História Desenho - Imagine Jihyo - Capítulo 6


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Categorias TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jihyo, Jungyeon, Mina, Momo, Nayeon, Personagens Originais, Sana, Tzuyu
Tags 2yeon, Chaetzu, Mihyun, Samo, Wonha
Visualizações 285
Palavras 1.549
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Six


– Praia? Sério? – Questiono incrédula.

 

– Qual é (S/N)! – Reclamou Eunha – Vamo ‘pra praia! Pegar um sol, nadar no mar, fazer castelos de areia!

 

– Eu definitivamente odeio praia. – Disse Momo e Eunha a olhou feio – Praia é maravilhosa. – Sorriu forçada.

 

– E no final do dia, montar uma fogueira, pegar um violão e ficar cantando! Não é demais?!

 

Eunha realmente tem uma imaginação fértil. Eu não sei se seria uma boa ideia eu ir à praia.

 

– Convidei Jihyo e as amigas dela.

 

– Quando vai ser? – Perguntei e ela sorriu satisfeita enquanto Momo negava com a cabeça.

 

Já era no dia seguinte e segundo Eunha, iríamos ficar na casa de praia de seus pais. Era uma casa gigantenorme (digo isso porque já vi a casa antes). O único problema é que não vou poder ver a Mina. Eu liguei pra ela e falei sobre, a bicha só faltou de deportar. Disse ‘pra eu ir logo e me divertir um pouco e quem sou eu pra desobedecer Myoui Mina?

 

Enquanto eu arrumava minhas coisas pra ir à praia. Percebi que faltava um desenho na minha mini galeria de arte. No lugar dele havia um bilhete.

 

Desculpe-me por isso, mas foi preciso. Eu peguei aquele desenho, espero que não sinta falta dele.

 

Jihyo.

 

Arfei incrédula e levei as mãos à cabeça. Ela vai descobrir tudo. Jihyo não é burra. Por que diabos eu fui trazer ela aqui?! Já até imagino a cara de decepção dela ao descobrir que sou eu. Peguei um lápis e papel. Comecei um desenho rápido e quando terminei, procurei uma folha de caderno e escrevi uma carta para, caso ela descobrisse, eu deixaria em seu armário e sei lá. Talvez tentaria não incomodá-la.

 

Enquanto isso acontecia meu celular tocava, mas eu não tava querendo distrações. Não em um momento tão... Emotivo. Terminei a carta e coloquei plástico em volta do desenho, como sempre faço. Respirei fundo e guardei ambas. Voltei a organizar a minha mala e novamente meu celular voltou a tocar. Suspirei e vi um número estranho. Atendi do mesmo modo.

 

– Yoboseyo? – Murmurei.

 

Ah! Sou eu (S/N)! – Era a Momo – Cê tá gripada?

 

– Não, não eu só... É só uma alergia. Nada demais. – Enrolei e funguei novamente – Onde cê tá? E que número é esse?

 

É o celular da minha namorada.

 

–Desculpa. Perdão, mas eu acho que ouvi errado. Você disse “namorada”? – Interrompi e até imagino ela revirando os olhos. – Hirai Momo namorando?! Isso sim é uma novidade.

 

Cala a boca. Pelo menos eu tenho namorada e você?

 

– Ouch. – Funguei novamente.

 

Que alergia dos infernos é essa?!

 

– Ligou pra que, Hirai? – Cortei logo seu papo.

 

Mas é sério. Você tem que se declarar pra Jihyo! Poxa, sabia que tem outra pessoa que também gosta dela?!

 

Senti até os pelos arrepiarem. Só de pensar na ideia de Jihyo com outra pessoa, sinto as lágrimas se multiplicarem (eu sou muito sensível, tá?!).

 

– Outra pessoa?

 

É! Outra pessoa!

 

– Quem é?

 

Se eu disser quem é, você vai fazer alguma coisa pra ficar com a Jihyo?

 

– Não, mas...

 

Então eu não digo.

 

– Não vou insistir. – Murmurei – Pode me dizer pelo menos quem é sua namorada?

 

Claro que não! Na hora certa, eu digo.

 

– Aposto que sua namorada é uma daquelas bonecas sexuais. – Falei e comecei a rir horrores.

 

Muito engraçada você. Zueira nível Brasil! Mas para a sua informação, eu namoro um ser humano. Você vai ver.

 

– Tá Hirai. Que seja. Até a praia.

 

Até. E vê se toma um antialérgico.

 

Ri e desliguei. Essa Momo... Salvei o contato como “Boneca Inflável da Hirai” e me joguei na cama. Amanhã será um longo dia.

 

 

(...)

 

 

– Que casa Jesus! Só eu que tô impressionada com isso?! – Questionou Yerin.

 

– Eunha convidou gente demais. – Sussurrou Momo e eu concordei.

 

Além das G-Amigas (nome dado ao grupinho delas), vieram a Jihyo e as amigas dela. Falando em Jihyo, ela tava linda. Como sempre. Sorri boba e ao perceber que ela também me olhava, corei rapidamente e desviei o olhar. Ela deve achar que eu sou uma doida agora. Entramos na casa e Eunha dividiu quartos em duplas, e claro, mas é claro que ela não perdeu a oportunidade. Colocou a mim e Jihyo ‘pra dividir o quarto.

 

Momo não perdeu a oportunidade de me zoar e eu só sabia suspirar. Essas duas sempre vão ficar na minha cola enquanto eu não me declarar pra Jihyo. Fui em direção ao quarto e coloquei minha mala sobre a cama. Arfei e fui em direção a varanda. Sentei em um baquinho que tinha ali e fiquei observando as pessoas que passavam por ali. A maioria eram coroas com seus quarenta ou cinquenta anos.

