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História DESPEDIDA (Jiraiya e Tsunade) - Capítulo 1


Escrita por: A_Louise

Notas do Autor


Olá, essa fica eu escrevi rapidamente, mas tentei deixar o mais claro possível os sentimentos e a transparência das emoções. Perdoe-me se ficou bem fraquinha, mas espero que goste pois eu amo esses dois fiz com minhas palavras um possível final que ambosmpoderiam ter tido.

Obrigada, e boa leitura.

Capítulo 1 - One-shot


Fanfic / Fanfiction DESPEDIDA (Jiraiya e Tsunade) - Capítulo 1 - One-shot



A tarde estava se findando, e ainda era possível ver os últimos raios de sol no horizonte, proporcionando aquele belo pôr.

Tsunade observou aquela paisagem silenciosamente, séria e contemplativa na janela do escritório do Hokage, ainda que não estivesse sozinha. 

Jiraiya havia acabado de entrar no escritório, mas não havia dito nada por uns minutos pois imaginou que a Hokage não estava afim de falar, sabendo de seu próximo destino.

— Uma vez me disseram que o sol foge da lua pois o não se acha bom o bastante para ela. – Comentou ele, quebrando o silêncio. – Eu acredito que foge porque não quer queimá-la. Simplesmente.

Tsunade permaneceu calada, mas ao ouvir ela deixou escapar um riso desanimado. Depois fechou os olhos e suspirou, mas foi notável ela apertar sua mão em punho, contendo sua raiva enquanto cabisbaixa.

— Seu idiota. – Sem olhá-lo, ela o repudiou. – Você não vai voltar vivo, sabe disso.

Jiraiya riu.

— Hahaha, ora Tsunade me admira você estar preocupada comigo. – ele cruzou os braços e se apoiou contra a mesa, convencido disso.

— Porque não faz assim? Porque não aposta que eu vou morrer, já que afinal você é péssima nisso..? Daí eu aposto que vou voltar vivo, daí fica tudo bem.

Ela não achou graça nisso, e continuou séria olhando o horizonte.

— O líder da akatsuki não é pouca coisa. Não sabemos o quão forte ele é eu sinto que você pode não ser páreo sozinho. Eu devo ir junto.

— Não, você precisa ficar. Você é a Hokage.

— Existem muitos bons candidatos. Como Kakashi e podemos contar até mesmo com Naruto.

— Pelo visto você coloca muita fé nesse garoto. Certamente que Dan se sentiria mais valorizado se fosse com ele.

Tsunade ergueu a cabeça, se levantou e o fulminou com olhar castanhos nos dele. 

— Não ouse dizer isso! 

— Mas é a verdade, Tsunade. Talvez as coisas teriam sido diferentes se tivesse tido um pouco mais de fé.

— Está enganado. Dan e meu irmão não tiveram culpa do que aconteceu com eles. Hoje eu assumi o cargo por respeito a eles… e a Naruto.

— E porque não faz isso também pelo povo? Eles precisam de estabilidade, trocar de Hokage e o mesmo que dizer que é fraco para cuidar deles.

— ...

O sannin permaneceu de braços cruzados mesmo agora cara a cara com a mulher. Ainda que fosse um palmo mais baixa, ela não se intimidava, mas ela se sentiu miúda com a imposição dele.

— Bom, agora eu preciso mesmo ir.

Ele então descruzou os braços e afastou-se da mesa indo pegar seu pergaminho, porém ele foi impedido ao tempo em que as mãos dela agarraram-no pelo tecido de seu kimono.

— Hm?

Quando viu, a sannin estava encarando de uma maneira diferente. Parecia mais… cedida.

— Eu não posso... te perder... também.

Jiraiya ficou atônito com aquela revelação, logo vindo da mulher mais durona que conhecia. Mas após ter posto as mãos sobre os braços dela sem que a mesma recuasse, é que viu uma oportunidade.

— Tsunade…

Ele se aproximou mais, e mais. Quando deu por si, já estava com os lábios sobre os dela, gesto o qual a mulher correspondeu.

