História Despedida de Solteira - O Casamento - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Camila Cabello, Demi Lovato, Fifth Harmony, One Direction, Shawn Mendes
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Demi Lovato, Dinah Jane Hansen, Harry Styles, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais, Shawn Mendes, Zayn Malik
Tags Camren, Camren G!p, Lauren G!p
Visualizações 2.071
Palavras 3.828
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ecchi, FemmeSlash, Festa, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey meus babys, como vocês estão?
Ainda no chão com Havana e OMG e com a live da Camz cantando Paradinha e Sua cara? ahahahaha, eu to
Quero agradecer a todos que parecerem se importar muito com os meus exames, falei que esclareceria a vocês e aqui estou... Hoje fiz mais um, de coração e o resultado saiu na hora (Tudo normal comigo), amanhã eu vou fazer uma Ultrassom por causa das minhas dores no estômago e meus exames de sangue a maioria ja sairam (e checando as médias lá que eles dão, tá tudo numa boa) só falta uns 4 ainda, e amanhã eu os pego, então, tá tudo bem comigo, rsrsrs, não se preocupem até então.
E agora, vamos ao capítulo e a uma novidade... Lá nas notas finais.
Boa leitura!

Capítulo 4 - 4 Dias Depois...


Fanfic / Fanfiction Despedida de Solteira - O Casamento - Capítulo 4 - 4 Dias Depois...

Acordar com Camila nos braços era uma injeção de ânimo a cada manhã. Sua presença era a tinta que coloria o meu mundo inteiro; as coisas ganhavam novos sentidos e a minha vontade de viver era ampliada. Estava começando a me acostumar com aquelas novas expectativas, certamente sentiria muita falta nos dias em que dormíssemos separadas.

– Bom dia, princesa – ela sussurrou, erguendo os braços para se espreguiçar.

– Bom dia, princesa. – Devolvi no mesmo tom.

– Que calor! Estou toda suada.

Camila nos livrou da manta grossa que ontem à noite foi muito útil, mas que agora oferecia a sensação de que estávamos cozinhando. As roupas que usávamos também não ajudavam; camisas e calças compridas de moletom. Tirei a camisa rapidamente, ficando com o top. Camila se levantou e fez o mesmo, só que tirou tudo e ficou apenas de calcinha. Meu cérebro fez questão de me trair mais uma vez, imaginando todas as coisas que eu podia fazer com ela naquele quarto. Sua pele latina exposta e os seios deliciosos estavam praticamente berrando por mim.

Aquela abstinência estava acabando comigo. Podia sentir cada pedaço de mim arder de desejo, implorando para que fizesse alguma coisa a respeito. Minha ereção deu sinal de vida quase que imediatamente. Respirei fundo e desviei os olhos, tentando me concentrar em outra coisa. Camila não ajudava; desfilou graciosamente até uma das janelas e a abriu ao máximo, deixando o sol quente entrar e iluminar o quarto. Sua pele brilhou com o toque dos raios.

– Fique aí – falei, levantando-me. Ela virou na minha direção com uma expressão de dúvida nos olhos castanhos, mas permaneceu rente à janela.

Abri o armário – organizamos todas as nossas coisas nas gavetas e compartimentos ainda no dia anterior – e peguei a bolsa que continha uma câmera fotográfica profissional. Precisava tirar uma foto daquilo.

Camila entendeu o que eu ia fazer e deixou o rosto corar.

– Cubra os seios com as mãos, linda – pedi, fazendo os últimos ajustes para conseguir o efeito que eu queria.

Ela obedeceu, encarando-me de um jeito selvagem. Meu sexo latejou dentro da calça, a excitação atingindo um limite insuportável.

– É para sorrir?

– Você decide... Seja espontânea.

Tirei a primeira foto antes mesmo que Camila se preparasse. Ela não fez poses, apenas sorria de leve e me observava ternamente. A vista da janela era composta por uma vegetação verde e vasta, que contrastaram com os raios de sol e sua pele. Seus cabelos longos voavam um pouco com algumas rajadas de vento que entravam sem pudor. Acho que tirei umas cinquenta fotos.

– Nem quero ver essas fotografias, devem ter ficado horríveis. Não pela fotógrafa, mas pela modelo – falou, aproximando-se de mim.

– Ficaram belas, principalmente por causa da modelo.

– Duvido muito. A não ser que quem as ver gostar de contar estrias e celulites. Preciso emagrecer com urgência.

