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História Desprezo - Capítulo 6


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Capítulo 6 - Capítulo 5


Fanfic / Fanfiction Desprezo - Capítulo 6 - Capítulo 5

Depois de sua chegada ao Segundo Palácio Real, Jimin observou com crescente desconfiança quando Jungkook restabeleceu o vínculo de Harry com Leylen - sem que este último estivesse presente. Ele observou o rosto calmo e impassível de Jungkook enquanto executava o que deveria ter sido uma tarefa impossível, e sentiu um calafrio percorrer sua espinha. Ele disse a Jungkook que não estava com medo dele. Talvez ele realmente deveria ter sido.

—Está feito. — disse Jungkook, recuando de seu irmão e olhando-o com cuidado. —Você pode confirmar?

Harry assentiu bruscamente, como uma marionete quebrada, e saiu sem dizer nada.

O silêncio caiu sobre o quarto.

—Espero que você esteja feliz consigo mesmo. — disse Jimin.

Um músculo se contraiu no maxilar de Jungkook. —O suficiente. Eu não estou com disposição para sua boca inteligente. —Ele se virou para sair, mas Jimin rapidamente bloqueou seu caminho.

—O quê?— Disse Jungkook com aquele enfureci mento monótono, sua linguagem corporal impaciente e tensa.

—Se você pode restaurar o vínculo de Harry tão facilmente, você deve ser capaz de quebrar o nosso - meu vínculo com você - com a mesma facilidade.

Algo cintilou nos olhos de Jungkook. —É mais complicado que isso. É muito mais difícil realizar esses procedimentos quando se trata da própria mente.

—Mas não é da sua cabeça que estamos falando, não é?— Jimin disse seu peito apertando com a lembrança de que ele era o único vinculado pelo vínculo enquanto Jungkook estava livre como um pássaro, sempre foi.

—Sua mente ainda está conectada à minha. — disse Jungkook. —Torna difícil para eu permanecer imparcial o suficiente para quebrar a conexão.

Jimin olhou para ele. —Eu não acredito em você.

—Você pode acreditar no que quiser acreditar. — disse Jungkook, afastando-se, claramente com a intenção de se afastar e ignorar Jimin. Como sempre.

Jimin agarrou sua camisa. —Se você acha que pode simplesmente me ignorar e eu vou embora, garanto que isso não vai acontecer!

Jungkook olhou para a mão de Jimin como se fosse algo ofensivo.

—Tire sua mão. — ele disse.

—Por quê?— Disse Jimin, aproximando-se. —Isso te incomoda?

O rosto de Jungkook não dava nada, mas seu coração batia rápido e forte sob a mão de Jimin.

Confuso, mas satisfeito por estar ficando sob a pele do bastardo, Jimin se aproximou ainda mais, tão perto que seus rostos estavam sem fôlego. Seu próprio coração estava batendo rápido, seu corpo tenso e super consciente da proximidade de Jungkook. Foi medo? Provavelmente. Para todas as palavras de Jimin que ele não tinha medo de Jungkook, ele não era um idiota. Se Jungkook era um telepata tão forte quanto tudo indicava, ele era perigoso. As pessoas tinham medo de telepatas de alto nível por um motivo.

—Afaste-se. —disse Jungkook, encontrando seus olhos. Havia algo escuro à espreita neles. —Eu estou te avisando, garoto.

Jimin se arrepiou. —Você não me chama assim!

—É isso que você é. — disse Jungkook, seus lábios finos se contorcendo em um sorriso de escárnio. —Um garotinho. Não um homem. Ou você saberia melhor do que me irritar e, em seguida, obter todo o meu espaço pessoal.

Jimin olhou com raiva. —Você não ousaria fazer nada comigo, seu pedaço arrogante de merda...

Jungkook bateu suas bocas juntos.

A mente de Jimin ficou completamente em branco. Ele nem sequer resistiu quando Jungkook empurrou a língua entre os lábios.

Levaram vários longos momentos para recuperar sua capacidade de pensar.

