História Destinada - Capítulo 12


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Categorias Lendas Urbanas
Personagens Personagens Originais
Tags Destino, Drama, Lobisomem, Machista, Medo, Pesadelo, Popular, Vampiro
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Palavras 1.536
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 12 - Capítulo 12


Existem finais felizes? Existe um amor que você daria a vida por uma pessoa? Mesmo em que este elemento não desse a mínima para você? Você ainda deve ser arriscar por ela? Amar sem ser amado de volta? Não receber sequer uma atenção, por que sequer a pessoa não te dá/deu mais bola? E você ainda ficar se martirizando por ela... Isso ainda é amor? 

Eu acho que nunca me apaixonei de verdade por alguém. Eu sequer sei a diferença de amar um doce e amar uma pessoa. Mas será que é por que ainda sou muito jovem para isso? Eu acho que não, pois há tantas pessoas que acabam encontrando seu par tão novos e se casam. Então eu me pergunto. Eu sou destinada há alguém? Eu um dia irei saber a diferença de um amor para cada coisa? Irei saber entregar o meu amor de uma forma correta? Existe uma forma correta?

Eu posso ter namorado, ficado ou ter transado com alguém, mas não quer dizer que eu realmente possuía sentimentos por aquela pessoa. Quer dizer, gostar é diferente de amar, de se apaixonar, eu acho. Mas se for diferenciado, eu nunca me entreguei por completo por alguma outra pessoa, então não sei o que isso realmente significa. Ainda mais, quando este outro alguém, não te vê da mesma forma que você a enxerga. 

Tem vezes que fico com uma extrema raiva por existir pessoas que mesmo quando são traídas, ainda se dizem "apaixonados" pelo o tal indivíduo que teve a audácia de ser infiel e ainda dizer que ele/ela se arrependeu e não fará mais isso, pois ama o seu parceiro. Essa pessoa está totalmente fora de órbita, minha gente! Acha mesmo que quando tiver a oportunidade ele/ela não fará novamente? Pode até ser que não, mas aceitar a pessoa por que ela não irá mais fazer isso? Eu acho loucura! 

Se ele/ela gostasse mesmo, não teria nem chegado perto de fazer tal atrocidade com você. Eu acho que tudo bem você perdoar, pois não devemos ficar com isso no coração e tudo bem você continuar gostando da pessoa, mas acho que você deveria seguir o seu rumo. Viver mais, conhecer outras pessoas ou dar chance aquelas que sempre estiveram com você, mas você nunca o/a enxergou.

Quando estamos em uma relação amorosa, é como se nós tivéssemos feito um pacto com o nosso parceiro. Como assim? Bom, eu quero dizer que você está se colocando em uma situação onde você se "diz" que irá conviver com esta pessoa e será fiel, dará seu carinho, atenção, respeito entre outras coisas boas que devem existir em relacionamentos. Então pelo amor de Deus! Se o seu parceiro te traiu, ele não foi fiel, ele não gosta de você e nem te dá o respeito por que homem ou mulher de verdade, deveriam ter vergonha na cara e pelo menos terminar o relacionamento antes de fazer uma merda dessa.

Se traiu? Merda, mas beleza! Não vamos ficar nos matando de chorar ou querer vingança. Vamos simplesmente tacar o nosso querido e grande foda-se e viver nossa vida. Não iremos ser idiotas a ponto de chegar na balada e pegar geral só para para mostrar ao seu/sua ex que você pode e está muito melhor que ele/ela. Vamos unicamente fugir um pouco do mapa por algum tempo para que um dia ele/ela vá atrás de você e ver nesse momento que nós estamos super bem sem esses infiéis. Ficar se mostrando, ás vezes só faz piorar nossa vida e faz ele/ela rir da nossa cara, pois irão saber que não estamos bem e que não o superamos.

Dizem que ainda, se considera amor mesmo quando somente um ama, mas já li e ouvi dizer que o amor transforma as pessoas e os torna somente um indivíduo. Então existe isso de amar sozinho? Ainda se diz que é amor? Penso que, possa até existir, porém somente quando você se casa com esta pessoa e passarem de vinte á trinta anos casados. Aí, sim! Eu acredito que você possa dizer que o/a amo/a, pois talvez terá um vínculo maior com o indivíduo, se o amor realmente existir. Então, por favor! Me respondam! O que é amar? 

Eu realmente estou perdida em meus próprios pensamentos, mas logo volto a me conectar ao mundo quando sinto alguém me abraçar por trás e escuto a voz de Beatriz.

- Lív! Fiquei tão preocupada com você! - Ela agora dá a volta ficando de frente para mim. - Cara, você não sabe como me deixou apreensiva e do nada você está com o Viktor e dorme com ele? Como assim? - Um celular começa a tocar e vi que era o meu. - Toma! Você deixou ele ontem e o guardei, é a quarta vez que sua mãe está ligando.

- Oi, mãe! - Eu atendo o celular.