Larguei a máquina em cima de um criado-mudo, feito de madeira envelhecida, e a puxei com força. Camila soltou um grito fino, um pouco assustada com meu movimento brusco. Em segundos, ela estava deitada na cama com o meu corpo prendendo o seu.

– Em primeiro lugar, ninguém vai ver essas fotos. Eu não permitiria que ninguém admirasse a minha mulher desse jeito – rosnei. – Em segundo lugar, você é linda. Cada pedacinho seu me deixa louca, Camila. Pare de falar besteiras.

Ela respirava alto enquanto me observava com os olhos muito abertos. Seus lábios maravilhosos estavam presos de um modo quase intimidador. Entretanto, estava com a ideia fixa de preservá-la. Se não fosse isso, com certeza a foderia até que mudasse de ideia com relação a si mesma.

– Banho de piscina depois do café da manhã? – perguntei, levantando-me.

Camila também se levantou, mas não fazia uma expressão muito animada. Imaginei que não estivesse a fim de cair na piscina.

– Ou podemos fazer uma trilha na montanha – sugeri. – Vou levar a máquina desta vez, tirei aqui as melhores fotos de paisagens do meu portfólio.

– Queria aprender a tirar fotos também – ela comentou, pegando a câmera como se fosse um diamante.

Acho que meus olhos brilharam. Não fazia ideia de que Camila se interessava por fotografias, menos ainda de que tinha curiosidade de aprender a fotografar.

– Então se prepare para algumas aulas.

– Hoje?

– Você decide. – Peguei a máquina em suas mãos e a posicionei apontada para nós. Tirei nossa primeira foto juntas.

– Hum... Café da manhã, banho de piscina, trilha, almoço e tarde de fotografias.

– E à noite? – sussurrei, beijando-lhe o pescoço.

Tirei outra foto e não parei por aí. Cliquei diversas vezes, quanto mais espontâneas ficassem, melhor.

– Vinho – definiu.

– Perfeito.

Camila começou a rir sem pausas. Eu nem sabia por que, mas aproveitei para tirar muitas fotos. Acabei rindo junto, sem motivo algum.

– Há pouco mais de uma semana eu não bebia um gole de álcool – explicou, ainda rindo. - Tipo, nunca. Agora já estou falando de vinhos como se sempre consumisse.

Permaneci calada. Não sabia o que dizer. Camila havia mudado, era visível, mas tinha sido algo natural. Ela parecia mais relaxada, sorridente, falante... Diferente de quando a conheci, porém tão igual que continuava me encantando.

– Isso não é tudo – continuou, sem deixar de encarar a máquina, que trabalhava insistentemente. – Sempre fui muito estrategista, sabe? Sempre odiei surpresas... Nunca faria uma viagem como esta assim, sem mais nem menos. É diferente viver sem saber o que vai acontecer... Sem definir o que vou comer ou como agirei. Eu não faço ideia de nada, mas, diferente de antes, isso não me perturba mais. Sinto-me segura e realizada assim, coisa que jamais aconteceria.

Uma coisa boa fez minha barriga arder. Acho que eram as chamadas borboletas no estômago, descritas nos livros. Nunca pensei que a sensação pudesse ser tão real.

– Há pouco mais de uma semana eu não te conhecia. Hoje nem consigo compreender como vivia sem você – falei.

Puxei Camila para ainda mais perto, deixando-a de costas para mim. Minha ereção dura esfregou no seu corpo, mas não me importei. Segurei-lhe os seios com uma mão e, com a outra, abaixei a máquina um pouco. Tirei uma foto nossa bem mais ousada.

– Tira de novo, acho que fiz uma careta.

– Por que você fez uma careta?

– Porque tem uma coisa me cutucando aqui atrás – ela disse, rindo. Comecei a rir também.

Tirei outra foto e me afastei, voltando a guardar a máquina. Meu autocontrole estava nos últimos segundos de vida, deixando o desejo à flor da pele. Sabia que era questão de tempo até que eu não conseguisse me conter, e então não sabia como Camila reagiria. Eu não queria machucá-la, mas passar vários dias sozinhas sem fazer nada me parecia uma ideia tão absurda que chegava a ser triste.

– Vamos nos alimentar, o dia vai ser longo – propus.

E realmente foi. Depois de um café da manhã reforçado, passamos horas na beira da piscina. Camila adora tomar sol, então enquanto sua pele ganhava alguns tons ainda mais quentes – ao som ambiente de algum pop rock nacional–, resolvi ler uma revista de fotografias debaixo de um guarda-sol. Minha pele branca não permite que eu fique exposta aos raios solares por muito tempo. Faço isso apenas quando quero parecer um camarão frito, ou seja, nunca.

