História Desenho - Imagine Jihyo - Capítulo 5


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Categorias TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jihyo, Jungyeon, Mina, Momo, Nayeon, Personagens Originais, Sana, Tzuyu
Tags 2yeon, Chaetzu, Mihyun, Samo, Wonha
Visualizações 701
Palavras 1.510
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Five


Jihyo On

 

És curiosa ao máximo. Quem sabe um dia descobre quem sou? Até qualquer dia querida Jihyo.

 

Outro desenho. Eu estou morrendo de curiosidade. Quem diabos é essa pessoa?! Por que não se revela de uma vez. Isso é muito, muito sufocante! Até bebi um pouco de água pra acalmar. Sana já havia começado o trabalho junto a Dahyun e Jeongyeon. E eu nem sei onde está Nayeon! Ah! Só de pensar naquela coelha, dá vontade de enfiar um faca na cara dela.

 

– Jihyo! Você viu a (S/N)? Aquela esquisita parece que sumiu! – Reclamou Nayeon com um bloco de notas na mão. – Ah! É outro desenho?

 

– Sim. – Suspirei – Eu realmente quero saber quem é essa pessoa.

 

– Por que não perguntamos a Chaeyoung? – Disse – Tem um clube de desenhistas e bom, Chaeyoung é quem comanda. Ela saberia identificar traços.

 

Olhei-a desconfiada.

 

– Até que não é uma má ideia.

 

 

(...)

 

 

– Sinto muito, mas não há ninguém com essas características de desenho aqui. – Falou Chaeyoung – Por que querem saber quem é?

 

– É uma pessoa que coloca isso em meu armário, quase todos os dias. E o pior é que quando eu não recebo, fico ansiosa pelo próximo. – Expliquei, quase arrancando os cabelos.

 

– Com certeza essa pessoa não é daqui. – Disse Chaeyoung dando de ombros – Não conhecem outra pessoa que desenha?

 

Pensei por alguns instantes e como num passe de mágica, lembrei dos desenhos incríveis de (S/N). Mas acho que ela não estaria interessada em mim. Isso seria impossível... Ou talvez não.

 

– Pensou em alguém? – Perguntou Nayeon.

 

As duas olharam pra mim em expectativa.

 

– Sim, mas isso seria impossível. – Murmurei.

 

Chaeyoung negou.

 

– Talvez essa pessoa seja mais esperta do que pensamos. – Começou a Son – E se essa pessoa for inteligente o bastante pra pensar por você e fazer você pensar que seria impossível ser ela?

 

Abri a boca surpresa.

 

– Você não pensou nisso, não é? – Neguei e ela pegou o desenho – Vou ficar com isso e ver o que eu descubro, mas vai me dever um grande favor.

 

– Obrigada Chaeyoung. – Pedi e ela assentiu.

 

Eu e Nayeon saímos dali, bem pensativas. Essa pessoa deve ser um gênio. Como eu não percebi? Nós ainda tínhamos que encontrar a (S/N). Temos que começar o trabalho a partir de hoje. Nayeon e eu nos separamos. Parecia até uma investigação.

 

 

(...)

 

 

– Jesus! Finalmente te achei! – Disse Nayeon ao me ver.

 

Ela estava ofegante, com as roupas bagunçadas e cabelo do mesmo jeito.

 

– Nayeon, eu mandei você procurar a (S/N) e não ficar se pegando com alguém. – Reclamei.

 

– Relaxa aí God. – Me abraçou de lado – Eu encontrei a esquisita. Ela tá esperando a gente do lado de fora.

 

– E você aproveitou pra se pegar com alguém? – Digo irônica e ela sorriu safada – Sai daqui seu coelho pervertido!

 

Riu e começou a me seguir. Por algum motivo, eu estava ficando nervosa. (S/N) é um amor de pessoa e eu não sei o porquê de estar assim. Ao vê-la conversando e abraçando Momo (aquela japonesa é muito cara de pau, sério. Ela e a Nayeon dariam certinho juntas.) senti um coisa estranha no peito. Talvez eu deveria fazer um check-up. Faz um bom tempo que eu não vou ao médico. Não sei quanto tempo fiquei olhando pra ela, mas acabei esbarrando em alguém.

 

– Presta atenção Jihyo! Da próxima eu te atropelo. – Disse SinB, irritada e seguiu com o seu grupinho.

 

– Foi mal Jihyo. Ela esqueceu de tomar o remédio controlado. – Yerin explicou e cruzou os braços.

 

– Ou talvez seja falta de sexo. – Comentou Sowon irônica. – Ela tá me enchendo o saco faz dias.

 

– Se ela tá precisando de alguém pra transar, por que não falou comigo? – Disse Nayeon.

 

Olhei incrédula pra ela e neguei com a cabeça.

 

– Com licença! – Intrometeu-se Eunha – Eu gostaria de saber se podem me ajudar com uma pesquisa. Podem? Não vai demorar muito. Só alguns minutos.

 

Olhou pra mim e pôs a mão no queixo.

 

– Ah! Lembrei! Eu te vi hoje de manhã em algum lugar, mas não lembro agora. Seu nome é Jihyo, não é? – Assenti – Ótimo! Pode responder algumas perguntas?

 

– Eu não tenho tempo agora, Eunha-ssi. Talvez Yerin ou Sowon possam lhe ajudar. – Inflou as bochechas, pensativa.

 

– Pode ser. Mas quem são Yerin e Sowon?

 

Como é que a pessoa mais popular dessa escola pode não conhecer os que estão abaixo dela?

