História Desencontros - Capítulo 8


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Categorias Once Upon a Time, Riverdale, Supergirl, The 100, The Flash
Personagens Alex Danvers, Antoinette "Toni" Topaz, Barry Allen (Flash), Cheryl Blossom, Clarke Griffin, Dra. Caitlin Snow (Nevasca / Killer Frost), Emma Swan, Kara Zor-El (Supergirl), Lena Luthor, Lexa, Maggie Sawyer, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Alex, Barry^^, Caitlin, Clarke, Clexa, Emma, Kara, Lena, Lexa, Maggie, Regina, Sanvers, Sawn Queen, Snowbarry, Supercorp
Visualizações 63
Palavras 4.216
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Um Último Desencontro Para Todos


Fanfic / Fanfiction Desencontros - Capítulo 8 - Um Último Desencontro Para Todos

 A noite que parecia não ter fim, era a mais longa e difícil noite, para Emma estava tudo certo, as coisas iam bem, mas para Regina tudo estava prestes a desmoronar. Regina andou de um lado para o outro na sala, Emma estava prestes a pular em seu pescoço, se continuasse a andar daquela forma, Regina poderia furar o chão. Seu estresse era grande, seu olhar era sério, seus olhos continham sangue, fúria era o que a motivava, e nada que Emma dissesse mudaria isso.

- Desculpem o atraso. – Lena e Kara entraram na sala, a sala de Lena na L’Corp, quebrando o maldito silencio presente no ambiente. Emma logo se levantou do sofá em frente a mesa de Lena para se juntar as garotas na conversa, era séria, as quatro mulheres tinham um inimigo em comum.

- Penelope pode mesmo derrubar o cyber café? Como ela consegui isso? – Regina não esperou que a mulher se sentasse, firmou suas mãos na mesa e confrontou a CEO. Kara enviou um olhar repreensivo para Emma para que ela conte-se a sua namorada, foi que ela fez, pôs a mão no ombro de Regina para que ela se acalmasse, mas não era uma situação fácil de se lidar, tudo pelo que ela lutou, tudo pelo que seu pai lutou, seria tudo em vão se Penelope Blossom derrubasse o cyber café de sua família.

- Sim. Penelope teve uma reunião em Detroit e conseguiu o projeto para o Sul junto a outros projetos em união ao Star Labs. Estou tão nervosa quanto você, se a Riverssom conseguir realizar esses projetos será o fim da L’Corp. – Lena se manteve firme, cruzou as pernas como sempre faz para intimidar ou simplesmente seduzir, encostou suas costas na poltrona e sorriu para a mulher a sua frente. Kara ficou desconcertada, ela estava flertando? Ou é apenas coisa de sua cabeça ciumenta.

- Precisamos impedir que o projeto da Penelope seja iniciado, mas teremos que fazer isso dentro da lei, temos que encontrar os acionistas dos laboratórios, sabe para convence-los de que o Sul não deve ser derrubado. – Kara cruzou seus braços ao de Lena chamando a atenção das garotas para si, o ciúme bateu a porta, ela fez isso para que sua garota parasse de sorrir feito uma oferecida para a Regina, Kara pensa Kara faz.

 

 Enquanto Kara e Lena discutiam com Regina e Emma na L’Corp, no outro lado da cidade outra discussão era iniciada. Barry e Caitlin haviam chegado de Detroit naquela noite, a cidade estava mais fria do que eles se lembravam, era o inverno estranho daquele ano, surpreende os que vivem ali. Barry e Caitlin saíram do aeroporto em direção a casa de Cait. O clima estava difícil, Barry estava chateado com a garota, por mais que Cait tentasse segurar sua mão, o rapaz se afastava. Barry não havia aceitado bem o acordo que Caitlin havia feito com Penelope Blossom em Detroit, para Barry, derrubar u Sul não era uma boa escolha, tantas pessoas, tantos negócios, tudo por água abaixo por capricho de uma cobra como aquela mulher.

- Dá pra você falar comigo? – Caitlin olhou para o rosto do rapaz, que tentava não atender ao chamado dela, era um desconforto que ela sentia, a melhor parte do dia era estar com ele, conversar com ele, mas agora ele não queria nem olha-la nos olhos. – Barry me desculpa tudo bem, eu não pensei direito, será que dá para me perdoar? – Cait estendeu seu corpo para frente, os dois estavam a caminho d casa em um taxi, ela se estendeu para ver seus olhos cintilantes, era aquele olhar dele que a deixava em paz quando as coisas estavam difíceis, seus olhos confusos.