Jungkook estava beijando-o.

Jungkook estava beijando-o.

O que significava…

O que significava que Jungkook estava atraído por ele. Parecia inacreditável, mas não havia outra explicação para isso. Beijos na bochecha, no nariz ou no pescoço podem significar coisas diferentes em planetas diferentes. Mas um beijo profundo na boca era um sinal inequívoco de atração física, universal para os planetas mais civilizados da galáxia.

Jungkook o queria. Ele.

Um sentimento de alegria tomou conta de Jimin. Pela primeira vez em sua vida, ele finalmente sentiu que tinha a vantagem sobre Jungkook. Pela primeira vez em sua vida, ele estava feliz por ter seu vínculo estúpido e estar acima de sentimentos como luxúria e excitação. Não que ele fosse atraído por um idiota como Jungkook se fosse capaz de ficar sexualmente excitado - Jimin tinha certeza de que ele teria melhor senso do que isso - mas ainda assim, ele estava feliz por poder permanecer absolutamente sensato enquanto Jungkook se orgulhava de ser recompensado estava longe de ser visto. Ele era dono de Jungkook.

Jungkook afastou a boca e olhou para ele, os lábios brilhantes e a pele tingida de cor. —Você é delirante se acha que pode usar isso contra mim. Isso não é nada.

Jimin deixou o olhar percorrer o corpo de Jungkook e sorriu ao ver a protuberância obscena nas calças de Jungkook r. Ele pode ser sexualmente inexperiente, mas ele sabia o que isso significava. Ele dificilmente era um inocente protegido. Ele estava ciente do sinal físico mais óbvio de excitação. Ele tinha amigos fora do mundo que lhe contaram sobre sexo em detalhes sinistros.

Jimin voltou seus olhos para o rosto de pedra de Jungkook. Ele não tinha ideia de como a sedução funcionava, mas se alguém tão ingênuo quanto Harry poderia fazer isso, não poderia ser muito

difícil, certo? Mesmo que seduzir uma pessoa tão horrível como Jungkook o fizesse querer vomitar um pouco, Jimin poderia fazê-lo. Seria apenas um meio para um fim.

—Se você quebrar meu vínculo, eu colocarei sua... Coisa na minha boca. — disse Jimin, imaginando que a franqueza era a melhor abordagem.

Jungkook r olhou para ele.

E então... E então ele jogou a cabeça para trás e riu uma gargalhada completa que Jimin não tinha pensado que Jungkook fosse capaz.

Jimin fez uma careta, seu rosto se aquecendo. Ele disse algo engraçado?

—Minha coisa. — disse Jungkook finalmente, sorrindo daquele modo condescendente e arrogante que nunca deixava de fazer Jimin querer gritar e dar um soco no rosto dele.

Jungkook lançou lhe um olhar de desprezo. —Eu não coloco 'minha coisa' na boca dos garotinhos. Eu gosto de homens que sabem como chupar pau.

Jimin nunca sentira tanta raiva em sua vida. Tentar seduzir Jungkook para fazê-lo quebrar o vínculo. Era uma questão de orgulho agora.

Ele se inclinou e pressionou os lábios contra o queixo de Jungkook.

Imediatamente, ele sentiu Jungkook ficar rígido.

Jimin também estava congelado, respirando superficialmente enquanto a barba curta de Jungkook arrepiava seus lábios.

Ele cheirava bem. Como poderia um homem tão vil cheirar tão bem?

Sacudindo o pensamento estranho, Jimin arrastou os lábios pelo queixo de Jungkook e quase se encolheu quando sentiu uma onda de prazer que não era dele. Os escudos de Jungkook eram normalmente tão impenetráveis quanto uma fortaleza, mas o contato com a pele e o fato de que as faculdades mentais de Jungkook estavam claramente comprometidas permitiam que Jimin recebesse alguma opinião fraca.

—Cesse isso imediatamente. — Jungkook disse suas mãos apertando os pulsos de Jimin.

Jimin beijou o canto da boca de Jungkook e sentiu os músculos de Jungkook ficarem ainda mais tensos.