 

– Eu sou Yerin. Ela é Sowon e você é Eunha. – Disse a mesma.

 

– Euzinha. – Riu.

 

 

(...)

 

 

– Pela manhã você trabalha em uma floricultura, a tarde vai à escola e depois que sai da escola? Vai para casa? – Perguntou Nayeon.

 

– Não, mas não é interessante para vocês. – Respondeu encolhendo os ombros.

 

Nayeon terminou de anotar tudo.

 

– Eu tenho que ir embora. Termina tá Jihyo? – Assenti – Até amanhã.

 

Nayeon foi embora, nos deixando a sós. Não sei por que, mas fiquei nervosa (mais do que já estava). Ao notar que me olhava, sorri sem graça e baixei o olhar, tímida. Mas o que diabos tá acontecendo comigo? Bebi um pouco do refrigerante que estava sobre a mesa e terminei de arrumar as informações no caderno.

 

– Eu realmente tenho que ir. – Disse (S/N) enquanto conferia o relógio.

 

– Posso ir com você? Sabe...? Pelo trabalho.

 

– Acho que você não vai gostar do lugar. – Coçou a cabeça – Então... Até amanhã Jihyo. – Assenti.

 

– Até.

 

(S/N) parecia-me tão misteriosa (apesar de eu ter passado a noite na casa dela). Ela era fofa (muito fofa), mas era um pouco fechada. Ultimamente tenho sentido uma vontade de me aproximar dela. O que seria isso? Compaixão? Simpatia?... Amor?

 

 

(...)

 

 

Eu voltei pra casa pensando sobre isso. Seria possível amar alguém em tão pouco tempo? Não sei o que sinto, apenas sei que é tão grande que me assusta. Eu poderia conversar com as meninas, mas vamos combinar que elas não são umas das pessoas mais compreensíveis ou especialistas em sentimentos do mundo, não é? Alguém adulto. Que já tenha vivido isso. Esse momento de confusão e incerteza de reciprocidade. (S/N), pelo pouco que conheci é uma pessoa incrível, uma das melhores que já conheci.

 

Mas também há a pessoa que me faz os desenhos e escreve frases que me deixam desconcertada e de rosto quente.  Mesmo não conhecendo tal pessoa, admiro-a muito por sempre tirar o melhor de mim. Posso até estar com um sorriso bobo em pensar nessas pessoas, mas meu coração palpita em confusão.

 

Por um lado alguém que nunca vi ou ouvi a voz, por outro lado tem alguém incrível, que apesar das origens, é gentil e preocupada com o ser humano. (S/N) cuidou de mim. Quanto mais se cresce, você percebe que as pessoas são cruéis e egoístas, achar alguém como a (S/N) é como ganhar na loteria de virada de ano. Poucos têm sorte.

 

Eu deveria investir na (S/N)? Ou esperar o desenhista se revelar? Mas se ele nunca se revelar? Eu terei deixado alguém como a (S/N) ir embora. Jesus como isso é confuso.

 

– Porra de sentimentos! – Chutei uma porta.

 

Detalhe, eu não sabia que era casa de alguém. De repente a porta se abre e Dahyun aparece de pijama e cabelo em um coque frouxo.

 

– Olha só. Minha casa tem campainha! – Apontou a mesma – Oh, espera... Jihyo? – Coçou os olhos – O que cê tá fazendo aqui mulher?

 

– Ahn... Eu tava passando e pensando em umas coisas e deu vontade de chutar algo e eu acabei acertando a sua porta. Foi mal dubu. – Pedi constrangida.

 

Dahyun deu de ombros e voltou a coçar os olhos.

 

– Quer entrar? Eu tava dormindo, mas já passou da hora d’eu acordar.

 

– Por que não? – Respondi e entrei.

 

Sentei no forte de travesseiros que ela havia feito e suspirei ainda com muitas dúvidas rondando a minha cabeça. Dahyun havia ido à cozinha, beber alguma coisa, não sei ao certo. Mal prestei atenção. Minha cabeça tá em outro lugar. Tirei o celular do bolso e ao desbloquear vejo minha foto com as meninas, todas juntas. Na verdade tinha uma penetra ali. Momo se não me engano. Ela é bem folgada.

 

Eu poderia simplesmente borrar o rosto dela, mas não tô com vontade. Olhei pra TV e tava passando algum episódio de alguma série que Dahyun assiste. Bebi um pouco de refrigerante e resolvi subir. Eu sou praticamente de casa então tenho essa liberdade. Eu só não esperava que as mães da Dahyun estivessem em casa naquele dia.

 

– Ai Jesus perdão! – Me curvei inúmeras vezes – Eu só ia pegar uma almofada e...

 

Tipo, elas estavam apenas conversando e talz, mas é falta de educação invadir o quarto dos outros, não acham?!

 

– Não se preocupe. Não estávamos fazendo nada demais. – Respondeu Taeyeon, tranquila.

 

– Você não parece ser daqui. – Comentou Tiffany – Por um acaso invadiu nossa casa?

 

Neguei inúmeras vezes.

 

– E-Eu sou amiga da Dahyun e-e geralmente eu vinha aqui quando vocês não estavam. – Expliquei rapidamente e elas arquearam a sobrancelha – Eu juro que eu não faço nada de errado com a Dahyun. Ela é como se fosse a minha irmã mais nova. Eu juro.

 

– Então tá. – Concordou Taeyeon – Da próxima vez, bata na porta, por favor. – Assenti frenética.

 

– Nem precisa pedir!

 

Eu mereço, sabe?



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