História Desert of Roses - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Chouji Akimichi, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Inochi Yamanaka, Kiba Inuzuka, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Orochimaru, Sai, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Shion, Temari, TenTen Mitsashi, Toneri Otsutsuki
Tags Bruxas, Demonios, Elfos, Fadas, Gaaino, Gaara No Sabaku, Hentai, Hinanaru, Ino Yamanaka, Magia, Mitologia, Naruhina, Naruto, Ninfas, Revolução Naruhina, Romance, Sabaku No Gaara, Sasusaku, Sexo, Shikatema
Visualizações 173
Palavras 1.764
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ecchi, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá!!
Peço desculpas por ter sumido sem avisar, mas tive que dar algum tempo para revolver as coisas. Resolver problemas, trabalho, faculdade e é claro a inexistência da minha vida pessoal :( kkkkk
Agora com a fic revisada, repaginada vou tentar postar os capítulos regulamente. Vou tentar responder os comentários pendentes de todas as fanfics.

Peço desculpas novamente, e espero que gostem!

Capítulo 23 - Capítulo XXIII


A voz baixa, mas firme de Hinata a assustou de certa forma. Provavelmente não seria algo bom.

 

— Tenho medo de perguntar do que se trata… — Ino disse esperando ouvir um conforto da morena e que não era nada demais, mas a resposta foi um olhar apreensivo.

 

— Podemos conversar em um lugar mais reservado?

 

Ino assentiu a guiando até o escritório, enquanto falava para as empregadas guiarem os soldados Hyuuga para a cozinha.

 

Hinata entrou no castelo observando atentamente as mudanças drásticas que lá teve.

 

— Você está me deixando nervosa… com esse suspense todo.

 

— Desculpe — Hinata virou e sorriu levemente — Só fiquei muito fascinada com as mudanças que houveram aqui. Da última vez que estive aqui o castelo era escuro, desconfortável e impessoal.

 

A morena olhou para o escritório e viu na mesa um vaso com flores e algumas toalhas bordadas.

 

— Acho que você seja responsável pelas mudanças…

 

— Me vi obrigada a cuidar do castelo ele parecia abandonado. — Ino disse um pouca aflita e ansiosa. Paciência nunca fora uma de suas qualidades.

 

— Está muito bonito. Parabéns.

 

— Hinata… — resmungou a loira.

 

— Okay, desculpe. — ela respirou fundo e olhou para a loira que estava com os braços cruzados e parada parecendo uma estátua — Tive uma visão… Vi um homem loiro com uma mulher loira eles eram apaixonados… Você é uma mistura dos dois.

 

— Você está me dizendo que você acha eles sejam os meus pais?

 

— Tenho quase certeza, a semelhança é impressionante.

 

— E isso foi realmente importante?

 

— A primeira nem tanto, mas a segunda foi no mínimo reveladora… Você teve algum contato com um homem loiro pelos sonhos?

 

Ino a olhou surpresa. De fato havia tido um sonho estranho com um homem loiro, mas pensará que era apenas um sonho sem significado algum.

 

— Tive, foi um sonho estranho. Ele me dizia frases desconexas. Fiquei com medo.

 

— Olha Ino… Eu tenho quase certeza que esse homem que se comunicou contigo através do sonho seja teu pai.

 

— Co-como? — Ino sentou-se chocada e Hinata a acompanhou.

 

— Tive uma visão e nela Orochimaru deixa aprisionado um bruxo chamado Inoiji. Há semanas ele vêm guardando ingredientes para se comunicar  você através do feitiços dos sonhos. Ele ficou tão feliz quando descobriu que você está viva….

 

— Como ele descobriu?

 

— Quando Orochimaru desejava casar com você. Ele comentou o seu nome. Seu nome foi escolhido por ele quando sua mãe estava grávida, ele achava que ela havia morrido com o holocausto dos bruxos.

 

— Há quantos anos ele está preso?

 

— Não sei ao certo, mas em torno de mais de 15 anos.

 

— Meu pai está vivo… No sonho ele tentava me avisar sobre alguma coisa. O que mais houve nas suas visões?

 

— Vi como seus pais se apaixonaram… — Hinata sorriu amavelmente — Ele a viu em um campo de flores, sua mãe o achava muito convencido. Ele começou a cortejá-la, mas ela o ignorava constantemente.

