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História Tempo Perdido - Capítulo 4


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Notas do Autor


Aawn, obrigada pelos comentários. Eu realmente fico toda boiolinha quando os recebo. Vocês são uns amores. Não pude deixar vocês ficarem esperando por esse cap. durante dias. Eu sei que cês gostam da putaria. Bejião❤️

Capítulo 4 - Cap. 4


Antes de subirem para o quarto, Castiel foi até a cozinha pegar uma garrafa de whiskey, enquanto Dean o esperava no pé da escada. A música da vez era Partilhar, da AnaVitória. Passou por sua cabeça que quem tinha colocado essa música era o seu irmão, então ele deixou seus olhos vagarem pelo local e viu que o Sam estava sendo segurado de cabeça para baixo por duas pessoas enquanto bebia cerveja por uma mangueira. 


– Vamos? – perguntou Cas, quando se aproximou com a garrafa.


– Sim, sim. Ei, posso te fazer uma pergunta?


– Claro. O que manda?


– Como você e o meu irmão se conheceram?


– Ah… É uma história para outra hora. Uma longa história.



***


– Por que trouxe a garrafa? – perguntou Dean, assim que chegaram ao quarto.


– Você já transou com alguém? 


– Uou! Eh… n-não.


– Acredite, isso fará com que você perca qualquer medo que surgir – respondeu Cas, dando um gole generoso no whiskey.


– Entendo… mas talvez eu não queira perder mais tempo.


E dessa vez Dean deu a iniciativa. Ele pressionou Cas contra a parede e deu impulso para que ele subisse em seus braços. Dean o levou até a cama ficando por cima, mas não tinha muita certeza do que fazer, então ele apenas seguiu algumas técnicas em que viu nas cenas de pegação em alguns filmes. Não demorou muito para que Castiel trocasse de lugar com ele.


– Desculpa, handsome. Mas hoje eu estou no controle.


Cas levantou o tronco de Dean apenas o suficiente para tirar sua camisa. Ele começou a beijar o pescoço dele e o mesmo soltava leve gemidos que parecia querer detê-los. Castiel estava gostando de fazer Dean perder os sentidos. Então decidiu provocá-lo ainda mais, e começou a percorrer um caminho de beijos ardentes por todo o seu peitoral e abdômen até chegar na virilha. Ele tirou a calça de Dean urgentemente junto com a cueca box preta. Castiel mordeu o seu lábio inferior quando viu o membro já ereto.

Antes que ele pudesse perceber, Dean o puxou para perto e o beijou dando leves mordidas em seus lábios. Ficaram ajoelhados em cima da cama para que Dean pudesse despir Castiel, e quando conseguiu, Cas o empurrou e desceu novamente para suas pernas. Começou a parte interior de suas coxas para que Dean pudesse relaxar mais. Ele voltou seus olhos para o rosto dele e viu que ele estava de olhos fechados com a cabeça deitada na cama.


– Não, você tem que olhar para mim – mandou Cas, com a voz rouca e começando a fazer carinhos no membro já ereto. Dean soltou um gemido e obedeceu.


Castiel lambeu a cabeça do pênis já umedecido com o fluído pré-ejaculatório enquanto fazia movimentos de vai e vem com a mão. Ele começou a colocar a cabeça do pau em sua boca sem perder o contato visual com Dean. Cas esboçou um sorriso malicioso quando viu as expressões de prazer que Dean fazia. Ele continuou colocando o pau mais ainda em sua boca e decidiu fazer uma massagem no escroto de Dean. 


– Ai, porra, Cas! Tá vindo – disse Dean, ofegante.


Então Castiel parou e tirou o pênis de sua boca porque ele tinha outros planos. Dean lançou a ele um olhar interrogativo e indignado de "Mas que porra, cara?". Cas foi até a pequena cômoda que ficava ao lado de sua cama e tirou de lá o que parecia ser um anel de cor preta.


– Que porra é isso? 


– Você verá – respondeu Cas, se divertindo com a reação de Dean.


Então ele esticou o anel de borracha e colocou no pênis. Dean prendeu em sua garganta um grito de dor quando o objeto se apertou em volta de seu membro. Castiel foi até os lábios de Dean e o beijou intensamente. 


– Fica de quatro – ele sussurrou quando seus lábios se separaram.


Dean engoliu em seco hesitando, o que fez Cas apertar suas bochechas e repetir o que disse. Dessa vez Dean obedeceu. Ele se sentiu mais excitado quando viu as pupilas de Cas dilatarem com a ordem que estava dando. Então ele se virou ficando de quatro e empinou sua bunda.


