História Despair at Full Force - Interativa - Capítulo 5


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Categorias Danganronpa, Danganronpa The Animation
Tags Dangan Ronpa, Danganronpa, Desespero, Interativa
Visualizações 61
Palavras 3.177
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Mistério, Romance e Novela, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpa pela demora.
- Alguns personagens foram levemente modificados.
- Quando eu citar o nome do personagem no centro da escrita e seu título, significa que agora ele começará a narrar.

Capítulo 5 - Game Start


Kaleb Newton Hickman

Físico de Nível Super Colegial

O que eu faço agora?

Eu imediatamente voltei no refeitório ao sair do ginásio, já que seria muito pouco provável alguém voltar aqui e eu poderia passar um tempo sozinho. Só que mesmo eu amando ficar fazendo cálculos, ficar fazendo a mesma coisa por meia hora é meio cansativo.

Se eu não me engano tem uma biblioteca por aqui, só que eu não sei o caminho e eu provavelmente demoraria uma hora só para achar o caminho e ainda me perderia.

— E aí, Kaleb!

Eu pulei de susto quando alguém chegou do nada e gritou no meu ouvido sem eu nem ao menos perceber. A pessoa que me assustou soltou uma gargalhada ao ver o meu susto, eu me virei para ver o culpado e lá estava Kamitsure rindo alto.

— Desculpa, eu não imaginei que você reagiria assim! — Ela falou entre risos.

Demorou um pouco para ela parar com a crise de risos e mesmo após parar ficou com um sorriso no rosto.

— Precisa de ajuda para chegar em algum lugar? — Ela perguntou.

— Pera, como você sabia?

Kamitsure só soltou uma risada e jogou seu braço por cima do meu ombro.

— Você não sabia? Na verdade eu, Kasumi Kamitsure, tenho o poder de ler mentes!

Eu fiquei um tempo em silêncio, eu já ouvi pessoas que tinham poderes psíquicos e mesmo sendo cético a essas coisas eu não conseguia desmentir completamente a mim mesmo.

Eu já ia perguntar se ela estava sendo séria, ela me puxou do nada para fora da cadeira e me arrastou até as portas.

— Já sei! Você vai adorar a biblioteca daqui!

— Kamitsure, eu posso andar sozinho.

Assim ela finalmente soltou meu braço, ela abriu as portas do refeitório e começou ar ir andando pelo caminho que suponho que é da biblioteca.

— Como você não sabe o caminho? Tem o mapa inteiro no e-Handbook.

— Bem… Eu não mexi nesse e-Handbook ainda…

— Ah é, o Monokuma não explicou sobre o e-Handbook pro resto de vocês ainda.

O lugar parecia um labirinto para mim, tinham diversos corredores diferentes e eu tenho certeza que eu me perderia fácil, no caminho a Kamitsure ficou tentando arranjar uma conversa no caminho e eu, sem interesse de socializar, apenas fiquei assentindo, pelo menos ela continuou falando energeticamente o caminho todo, acho que ela estava falando sobre umas coisas estranhas que acharam dentro dos corpos das pessoas em que ela performou cirurgias.

A conversa continuou até Kamitsure parar abruptamente, eu olhei ao redor e vi que tínhamos parado na frente das portas duplas que eu acho que seriam da biblioteca, assim Kamitsure virou para mim e falou:

— Pronto chegamos.

— Obrigado, Kamitsure.

— Ah, pode me chamar de Kasumi — Ela falou com um sorriso. — Agora eu tô indo embora.

E assim Kasumi foi embora, me deixando sozinho, por algum motivo as portas estavam meio entreabertas e dava para escutar algumas pessoas conversando lá dentro.

Ao abrir as portas eu senti um monte de água fria caindo em mim e algo que eu acho que é um balde de plástico caindo na minha cabeça, não demorou muito para alguém começar a rir.

— A missão foi completa com êxito?

Tirando o balde da minha cabeça eu vi Yuku, Blythe e Kurokawa, Yuku estava praticamente morrendo de rir, Kurokawa parecia estar se segurando e Blythe estava com a mesma cara de sempre.

— Sim, sim! Foi perfeitamente como planejado! — Falou Yuku.

— Então, eu e Hickman-san somos amigos? — Perguntou Blythe.