De Tsunade o beijo revidou ardente, e parecia estar carregado de paixão e desejo acumulado como se ela não fizesse isso há muito tempo.

Jiraiya a manteve entre seu corpo e a mesa, até que a pôs contra a madeira lhe pressionando com o corpo.

— Hmm.. Jiraiya…

Ela não conseguiu dizer, mas erguendo um pouco uma das pernas ela pôde sentir. Ele estava ávido, o notável volume crescente nas calças do velho sábio entre eles.

Ele, por sua vez, deixou os lábios dela e passou com os seus deslizando pelo pescoço, ao mesmo tempo em que a desfazia do seu casaco.

— Não sabes o quanto… desejei por… esse momento… Tsunade.

— Oh.. sim...

Ela deixou escapar um breve sorriso ao ouvir isso. Na verdade ela sempre soube disso.

E então ela empurra os papéis sobre a mesa levando-os ao chão e trazendo ele consigo, se deita na mesa. Nisso, Jiraiya, fica a contemplar o corpo de sua velha amiga por alguns segundos e admira a escultura jovial de seios fartos, que naquele momento ardente, teimavam escapar do kimono.

— Oh, Tsunade… como você ficou tão gostosa.

Disse ao mesmo tempo que abaixou o tecido e com a boca alcançou o bico esquerdo da mulher, que arfou e gemeu no tesão da sensação. Jiraiya portanto ficou a lamber, a chupar a mordiscar o mamilo gigante e rosado, até o mesmo ficar eriçado. Não demorou muito e fez o mesmo com o outro. No fim ele pegou ambos ao mesmo tempo que agarrava os seios entre as mãos que não lhe cabiam.

Enquanto isso Tsunade o tomou entre as pernas, e desferia leves reboladas fazendo o membro subentendido dele parecer ainda mais volumoso entre ambos. Nisso ela o fez desfazer do seu casaco, para que ele ficasse mais à vontade.

— Céus.. eu tinha me esquecido do quanto era bom essa sensação… oh, isso…

Jiraiya sorriu concordando com aquilo, era evidente que ambos entregavam seus desejos como há muito tempo não entregavam. Mas ele estava admirado em como conseguiu passar sobre aquela barreira dura que a loira construía em volta dela. Talvez ela estivesse fazendo aquilo para convencê-lo de alguma coisa.

— Hmm.. Jiraiya… me faça sua… me faça mulher… hmmm!

Ela o abraçou e ao pé do ouvido gemeu, intimando-o.

Nesse momento, o velho sábio não pensou duas vezes. Com sua voracidade, se afastou dela só a tempo de pegá-la pelas pernas e lhe pôr em outra posição, de quatro. Tsunade gemeu ao arrepiar-se, só de imaginar o que ele faria depois de ter baixado as partes baixas da mulher. Mas antes que acontecesse o que ela esperava, Jiraiya tomou um de suas tranças fazendo puxar sua cabeça para trás e no ouvido dela, exigiu.

— Peça… peça de novo… O que quer que eu faça?

Tsunade arfou de tesão ao ser pega daquela forma, e rosnou como um animal indomável em resposta. Ela parecia não querer ceder daquela forma, sendo submissa. Afinal, Tsunade nunca foi uma mulher fraca – ou pelo menos tentava demonstrar não ser. Mas a maneira como Jiraiya o fazia, logo no ato do auge do tesão dela, se mostrar superiora era uma tarefa bem complicada.

— Eu… ahh!

Ela tentou dizer, mas ele desferiu um tapa forte na lateral da bunda dela que ela pulou no susto, mas só contribuiu mais para excitá-la.

— Vamos… diga…

E em seguida ele pressionou seu quadril contra o dela, fazendo o seu cacete roçar entre as bandas do traseiro da loira e ela pôde sentir. Grande, grosso e quente. Foi impossível não se derreter com a sensação de imaginá-lo.

— Me coma, seu filho de uma puta!

