História Destinada ao Alfa - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Lobsomens, Romance, Sexo, Suspense, Violencia
Visualizações 46
Palavras 4.524
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Misticismo, Saga, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


IMAGEM PETTER

Capítulo 4 - -Lua de Sangue- (Parte 2)


Fanfic / Fanfiction Destinada ao Alfa - Capítulo 4 - -Lua de Sangue- (Parte 2)

Eu tenho certeza que qualquer uma de vocês no meu lugar deixaria de frescura e agarraria aquele homem. Mas tem um porém eu já disse que não vou transar com o Petter mesmo que minha pele esteja queimando muito e que eu precise disso. Só que esta bem difícil já que ele é um deus gostoso pra cara... desculpa hormônios. Eu estava babando com aquela cena quando ele resolveu falar:
-Vai ficar só observando -ele preguntou com um sorriso no rosto.
-Não -eu falei e comecei a me aproximar do mesmo que estava com um sorriso vitoriosos no rosto- Eu vou pro quarto onde estou dormindo -já que ele queria provocar eu vou entrar nesse jogo também fiz um coque no meu cabelo amarrei a camiseta fazendo a mesma parecer um top BEM DECOTADO me aproximei do mesmo e sussurrei em seu ouvido- quer jogar ok então? -eu falei e dei uma mordiscada em sua orelha e o vi arrepiar e dei risada e depois sai do quarto.

PETTER 1 X 1 LAYLA  

Me senti meio vitoriosa ele estava brincando comigo, mas como eu não gosto de perder jogos que comece o mesmo então, depois que eu sai daquele quarto eu fui para o que eu estava  e já entrei no chuveiro ainda de roupa deixando a água gelada bater no me corpo. EU com certeza tinha provocado Petter, mas eu também estava muito exitada, eu estava deixando a água bater no meu corpo quando escuto o barulho da porto do banheiro abrindo com tudo. Vejo Petter ainda de toalha entrando no banheiro ele estava com uma cara que eu não estava conseguindo distinguir ele abriu o box de vidro me prensou com tudo na parede e já começou a me beijar com muita vontade e eu naquele estado não estava conseguindo negar nada daquele homem. Ele foi tirando minha roupa começando pela minha camiseta e depois meu shorts, mas então ele parou de me beijar e me olhou nos olhos:

-Chega agora quem não ta aguentando sou eu -ele falou e eu dei risada, pois ele tinha achado que eu que iria me render aos pés dele implorando por ele, acho que o mundo deu voltas não é mesmo?

-Ganhei -eu sussurrei no ouvido dele sorrindo e ele deixou a toalha dele cair e foi o momento que eu delirei.

Desculpa meninas eu tentei resistir, mas não ta dando mais, eu coloquei minhas pernas na cintura do mesmo e ele abri meu sutiã deixando meus peitos a mostra, ele mamou em um e apoupou o outro com a outra mão. Eu gemi e o mesmo depois de terminar arrancou minha calcinha e colocou dois dedos em minha intimidade eu gemi mais alto e beijei mais ferozmente e o mesmo colou mais um dedo e foi acelerando até que ele parou e continuou me segurando. Ele desligou o chuveiro e caminhou comigo até a cama me deitou na mesma e andou até a comoda ao lado pego uma camisinha e colocou eu olhei para o membro do mesmo estava mesmo duro eu dei risada e o mesmo ficou confuso. Ele veio por cima de mim me beijando eu abri as pernas e o mesmo penetrou seu membro bem lentamente parecia que tinha medo de me machucar eu acho que ele não sabe que eu não sou mais virgem, mas eu não sou louca de falar isso pra ele. Ele colocou ele todo e eu gemi mais alto e o mesmo começou com movimentos lentos e foi me beijando ao mesmo tempo e com o passar do tempo ele foi acelerando mais e mais, até que ele gozou. Ele deitou do meu lado e eu subi em cima do mesmo ficando sentada:

-Pronto para próxima rodada? -eu falei com um sorriso malicioso e o mesmo correspondeu balançando a cabeça dizendo que sim.

Ele colocou o membro dele de novo e eu comecei a cavalgar no  mesmo e ele com as mão na minha cintura e eu com as mãos em seu abdome o arranhando  fui acelerando a velocidade e gemendo mais alto ainda e eu conseguia escutar Petter gemendo também. Até que depois de um tempinho eu gozei. E me deitei ao seu lado e o mesmo se levantou e me puxou para a beirada da cama e me olhou maliciosamente:

-Pronta para a próxima rodada? -ele falou repetindo o que eu disse e eu dei risada e balancei a cabeça dizendo que sim, o mesmo me virou de costa e me colocou de quatro na cama, e não, eu não permiti que fosse anal eu não curto.

Ele me penetrou novamente só que dessa vez ele começou mais rápido, me fazendo gemer o mesmo deu um tapa na minha bunda e depois de uns quinze minutos mais ou menos nos gozamos juntos e eu estava esgotada me deitei na cama e acabei dormindo.

(...)