Eu sinceramente não estava entendendo nada.

— Ahm… Alguém pode me explicar? — Perguntei

— Yuku-san falou que a melhor forma de fazer amigos é jogando água nos outros.

Isso explica tudo, eu seriamente fiquei levemente preocupado com Blythe na companhia de Yuku agora, ela provavelmente continuaria colocando um balde com água em todas as portas e molhar todo mundo uma hora, acho que alguém poderia até a machucar ela de raiva.

Antes que eu pudesse colocar na cabeça dela que isso era errado, ela já foi pegando o balde e correndo em alta velocidade para fora da biblioteca.

Eu já ia sair para arranjar algumas outras roupas para colocar.

— Se você ainda voltar quer ficar aqui, sugiro que você não saia — Falou Kurokawa. — Aposto que você cairia naquilo de novo.

É, ele tem razão, seria um desperdício ter as roupas molhadas de novo após ter trocado, além de provavelmente me perder por aí.

Dando uma olhada na biblioteca, ela era bem grande, até da entrada dava para ver que tinham várias estantes com livros por todos os lados, tinha uma mesa grande com várias cadeiras, mais do que precisa já que tinha mais de dezesseis cadeiras.

Eu fui me sentar na frente de Kurokawa, dando uma olhada nele ele estava molhado também, pelo visto não fui a única vítima da Blythe.

Yuku se jogou na cadeira ao meu lado com um sorriso enorme no rosto.

— E aí, Kaleb, o que veio fazer aqui? — Ele perguntou.

— Eu estava sem nada para fazer, então acho que seria uma boa ler alguma coisa. — Respondi.

— Sério? Eu pensei que a única razão que alguém viria aqui é porque a Kamitsure obrigou. — Yuku comentou.

— A Kasumi puxou vocês aqui? — Perguntei.

Os dois assentiram.

— Hmm, Você e a Kamitsure já estão tão próximos assim? — Perguntou Yuku.

— Hã?

— Você já tá chamando ela pelo primeiro nome, tem que ter um lance aí. — Yuku falou com um sorriso enorme do rosto.

É o quê?

Eu tenho certeza que Yuku começaria a me encher dessas coisas, eu tive sorte que a Blythe chegou abrindo as portas com um barulho enorme e com um balde cheio de água nas mãos.

— Estou pronta para fazer novos amigos. — Ela falou.

Assim Yuku levantou e foi arrastando a cadeira que ele estava sentado.

— Bora jogar água nos outros.

E os dois começaram a montar a armadilha.

— Ei, Kaleb, você não vai pegar um livro pra ler? — Kurokawa perguntou.

Eu já tinha esquecido disso, eu levantei e fui procurar alguém livro de mistério, um dos meus gêneros favoritos, olhando ao redor todas as estantes estavam os nomes que presumo que seriam os gêneros e não demorou muito para achar a sessão de mistério. Eu fui dando uma olhada na primeira estante que encontrei, infelizmente eu já tinha lido a maioria dos livros que eu via, isso até eu ver um em particular, o motivo? Tinha a cara do Monokuma nas duas extremidades. Tirando ele da estante e olhando na sinopse, parecia que era sobre uma equipe de detetives tentando solucionar o motivo de uma onda repentina de pessoas na região que sempre eram as melhores pessoas na faculdade. Eu peguei o livro e coloquei no meu casaco para poder ler atentamente no meu quarto.

Foi nessa hora que eu lembrei de uma coisa importantíssima: meu caderno de contas, eu calmamente peguei o caderno e abri ele e sem nenhuma surpresa ele estava com todas as coisas escritas completamente borradas e o caderno estava ensopado.

Indo de volta a entrada, já deu para ouvir um monte de água caindo, eu fui ver quem foi a pobre vítima dos dois e lá vi a Fiammentina completamente encharcada e já dava para ver que ela estava com raiva.

Yuku estava morrendo de rir de novo e Fiammentina estava encarando Yuku com uma cara de quem estava pronta para cometer um assassinato.

— …Quem foi? — Ela perguntou com um claro tom de ódio.

Blythe levantou a mão.

— Yuku-san falou que a melhor forma de fazer amigos é jogando água nos outros.

