Park era dono de uma sapataria famosa na baronia, o homem apesar de ganhar dinheiro independente, ainda morava com os pais, pois não queria abandonar seus velhos.

Jimin gostou de seu “primo”.

E ele pareceu gostar de si pois não poupava os elogios.

— Como eu não sabia que existia alguém tão lindo sendo meu primo? — perguntou olhando atentamente para Jimin. — Ninguém em nossa família possui uma beleza tão estonteante!

— Achei que me achavas bonita filho. — Senhora Park disse e sorriu quando Chanyeol arregalou os olhos.

— Minha mãe, tu és exuberante! — segurou as mãos da progenitora. — Mas veja! — acenou para Jimin. — Ele parece um anjo com esses cachos dourados e olhos azuis! — suspirou dramaticamente.

— Concordo meu filho, Jimin é tão gracioso! — sorriu animada quando o citado corou. — Todos da baronia estão o chamando de anjo!

— Imagino que o baile e Jimin serão os assuntos mais comentados da semana. — Senhor Park falou calmamente enquanto cortava um pedaço de carne em seu prato. O homem não se pronunciava muito, mas Jimin via que ele era uma boa pessoa.

— Com toda certeza! O baile será perfeito!

Apesar das etiquetas que não foram exercidas corretamente no almoço, Jimin ainda assim podia dizer que o almoço foi deveras agradável. Senhora Park era falante e dava alegria a casa e Chanyeol com seus elogios o deixava acolhido. Isso acabou fazendo o amante de livros se descontrair com o passar do tempo na mesa.

Quando subiu para o quarto, parou para analisar o cômodo em que ia dormir. O quarto era pintado em um salmão pastel, os móveis eram de madeira e todos em branco, o chão era coberto por um longo tapete felpudo da cor das paredes, as janelas claras lhe davam a visão do vasto jardim e o lago que viu mais cedo, a cama era tão convidativa com seus lençóis fofos e várias almofadas.

Ao se deitar naquela imensidão de conforto, Jimin decidiu com um leve aperto no coração, que iria dormir. Apesar de por um momento achar que o que vivia não era um sonho, analisou e percebeu que com certeza era!

Não podia ser real e entendia. Já havia sonhado outras vezes em estar ali e depois sempre acordava em seu quarto bagunçado. Dessa vez não seria diferente, mas de alguma forma, imaginar voltar pra casa doía.

Quando adormeceu, Jimin sonhou com uma pequena luz amarelada em meio a um escuro total, aquele brilho estava distante, mas precisava chegar até ele! Sentia isso! No entanto, quanto mais corria, mais a luz parecia distante, seu sonho ia acabando e ficando disperso.

E finalmente acordou.

Ainda estava ali.

Em uma baronia, no casarão dos Park’s.

Jimin não soube o que fazer, estava amuado, com medo do que podia vim pela frente e de não poder voltar para casa. Quis chorar, quis se derramar em lágrimas mas estava petrificado, não conseguia reagir! Suas emoções se misturavam. Estava triste? Estava feliz?

Tudo era tão confuso....

Sempre que se sentia mal, buscava ajuda nos livros, se tele transportar para outros mundos com sua imaginação era fascinante.

Mas não naquele momento!

Pois dessa vez não era imaginação estar em outro mundo.

Ele realmente estava em Desejos Inversos!

E não podia simplesmente fechar o livro e voltar a sua vida.

Por que estava preso ali e não sabia como voltar.

࿐ ࿔*:・゚

— Capitão Jeon! Que prazer lhe rever depois de tanto tempo! Vamos, entre, entre.

— Oh Barão Park, obrigado por me receber. — reverenciou ao mais velho que sorriu lhe dando passagem para entrar em sua casa.

— Imagino que viestes conversar com Sir Jimin.  — acenou para um empregada que assentiu de volta entendendo o que devia fazer.  — Sente-se.

— Sim, preciso resolver logo essa situação. — os olhos negros vagavam pela vasta sala em busca de algo.

Ou melhor, alguém.

— És o melhor Capitão, certeza que encontrar os dissimulados que tiveram a coragem de furtar um jovem Sir. — negou com a cabeça mostrando sua frustração. — Pobre Jimin, percebi que és um homem muito retraído, com certeza não conseguiria nem se defender se os ladrões tentassem o machucar.

Jungkook não conseguia acreditar que Park Jimin, o homem que o elogiou tão furtivamente, poderia ser retraído. 

O Sir atiçava cada vez mais sua curiosidade.

— Lhe entendo Barão. Como o Sir estar? Acha que vim muito cedo para o questionar dessa atrocidade? — perguntou o que afligia.

Apesar de querer desvendar todos os mistérios que aquele loiro escondia, Jungkook ainda assim não queria o importunar, era um homem conhecido por seu respeito e serenidade, não queria que essa imagem pudesse ser mudada ao intimidar um Sir.

— Não se preocupe Capitão, ele estava um tanto tímido diante a nossa presença, mas com o tempo, isso vai passar. Vejo luz naquele jovem. — disse e logo uma empregada os serviu com xícaras de café. Antes que a mesma se fosse, o Park a impediu. — Por favor se certifique de alguém ir até os aposentos de meu… sobrinho e pedir para que venha até aqui.

— Posso fazer isso Senhor. — a mulher se curvou e rumou até as escadas.

— O chamar de sobrinho ainda me é estranho...— riu enquanto coçava sua nuca coberta por alguns fios grisalhos.

— Compreendo, é uma novidade para todos. — bebericou seu café. — Voltando ao assunto discutido anteriormente, espero mesmo que não incomode o Sir.

— Não posso dizer qual vai ser a reação de Jimin. Mas tenho certeza que ele vai se manter calmo como se mostrou ser… — afirmou convicto, mas não esperava que a reação do outro Park seria totalmente diferente.

— CAPITÃO JEON!!! — o loiro sorria abobado enquanto descia as escadas rapidamente. — Achei que não viria!!! — exclamou se sentando ao seu lado no grande sofá.

Os presentes na sala estavam com os olhos arregalados.

Os empregados que ali passavam estavam abismados pela aura que o homem exalava, ele era radiante!

Senhor Park se sentia confuso com a animação estapafúrdia, que o Sir não havia mostrado desde que entrou em sua casa, mas para Capitão sim.

E Jeon, oh pobre homem! Estava perdido com a visão dos lábios acerejado que se abriam em um sorriso em sua direção.

— Eu sempre virei até você Sir.

 


Notas Finais


Sim tivemos a primeira aparição da Shuhua. Deixando um aviso que ela está muito longe de ser uma vilã!!!

Podemos ver que tem um probleminha rolando entre o casal 👀

E também podemos ver como anda o Jimin, primeiro dia em Desejos Inversos e ele já tá cheio de emoções!

Por hoje é isso! Nós vemos em breve na próxima att que eu vou fazer o possível para agilizar. Tchau 💜


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