História Desperate Souls - Capítulo 3


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Categorias Five Nights at Freddy's
Personagens Balloon Boy, Bonnie the Bunny, Foxy the Pirate, Freddy Fazbear, Golden Freddy, Mangle, Marionette, Nightmare Bonnie, Nightmare Chica, Nightmare Freddy, Nightmare Mangle, Personagens Originais, Purple Guy, Springtrap, Toy Bonnie, Toy Chica, Toy Freddy
Tags Desperate, Desperatesouls, Fivenightsatfreddys, Souls, Springtrap
Visualizações 56
Palavras 1.078
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Capítulo 2 - Perdido, passeio


~Julho de 2029, Fazbear’s Fright~

 

A famosa atração de terror da cidade havia pegado fogo, ninguém entendia como aquilo havia acontecido, porém não haviam encontrado nada, tudo parecia ter sido queimado neste incidente:

-Ah cara, não acharam nem o Springtrap? Nem um pedacinho? –um cara de camisa havaiana pergunta a um dos bombeiros que terminava de apagar o fogo:

-Senhor, já dissemos, tudo foi perdido. Seu animatrônico deve ter virado cinzas com o fogo. –o bombeiro fala:

-Mas que droga! Agora como vamos encontrar outro animatrônico destruído como aquele? Ele tinha sido um achado e tanto seis anos atrás! –o cara olha seu parceiro –e aquelas fitas? Ah cara, tudo foi perdido!

-E o guarda? Viram alguém saindo da atração? Sabem se o guarda noturno que trabalhava aqui está vivo? –o parceiro pergunta:

-Não encontramos nem sequer um corpo carbonizado, acho que seu guarda deve ter fugido, não duvido muito que tenha sido ele que incendiou o local. –o bombeiro fala:

-Ah cara, se ele tiver ter feito isso... Mesmo depois de eu gravar aquelas dicas legais pra ele? Mesmo depois de eu mostrar as fitas pra ele? Se for isso mesmo, sacanagem hein! –o cara da camisa havaiana reclama em um tom desleixado:

-Cara, vamos ter que investir em outra coisa, algo diferente dessa vez... –o parceiro fala:

-Mas o que eu gosto mesmo é trabalhar com esses bichos bizarros, o “terror” está nas minhas veias! –ele reclama:

-Olha, eu comecei a ter uma ideia... E acho que você vai curtir... Muito.

-É? E o que é?

-Vamos conversar sobre isso em outro lugar. –os dois deixam o local.

Não muito longe dali, Springtrap observava tudo de um beco discreto, as pessoas não notavam sua presença ali.

Ao ver que o lugar onde passou tantos anos preso praticamente em cinzas, ele dá uma risada triste e se vira, pensando no que faria dali por diante, já que não tinha mais uma “residência”, e muito menos um objetivo.

As crianças que ele havia matado haviam sido libertadas, a Fazbear’s Fright foi queimada, não havia mais guarda noturno para matar e com certeza ele não tinha chance nenhuma de se libertar daquela roupa amaldiçoada.

Em outras palavras, ele se sentia... Perdido.

Ao caminhar pelos becos interligados, nota um prédio abandonado, caindo aos pedaços. Parecia o lugar perfeito para alguém como ele, um monstro.

O local era cheio de ratos, poeira, mofo, teias de aranha... Até se parecia bastante com a Fazbear’s Fright.

Springtrap se senta desejando apenas que apagasse e nunca mais acordasse.

 

######

 

Alguém bate na porta do apartamento de Miki, que boceja e olha pelo olho mágico:

-Letícia? O que tá fazendo aqui? –ela pergunta, abrindo a porta e deixando uma ruiva entrar:

-Ora, isso é coisa que se pergunte? Vim aqui para te tirar dessa prisão que tu chama de apê. –a ruiva a encara:

-Ué, por quê? –Miki boceja novamente:

-Não é óbvio? Tu me desaparece por três dias da facul, não atende a porcaria que chama de celular e não responde minhas mensagens, só faltava eu fazer sinal de fumaça pra me ver. –ela cruza os braços –mas antes de me contar qualquer coisa, bota uma roupa pra gente ir no shopping, num fast food, qualquer lugar!

-Tá, tá, ok, eu saio contigo! –ela se rende e vai até o quarto, pegando qualquer roupa e a vestindo. Rapidamente ajeita os cabelos e toma algumas pílulas que tinha no seu armário do banheiro e vai ver sua amiga impaciente –tô pronta, pode parar de ficar batendo esse pé no chão, senão meus vizinhos vão me xingar.

-Tu tem só cinco vizinhos, e a maioria são velhinhos, eles não vão reclamar por tão pouco!

-É, mas eles não merecem uma louca fazendo um barulho chato às nove da manhã. –Miki pega as chaves e sai acompanhada de sua amiga do apartamento, trancando a porta –onde vamos?

-Tem um café aqui perto. –a amiga a pega pela mão e praticamente arrasta até o local.

Quando chegam, Letícia logo pede um café e Miki um chocolate quente. As duas se sentam em uma mesa e começam a conversa:

-Ok, agora me fala, porque você sumiu da facul por três dias? –Letícia vai direto ao ponto:

-V-você lembra do que eu te contei quando nos tornamos amigas? –Miki a olha, receosa:

-Tá falando do teu trauma?

-Sim...

-O que o “Molinhas” têm a ver com isso?

-Não, eu não tô falando do Spri-... D-do animatrônico... –Miki cruza os braços, tentando parar seu arrepio –se lembra que eu disse que tinha alguém comigo?

-O cuzão que te deixou lá. –Letícia não contém a boca suja:

-Bem... Três dias atrás...

-Pera, não me diga que... –Miki confirma com a cabeça, desviando o olhar, e Letícia fica boquiaberta –m-mas quem é?

-O cara novo, Guilherme. –ela olha a amiga –é por isso que eu não fui mais nas aulas, olhar para ele... Me faz lembrar daquele dia... Me sinto como uma criança de doze anos de novo...

-E ele te reconheceu?

-Sim, ele até falou comigo.

-E o que falou? Se desculpou?

-Ele nunca se desculparia, acha que a culpa é minha... –Miki ri tristemente –ele quer se encontrar comigo... Amanhã...

-E o que tu respondeu?

-Nada, eu fui embora.

-Mas que filho da mãe! –as bebidas das duas chegam –olha só, que tal tu se encontrar com ele?

-C-como assim? Por quê? –Miki fica confusa:

-Ora, não pode ficar fugindo desse idiota para sempre, e talvez encarar ele seja a chave de superar esse teu trauma, simples!

-Não acho que seria tão fácil assim...

-Claro que não é, mas talvez te faça conseguir dormir durante a noite sem ter pesadelos. –Miki se encolhe –e julgando pelas tuas olheiras, deve ter ficado acordada a noite toda.

-É...

-Olha, pode até não parecer de vez em quando, mas eu realmente me preocupo com o teu bem estar... –Letícia a encara, séria –promete que pelo menos vai tentar se encontrar com o filho da puta? Se quiser eu até vou contigo...

-Não precisa ir... –ela suspira –e-eu vou me encontrar com ele... E ver no que dá...

-Essa é a Miki que eu conheço! –Letícia sorri –bebe logo esse teu chocolate antes que esfrie e fique ruim!

-Tá... –Miki começa a beber:

-Viu como é bom às vezes dar um passeio pela rua do que ficar enfurnada em casa?

-Tá até parecendo minha vó falando... –as duas caem na gargalhada e aproveitam suas bebidas.

 



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