E com isso toda a raiva da Fiammentina pareceu se dissipar e sua atenção passou para Blythe, ela deu um suspiro e começou a falar.

— Blythe, não é assim que se faz amigos. — Ela falou.

— É? E como se faz amigos, Fiammentina-san?

— Senta que eu te explico.

As duas se sentaram na mesa e Fiammentina foi explicar a Blythe como agir socialmente, eu não tinha nenhum interesse em escutar, eu saí da biblioteca e peguei o meu e-Handbook, que surpreendentemente não estava quebrado, e fui fazer meu caminho até meu quarto.

Frederica Miyamoto

Atriz de Nível Super Colegial

— Uwaaaaaah, tem um monte de roupas aqui!

Eu estava quase morrendo de felicidade, eu estava passando um tempo com Anastasia e Blair, a gente tava só perambulando pelo prédio principal até acharmos a melhor sala de todas: a “boutique” como eu havia apelidado.

Eu estava pulando de alegria e checando as roupas com uma energia enorme, pegando algumas roupas para testar tanto em mim quanto na Blair e na Anastasia.

— Aaaah, esse vestido vai ficar lindo em você, Blair! — Eu exclamei.

Eu estava com tantas coisas nas minhas mãos que até umas roupas caíram no chão, ad duas vieram me ajudar, Balir olhou para as roupas e falou:

— Todas essas roupas são para nós? — Ela perguntou.

— Claro! Vamos todas experimentar até acharmos as perfeitas para nós! — Respondi.

— Bem, não é como se a gente tivesse alguma coisa para fazer além disso. — Blair falou.

— Ótimo, não temos nenhuma oposição, não é? — Perguntei.

Anastasia balançou sua cabeça para os lados.

— Niet.

Eu acho que isso significa não, eu espero, eu deixei todas as roupas caírem para deixar elas escolherem. As duas ficaram paradas por um tempinho, como se não entendessem, Blair foi a primeira que pegou o recado e pegou algumas roupas da pilha, só aí que Anastasia entendeu o que era para ela fazer.

— Ei, não tem nenhum provador por aqui não? — Blair perguntou.

Eu dei uma olhada melhor ao redor da sala.

— Hmm, eu não vejo nada aqui. — Respondi.

— Vamos ter que nos trocar nos quartos mesmo? — Blair perguntou.

Eu continuei olhando ao redor, seria uma ótima hora para o Monokuma aparecer do nada. Blair soltou um suspiro e já ia saindo da sala para ir pro quarto dela.

— Esses provadores não são lá? — Anastasia falou.

Eu voltei minha atenção a Anastasia, ela estava apontando para um canto da sala que com certeza eram os provadores, eu fui sufocar a Anastasia com um abraço.

— Anastasia-chan salvou todas nós! — Eu exclamei.

— Foi nada. — Ela respondeu sorrindo.

— Bem, melhor irmos experimentar as roupas logo. — Blair falou.

E aí a Blair entrou em um dos provadores, eu voltei minha atenção para Anastasia, ela não tinha pegado nenhuma peça de roupa ainda, eu rapidamente peguei algumas roupas do chão e joguei nos braços dela, aí eu arrastei ela até o provador.

Eu fiquei um tempo escolhendo roupas para testar enquanto as duas não saiam dos provadores, eu estava dando toda minha atenção em pegar os pares perfeitos, até duas pessoas entrarem na boutique: eram as duas outras loiras dentre nós, Rebecca e Blythe, por algum motivo a Rebecca estava toda molhada.

— Oh, eu não esperava ver vocês por aqui. — Falei.

— Rebecca-san precisa de uma roupa nova. — Blythe respondeu.

Eu logo dei um pulo de alegria.

— Já sei, já sei! Eu posso escolher para você, Rebecca-chan! — Eu exclamei.

— Não, eu prefiro escolher por mim mesma. — Ela respondeu.

E assim ela foi olhar as roupas por aí, Blythe por outro lado ficou parada na porta, eu fui lá e me aproximei da robô.

— Por que a Rebecca-chan tá toda molhada? — Eu perguntei o mais baixo o possível.

— Yuku-san falou que a melhor forma de fazer amigos é jogando água nos outros.

Pera, o Yoshido jogou água nela? Eu fiquei meio confusa por um tempo e demorei a chegar na conclusão que o Yoshido provavelmente fez a Blythe jogar água nela.