 

Saí de meus devaneios quando escutei algo de dentro do quarto. Virei devagar e vi Jihyo tirando os sapatos e estava prestes a tirar o short, mas como eu sou uma pessoa educada, impedia-a e a mesma se assustou ao me ver, tropeçou nos próprios tênis e acabou caindo. Graças a Deus sobre a cama. Corri até ela e como sou azarada, pisei no cadarço do meu próprio tênis (malditos sejam os tênis) e caí praticamente sobre a Park e no mesmo instante a porta abriu.

 

– Olha só! Mas já (S/N)? – Debochou Momo e tanto eu quanto Jihyo a olhamos – Estamos atrapalhando, né?

 

Além de Hirai, estavam Eunha, Nayeon e Tzuyu na porta.

 

– A gente vai sair ‘pra vocês continuarem aí. – Sorriu pervertida – Não façam barulho.

 

– Espera! Não é o que você tá pensando! – Fez de sinal de silêncio.

 

– Aproveitem! Bye!

 

Saiu e fechou a porta. Olhei pra Jihyo e rapidamente saí de cima dela. Virei de costas e comecei a morder o meu polegar. É uma maneira que eu encontrei de evitar ficar muito constrangida. É estranho, mas funciona.

 

– E-Eu sinto muito. Eu sou muito desastrada. – Pedi.

 

Nenhuma resposta. Estranhando seu silêncio, virei pra ela e a vi ainda deitada e o rosto vermelho pelo constrangimento.

 

– Se quiser trocar de quarto, tudo bem. Eu entendo.

 

– ISSO NEM MORTA. – Respondeu quase gritando, mas logo se recompôs – Quer dizer, n-não precisa disso. Foi apenas um mal entendido. Podemos explicar depois.

 

Assenti ainda sem encará-la. Ficamos alguns segundos caladas...

 

– Acho que já tá na hora de entrar no mar. – Comentou – Vou vestir o biquíni.

 

Meu rosto esquentou só de imaginar Park Jihyo de biquíni.

 

 

– T-Tá. – Respondi – Eu vou... Pegar algo pra comer.

 

Saí praticamente correndo dali. Olhei o relógio e vi que já eram três horas da tarde. Tá mais do que na hora de entrar no mar. Mas eu acho melhor ficar aqui. Se eu pegar um livro e me sentar naquele sofá mais ninguém me tira dali.

 

– Bora (S/N)! Vamo nadar! – Disse Eunha e me puxou pelo braço – Trouxe o biquíni, não trouxe?

 

– Já tô até usando. – Mostrei a alça – Mas eu não quero ir. Me deixa lendo um livro aqui.

 

Negou.

 

– Se não for se divertir, pelo menos vai pra passar protetor solar nas minhas costas. Anda.

 

E foi me arrastando até a praia.

 

Por que eu resolvi vir mesmo? Todas já estavam na areia (e outras no mar). Outras estavam nas cadeiras de sol e uma delas era Eunha. Sentou e ainda me fez sentar em outra cadeira. Enquanto eu resmungava, Eunha me dava alguns tapinhas para que eu parasse de resmungar, mas não dá. Nem sei porque eu vim. Na verdade sei sim! Park Jihyo. Eu deveria parar de ser um pouco trouxa por ela. Jihyo nunca vai me notar.

 

– (S/N) passa protetor nas minhas costas. – Disse Eunha.

 

– Nem pra pedir. – Digo e ela dá de ombros.

 

Virou de costas e apoiou a cabeça sobre os braços cruzados.

 

– E desamarra o laço.

 

Revirei os olhos. Mas como eu sou uma pessoa muito paciente, respirei fundo, desamarrei o nó e comecei a passar o produto em suas costas.

 

– Eunha, você sabia que a Momo tá namorando?

 

– Desculpa querida comé qui é? – Fingiu limpar o ouvido e olhou pra mim – Isso pode realmente acontecer?

 

Dei de ombros.

 

– Eu não sei. Se trata de Hirai Momo, afinal. – Disse e ela concordou.

 

– Mais um pouco pra baixo, por favor. – Pediu – Mas da onde foi que surgiu essa ideia?

 

– A própria Hirai me contou. – Respondi – Quer que eu passe no bumbum?

 

– Não seria uma má ideia. Imagina só, ficar com a bunda queimada.

 

Fizemos de caretas.

 

– Deixa que eu passo. – Disse e ela assentiu.

 

Parei um pouquinho e bebi um pouco de água, mas logo voltei ao serviço. Não perdi a oportunidade de provocar a baixinha.

 

– Yah! Pare de apertar sua pervertida! – Ri e neguei.

 

– Mas nem a pau! É muito bom. – Respondi e continuei a passar o protetor, enquanto apertava a bunda dela.

 

– Vai apertar a bunda da Jihyo!

 

– Yah! Não fala isso alto! – Meti um tapa em sua bunda.

 

– Ai! – Reclamou – Sua grossa!

 

– Sou mesmo. – Respondi e sorri ladino – E ai de você se você se quer pensar em falar algo que envolva a mim ou a Jihyo.

 

– Estou morta de medo! Olha como eu tô tremendo!

 

Debochou e eu ergui meus braços em rendição. Levantei da cadeira e ao longe vi Momo conversando com alguém. Eu até iria até lá, mas outras pessoas surgiram em minha frente. Nayeon, Dahyun, Jeongyeon, Chaeyoung e Tzuyu me pararam.

 

– Eu juro que não fiz nada. – Disse assustada.

 

– Descobrimos tudo. – Começou Tzuyu.

 

Ri nervosa e comecei a suar frio.

 

– Tudo o quê?

 


Notas Finais


uii...


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