- Cait eu queria muito, mas o que você fez não tem perdão, quando chegarmos no cisco eu vou pegar minhas coisas e vou para bem longe de você, o que você fez... Eu não sei se... Não é a garota por quem eu me apaixonei antes da viagem. – Barry olhou no fundo dos olhos de Caitlin, o que ela mais queria naquele momento, mas o que ele disse não foi o esperado, o que ela viu em seus olhos não era o esperado, decepção.

 

 A rua estava coberta de neve, o que era de se esperar, o silencio era lei, os carros estava estacionados em linha, as luzes dos postes estavam piscando, o céu estava coberto por estrelas, a rua era uma cena de cinema, tudo apenas para que duas mulheres se encontrassem no meio daquela rua coberta por neve, apenas duas pessoas, duas almas gêmeas se reconciliando. Alex caminhava de cabeça baixa, sua atenção presa a neve em seu tênis, mas sua mente estava distante, aquele instante no Jitters, o momento do adeus, foi doloroso, e novamente ela se iludia com o amor, já estava na hora de desistir do amor, Alex. Alex confrontou sua namorada com pesar em seu coração, ela tinha a certeza de que Maggie não iria aceitar, e foi o que aconteceu, minutos se passaram e Maggie apenas gaguejava sem nada dizer, Alex juntou as peças, ela não iria se juntar a ela naquele grande passo. Alex correu para fora do Jitters deixando para trás Maggie pasma com a notícia, Maggie não correu atrás dela, e Alex não esperava que ela o fizesse, mas queria. Agora Alex estava sozinha, um sonho de criar algo, uma família, mas sozinha. Por mais que ela amasse Maggie, Alex tinha que realizar seu sonho, seu sonho de ser mãe, mas sozinha seria tão difícil, mesmo assim ela iria.

- Danvers. – Alex parou de andar, parou seu caminhar no meio da rua, debaixo das luzes que piscavam, ao lado dos carros em fila. Ela se virou e a viu, aquela garota que havia convidado para andar de moto, a garota que pediu café apenas para vela, a garota que não queria saltar com ela na vida.

- Maggie o que faz aqui, e sem rodeios, apenas... Apenas diga. – Alex gritou para a garota distante, que dava passos curtos em sua direção, a cada frase dita ela caminhava para perto de Alex.

 Alex estava com medo, não de Maggie, mas sim do que ela tinha a dizer, ela a amava, tinha medo de ceder se Maggie insistisse muito no assunto.

- Você não me deixou responder, me fez a pergunta e saiu correndo. – Maggie andava lentamente, um passo de cada vez, na direção de Alex, que recuava a cada passo da morena em sua direção.

- E para que? Me diga, Maggie para que? Eu sei a resposta, eu quero uma família, quero filhos, e você Maggie?. – Alex gritou confrontando a garota, dando passos em sua direção pronta para uma briga. Alex parou de andar quando ficou próxima a Maggie. Seus olhos estavam ligados, era possível sentir a respiração de Alex no rosto de Maggie e a de Maggie em Alex.

- Together can never be close enough for me, "Estar junto" pode nunca ser perto o suficiente para que eu

Feel like I am close enough to you, Sinta que estou perto o bastante de você

You wear white and I'll wear out the words I love you, Você usa branco e vou usar as palavras "eu te amo"

And you're beautiful, E "você é linda"

Now that the wait is over, Agora que a espera acabou

And love and has finally shown her my way, E o amor finalmente mostrou a ela minha maneira

Marry me, Case comigo

Today and every day, Hoje e todos os dias

Marry me, Case comigo

If I ever get the nerve to say hello in this café, Se eu nunca tiver a coragem de dizer olá neste café

Say you will, Diga que você vai.

 Maggie ficou em silencio, apenas encarando a mulher que ela amava nos olhos, tudo em uma fração de segundos, até ela começar a cantar para ela. Maggie a pediu em casamento com uma música, ela sabia a forma exata de amolecer o coração de Alex, a garota sorriu sem parar, um sorriso de felicidade pura, Alex ajeitava o cabelo atrás da orelha de uma forma doce e fofa, que fazia um sorriso nascer em Maggie a interrompendo de cantar o pedido de casamento.