— Aaah, você é tão inocente, Blythe! — Eu falei abraçando ela.

Ai, como a Blythe é fria! Eu só abracei ela e quase pulei de me encostar nela!

— Como que Blythe-chan pode ser tão fria? — Eu praticamente gritei saindo de perto dela.

— Ah, eu não sinto emoções corretamente. — Ela respondeu com a mesma cara monótona de sempre.

— Não estou falando nesse modo! — Eu gritei novamente.

— Eu sempre deixo meus resfriadores internos ligados.

Nota mental de nunca mais abraçar a Blythe do nada.

— Eh, como assim você não sente emoções corretamente?

— Eu só fui programada para emular emoções, eu realmente não sinto-as, mesmo querendo.

Ah, me deu pena da Blythe! Me segurei para não dar outro abraço nela por causa da última experiência de momentos atrás, em vez disso eu dei um sorriso enorme para ela e disse:

— Não se preocupe, Frederica aqui vai te ajudar a sentir emoções!

Blythe ficou me encarando por um tempo, eu fiquei interpretando como se ela tivesse me agradecendo mas não podendo mostrar emoções, isso até ela dar um sorriso — que eu não tinha ideia que ela conseguia — e parecia que ela estava muito feliz.

— Obrigado — Ela falou. — Nós somos amigas agora, não é?

— Claro!

Blythe estava parecendo realmente feliz, por algum motivo ela colocou os braços dela em direção das costas dela e quando ela tirou as mãos das costas ela tinha algo nas mãos, ela logo estendeu aquilo na minha direção, eu peguei e dei uma olhada, parecia ser um broche de joaninha, eu não tenho certeza mas eu adorei!

— Aaaah, é lindo! — Eu exclamei. — Com certeza eu vou usar quando eu escolher uma roupa!

— Frederica-san, onde podemos começar?

Eu parei para pensar, eu não faço ideia de como ajudar um robô a ter emoções, eu sou uma atriz, não uma especialista nessas coisas, o máximo que eu faria era ajudar ela a mentir emoções. Eu acho que Rebecca pode ajudar nisso!

— Ei, ei Rebecca-chan, pode ajudar a gente com uma coisinha? — Perguntei.

Rebecca ainda estava olhando as roupas e nem tirou sua atenção delas quando eu chamei ela.

— No que posso ajudar?

— Tem como fazer a Blythe sentir emoções?

Rebecca ficou em silêncio por um tempo, aposto que ela estava pensando no que responder, demorou um pouco para ela se virar para nós e falar:

— Depende se ela tem capacidade — Rebecca falou. — O criador dela pode ter criado uma função assim nela que ela não saiba.

— Oh, eu acho que a Angel fez isso. — Blythe falou.

Eu fiz uma cara de “quem?” para a Blythe e Rebecca também não fazia ideia de quem era essa Angel.

— Angel é minha irmã, ela fez um monte de atualizações em mim antes de eu vir para cá.

Ah sim.

— Você sabe quem é seu criador? — Rebecca perguntou.

Blythe balançou sua cabeça para os lados.

— Eu apenas sei que ele é o Criador de robôs de Nível Super Colegial.

— Aquele cara? Eu não pensei que veria uma das criações deles por aqui.

Quem tinha dito aquilo foi Blair, que estava saindo do provador com uma roupa diferente. Blythe foi em direção a ela e colocou suas mãos nos ombros dela.

— Você conhece meu criador? — Ela perguntou, causando que Blair assentisse. — Então quem ele é?

— Bem, faz muito tempo que eu não encontro o Masayoshi-san por aí, a gente se encontrou quando ele veio dar uma ajuda com um projeto na empresa uns anos atrás.

— O nome dele é Masayoshi?

— Sim, infelizmente eu não sei de muitas coisas a mais, só me informaram o sobrenome dele, eu não estava muito alto na empresa ainda.

Assim Blythe tirou as mãos dos ombros da Blair, era triste eu não poder ajudar em nada, mesmo ele tendo um título eu não fazia ideia de quem ele era.

— Me desculpa por não ser de muita ajuda — Blair deu um sorriso simpático para Blythe. — Vai ver o Yamasaki conhece ele ou coisa assim.