Feroz, e excitada, disse olhando bem nos olhos dele não resistindo mais. 

E foi nesse momento que Jiraiya, abrindo bem o traseiro dela, observando como a boceta da mulher estava molhada enfiou seu pau, fazendo-o entrar de uma vez, até o mais fundo que podia.

— Ohh..!

— Ah, isso… que delícia…

Era apertado, mas o velho sábio não teve muita dificuldade e logo metia num vai e vem até seu pau sumir lá dentro dela por completo. A loira não conseguia conter o tempo, que era alto e constante, mas sabendo que alguém podia ouvir, tentou morder o próprio lábio para não chamar atenção demais por muito tempo.

— Ohh.. Ohhh… hmmmmm!

Jiraiya estava nas nuvens. Finalmente realizou o que mais desejava na vida, embora não fosse apenas tomar a mulher de sua vida daquela forma, afinal queria muito mais do que apenas uma noite. A queria para vida inteira. No entanto, sabendo que podia ser a última vez que a veria, iria aproveitar ao máximo para amá-la e desejá-la, e por sua vez, se sentir recíproco. Fazendo ser mais do que inesquecível na vida dela. Mas tinha que confessar, ver o corpo dela balançando e pulando no seu pai daquela forma era uma das cenas mais belas que tinha visto. Nem mesmo seus contos do Icha-Icha e as mudas inspiradoras eram tão sublimes.

O corpo de Tsunade se movia em uma intensidade que tudo balançava, e madeira até rangia. O barulho das estocadas, então, do choque dos corpos deles eram como melodia para seus ouvidos. Foi inevitável não revirar os olhos e ficar boquiaberta com tanto prazer que Jiraiya lhe proporcionou naquela noite.

Ela pôs uma das pernas sobre a mesa, para estar mais aberta o possível. Por vez ele a puxou pelos braços, fazendo ela ficar mais ereta paralela à ele, posição no qual a permitiu levar uma das mãos ao rosto de seu parceiro e o admirar, encarando-o enquanto o homem lhe fodia como nunca o fizeram.

Ora, poderia ser a última vez que veria seu velho amigo. Por isso o queria, nem que fosse seu último desejo ou uma motivação para lutar e continuar vivendo.

— Você se tornou um homem tão incrível quanto sábio, sabia?

Murmurou ela diante dos lábios dele, antes de selar e gemer mais uma vez, agora enquanto ele metia devagarinho, bem gostosinho.

Segurando-a pela cintura, o homem sorriu ao ouvir, gostando de saber disso. 

— E você uma mulher tão boba quanto uma cadela safada!

E, tomando isso como um impulso de tesão, então voltou a colocá-la sobre a mesa, tornou a meter com tudo até o talo. O baque do atrito de seus corpos, voltando a ficar alto e constante, num ritmo fervoroso e incessante. Tsunade poderia ter levado isso a sério, mas estava refém de seu próprio corpo, tomado pelo êxtase do prazer.

— Oh, seu filho de u… Ohhh, céus… Ohhh!

Pouco depois ele para, se afasta o suficiente para virá-la de frente. Queria ver como seu corpo e seios pulavam no seu ritmo, como a cara dela ficava desnorteada, suada, refém do prazer. E afastando as penas dela, para que ela ficasse bem aberta, ele voltou a meter, com força.

Tsunade se apoiou com os cotovelos na mesa e quando conseguia abrir os olhos, encarava Jiraiya mordendo os lábios e quando não conseguia, sua cabeça do pendia ao teto, desnorteada. 

— Oh Jiraiya.. ohhhh! Não… oh, isso!

Nesse momento, o gemo se tornou alto e desesperador quando ele esfregou o polegar bem sobre o clitóris dela, sem deixar de fodê-la.

— Goza pra mim… goza. Quero ver você se derretendo… goza…

Não sabia como explicar, conforme ele esfregava mais a sensação se intensificava. Tsunade mal conseguia conter os impulsos que seu corpo dava, ela estremecia por inteira. Seu corpo aos poucos se contorcia, mais e mais. Ela parecia rebolar no pau dele, o que por sua vez, pra ele era incrível.