—Você pode negar isso tudo o que quiser, mas não está enganando ninguém aqui. — murmurou Jimin, beliscando a mandíbula afiada de Jungkook. —Eu sei que você me quer. Aposto que é o que você sempre quis: fazer-me calar com seu pau.

Ele sabia que estava certo quando o aperto de Jungkook em seus pulsos se apertou, a respiração de Jungkook se contraiu.

Mas Jungkook virou a cabeça para o lado, longe dos lábios de Jimin, e deu uma risada maldosa. —Você nem sabe do que está falando. Você é apenas um garotinho tentando jogar um jogo adulto.

Estreitando os olhos, Jimin se endireitou em toda a sua altura. —Você acha que eu não posso fazer nada que as prostitutas que sugaram seu pau poderiam?

Jungkook olhou para ele com uma expressão que Jimin não conseguia identificar. —Pare de usar essa linguagem vulgar. — ele disse com algo parecido com irritação, mas não completamente. — Não vai fazer você parecer um adulto.

Jimin cerrou os punhos, a vontade de dar um soco no bastardo quase irresistível. Ele abriu a boca para retrucar, mas depois pensou melhor. Ele poderia provar totalmente a esse idiota que ele poderia fazer isso - que ele poderia fazer isso muito melhor do que qualquer prostituta imunda que era conhecido de Jungkook.

Jimin caiu de joelhos.

—Levante-se. — disse Jungkook, seu olhar não impressionado na parede oposta.

—Por que você não está olhando para mim?— Disse Jimin. —Temo que você goste muito de me ver de joelhos?

Desta vez, Jungkook olhou para ele. —Cheio de si mesmo, não é?

Jimin olhou intencionalmente para a protuberância sob as calças terráqueas que Jungkook ainda usava e ergueu as sobrancelhas.

Para sua decepção, Jungkook não pareceu envergonhado ou embaraçado. Apesar do sinal inegável de sua excitação, ele não parecia perturbado.

—Muito bem. — disse Jungkook, algo desagradável e calculista sobre sua expressão. —Você quer chupar meu pau? Continue.

Jimin engoliu em seco. Ele sabia o que Jungkook estava fazendo - ele estava chamando seu blefe e esperava que ele recuasse - mas Jungkook não o conhecia se ele pensasse que poderia intimidá-lo.

Ele poderia fazer isso totalmente.

Quão difícil poderia ser? Claro, a mera ideia de colocar o pênis de Jungkook em sua boca parecia muito repugnante e anti-higiênico, mas não o mataria - e mais importante Jimin venceria. Jimin não tinha certeza do que exatamente ele ganharia, mas isso não importava. Seria tão bom provar que o filho da puta errado, fazer Jungkook perder - fazê-lo perder isso. Para possuí-lo.

Jimin olhou nos olhos prateados de Jungkook. Eles eram tão frios e inescrutáveis como sempre. Era meio engraçado que as mães de Jimin achassem que era adorável e romântico que os olhos de Jungkook fossem o tom exato do cabelo de Jimin, como se fosse um sinal de seu destino épico juntos. Não havia nada de amável nos olhos calculistas e frios de Jungkook. Jimin meio que odiava a cor de seu próprio cabelo por causa dele. Ele teria pintado o cabelo há séculos se não soubesse que isso deixaria sua mãe chateada.

Suas mães ficariam mais do que chateadas se soubessem o que ele estava prestes a fazer.

—Borg'gorn, tranque a porta. — disse Jimin suavemente.

As narinas de Jungkook se abriram.

Houve o som da porta se fechando.

Nenhum deles olhou para ele.

Lentamente, Jimin alcançou o zíper de Jungkook. Suas mãos não tremeram. Ainda olhando nos olhos de Jungkook, ele puxou o zíper para baixo.

A sensação de pele aveludada e quente contra sua mão foi um choque - Jungkook não estava usando nada sob suas calças terráqueas -, mas Jimin não se esquivou.