 

Ino sorriu imaginando a cena.

 

— Minha mãe era muito difícil… Mas aposto que ela gostava de toda a atenção.

 

— Ele a descrevia como uma mulher extraordinária. Demorou muito, porém ele conseguiu conquistá-la. Resumindo… Seu pai foi preso como escravo para Orochimaru e vem sendo empregado dele desde então.

 

— Eu preciso saber o que ele disse para mim no sonho. Ele não arriscaria falar comigo assim se não fosse importante.

 

— Deve haver algum feitiço que possa revelar o que ele disse

 

— Há alguns, mas preciso falar com Kankuro. — Ino passou as mãos pelos cabelos e deixou algumas lágrimas escaparem de seu olhos.

 

— Oh querida não chore — Hinata a abraçou a consolando.

 

— Sempre pensei que ele havia me abandonado, mas ele não escolheu me deixar ele foi escravizado e usado eu preciso tirar ele de lá. Preciso salvar o meu pai.

 

— Nós vamos salvá-lo Ino, tudo vai acabar bem.

 

Depois de alguns minutos apenas chorando em silêncio a porta do escritório se abriu revelando um loiro corpulento eufórico. A morena e a loira levantaram-se do sofá rapidamente. Ele a agarrou pela cintura e a abraçou fortemente a deixando espremida entre seus braços fortes.

 

— Hinata! — Ele suspirou aliviado. Fazia algum tempo que Ino havia percebido que Naruto andava melancólico e aflito desde que descobriram que as Terras Lunares haviam sido atacadas. Gaara e Sasuke quase não conseguiram impedi-lo de tentar fugir para encontrá-la  junto com seus soldados. Hinata ruborizou violentamente.

 

— Naruto — a morena disse aos sussurros claramente afetada, afinal estava nos braços de sua paixão de infância.

 

— Não pode imaginar de como eu estou aliviado em te ver. Se você não tivesse aparecido eu juro que eu daria um foda-se aos conselhos de Gaara e de Sasuke sobre imprudência e iria sozinho tentar lhe encontrar — ele disse olhando fundo nos olhos prateados.

 

Hinata corou mais fortemente como se fosse possivel.

 

— Você está bem? Te machucaram? — Ele a afastou um pouco dos seus braços a avaliando de cima a abaixo para ter certeza que não havia nem ao menos um arranhão.

 

— Eu-eu estou bem — ela gaguejou ao ver o rosto dele muito perto de seu rosto ainda a avaliando — Saímos das Terras Lunares quando recebemos o recado sobre o ataque. Felizmente ninguém se feriu.

 

    Apesar de estar visivelmente perturbada, pela avalanche de informações que Hinata lhe contará, Ino não conseguirá evitar se emocionar com a cena diante de si. Naruto era tão lerdo ao ponto de não conseguir perceber que o que sentia por HInata não era amor fraternal. Havia um sentimento muito maior ali, de qualquer modo não seria ela que contaria a ele.  Depois de alguns segundo Ino conseguiu ouvir vozes e passos cada vez mais perto.

 

Gaara e Sasuke entraram na biblioteca, ficaram surpresos e aliviados em ver a herdeira Hyuuga sã e salva. Mesmo com seu jeito e distante e conservador Sasuke conseguia ser mais caloroso do que Gaara que apenas se contentou em acenar brevemente com a cabeça nela, enquanto o Uchiha dera um abraço curto, porém afetuoso em Hinata.

 

Ino perguntou-se mentalmente que de todos os homens dos quais ela poderia se apaixonar, por que diabos ela se apaixonara justamente pelo o mais impassível e frio deles?

 

Gaara se afastou silenciosamente de Hinata, Sasuke e Naruto enquanto a Hyuuga contava como havia fugido do ataque para sentar do lado de sua esposa que estava estranhamente quieta e pálida demais.

 

— O que aconteceu? — ele perguntou com o semblante inalterável.

 

A loira subiu os olhos surpresa, nem ao menos havia ouvido ele sentar ao seu lado, nem ao menos sabia que ele tinha tanta facilidade em decifrá-la.

 

— É tão complicado nem sei por onde começar… — Ino suspirou cansada

 

— Ajudaria que você começasse pelo começo para mim entender melhor — ele disse em um tom irônico. Quando ela separou os lábios para poder contar-lhe ele colocou o dedo indicador em seus lábios negando com a cabeça e disse:

 

— Aqui não.