Estava me sentindo um pouco fraca, havia faltado muitos dias de academia, por isso larguei a revista em algum momento, fiz alguns exercícios de flexão e dei oito voltas ao redor do campo de futebol projetado pelo meu cunhado. Meio que me arrependi de ter feito exercício, visto que depois fizemos uma trilha exaustiva na direção da montanha.

Depois do almoço, cochilamos por uma hora e partimos para as fotografias. Camila aprendia rápido, era muito inteligente e observadora, por isso o momento foi bastante proveitoso. Fizemos fotos incríveis. Fui obrigada – sob forte ameaça – a posar para ela. Lembrei-me da minha época de modelo, percebendo que uma parte de mim sentia saudades. Já fiz trocentas tomadas ao ar livre; em praias, no campo, nas ruas, enfim. Eu conseguia ser mais compenetrada antes, porém os resultados ficaram bons. Camila me surpreendeu, principalmente quando conseguiu fazer um efeito digno de profissional com os meus olhos verdes e o gramado verde no fundo. Orgulho me definiu.

O clima foi esfriando a partir do momento em que começou a escurecer. Uma tempestade pesada se iniciou, e então ficamos trancados em casa. Não que fôssemos sair, estávamos bem cansadas.

Enquanto Camila tomava banho, tive uma ideia. O clima muito frio pedia, além de vinho, fondue. Separei vários ingredientes, retirados da geladeira e do armário, além das panelas e espátulas especiais. Em menos de duas horas, estávamos sentadas em um dos bancos compridos da varanda, afogando pedacinhos de pão italiano no molho de queijo.

Camila morria de frio, por isso não largava os meus braços. Estávamos embrulhadas com casacos, calças grossas e botas, mas parecia que não adiantava. A chuva ainda dava o ar de sua graça, não havia dado trégua desde então.

Ed Sheeran dedilhava seu violão em uma caixinha de som ligada ao meu notebook – onde descarregamos as fotos que havíamos tirado durante o dia.

– Sabe, eu estava pensando... – disse Camila, tomando mais um gole de vinho tinto. Acho que era o que estava nos mantendo aquecidas de verdade. – Você vai ter muito o que fazer quando voltarmos. Já pensou nos detalhes do estúdio? Tem toda a parte burocrática, o CNPJ... Isso é um saco. Além de que você precisa de funcionários para te ajudar.

– Eu sei, vai ser um trabalho e tanto, mas tenho muita coisa já pronta. Lembre-se de que eu já cheguei a ter um estúdio, só não cheguei a inaugurar.

– Não me lembre disso, tenho vontade de matar alguém quando penso.

– Ei... – Puxei seu queixo na minha direção e lhe dei um selinho. – Graças a tudo o que aconteceu, estamos aqui agora.

– É por isso que ainda não matei ninguém. – Ela riu de um jeito divertido.

– Você não mataria nem uma formiga, Camila.

– Você não sabe o que uma mulher apaixonada pode fazer.

– Coisas loucas, do tipo dar uma de “Noiva em fuga” – ironizei, provocando gargalhadas em nós duas.

– É bem isso...

Peguei o último pedaço de pão, mergulhei na panela e ofereci a Camila. Ela comeu um pouquinho e deixou o resto para mim. Terminei a segunda taça de vinho em um só gole. Já estava me sentindo satisfeita, mas não pensava em outra coisa além da sobremesa; fondue doce, composto por pedacinhos de frutas cortadas mergulhadas em leite condensado com raspas de chocolate. Se existia alguma coisa mais deliciosa do que aquilo, só mesmo o sabor da mulher em meus braços.

– Vou buscar a sobremesa – alertei, levantando-me do banco e pegando as travessas vazias.

– Ah, não, está muito frio! Vou com você. – A coitadinha estava toda empacotada, mas ainda se abraçava forte. Seus lábios tremiam de um jeito que dava dó.

– Depois eu que ia ser o carrapato. – Gargalhei, mas a puxei para mim. Camila soltou um gemido de indignação e fez beicinho, mas logo riu também.

– Que tal se a sobremesa fosse na cama? – ela propôs, então a encarei fixamente quase sem acreditar. Se soubesse o quanto eu a queria na cama, ou em qualquer outro lugar, jamais teria me perguntado. - Digo, no quarto – corrigiu. - Está mais quentinho lá.

