História Desistir; Hyunin. - Capítulo 1


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Categorias Stray Kids
Personagens Hwang Hyun-jin, Yang Jeong-in
Tags Hyunin, Jeongjin
Visualizações 20
Palavras 615
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drabble, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Roboticamente


Apaixonar-me por um robô nunca se passou em minha mente. Não até o dia que em minha escola ele apareceu, ele era tão lindo e perfeito que nem aparentava ser apenas uma mera máquina criada para saciar as necessidades humanas. Ele até falava de um forma, tão...humana que eu quase tinha me esquecido do que aquele garoto de um ano acima do meu havia dito “são apenas engrenagens que formam ele, não se esqueçam!”.  O meu problema realmente foi me esquecer daquilo e quando fui perceber já era tarde demais, meu coração bombeava rapidamente e minhas bochechas ficavam avermelhadas apenas por sentir aqueles – falsos – olhos mirarem em mim. 


Seu nome era Jeongin, Yang Jeongin, mas eu preferia o chamar de foxy já que sua aparência se assemelhava a uma raposa. Ele caminhava pelos corredores como um estudante do ensino médio normal, todos os dias usava uma roupa nova e ainda usava aparelhos e raramente óculos – os quais lhe deixavam adorável. Seu sorriso, ah! aquele sorriso me desconcertou por inteiro, tanto que, logo após sua chegada, minhas notas caíram. Não que eu ligasse, apenas queria ficar perto do garoto robô o tempo inteiro. O que infelizmente era impossível, principalmente nas aulas as quais eu me sentava na frente e ele, bem no fundo com muitas garotas lhe dando atenção, sentia minhas bochechas inflarem e eu ficava dois minutos assim até voltar a pensar como ele ficava bem com o uniforme da escola.


Até meu melhor amigo, que era bem lerdo e esquecido havia percebido minha paixão pela máquina e sempre que podia soltava algumas piadas em minha direção “ainda bem que o Jisung não é uma máquina”, aquele Minho desgraçado, nunca perdia uma. Mas por um lado ele estava totalmente certo, aquele garoto era feito de engrenagens e não tinha um coração, bem pelo menos foi isso que seu criador havia dito, porque um tempo depois que nos conhecermos – e eu me apaixonar cada vez mais. – ele me beijou. Foi estranho, minha barriga se assemelhava com um borboletário, além de minha mente estar uma confusão que só afinal por que parecia tão real tocar ele ? Seu rosto ? Por que ele era tão real ? Real demais. Essas eram as dúvidas que um dia eu fui tirar com Christopher, criador do robô. Eu diria que esta tinha sido – e ainda é – a conversa mais estranha que eu troquei em toda minha vida – nem tão grande assim. 

 

O mesmo estava muito confuso sobre JeongIn porque quando eu mencionei sobre tudo o que estava acabando com meu psicológico ele simplesmente me perguntou como eu estava mantendo contato com a máquina sendo que ele tinha estragado, isso mesmo, o Yang estava estragado a mais de seis meses. Naquele dia eu me considerei um louco, conversei com tantas pessoas que eu conhecia e elas simplesmente falavam que eu era engraçado, mas eu não via nenhuma graça naquilo. Até que em um dia eu fui falar com o psicólogo da escola, Woojin, e ele me explicou que por eu ter me encantado tanto com o robô eu acabei por criar coisas em minha mente que eram férteis até demais para uma criança. Ele até me indicou alguém para mim me tratar mas eu simplesmente não conseguia acreditar, eu tinha certeza que tudo era real, mas então por que todos me diziam que era um louco e que era tudo uma simples e mera mentira


Eu não era um louco por apaixonar-me, eu não tinha escolhido me apaixonar por uma mera máquina que qualquer um podia criar. Até mesmo eu sabia, que não importava mais nada, eu simplesmente amava Yang Jeongin e nosso amor era real, em minha mente doentia.



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