 

Ele levantou-se a pegando pela mão e os dois saíram silenciosamente da biblioteca.

 

Ino não prestava atenção para ver onde ele estava a levando ela estava muito concentrada olhando para as mão deles unidas. Como poderia achar aquele pequeno contato tão significativo e tão íntimo? Tanto tempo juntos compartilhando até uma cama juntos nunca haviam ficado de mãos dadas. Pessoas apaixonada ficavam de mãos dadas correto? Até mesmo quando é amor unilateral? Esse pensamento encheu a ainda mais de dor no peito.

 

Quando voltará para a realidade se viu chocada ao lugar em que mais apreciava no mundo. O jardim. Será que ele sabia que esse seria o lugar mais reconfortante do mundo para ela e isso tornaria mais fácil ela desabafar? No mesmo momento ele soltou sua mão a fazendo sentir um enorme vazio. Não, com certeza ele não seria tão atencioso a esse ponto.

—  Pode começar — ele disse impassível com os braços para trás, enquanto caminhava lentamente ela se viu obrigada a fazer o mesmo.

 

Assim ela contou-lhe tudo sobre seu pai, sobre as visões de Hinata e principalmente sobre o seu sonho que tivera naquela madrugada.

 

— Acho que houve alguma falha no sonhos, pois apenas entendi algumas palavras o que deixaram o recado incoerente, mas ele queria me avisar de algo tenho certeza.

 

Gaara ouviu tudo muito silenciosamente só depois de alguns segundo ele falou roucamente:

 

— E como você está com isso tudo?

 

Sentindo-se cansada de repente Ino encostou-se no tronco de uma árvore e suspirou. Ele parou na sua frente, um pouco distante, e cruzou os braços.

 

— Acho que de alguma forma esse aviso pode nos ajudar com a guerra eu pensei em falar com Kankuro sobre…

 

— Certo — ele a interrompeu negando várias vezes com a cabeça — Mas estou perguntando como você está com todo esse negócio do teu pai não está morto e sim escravizado por Orochimaru?

 

Piscou os olhos um pouco surpresa e viu-se a vontade em dizer tudo que sentia no fundo de seu coração.

 

— Estou furiosa com Orochimaru vivi minha vida achando que meu pai havia abandonado eu e minha mãe, pensei que ele havia escolhido nos deixar… Mas não fora escolha dele! Ele tem sido torturado e escravizado por mais de 15 anos! Orochimaru tirou minha oportunidade de ter um pai. Nunca senti vontade de matar alguém, mas agora eu quero vê-lo morto.

 

Sentiu algumas lágrimas escorrerem em suas bochechas.

 

O ruivo descruzou os braços e se aproximou lentamente. Ele apoiou um braço, um pouco acima da cabeça dela, no tronco da árvore e aproximou-se mais deixando poucos centímetros separando seus rostos.

 

— Eu prometo que irei mata-lo por você do modo mais lento e doloroso possível — ele disse ameaçador, porém limpou-lhe carinhosamente as lágrimas de sua bochecha.

 

Ino assentiu impactada com suas palavras e gestos. Senhor, não podia ser possível amar aquele homem mais do que ela já amava. Sem-graça com o gesto carinhoso dele ela abaixou a cabeça incapaz de olhá-lo mais, com toda certeza ela não resistiria continuar olhando para aqueles olhos verdes e não dizer que o amava com todas as suas forças.

 

— Estou sendo ridícula não consigo parar de chorar —  Ela disse limpando as lágrimas com as costas da mãos.

Ele levantou o queixo dela com uma das mãos a fazendo olhar em seus olhos.

 

—  Você é a mulher mais forte que eu conheço —  disse espantosamente terno. Ele abaixou a cabeça e a beijou calmamente e terminou com uma mordida sutil.

 

Ino foi incapaz de deixar ele se afastar depois daquele beijo. Ela circulou os braços pela sua cintura e o abraçou. Mesmo sem jeito com o abraço repentino ele rodeou o corpo de Ino com os braços firmes, enquanto ela encostava a cabeça em seu peito.

 

Todos os pequenos gestos deles a deixaram sem fôlego. Será que seria mesmo possivel o Gaara, “O Demonio Ruivo”, sentir algo por ela?

 



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