— Oohhhh, Ohhh…  isso é… isso é tão bom… hmmmmm! Eu vou!

Uma tensão voluptuosa tomou o corpo da sannin que seu corpo todo tremeu e se tensionou. As pernas fecharam em torno do quadril de Jiraiya, prendendo-o ali, que parecia estar imobilizado por alguma armadilha dela, mas ele contemplou… o orgasmo, a maneira como sua intimidade transbordava o mel que ela não podia mais conter, no auge de seu prazer. Ela por sua vez, tremia e tremia, suada, exausta, contendo todo o ar que seu corpo perdeu nesse momento, viu como conseguiu alcançar o nirvana com todo aquele êxtase. Prazer que seu mais velho amigo lhe concedeu.

— Oh, Jiraiya.. isso foi maravilhoso .. Ohh!

Quando ela pôde enfim respirar, no fim dos espasmos, ela já fora de si, não se importava mais de conter seus impulsos, não se importava mais de esconder seu desejo ou sua submissão, e ainda que fosse intenso e ávido o vai e vem de Jiraiya que ainda não tinha cessado.

Ele a pegou pela cintura e lhe abraçou, além de tomar seus lábios num beijo apaixonado e ardente.

— Goza… dentro de mim… me dê isso, Jiraiya, me dê uma parte sua para mim.

Dizia ela, sibilando entre os lábios dele, naquela voz suave entre gemidos, sabendo que ele também já estava perto de alcançar o ápice de seu orgasmo.

Ora, estava certa. Jiraiya não teve nem tempo de pensar onde deveria gozar, tomado por tamanho tesão de ouvir aquilo. Ora, isso não era hora de pensar nos riscos. Estava perto, muito perto e ...

— Eu vou ... ahhhh!

E então, parando o ritmo metendo no fundo mais profundo da mulher, ele explodiu. Tsunade pôde sentir, enquanto ele expelia esperma, o pau dele pulsar dentro da boceta dela, os jatos invadindo quem sabe até mesmo no próprio útero.

No fim, podia-se ver como estavam exaustos, ofegantes, suados. Mas em cada um um sorriso de alegria e satisfação, contemplando um ao outro com carinho.

Jiraiya selou mais uma vez os lábios dela, deixando o toque de sua mão passear pelas curvas esbeltas e fartas de sua parceira, enquanto recuperava suas forças e sua sanidade, também se escolhendo em suas roupas. Até que ele não sorriu mais.

— Eu preciso ir.

Com todo pesar, lembrou-na.

— Eu sei...

Ela, que acariciava os cabelos brancos e ombros, assentiu sabendo daquilo. Ela também não ficou muito feliz ao ouvir isso, saber disso, mas dessa vez parecia estar mais conformada.

— Jamais vou esquecer dessa noite. Assim como do momento em que a conheci, quando formamos aquele time junto com Orochimaru.

Encolhendo-se em seu próprio corpo, uma sombra de sorriso se esboçou no rosto da mulher. Além também de uma lágrima escorrendo na pele rosada.

— Se cuide, por favor. E acabe com aqueles malditos.

Jiraiya tocou o rosto sofrido, deixando um leve carinho com o polegar. E deixar um beijo sobre a testa, bem sobre a marca de losango onde concentra seu chakra.

— Adeus, Princesa Senju.

E ele então, agora decentemente vestido, se afastou da mulher, recuperou seu pergaminho, encaixando-o no coldre pelas costas e deixou o recinto em pouco tempo.

Tsunade vestiu de volta o casaco e olhando o horizonte, que agora estava finalmente anoitecido, contemplando em melancolia o destino de sua vida e da vida de todos, inclusive de Jiraiya, daqui pra frente. O futuro era incerto, mas sabia que agora tinha forças mais que suficientes para seguir em frente.

E que deveria apostar, que tudo daria certo dessa vez.



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