Blair provavelmente tá certa, deve ser isso que a Blythe pensou também, já que ela praticamente acendeu de alegria.

— Nova missão: encontrar Yamasaki-san.

Ela disse e saiu correndo da boutique, nós três apenas observamos ela saindo as pressas.

— É bem ruim eu não poder ajudar em mais nada. — Blair estava parecendo meio pra baixo.

— É, mas pelo menos temos a garantia de que ela não vai desistir até saber desse Masayoshi. — Rebecca falou.

Nós três assentimos em conjunto, eu voltei minha atenção a vasculhar pelas roupas enquanto as outras duas conversavam, meus olhos deviam estar brilhando quando achei a peça perfeita: uma blusa branca de mangas longas felpuda, eu peguei o primeiro short preta que vi e corri para o provador.

Como eu esperava, eu fiquei maravilhosa! Eu fiquei um tempinho me admirando no espelho até sair.

Quando saí Blair e Anastasia eram as únicas que estavam no quarto, acho que a Rebecca deve ter ido se trocar ou algo assim. Eu pulei das duas e perguntei:

— O que vamos fazer agora?

— Bem, a Rebecca falou que ia checar o que tinha naquelas portas no dormitório, talvez a gente devesse ir com ela. — Blair sugeriu.

— Tá bom. — Falei.

A gente ficou um tempinho conversando sobre nada em específico até a Rebecca sair do provador.

Ela já ia saindo da sala até eu chamar ela.

— Ei, ei, a gente vai te acompanhar!

— Pera… Como sabem o que eu vou fazer?

— Blair contou. — Falou Anastasia.

Rebecca assentiu e apenas foi até a porta, o que significava que a gente tinha que seguir ela.

— Espera um pouco! — Eu exclamei. — Ei, ei, vocês podem me sugerir onde eu posso botar isso?

Eu mostrei o broche de joaninha para elas, Rebecca apenas o encarou como se não fosse nada de novo, Anastasia estava com os olhos praticamente brilhando me dando a certeza que ela tinha achado bonitinho e Blair tinha dado um passo para trás por algum motivo.

— Oh, é realmente bonito! — Anastasia exclamou.

— É… Bem bonito. — Blair comentou.

— Coloca na manga da sua blusa ou algo assim. — Rebecca sugeriu.

Eu segui a sugestão da Rebecca e fiz meu melhor para ele ficar certinho no lugar e bem visível para todo mundo poder ver, depois disso eu fui abraçar a Rebecca.

— Obrigado, você é a melhor, Rebecca-chan!

Rebecca me empurrou levemente um pouco depois, assim todas nós fomos em direção ao dormitório para explorar o que tinha por trás daquela porta misteriosa.

No caminho nós ficamos conversando, pelo menos eu, Blair e Rebecca, por algum motivo a Anastasia mal falava por algum motivo.

— O que foi Anastasia? — Blair perguntou.

— Nada. — Ela respondeu.

— Sério? Você está falando bem menos que o normal. — Eu falei.

— Com medo de errar as palavras? — Rebecca perguntou.

Pela reação dela Rebecca tinha acertado, ela desviou o olhar de nós por um momento, mais uma vez eu fui abraçar ela fortemente, abraços solvem tudo não é?

— Não precisa se preocupar, eu entendo um pouco de russo, qualquer coisa eu traduzo para elas. — Blair falou com um sorriso.

Anastasia se animou rapidamente com Blair e começou a falar um monte, eu não entendia a metade das frases e apenas fiquei sorrindo e assentindo enquanto ela e Blair falavam, nem demorou muito para chegarmos nas portas do dormitório.

— Antes de entrarmos, o que faremos depois? — Perguntei.

— Eu não sei, não tem nenhum jogo no meu quarto e não posso programar nada. — Blair falou suspirando.

— As únicas coisa que tenho para fazer é observar lodka. — Anastasia falou.

— Navios. — Blair esclareceu.

Olhamos para Rebecca esperando uma resposta dela, ela apenas suspirou como se dissesse que não tinha mais nada para fazer também.

Eu estava pensando no que fazer, até que uma brilhante ideia veio na minha cabeça.

— Já sei, vamos fazer uma peça!


Notas Finais


Vou tentar não demorar tanto assim de novo.


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