História Desperate Souls - Capítulo 2


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Categorias Five Nights at Freddy's
Personagens Balloon Boy, Bonnie the Bunny, Foxy the Pirate, Freddy Fazbear, Golden Freddy, Mangle, Marionette, Nightmare Bonnie, Nightmare Chica, Nightmare Freddy, Nightmare Mangle, Personagens Originais, Purple Guy, Springtrap, Toy Bonnie, Toy Chica, Toy Freddy
Tags Desperate, Desperatesouls, Fivenightsatfreddys, Souls, Springtrap
Visualizações 27
Palavras 656
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Capítulo 1 - O monstro da atração


~Agosto de 2023, Fazbear’s Fright~

 

Era a terceira vez que estava naquela atração de terror, apesar de odiar. Miki olhava de um lado para outro, temerosa:

-Ah, para com esse medo besta! –o garoto que a acompanhava reclama, já de saco cheio da garota caminhar cuidadosamente:

-M-mas e se... O “Springtrapo” aparecer? –ela pergunta, usando o apelido que haviam dado ao animatrônico que raramente era visto na atração, apesar de ser a “estrela”:

-Então ele vai cortar tua barriga para arrancar as tripas fora. –o garoto ironiza, fazendo-a ficar com cara de nojo –duvido muito que o Trapo saia de onde seja lá que ele tá, eu mesmo já vim aqui várias vezes e ele nunca apareceu!

-E-eu odeio esse lugar... –ela cruza os braços, se arrepiando –tem algo... Errado nele...

-Isso é coisa da tua cabeça doida! –ele dá um peteleco, a fazendo olhar de cara feia para ele. Um som chama a atenção dos dois –o-o que foi isso?

-Não sei... –o garoto entra na sala onde tinham alguns fliperamas, Miki segura o braço dele, temerosa –pode soltar meu braço? Isso já tá ficando ridículo!

-Mas...

-É óbvio que não tem nada demais aqui, tu que é uma medrosa! –ele se vira para ela, porém fica boquiaberto e se cala:

-P-por que tá com essa cara? –Miki pergunta, o garoto dá um berro e sai correndo, ela olha para trás e se depara com Springtrap, que a olhava de modo assustador.

O garoto sai da sala e fecha a porta, trancando Miki junto com o animatrônico. Ela corre até a porta e tenta abrir, em vão. Começa a bater suas mãos, desesperada:

-Gui! Gui! Abre a porta! Não me deixa aqui! –ela grita, dando um tapa a cada palavra, porém o garoto já havia ido embora daquele lugar –por favor... –ela começa a chorar, desistindo de abrir aquela porta, seu “amigo” a havia abandonado com o monstro.

Passos metálicos soam, ela lembra que não estava sozinha e se levanta, tremendo da cabeça aos pés. Springtrap a olha com a cabeça de lado, Miki acharia fofinho se não fosse um animatrônico completamente destruído e bizarro que estivesse fazendo isso:

-N-não chegue perto! –ela estende a mão. O animatrônico dá um passo, a fazendo se arrepiar e trincar os dentes –s-socorro...

Ele estende a mão metálica, querendo alcançar a mão dela, que dá um berro e corre, driblando Springtrap, porém mal presta atenção na sua frente e bate a cabeça com muita força em uma madeira que estava caída, fazendo-a cair no chão, desmaiada.

 

~Setembro de 2023 em diante, casa de Miki~

           

Mais uma vez a garota acordava gritando.

Desde que foi resgatada na Fazbear’s Fright, um mês antes, Miki foi constantemente atormentada por pesadelos que envolviam Springtrap, o garoto que a deixou lá, e a escuridão de não saber o que aconteceu durante as duas horas que ficou apagada na atração de terror. Ela ganhou uma espécie de trauma do que havia acontecido, sempre evitava passar pela rua que ficava a atração, passava algumas noites em claro pensando o que havia acontecido após seu desmaio, e não conseguia nem mesmo pronunciar “Springtrap” sem se arrepiar toda ou simplesmente travar sua língua e ter uma crise de choro.

Seus pais tentaram leva-la a psicólogos durante o mês que passou, porém nenhum deles conseguiu diminuir nem que seja um pouco o trauma da garota, diziam que ela deveria supera-lo sozinha, com o tempo iria voltar ao normal, porém os pais sentiam que ao invés de melhorar, a pequena piorava a cada dia.

E os dias se tornaram meses, Miki tendo pesadelos toda noite, acordando os pais com seus gritos, só as noites em que passava em claro que seus pais tinham um descanso. Os meses se tornaram anos, e Miki decide sair de casa ao completar seus 18 anos, para assim seus pais finalmente descansarem e ela ter que lidar com seu trauma de outra maneira, sozinha.



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