– Ah... – Resfoleguei. – Ótimo, vamos fazer a mudança.

Recolhemos todas as coisas e migramos para o quarto. Era engraçado o fato de termos sempre que organizar as coisas; lavar e guardar os pratos e as panelas, manter tudo limpo, nos devidos lugares. Era algo consensual, fazíamos naturalmente, sem reclamar ou tecer quaisquer comentários sobre.

– Sabe, eu queria muito dar uma olhada nas coisas que você já tem... Em todas as papeladas... Enfim – disse Camila, acomodando-se em cima da cama.

Ela me trocou pela manta pesada, e isso me deixou um pouco enciumada. Sentei-me na cama também, depositando a bandeja com a sobremesa na nossa frente. O leite condensado fervente estava exalando um cheiro muito bom.

– Não quero te dar trabalho, linda. Você já tem suas coisas para resolver. Preciso de algum profissional de contabilidade, tem alguma indicação?

– Sim, meu contador é muito bom, vou conversar com ele quando voltarmos. Mas é sério, Lauren, não vou ficar despreocupada até analisar os papéis. Não será trabalho algum, apenas um prazer.

Suspirei fundo, espetando um morango e o entregando para ela. Camila o mergulhou no leite condensado e, imediatamente, fez uma careta. Depois, foi lambendo o leite até deixar o morango limpo. O movimento sensual da sua língua me fez esquecer completamente do que estávamos falando.

– Posso te dar algumas dicas, nem que seja apenas no começo – ela continuou, enquanto eu não parava de encarar sua boca deliciosa vencendo a fruta com maestria. – Além de que preciso analisar os riscos e saber exatamente onde e em quê você pretende investir, os serviços prestados... Tem que existir todo um planejamento, e sei que vai ser muita coisa para fazer sozinha. Eu demorei dois anos para tirar minha loja do papel, mas compreendo que você não quer esperar tanto assim.

Desviei meus olhos e, tentando manter o controle, espetei um pedacinho de maçã.

– Nem poderia, estou oficialmente desempregada.

Camila sorriu.

– Então, você precisa lucrar no período de tempo mais curto possível. Isso é difícil, levando em conta seu grande investimento na compra do espaço, portanto uma análise mais segura deve ser realizada.

– Nada vai te fazer mudar de ideia, vai?

– Não!

– Então você já venceu antes mesmo de tentar me convencer. – Ri um pouco, inclinando-me para lhe dar um selinho.

O momento demorou mais do que o previsto, pois Camila segurou meu rosto e fez questão de me beijar intensamente, enfiando sua língua saborosa dentro da minha boca. Nem precisou de outra coisa; minha ereção já estava rígida e mais do que pronta para o que desse e viesse.

Camila nos afastou devagarzinho e espetou uma uva verde, tomando o cuidado de me manter próxima. Depois que lambuzou a fruta com o leite, começou a me atiçar na maior cara de pau, chupando-a com força antes de mordê-la. Prendi os lábios, louca de excitação.

– Camila... – murmurei, minha voz já rouca.

O clima frio já não me incomodava mais, pois meu corpo já havia se esquentado consideravelmente. Eu precisava, necessitava, ter aquela mulher. Estava prestes a explodir, meu autocontrole perdia feio dos meus instintos.

– Hum? – A maldita me encarou com olhos castanhos selvagens, sem deixar de trabalhar na fruta; agora, era uma rodela de banana.

Um pouco de leite condensado escorreu pelos seus lábios, obrigando-a a usar a língua para sugá-lo. Contei até dez para não avançar sem dó nem piedade.

– Você está melhor? – perguntei de forma sussurrada.

Ela apenas balançou a cabeça, afirmando que já tinha melhorado. Se ela tivesse dito que havia ganhado na Power Ball eu teria ficado infinitamente menos contente.

– Tem certeza?

– Sim. Lauren, eu... Preciso te dizer uma coisa.

Puxei-a para mim antes mesmo que pudesse dizer a tal coisa. Beijei-lhe a boca e deitei seu corpo sobre a cama, minhas mãos ligeiras já tocando seu corpo, buscando alguma brecha por dentro do casaco de moletom.

– Essa coisa pode esperar? – praticamente rosnei em seu ouvido, beijando-lhe a orelha, o pescoço e descendo ainda mais.