– Huum… você já tem ideia do que fazer, não é? Você é mesmo uma vadiazinha – disse Castiel no ouvido de Dean e dando uma leve mordida no lóbulo da orelha.


Ele se voltou novamente para a pequena cômoda ao lado de sua cama e tirou outro objeto. Dean não soube do que se tratava até sentir dois dedos dentro do seu ânus. Ele soltou um gemido que não pôde conter e Cas pareceu gostar do resultado de sua experiência, até porque ele girou os seus dedos que estavam com lubrificante novamente só para escutar o prazer de Dean. Então ele tirou, e Dean sentiu um vazio tomar o seu corpo, mas não foi por muito tempo. Castiel colocou uma camisinha em seu pênis, e já estava tendo uma boa visão do ânus, então começou enfiar seu pau lentamente no buraco. Ele agarrou a cintura de Dean com as duas mãos e começou a meter levemente. Dean era tão apertado. Cas metia tão gostoso.

Ambos gemiam de prazer. Dean estava praticamente gritando, já que ninguém poderia ouvir por conta da música no volume máximo. Ele agarrou suas mãos nos lençóis e empinou sua bunda ainda mais. Sua inexperiência no sexo estava fazendo com que ele estivesse chegando no ápice de seu orgasmo. 


– Cas… por favor! Está vindo! 


– Tire o… tire o anel.


– Como porra eu vou fazer isso?!


– Você não está quase no ápice? Se vira – retrucou Castiel, brincando com a situação. 


Então Dean apoiou sua cabeça na cama e levou suas mão até o pênis para tirar o anel. Quando conseguiu, sentiu o efeito na hora, logo gritou um último gemido de prazer e deixou a sua porra jorrar em cima da cama. Castiel também já havia atingido, e tirou o seu pau do ânus de Dean. Nenhum dos dois conseguiam dizer nada, pois estavam tentando recuperar o fôlego. Deitaram-se lado a lado e não demoraram para pegar no sono.


—"—"—"—"—"—"—"—"—"—"—"—


Eles acordaram sobressaltados o que pareciam serem horas depois com batidas na porta e pularam da cama para vestirem suas roupas.


– Cas! Dean! Sujou sujou sujou! A polícia tá aqui desçam pela janela do quarto! – gritava Sam, do outro lado da porta. Ele falava tão rápido que não dava para entender quase nada.


– Como assim descer pela janela? – perguntou Dean confuso, se virando para Castiel.


Dean estava colocando sua blusa quando Cas puxou sua mão e o levou até janela. 


– Calmacalmacalma! Minha calça, minha calça, porra! – Dean estava eufórico e procurava loucamente por sua peça de roupa. Sem menos esperar, Cas encontrou e jogou em sua cara.


Dean a vestiu rapidamente e foi para a janela. Castiel colocou seu corpo para fora ficando no parapeito estreito e desceu por um cano que tinha ao lado. Dean não soube como isso aconteceu, mas fez a mesma coisa sem quebrar pelo menos um braço. Eles saíram em disparada sem terem decidido para onde iriam. Ainda era noite, mas a lua tinha se perdido em outra direção, o que indicava que a manhã estava chegando. Depois de correrem feito loucos sem ter um destino para ir, Dean parou para recuperar o fôlego.


– Cas! Espera! Onde está o Sam? Para onde estamos indo?


– Seu – começou Castiel ofegante – Seu irmão… ele sabe se virar e nós… eu não sei.


– Onde ele estacionou o carro?


– Acho que ele fugiu com ele?


– O quê? Mas que filho da puta! Como vamos chegar em casa?


– Tem um atalho que não demora mais que trinta minutos.


Dean fechou os olhos e inspirou profundamente, pois estava extremamente exausto, mas o único jeito de ir para casa era aquele, então ele concordou.

Poderia ter sido uma caminhada cansativa se ele estivesse com qualquer outra pessoa, porém Cas fez de tudo para ser divertida. Ele fez Dean passar um de seus braços sobre os seus ombros enquanto ele colocava o seu em volta da cintura dele. Castiel também fez Dean dançar no meio da estrada, e não pôde deixar de fazer uma pequena serenata para ele cantando Baby i'm yours.


Quando chegaram em casa, entraram sorrateiramente e Dean o levou até a sala, onde estava sua cama improvisada e se despediram com um beijo doce e suave.


Dean foi para o seu quarto pisando nas nuvens, como se tudo o que tivesse vivido naquela noite não passasse de um roteiro de um clichê da Netflix. Estava ansioso demais com tudo o que tinha acontecido, mas seu cansaço o venceu e logo pegou no sono.




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