- Mm-hmm, Hã-hã. – Maggie parou de cantar, mas não foi em vão, Alex continuou de onde a morena havia parado, como uma resposta, um sim.

-Eu quero ter uma família com você, quero me casar com você, eu vou estar lá por você, no altar, Say you will, Diga que você vai   – Maggie segurou no rosto de sua namorada, estava frio pela longa caminhada que ela havia dado no frio de NY, e beijou sua boca de forma intensa e inesperada, era o desespero de perde-la, era o que motivava a beijar Alex sem parar.

- Eu vou, Maggie eu vou. – Alex separou seus lábios, que pareciam namorados que já não se viam há meses, e respondeu a garota recuperando o ar que se foi em meio ao beijo intenso.

- Quer ir na casa de uma amiga minha, ela me convidou para jantar com ela e a esposa dela, Clarke, você lembra dela? – Maggie separou os lábios seus dos de Alex novamente após um intenso beijo de reconciliação e a convidou para ir a casa de uma amiga. Alex encostou sua testa na de Maggie e respirou fundo antes de responder sim. Faltava ar para as duas garotas, não devido ao frio, mas aos longos beijos no frio.

 

- Então vocês brigaram na viagem... A cara sinto muito. -Cisco entregou uma cerveja para Barry que mantinha sua cabeça abaixada sentado no sofá da sala de estar. Barry acabara de contar, para o novo amigo, o que havia acontecido na viagem, que provavelmente nunca mais conseguiria olhar para Cait da mesma forma.

- Eu não sei o que houve cara, simplesmente aconteceu. Acho que não vai dar certo. – Barry pega a bebida do amigo e volta a fitar o chão reluzente da sala. Cisco se senta ao lado de Barry e espera que ele venha dizer algo, mas o rapaz não tinha nada a dizer, apenas pensar, pensar que a garota que ele havia conhecido no bar não era a mesma com quem ele esteve a viajem toda.

 Caitlin entrou na sala, assim que Cisco a notou, Cait fez sinal para que ele deixasse o cômodo, por mais que ela tentasse, Barry não voltaria a falar com ela da mesma forma carinho que antes. Caitlin se ajoelhou a frente de Barry naquele reluzente piso branco que refletia seu rosto triste e perturbado. Ele olhou para ela de forma que a fez revirar o rosto, era tanto ódio em seu olhar, algo que ela não conseguia entender. Onde foi parar o carinho que ele sentia por ela? Caitlin pensava profundamente nisso, tudo que passaram para chegar até ali, foi apenas um dia para que Barry sentisse algo diferente, um dia para que corresse até ela no aeroporto, nas semanas seguintes foi apenas os dois, apenas Barry e Caitlin juntos se conhecendo e namorando. A paixão que se desenvolveu naquela semana foi embora, apenas por uma decisão errada.

- BA eu sinto muito, eu sinto muito droga. – Caitlin estava ajoelhada a sua frente, já deixando as lagrimas descerem pelo seu rosto, enquanto tentava manter o olhar de Barry sobre si. – Se eu pudesse, eu voltava atrás, eu não tinha vendido o projeto tão facilmente para a Penelope Blossom. BA eu só quero que você entenda que não foi minha intenção, espero que possa me perdoar um dia, apenas entenda que não importa o que aconteça, eu sempre vou amar você. – Caitlin segurou no rosto sem emoção alguma de Barry e o fez chorar, ela o fez chorar não porque ela o comoveu, mas sim porque ele a amava, e não conseguia olhar nos seus olhos como antes.

- Para. – Barry segurou nas duas mãos de Caitlin que acariciavam seu rosto, parando o movimento de Caitlin em suas bochechas. – Eu olho para você e fico mal comigo mesmo, porque eu amo você, mas cada vez que eu olho nos seus olhos eu lembro do que você fez, Cait sinto muito, mas o ‘nós’ acabou. – Barry soltou as mãos de Caitlin com pesar enorme por ama-la como nunca amou ninguém, mas ele não podia aguentar aquilo.

 Caitlin e Barry se levantaram do sofá e juntos foram atender a porta, alguém havia tocado a campainha, devia ser importante, pois era tocada sem parar. Caitlin abriu a porta e logo se viu quatro mulheres, Kara, Lena, Emma e Regina. As quatro mulheres que juntas precisavam deter o que havia sido iniciado por Penelope e Caitlin em Detroit.