Jungkook fez. —Levante-se. — disse ele, sua voz não soava como seu habitual tom monótono. Era rouco e apertado, soando tenso.

Jimin sorriu para ele, segurando seu olhar. —Não. — ele disse com firmeza, puxando o órgão quente e pulsante das calças de Jungkook.

Ele finalmente olhou para ele.

Jimin sabia o que esperar, mais ou menos. Ele sabia como era a sua própria virilha.

Mas o comprimento quente e duro que se contraiu em sua mão parecia nada parecido com seu próprio pênis macio. Era muito maior. Muito mais duro. Quente e estranhamente agradável de tocar.

Jimin olhou para ele fascinado. Parte dele não podia acreditar que ele tinha o pênis de Jungkook na mão. Parecia tão... Impróprio. Obsceno. O topo do pênis de Jungkook era vermelho-escuro, já brilhando com algumas gotas de fluido branco que se tornariam lubrificantes se Jungkook permitisse.

Jimin lambeu os lábios. Ele estava ciente de que os machos de sua espécie podiam emitir muito fluido lubrificante para facilitar a penetração, e era... Provavelmente, era nojento. Ele não estava exatamente ansioso para engolir tudo isso. Toda a provação foi nojenta o suficiente.

—Não vaze muito. — ele avisou, e então imediatamente se arrependeu. Agora Jungkook faria isso apenas para irritá-lo.

—Levante-se. — repetiu Jungkook, sua voz mais áspera, mais apertada.

Jimin olhou do pênis de Jungkook para o rosto dele. Ele quase se encolheu quando viu o brilho assassino nos olhos de Jungkook.

—Por quê? — Jimin disse, dando o comprimento duro em sua mão um pequeno golpe. —Com medo de que você goste demais?

Ele ficou imensamente satisfeito com o brilho que Jungkook lhe deu.

—Eu não tenho medo de tal coisa.

—Mentiroso. —disse Jimin suavemente. Ele se inclinou e deu à ponta do pênis uma lambida de gatinho. A respiração de Jungkook engatou e Jimin sentiu outra onda de prazer estrangeiro. —Eu posso sentir isso, você sabe. Eu sou um bom em empatia. Você gosta disso. Você gosta de me ver de joelhos para você. E você gosta disso... — Jimin lambeu o pênis de Jungkook da base até a ponta vermelha, observando avidamente qualquer sinal de Jungkook perdendo a compostura. O corpo de Jungkook endureceu como uma corda pronta para arrebentar, seus olhos pareciam prata derretida, brilhantes contra os cílios escuros, concentrados, famintos, com as pálpebras pesadas. Seu rosto se aquecendo, Jimin circulou sua língua ao redor da cabeça do pau escorregadio antes de lentamente levá-lo em sua boca, um pouco desapontado que o gosto não era ruim.

Não foi nada mal.

Os olhos de Jimin se fecharam enquanto ele lutava para separar a pressa abafada do prazer de Jungkook de seus próprios sentimentos. Porra. Ele não tinha previsto isso. Ele queria achar isso nojento, não agradável. Porém, não era culpa dele que ele estava recebendo prazer de segunda mão de fazer algo que ele achava nojento. Isso não significava que ele gostasse.

Tranquilizado por esse pensamento, Jimin relaxou e tomou o máximo de pênis de Jungkook em sua boca. Outra onda de prazer estranho atingiu seus sentidos e Jimin estremeceu.

Quem está gostando agora? Disse a voz odiada em sua cabeça.

Seus olhos se abriram, Jimin olhou para Jungkook e pensou. Não é minha culpa se eu sou tão bom nisso que seus escudos estão falhando.

Os olhos de Jungkook se estreitaram.

E então aquele bastardo deixou seus escudos completamente para baixo, e Jimin gemeu quando aquele estranho prazer agrediu seus sentidos, deixando-o tonto com isso, e ele precisava... Ele precisava...