Camila não respondeu. Apenas cruzou suas pernas na minha cintura, entregando-se para mim do jeito delicioso como sempre fazia. Havia uma tonelada de roupa impedindo nosso contato mais direto, porém minha pressa foi tanta que arranquei a calça jeans que ela usava. No outro instante, já desabotoava a minha calça e liberava a minha ereção latejante. Camila afastou a própria calcinha para o lado, como se também tivesse muita pressa.

Não demorou até que eu estivesse empurrando dentro dela, com uma sede e uma urgência quase esmagadora. O movimento foi duro, intenso, sem pausas. Uma constância na medida certa. Seus gemidos me invadiam os sentidos e se misturavam com os meus de um jeito louco e perturbador. Puxei seu casaco, a blusa de lã e o sutiã de qualquer jeito. Suguei-lhe os seios como se a minha vida dependesse disso. Camila estava totalmente derretida, entregue, e muito molhada.

Depois de no máximo cinco minutos, já havia desistido de fazê-la gozar antes. Eu estava perto demais, o desejo acumulado precisava se libertar. Não sei o que me deu, mas eu queria que Camila visse o que havia feito comigo naqueles dias de abstinência. Por isso que, assim que senti que entraria no clímax, desencaixei nossos sexos e mirei na barriga dela. Lambuzei-a com meu sêmen numa velocidade incrível.

Encarei-a de soslaio, para conferir sua expressão, e vi que estava um pouco horrorizada. Acho que ela nunca presenciou algo assim antes, porém não liguei. Não seria a última vez que faria aquilo, a não ser se ela me pedisse para não fazê-lo.

Sentindo-me um pouco mais aliviada, arrastei Camila pelas pernas até a beirada da cama. Ajoelhei no chão e, antes que ela pudesse adivinhar o que eu faria, atirei minha boca na direção do seu sexo. Ela soltou gemidos altos, deixando o ventre se contorcer de um jeito magnífico. Segurei suas pernas com força, obrigando-a a não se mexer. Uma grande parte de mim – a que me fazia sentir aquele desejo absurdo – estava selvagem, fora de controle.

Camila gritou ainda mais alto e me puxou os cabelos sem pena. Chegou a doer de verdade, mas isso não me fez parar. Nada me faria parar. A constância inabalável da minha boca lhe trouxe o clímax em poucos minutos.

– Oh... Lauren! – Como eu adoro quando ela grita o meu nome! Nunca vou me acostumar com isso, será sempre especial.

Minha pele chegou a se arrepiar ao ouvi-la, e meu sexo já estava pronto de novo, como se sua voz fosse um interruptor poderoso que ligava o meu desejo de maneira infalível.

Depois de sugá-la até deixá-la limpa – mesmo que ela estivesse me expulsando desesperadamente –, afastei-me, retirando o meu casaco e a camisa que vestia, além do sutiã. Puxei sua calcinha e a joguei longe. Antes de me levantar, dei-lhe um último beijo no sexo delicioso. Estava com saudades de seu sabor. Era um vício, uma dependência física.

Ergui Camila – confesso que sem delicadeza –, fazendo-a ficar de pé. Virei-a de costas para mim, esfregando minha ereção em sua bunda. Retirei seu casaco, a blusa e o sutiã em dois tempos, deixando-a apenas de meias. Guiei minhas mãos pela sua barriga, espalhando meu sêmen no seu corpo como se quisesse demarcar território. Ela não reclamou, apenas curvou seu corpo para trás, deixando-me livre.

– Você me deixa louca, Camila – rosnei em seu ouvido, trabalhando meus dedos ao redor de seus seios. Ela gemeu em resposta.

Eu poderia dizer muitas coisas, mas apenas as atitudes traduziriam melhor o quanto eu estava com saudades e o quanto ela me tirava do sério. Palavras para quê, se podia fodê-la até que entendesse o desejo absurdo que eu sentia?

Empurrei seu corpo para frente, fazendo-a ajoelhar-se na cama. Ela pareceu meio desnorteada por alguns segundos, por isso usei as mãos para guiá-la. Curvei-a para frente, indicando que apoiasse os braços na cama. Camila logo estava exposta para mim, com sua bunda deliciosa para cima.

Meus dedos brincaram com ela por alguns segundos. Rodearam-lhe o sexo de cima a baixo, ambas as aberturas. Camila pareceu meio apreensiva quando lhe toquei onde não estava acostumada.