- Barry? – Kara ficou surpresa ao ver o rapaz que a muito tempo havia visto no metro. Lena ficou enciumada, mas como Kara, Lena, daria o troco quando pudesse. Por mais que nada tivesse acontecido entre eles, Kara e Barry se abraçaram, havia uma certa química entre eles, mas uma possível amizade e nada mais, era o que Kara pensava, mas Lena não lia mentes, então o que passava por sua cabeça conturbada era traição.  

 Emma e Regina explicaram para Barry e Caitlin o que se passava, o grande erro que ela havia cometido em Detroit. Caitlin era a organizadora dos projetos do Star Labs, ela vendeu os direitos, que a L’Corp compraria, para a Riverssom, agora Penelope havia o poder de fazer o que quisesse com uma grande área no Sul de NY, área que pertencia os Serpentes do Sul. Enquanto isso, Kara e Lena discutiam novamente do lado de fora da casa, as duas mulheres não podiam ver a outra interagindo com outras pessoas que o ciúme já batia, era chato de tantas vezes que acontecia.

- Eu o vi apenas uma vez, foi no metro e foi só isso. Eu não posso conhecer outras pessoas, mas você sorrir feito uma safada para a Regina pode? – Kara gritou, cruzou seus braços e sorriu de forma afrontosa para a morena a sua frente. Lena já estava impaciente com a loira, mas Kara sentia o mesmo, a falta de confiança seria um problema para essa relação.

- Kara eu apenas sorri, nada demais. – Lena respondeu em desespero, abriu seus braços apenas para mover algo que não fosse contra o rosto perfeito de sua namorada. – Droga, Kara eu não gosto de discutir com você, será que nós podemos esquecer tudo isso? Hein bebe? – Lena fez biquinho para amolecer a loira, como sempre, funcionou, Kara descruzou os braços e emburrada abraçou a namorada. Barry de dentro da casa viu a interação das duas, ele olhou para Caitlin e pensou como eles tinha sido esse tempo todo, era da mesma forma, apenas ciúmes sem sentido e amor, era bom, mas agora tudo mudou, o que restou foi amargura.

 

 O quarto estava com as luzes apagadas, nada as atrapalharia, as cortinas estavam fechadas nem a luz da luz as distraia. Toni se deitou sobre o corpo de Cheryl em sua cama, a ruiva arfava com o toque delicados dos lábios de Toni em seu pescoço, uma energia tomava conta de seu corpo, uma energia que a fazia delirar. Toni sentou na cintura de Cheryl sobre as coxas da garota, apenas para atiça-la ainda mais. Cheryl passou suas mãos pela barriga sarada de Toni sentindo seu corpo, suas mãos percorriam cada parte de seu abdômen, indo de encontro aos seus seios ainda cobertos pela blusa cor limão de Toni. Toni esticou seu corpo para trás, apenas para retirar sua blusa de uma forma sensual, novamente para atiçar Cheryl.

- Tem certeza? – Cheryl olhou os seios descobertos da garota, olhou em seus olhos e perguntou se ela queria mesmo dar aquele passo naquela noite. Toni abaixou a cabeça, até o ouvido de Cheryl e sussurrou.

- Você não quer? – Cheryl gemeu de forma reprimida quando a garota mordeu levemente sua orelha direita, após sussurrar em seu ouvido sedutoramente. De repente as luzes do quarto de ascenderam com as palmas lentas de uma mulher parada a porta do quarto. Toni desceu rapidamente de cima de Cheryl procurou sua blusa aos pés da cama.

- Mamãe qual o seu problema, que droga. – Cheryl ficou em frente a Toni para que ela pegasse a sua blusa, sem que mostrasse seu corpo seminu.

- Ah desculpa querida, eu atrapalhei suas safadezas com a sua namorada Serpente? – Perguntou Penelope de forma irônica, deixando Cheryl ainda mais furiosa.

 Cheryl pegou na mão de Toni e deixou o quarto, novamente deixando Penelope sozinha. A mulher seguiu as duas garotas na intenção de separa-las definitivamente, ela não queria sua filha namorando uma garota com Antoinette. Quando a mulher chegou a sala ficou espantada, Cheryl e Toni estavam abraçando sua outra filha, Clarke e sua mais nova esposa, Lexa. Clarke e Lexa junto a Alex e Maggie foram até a cobertura para convidar a irmã de Clarke, Cheryl, para siar com elas, e ficaram felizes ao conhecerem sua namorada, que logo aceitou ir junto as garotas. A sala de estar ficou pequena demais para tanto clima pesado, Penelope não se entendia bem com a segunda filha, tanto quanto com a primeira, Clarke analisou a mãe dos pés a cabeça, depois analisou Cheryl e Toni, e logo viu que algo estava errado, provavelmente sua mãe tentava afastar as duas garotas.

