História Destinada - Capítulo 6


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Categorias Inuyasha
Personagens Sesshoumaru
Visualizações 26
Palavras 935
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Hentai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um pelos dias que passei ausente...

Capítulo 6 - Posse


_Onde você pensa que vai?

Cerca de uma hora após terminarem a conversa, Sesshoumaru ainda encontrava-se no apartamento da jovem, passando algumas ordens a Kaneki. No momento, ele encarava Valentina de pé na porta e prestes a sair. A jovem tinha tomado banho, o que ele podia notar pelo cheiro de sabonete que ela exalava. Baunilha. Ele conseguiu identificar. Vestia um vestido de linha xadrez, vermelho com cinza. O vestido possuía mangas compridas, ia justo até a cintura e depois abria-se um pouco, descendo até dois palmos acima do joelho.

_Você não vai. – ele disse como se encerrando uma discussão que sequer existiu.

_Não lembro de ter pedido permissão. – ela retrucou no mesmo tom.

_Sua vida me pertence humana. Faça o que eu mando.

Kaneki silenciosamente retirou-se da sala, não querendo se intrometer entre seu senhor e a humana que aprendera a respeitar em um curto espaço de tempo.

_Não se engane yokai. Minha vida será sua daqui dois anos, conforme prometido. Até lá pretendo vivê-la como e aprouver.

Sesshoumaru ficou sem palavras com tamanha audácia. Com ódio no olhar, viu a humana saindo do pequeno apartamento.

Já fora do prédio, Valentina suspirava aliviada. Por um momento achou que o yokai a impediria de sair de casa. Queria ir ao Meet. Precisava dançar, esquecer os problemas e o turbilhão que lhe ia na cabeça. Nem a possibilidade de encontrar Túlio mudava seu desejo de sair.

_Túlio... – murmurou com ironia.

O que eram os problemas que achava que tinha com o músico perante os verdadeiros problemas de agora? Se fosse mais sincera, admitiria que Túlio perdera  completamente o lugar em sua mente desde que Sesshoumaru aparecera.

Sesshoumaru, suspirou. Ele era belo como ela sabia que seria. Em sua forma humana, como ela chamava sua forma de aparecer na frente de humanos, os longos cabelos prateados estavam curtos e caiam pela testa. As estrias e a meia lua não ficavam a vista, dando uma aparência irreal para a pele lisa e sem marcas de Sesshoumaru.

_Louca... – ralhou consigo mesma ao perceber que estava suspirando pelo seu futuro assassino. Um frio e impiedoso yokai.

Sem que se desse conta, a jovem havia chegado ao bar. Estava cheio como em todas as sextas. Para seu azar Tulio estava tocando com sua banda. Para sua sorte não pareceu vê-la em meio aos inúmeros clientes.

Sentou em uma banqueta no balcão e pediu uma cerveja. Passado alguns minutos, uma conhecida sentou-se ao seu lado e entabularam uma divertida conversa.

Mais algumas músicas e cervejas, ela e Loreny levantaram-se foram dançar próximas ao palco. Evitava a todo custo olhar para Túlio, mas em um momento de descuido seus olhares se encontraram. Ele lhe deu uma piscadela.

A garota gargalhou ruidosamente. Não pelo motivo que o músico pensava, é claro. Valentina não resistiu quando percebeu que não sentia absolutamente nada ao fitar Túlio. Toda aquela paixão havia simplesmente desaparecido sem motivo nenhum. Ou era o que ela queria acreditar.

De longe Túlio observava a garota. Estava linda hoje, assim como todos os dias. O vestido que usava lhe moldava as curvas de uma forma elegante, nem um pouco vulgar, mas que mexia com seus sentidos. Valentina dançava como se o mundo não importasse. Aliás, era sempre assim. Ela sempre se entregava a música e deixava-se levar pela melodia.

Assim que Ed, seu amigo vocalista, anunciou o intervalo, Túlio pegou sua cerveja e dirigiu-se a garota. Pretendia dormir em seu apartamento hoje. Estava com saudades e ela estava absolutamente apetitosa hoje. Parou por uns dois minutos a fim de responder algo a Ed, sem prestar muita atenção.

Cumprimentou alguns amigos pelo caminho e finalmente conseguiu se aproximar de seu objetivo.

_Oi. – disse a ela.

Valentina que estava de costas conversando com Loreny, virou com um sorriso.

_Túlio. – disse animada – Tudo bem?

_Melhor agora. – ele respondeu direto sem querer perder um segundo.

Ela não lhe respondeu. Olhando-o com um sorriso que ele poderia classificar como irônico.

_Ei Túlio. – uma garota lhe chamou. Mas dessa vez ele não iria perdê-la de vista.

_Acho que estão te chamando. – Valentina disse arqueando as sobrancelhas.

_Deixa pra lá. – ele respondeu com um sorriso sacana. Suas intenções transbordando pelos olhos.

_Eu acho que vou pegar mais cerveja. – ela disse de supetão.

_Espere – Túlio lhe segurou o braço – Vou com você. – sorriu.

_Não precisa. – Valentina sorriu fraco tentando se desvencilhar dele.

Túlio não entendia. Ela sempre estava disponível para ele. Não para os outros. Ela sempre negava a aproximação de qualquer outro homem. Mas sempre o aceitava.

_Não seja má Valentina... – ele tentou persuadir ainda segurando-a pelo pulso.

_Algum problema? – uma voz grossa perguntou de repente. Mas Túlio não ouviu. A única coisa que conseguira notar era a mão firme e possessiva na cintura de sua garota.

_Sesshoumaru? – Valentina chamou surpresa.

_Está tudo bem? – o recém chegado perguntou olhando Túlio nos olhos.

Sem saber por que, o músico sentiu-se intimidado pelo olhar frio. Largou o pulso de Valentina. No mesmo instante, o estranho puxou a garota ainda mais para si, fazendo com que um rubor se espalhasse pelo rosto dela.

_Eu sou Sesshoumaru. – o homem de cabelos prateados disse-lhe, estendendo a mão em um cumprimento. – Sou o namorado da Valentina.

_O quê? – Túlio e Valentina disseram ao mesmo tempo.

_Bom, – o homem sorria para a garota – pelo menos é o que eu estou tentando. Ela continua a me recusar. Mas não desisto fácil do que me pertence.

Parecia um comentário casual. Mas Túlio pode perceber o aviso implícito nas palavras e no aperto de firme. Sem saber porque, o músico sentia como se Sesshoumaru pudesse quebrar seus ossos sem esforço algum.



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