– Relaxe, meu bem – murmurei. – Vamos cuidar disso depois. – Introduzi apenas a ponta de um dedo no local referido. Ela soltou um gemido, mas se afastou no impulso. Puxei-a de volta pela cintura, encontrando o caminho certo para penetrá-la.

Se eu disser que fui delicada estarei mentindo muito feio. Mesmo que minhas mãos a segurassem pelo quadril sem aplicar quase nenhuma força, isso não acontecia com o meu sexo, que era empurrado contra o seu até provocar um ruído alto e constante. Camila franzia os lençóis entre os dedos e gemia meu nome, instigando-me a ir ainda mais depressa. Meu coração quase saía pela boca. Eu estava começando a suar como se ali estivesse fazendo calor. Sabia que não era verdade, o calor vinha de dentro de mim; queimava tudo o que encontrava e me fazia explodir daquele jeito brutal.

O pensamento me fez diminuir o ritmo depois de alguns minutos. Não podia agir com brutalidade com Camila. Ela não parecia estar achando ruim, mas aquilo não era nós duas. Nunca foi, nem quando a fodi pela primeira vez. Por isso que me afastei por completo e terminei de tirar a minha calça – por incrível que pareça, ainda estava com ela. Camila permaneceu no lugar como se aguardasse as minhas ordens.

Deitei na cama e a puxei para mim, aninhando-a em meus braços. Ela tomou a iniciativa de ficar por cima, depositando suas pernas cada uma em um lado da minha cintura. Apoiou as mãos no meu peito e começou a se movimentar vagarosamente. Deixei que criasse seu próprio ritmo; não interferi em momento algum. Em vez disso, fiquei a observando fixamente. Ela tinha os olhos cerrados e os lábios presos enquanto rebolava em cima de mim lentamente. Depois, subia e descia depressa, voltando a ir devagar após algum tempo.

Decidi usar um dedo para lhe estimular o sexo, o que de fato adiantou bastante. Camila se contorceu por inteira em um raio de segundo, apertando-me a carne até provocar dor. A maldita abriu os olhos e me encarou de um jeito louco, chamando meu nome como se me obrigasse a também atingir o êxtase. Sequer neguei seu chamado, já despejava dentro dela doses generosas do meu prazer.

Não conseguia vê-la gozando, era um fato consumado. Nem tentava mais me controlar, seria inútil.

Abracei-a com força depois que ela despencou em cima de mim. Na medida em que começávamos a esfriar, o ar congelante da noite se enraizava na nossa pele. Tive que nos cobrir com a manta grossa, pois Camila começava a tremer nos meus braços.

– Preciso me lavar – lamentou.

– Ainda bem que temos chuveiro elétrico. Vamos, eu levo você.

Depois de um banho rápido, tornamos a vestir nossas roupas. Fiz questão de ajudá-la no processo, e ela também me ajudou, por isso ficamos prontas depressa. A sessão deliciosa de sexo acabou nos dando fome novamente; voltamos a comer as frutas com o leite condensado na maior naturalidade do mundo.

Devoramos tudo com vontade, mas não foi com tanta vontade assim que largamos a cama para deixarmos as travessas limpas. A chuva havia cessado, mas o frio continuava de rachar.

De volta para a cama, parecíamos dois pacotes cobertos por, além de nossas roupas, um lençol e uma manta.

– Qual era a coisa que você ia dizer mesmo? – perguntei, lembrando-me de que ela havia ficado de me falar não sei o quê.

– Ah... Deixa para lá.

– Agora diga, fiquei curiosa.

– Estou cansada. Amanhã a gente conversa, prometo.

– Tudo bem, princesa.

Beijei-lhe a boca docemente. Camila iniciou a adaptação da música da princesa, e eu ri com sua atitude. Não sabia que levaria a sério, mas aquilo encheu meu coração de alegria. Depois de murmurar a versão original para ela, simplesmente apaguei.

A insônia passou longe, muito longe.

 


Notas Finais


Hey hey hey, gostaram do capitulo? YAAAY, espero que sim e que comentem.
Sobre as novidades... dia 14 agora volta minhas aulas. 5 Período de Letras (aqui vou eu, yaaay, 00/ ) mas é sobre uma nova fic que venho falar, uma nova adaptação que será postada provavelmente no dia 13 ou no dia 14 mesmo, mais informações só até lá, hahaha, aguardem
Obrigada pela atenção e carinho, amo vcs.
beijos! <3

SPOILER ALERT: Quem espera muita confusão nessa fic (DDS - 2 TEMP) mal sabe o que está por vir, hahaha, aguardem...


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