- Mamãe. Eu vim com minha esposa, Lexa essa é minha mãe Penelope Blossom. Nós e umas amigas viemos chamar a Cheryl para sair, até que eu descubro que ela tem uma namorada, o que é engraçado, você é contra esse tipo de coisa, então me vem a pergunta, o que estava fazendo? – Penelope estava bufando, havia sangue em seus olhos, Clarke sabia que sua mãe estava furiosa e coisa boa não sairia dali, nunca sai.

- Amor vamos. – Lexa apareceu por trás de Clarke pegando em sua mão e a puxando para porta. Quando Maggie abriu a porta mais pessoas entraram na maldita sala de estar, o clima estava cada vez ficando mais pesado.

- Kara o que faz aqui? – Alex avistou sua irmã junto a sua namorada Lena e ficou sem intender o que elas vieram fazer na cobertura de Penelope Blossom. – Regina? O que está acontecendo. – Alex não entendia mais nada, Kara e Lena, Emma e Regina, todas em um mesmo cômodo, qual era o motivo da reunião.

- Viemos aqui porque Penelope deve devolver os papéis do projeto para o Sul, e nós não vamos sair daqui até que ela devolva, você não vai derrubar tudo que tem lá. – Lena respondeu, mas foi mais para Penelope do que para sua cunhada confusa, como todos na sala.

- Penelope tem o direito sobre as terras, mas eu preciso que devolva, foi um erro e você precisa parar, se for preciso eu falarei com os acionistas dos laboratórios amanhã, mas o projeto para Riverssom está cancelado hoje mesmo. – Caitlin soltou a mão de Barry que segurava a garota com medo que algo pudesse acontecer, a garota passou pela Luthor como se ela não fosse nada, o que a chateou, de que adianta um sobrenome forte se não causa desconforto em todos.

- Espera. O Sul está nas mãos dela? O Serpente morto nas docas, foi você não foi? Você mandou mata-lo para que o Star Labs visse que a área não era segura, que devia ser restaurada, você matou um dos meus sua vadia. – Toni ao ouvir sobre o projeto Sul se aproximou de Penelope na tentativa de machuca-la, mas sem sucesso, Clarke a segurou antes que ela a tocasse, brigar não é a solução ela dizia tentando acalmar a namorada de sua irmã.

 Clarke tentava manter Toni longe de sua mãe, mas a garota era mais forte do que aparentava ser. Cheryl teve que intervir, pegou a garota pela cintura e a levou para fora da cobertura, deixando a situação para os adultos resolverem. Clarke junto a Caitlin e Lena passou a confrontar a mulher sobre o assassinato na semana antes do fechamento do acordo com os laboratórios Star e a Drª Snow. A mulher nada dizia, o que era esperado, ninguém confessa um crime sem pressão alguma, o que elas tentavam juntas fazer, mas sem sucesso, Penelope era a pior delas, não havia bondade naquela mulher, pressão não funcionária.

- Mãe. – Clarke gritou quando Penelope tentando fugir da sala puxou uma arma, Clarke correu para para-la, quando ela efetuou o disparo Cheryl e Toni estavam do outro lado da porta e apenas ouviram um disparo.

 Um som estrondoso que ambas reconheceram por ser um tiro, alguém havia disparado uma arma. Cheryl e Toni entraram novamente na sala de estar, viram Barry e Maggie prendendo Penelope, enquanto todas as outras garotas corriam para ajudar a mulher que havia levado o tiro. Ela sangrava muito, era uma grande poça de sangue no piso branco, não havia o que fazer, a emergência não chegaria a tempo, atingiu o pulmão era pouco tempo que a mulher tinha, ela estava morrendo lentamente.

- Lexa... Lexa... Não amor... Não, fica comigo está bem, fica comigo. – Clarke segurou a cabeça de Lexa pondo-a em cima de seu joelho enquanto tentava mantê-la acordada, mas era tarde para salva-la.