- Jesus Cristo, Lívia! Porque não me liga nem para avisar onde você está agora?

Eu solto um suspiro - Não havia me lembrado. Só queria mesmo era chegar aqui na faculdade onde estou neste exato momento e assistir minha aula. Fica tranquila! Está tudo bem. Depois eu falo com a senhora. 

- Acho bom mesmo, Lívia! Se cuida, meu amor! - Desligo o celular.

Eu solto um outro suspiro. Eu não sei o motivo, mas algo está me deixando inquieta. 

- Agora eu te obrigo a me falar o que aconteceu!

- Tudo bem, tudo bem! Sei que não posso te esconder as coisas. E como poderia? Você é minha melhor amiga. - Solto uma risada sem graça e ela pega minha mão, me dá um sorriso amoroso e me guia para um lugar que possamos ficar mais afastadas da população da faculdade e eu continuo a falar. - Bom, como você sabe, eu saí ás pressas daqui ontem e nem me pergunte o motivo por que nem eu sei direito. Comecei a caminhar por muito tempo e acabei encontrando um lugar bem longe daqui, então comecei a vasculhá-lo. Por algum tempo e localização daquele lugar, era realmente reconfortante, mas depois comecei a me sentir péssima nele quando encontrei um setor bastante estranho lá, parecia aqueles negócios de seita, sei lá. - Beatriz leva á sua mão até sua boca e eu prossigo. - Eu fiquei completamente assustada e comecei a correr, mas nesse meio tempo, algo começou a me perseguir e se não fosse pelo o Viktor ter me procurado e me salvado, eu poderia estar morta ou presa naquele lugar. - Bia soltou um pequena lágrima de seus olhos e me abraçou bem forte, porém sabia que aquele abraço era para eu sentir segura e bem com ela. Eu dou um sorriso!

- Eu agradeço a Deus que você esteja bem e ao Viktor também que te salvou. Então você está melhor?

- Estou sim! Se não fosse por ele... - Solto um suspiro. - E também não foi nada mal a estadia na casa dele. - Bia solta um risada.

- Sua safada! - Ela mé da um tapa leve no ombro ainda rindo. - Mesmo você tendo passado por um terror naquele lugar, você não perde uma! Não acredito que tenha feito aquilo!

- O que você acha que seja "aquilo"?

- Ué, sexo...? - Ela me encara com um rosto interrogativo.

- Não! - Eu rio! - Quem me dera se isso tivesse acontecido.

- Então se não foi isso, sobrou a opção de beijo. Vocês se beijaram?

- Sim! E foi muito bom. Diferentes de tantos outros que já beijei.

*

*

*

Depois de ter explicado a ela mais de dez vezes como foi o período na casa do Viktor, ela finalmente para de me interrogar!

- Quem me dera se eu tivesse essa oportunidade com o Derick. - Ela suspira.

- Como você pode gostar tanto de alguém assim se ainda não teve oportunidade com ele? Sério, Bia, isso para mim é meio estranho. 

- Isso é só porque você não conheceu a pessoa certa.

- E o que isso tem a ver? Você nem sabe se vai dar certo com ele e já está aí morrendo de amores. Você fica triste atoa quando ele está com alguma outra mulher. Isso não tem cabimento para mim.

- Você ás vezes me dá nos nervos, sério. - Ela me olha com seriedade e solta outro suspiro.

- Eu até poderia talvez entender um pouco se você já tivesse tido algo realmente com ele, mas ainda não me conformo de alguém ficar sofrendo tendo ou não um relacionamento amoroso com a pessoa.

- É porque você nunca gostou de alguém de verdade! Espere e logo virá.

- Prefiro passar essa, obrigada!

*

*

*

Chegou ao fim das aulas e nada do Viktor ou Derick aparecerem. Queria pelo menos encontrar um dos dois. Decido ir para casa aceitando a carona da Bia e agradeço por ter chegado logo em casa. Só gostaria de deitar na minha cama e ficar um pouco com o Jace.

Entro em casa e sou recebida com bastante lambida e o abraço de minha mãe e depois desse momento, olho mais afrente da sala e vejo que não estamos somente nós sozinhos em casa!


Notas Finais


Olá, meus queridos! Tudo bem?

Vim hoje com mais um capítulo de Destinada para vocês e espero que tenham gostado! Fiquei por um tempo "desaparecida", mas é como eu disse no outro capítulo, eu travei! Só que, algumas coisas aconteceram e me senti um pouco inspirada no começo da história (acho que vocês perceberam um pouco haha) e comecei ele um pouco diferente do habitual. Lív e seus pensamentos meio doidos. Será que ela irá mudar sua opinião há respeito do amor? Como será que nosso gatão (Viktor) acha sobre esse mesmo assunto? Quem é a/as pessoa/as que está/estão na sala? O que será que vai acontecer no próximo capítulo?
Fiquem ligados, pois logo virão mais!

Beijos e até a próxima!


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