Jimin começou a chupar o pênis com mais força, sugando tudo de uma maneira totalmente indecente, como uma puta imunda, não o príncipe que ele era. Ele odiava isso, odiava que ele não pudesse parar de fazer isso, mas ele precisava fazer isso, para satisfazer aquela necessidade estranha e desconhecida. Era como estar com sede, mas não possuir água para saciar essa sede. Era imensamente frustrante - procurando por algo que não estava lá - e Jimin sugou o comprimento quente em sua boca mais forte, precisando, precisando...

Dedos duros repentinamente enterrados em seu cabelo e forçaram-no a parar. Jimin choramingou em protesto. Não! Ele queria... Ele queria...

—Abra os olhos. —disse Jungkook. —Olhe para mim.

Os olhos de Jungkook estavam encapuzados, revelando nada de suas emoções, embora sua expressão fosse definida em linhas apertadas. —Você fica bem com um pau na boca. — disse ele, acariciando a bochecha de Jimin - seu próprio pênis através da bochecha de Jimin. —Silencio fica bem em você.

Jimin deu-lhe um olhar maligno. O que estou sentindo é seu prazer, não meu. Eu posso sentir exatamente o quanto você quer foder minha boca e me sufocar em seu pau.

Jungkook olhou para ele com firmeza. —Isso não muda o fato de que agora você está morrendo para eu foder sua boca e gozar em sua boca.

Jimin nunca o odiou mais. Porque Jungkook estava certo. Ele se sentia quase tonto com essa necessidade - ele fica tão bonito, os odiosos olhos verdes, bochechas pálidas coradas e lábios rosados feitos para sugar meu pênis - Jimin gemeu, confuso com a necessidade esmagadora de foder sua própria boca.

Faça isso. Pensou ele. Faça o seu pior, idiota.

Olhando-o nos olhos, Jungkook embalou seu rosto e começou a empurrar, usando a boca de Jimin para seu prazer. Usando ele.

Deveria ter sido repugnante. Jimin odiava aquele homem, o odiava mais que tudo. Ele deveria ter odiado tal ato humilhante.

Ele odiava que não fizesse.

Jimin abriu a boca mais larga, ganancioso, e assim, com tanta fome (querendo entrar em sua garganta e fodê-lo cru para que essa merda de boca pudesse senti-lo por dias). O pensamento estranho o fez tremer, seus olhos se fecharam enquanto ele se perdia nos sons escuros e obscenos do pênis de Jungkook entrando e saindo de sua boca.

Sua mandíbula já estava doendo e seus lábios estavam doloridos, mas ele não se importou; ele se sentia muito bem para se importar com qualquer coisa, menos com o pênis de Jungkook e com o jeito que estava transando com ele, assim como ele merecia o tempo todo, já que ele tinha sido uma coisinha irritante, muito bonita e jovem para ele.

A necessidade de agredir seus sentidos piorou, e Jimin choramingou e agarrou os quadris de Jungkook, tentando envolvê-lo mais profundamente - sim, assim, tão cheio de pênis - e então seu mundo se despedaçou, ondas e ondas de prazer atingiram os sentidos de Jimin quando o pênis de Jungkook entrou em erupção em sua boca, enchendo-o com sua ejaculação.

Puta merda pensou Jimin, piscando aturdido enquanto engolia o gozo o melhor que podia. Ele sentiu... Ele sentiu... Se isso era o que o sexo sentia como de segunda mão, ele não podia esperar para experimentá-lo sozinho - com outra pessoa. Alguém que ele não odiava.

O pênis amolecido de Jungkook escapou de sua boca.

Lambendo os lábios, Jimin olhou para cima e levantou uma sobrancelha. —Bem. — ele disse e fez uma pausa, surpreso com a rouquidão de sua voz. —Não tão ruim para um menino, foi?

Fechando as calças, Jungkook deu-lhe um olhar frio. Se Jimin não soubesse melhor, ele nunca adivinharia o que Jungkook estava fazendo há alguns momentos atrás.

—Passável. — disse Jungkook.

Jimin quase engasgou de raiva. —Certo. — ele disse firmemente, ficando de pé. —Isso seria mais crível se eu não fosse um telepata de toque.