- Tudo bem Clarke tá tudo bem. Eu vou em paz, sei que amei a mulher certa, sempre soube. No momento em que te conheci, quando te ajudei na boate, te observei dormir, quando rolamos na grama do Central Park, quando corri para a igreja e te roubei do altar, todos os momentos que passamos juntas, eles me fizeram melhor, me tornaram uma pessoa melhor. Antes de você eu era orgulhosa demais, você me mudou, você Clarke me torna uma pessoa melhor, e eu sempre vou lembrar da grande mulher que você é, e obrigada por ser minha esposa. – Lexa se despediu reunindo todas as forças que ainda tinha em seu corpo, suas últimas palavras de amor para Clarke.

 Toni e Cheryl observaram a despedida com lagrimas nos olhos, a cena era linda. Toni se desvinculou do abraço de Cheryl e se ajoelhou ao encontro do corpo de Lexa. A ruiva não intendeu, mas logo tudo faria sentido.

 Algum Tempo Depois

 Kara estacionou o carro em frente a casa, Lena pegou em sua mão e sorriu, ambas olharam para o banco de trás para ver se suas duas filhas estavam bem, as duas garotinhas sorriam e esperaram suas mães abrirem a porta do carro, para que elas corressem para o quintal de sua tia, Alex. Estavam todos ali, Kara e Lena trouxeram suas duas filhas para o domingo em família e amigos. Alex e Maggie soltaram seus pimentinhas, um menino e uma menina, para brincar junto as outras pragas na grama verde. Alex realizou o sonho de uma casa com um gramado verde e uma cerca branca, filhos e uma linda esposa, domingos de churrasco em família e tudo que isso proporcionava, alegria e muita felicidade.

 O sol brilhava forte sobre a cidade de Nova York naquele domingo. Barry e Caitlin logo chegaram com seu filho, que também se juntou as outras crianças no quintal, enquanto os adultos conversavam ao redor da churrasqueira de Maggie e Alex. Emma sorria ao ver as crianças brincando na grama, se perguntava quando seria sua vez de ter filhos, Regina iria querer crianças, elas já estavam casadas a um ano e meio, já estava na hora?

- Quer ter os nossos? – Regina se aproximou e se sentou no colo da loira distraída. A loira sorriu abertamente e beijou sua esposa em resposta, um imenso e sorridente sim.

- E nós? – Toni abraçada a cintura de Cheryl ergueu seu rosto para cima, olhando na direção dos olhos da ruiva. Cheryl puxou todo ar que conseguira, pensou e respondeu.

- Ah... Não quer casar primeiro? – Cheryl respondeu soltando todo ar que havia conseguido antes de responder, cada palavra dita com cuidado, não era qualquer uma, era Antoinette Topaz, mulher difícil.

- Quer casar comigo? E sim é um pedido, você quer? – Toni pegou a cerveja na mão da garota e propôs o casamento. Todos olhando atentamente a resposta que ela daria, mas nada além de um sim, que era o esperado, ninguém diria não em um churrasco de domingo em família. As duas se abraçaram, e se beijaram, já era hora de casar depois de tudo que passaram com a mãe de Cheryl.

- Falta emoção nessa casa. – Gritou Lexa com uma caixa de som enorme em mãos. Todos começaram a rir, ela sempre fazia essas coisas nas reuniões de família. Clarke soltou sua filha de seu colo e a deixou ir brincar com as outras crianças, eram tantas que dificultava saber de quem era qual. Mentira os pais sempre sabem. Clarke abraçou a irmã e se sentou junto as garotas perto da piscina no gramado de trás, enquanto Lexa e Barry ligavam a música.

 O que Alex sonhava se realizou para todos. Uma casa com um quintal verde, cerca branca, várias copias suas e de Maggie brincando na grama, junto as copias de Kara e Lena, Barry e Cait, Clarke e Lexa e logo, logo de Cheryl e Toni e Emma e Regina. Todos juntos como uma família, vidas distintas que por acaso se uniram, e agora não se desgrudam mais. Afinal, a vida pode ter um final feliz?  

 

  

 

 

 

 


Notas Finais


Final feliz, pensei em matar geral, mas pra que né?
Fiquem de olho aqui, porque em breve eu trarei uma nova fic com esses shipps, uma nova história bem mais cumprida, e essa fic será minha primeira fic interativa, sim vocês vão participar, então de olho.


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