Jungkook deu de ombros desinteressados. —É uma reação física. Mesmo um boquete terrível pode fazer o trabalho. Eu já tive melhor.

Jimin não sabia por que isso o enfurecia mais do que qualquer coisa que Jungkook já lhe dissera.

—Eu não me importo se isso foi até seus altos padrões. — Jimin mordeu, cruzando os braços sobre o peito. —Você ainda terá que manter sua parte do acordo.

O bastardo teve a coragem de parecer irritado. —E o que seria aquilo?

—Você vai quebrar meu vínculo com você.

Um músculo se contraiu no maxilar de Jungkook. —Eu pensei que já estávamos superados. Não é tão simples assim.

Jimin zombou. —Por favor. Como se eu não soubesse que você pode simplificar se não for.

—Estou lisonjeado que você pense tão bem de mim, mas eu não sou um milagreiro. — disse Jungkook, virando-se e indo para a porta. —Borg'gorn, destranque a porta.

Jimin olhou para suas costas. —Se você não quebrar meu vínculo com você, contarei a todos sobre sua telepatia. Não é uma ameaça. Só estou dizendo a você o que vai acontecer.

Jungkook fez uma pausa, de costas para ele. —Eu vou deixar você saber se eu encontrar uma solução.

Antes que Jimin pudesse dizer qualquer coisa, Jungkook saiu, a porta se fechou atrás dele.

Assim que Jungkook saiu de sua vista, Jimin percebeu várias coisas que mal notara enquanto Jungkook estava ali: seus joelhos doíam, sua mandíbula doía como o inferno e havia um gosto estranho em sua boca.

Jimin fez uma careta. Bruto.

—Borg'gorn, posso tomar um copo de água?

—Claro, Alteza. — disse a AI. —Na mesa.

Jimin pegou o copo que havia aparecido na mesa. Ele engoliu a água, ansioso para apagar o gosto de sua boca, mas não funcionou tão bem quanto ele esperava. Era impossível esquecer completamente a sensação daquele comprimento quente e grosso em sua boca, o aperto punitivo em seus cabelos, e os olhos prateados fixos nele intensamente.

Passando a mão pelo rosto quente, Jimin sacudiu a cabeça. Ele não ia pensar sobre isso. O que aconteceu, aconteceu. Não havia sentido em pensar nisso. E ele certamente não iria insistir nas palavras de Jungkook que ele teve melhor.

Não importava. Ele não se importou. O idiota poderia foder todas as prostitutas da galáxia para tudo que Jimin se importava. Ele não dava a mínima.

—Sua Alteza?— Al soou hesitante. Quase desajeitado.

Jimin fez uma careta, percebendo que Borg'gorn tinha visto e ouvido tudo o que havia acontecido nesta sala. Al foi uma testemunha de sua humilhação. Eu já tive melhor. Os sempre

Presentes AIs nunca o incomodavam, mas pela primeira vez em sua vida, Jimin desejava que eles não soubessem de tudo.

—Eu conheci o Príncipe Jungkook toda a sua vida. — disse Borg'gorn. —Eu observei que ele tende a ser particularmente cruel quando é incomodado por alguma coisa.

Jimin franziu a testa. Al estava certo. Jungkook nunca se entregou a insultos tão mal-educados, a menos que fosse desequilibrado, o que significava que Jungkook gostara mais do sexo do que ele demonstrava. Jimin sentira a extensão do prazer de Jungkook. Ele não deveria ter deixado às palavras de Jungkook o machucarem. Não importava o que Jungkook alegasse, ele o queria - queria o suficiente para enfiar seu pênis na boca de Jimin contra seu melhor julgamento.

Ele poderia usar isso.

—Obrigado pela sua visão, Borg’gorn. — disse Jimin, indo para a porta, o início de um plano em formação em sua mente.

Ele não ia deixar Jungkook fazê-lo se sentir pequeno.

De novo não.


Notas Finais


Vou atualizar bem rápido, provavelmente todos os dias.


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