Acordo e  ainda de olhos fechados eu sinto que tem mão em minha cintura e que há uma respiração em cima da minha cabeça e que meu travesseiro esta abaixando e levantando, eu acho que as camas de hoje em dia não podem fazer isso. Abro os olhos e vejo Petter dormindo e eu penso, o que eu fiz?, ele estava com as mãos na minha cintura e eu estava com a cabeça em seu peito e com uma perna minha em sua cintura. Tiro os braços de Petter lentamente da minha cintura e me levanto olho o mesmo dormindo até que acho fofo pego um vestido florido vermelho e branco que é todo justo e que vem até a cocha e tomo banho no outro quarto. Depois de tomar meu banho eu estava me trocando quando vi a marca da mão de Petter na minha bunda o que me fez lembrar de ontem, depois de colocar a roupa deixo o cabelo solto e desço para a cozinha e lá eu encontro um bilhete de Paula no balcão e leio "Senhores eu foi levar Paulinha no hospital e não o horario que eu volto, por este motivo eu já deixei as refeições prontas no forno e na geladeira. Peço mil desculpas. Beijos Paula"

Meu deus o que aconteceu com a Paulinha ? Eu fiquei preocupada, mas eu também estava morrendo de fome vi que a mesma tinha feito panquecas e suco de laranja coloquei o suco no copo e levei tudo para a bancada e comi em pé. Estava na sétima panqueca quando sinto novamente  mão na minha cintura eu me viro e é Petter, obvio né quem mais seria, ele me deu um selinho inesperadamente e abriu a geladeira:

-Eu estranhei acordar e não te encontrar na cama -ele falou pegando a caixa de leite e bebendo do gargalho, e eu continuei comendo as panquecas eu não queria falar nada no momento- Você esta cheirosa tomo banho no quarto?

-Não -eu falei de boca cheia olhando para as panquecas e o mesmo se aproximou de mim e me fez olhar para ele.

-O que você tem? -ele perguntou parecia preocupado e eu apenas tirei a mão dele e continuei comendo- Pode me dizer.

-Petter o que aconteceu ontem não fui eu que quis, mas sim minha loba junto com os meus hormônios -eu falei já sendo direta e o mesmo ficou serio.

-Quer dizer que o que a gente teve foi só de uma noite? -ele perguntou virando a cabeça para que não precisasse olhar nos meus olhos.

-Sim -eu falei e o mesmo deu mais um gole no leite colocou o mesmo na geladeira deu um suspiro e me olhou.

-Ok então -ele falou serio e frio e depois saio da cozinha e do nada me veio uma dor no coração eu acho que foi pelo motivo de que eu eu ter rejeitado ele e o mesmo me rejeitou também.

Depois de ter comido tudo que a Paula fez para o café da manhã eu fiquei na sala assistindo um filme chamado Querido John eu amei ele muito bonito até chorei no final, depois que acabou eu coloquei outro filme já que não tinha nada para fazer nessa casa, eu me senti sozinha, não vi Petter depois de nossa conversa na cozinha. Então resolvi chama-lo só porque eu estava entediada e não queria assistir o filme sozinha, mas também para pedir desculpa pelo o que eu disse:

-Petter -eu chamei e não se obteve resposta então resolvi gritar quem sabe ele aparece -PETTER.

-O que aconteceu? -ele apareceu correndo na escada com uma cara de assustado e eu não consegui me segurar e cai na risada- Que foi mulher? O Coringa jogou gaz do riso em você?

-Não é porque eu vou colocar um filme e não queria assistir sozinha, ou que você soubesse outra coisa para fazer aqui -eu falei e o mesmo desceu toda a escada com cara de pensativo.

-Tem uma coisa que a gente poderia fazer -ele falou e eu prestei atenção apenas na palavra "a gente".

- O que? - eu perguntei ainda sentada no sofá e o mesmo se aproximou de mim e estendeu a mão.

-Vem que eu te mostro -ele falou e eu dei a mão para ele, eu ainda odeio ele e sua família, mas eu estou cansada de ficar nesse lugar e o único que poderia me tirar daqui é ele, quando eu peguei em sua mão uma coisa estranha aconteceu eu senti como se aquilo estivesse muito bem e que ele me protegeria a qualquer custo.

-Não vai me falar onde vamos -eu falei voltando ao normal, ele balançou a cabeça negativamente e sorriu o que eu gostei.

Fomos até a garagem onde tinha vários carros lindos e bastantes caros:

-Escolhe -ele falou apontando para a parede cheia de chaves de carro e eu apontei para uma aleatoriamente- Porche 718 escolheu bem -ele pegou a chave e foi indo até o carro vermelho sem teto.

Ele abriu a porta pra mim entrar e depois ele entrou no carro pelo outro lado e então saímos daquela casa o carro estava o maior silencio eu não estava aguentando aquilo:

-Vamos jogar alguma coisa? -eu perguntei já impaciente e o mesmo sorrio e me olhou.

-Que jogo? -ele perguntou voltando atenção para a estrada.

-O que é o que é? -eu falei, já que esse era o único jogo que eu gosto nas viagens, e eu Paty gostávamos muito.

-Beleza qual é o premio para o vencedor? -ele perguntou e eu fiquei pensativa para não fazer merda.

-Um desejo para fazer qualquer coisa  -eu sinceramente estava pensando o que eu poderia fazer com esse desejo.

-Ok vamos jogar, você começa -ele fala e eu penso em algo bem difícil.

-O que é o que é feito para andar e não anda? -eu pergunto o mesmo demora uns dois minutos para responder.

-Rua -ele respondeu certo e eu balancei a cabeça positivamente- O que é o que é que esta sempre no meio da rua e de pernas para o ar?

-Essa é fácil a letra U -eu falei e o mesmo sorriu e estava empatado-O que é que está na ponta final do fim, no início do meio e no meio do começo?

- Hum a letra M? -ele respondeu meio que sendo uma resposta e ele acertou de novo agora a vez dele, se eu acertar eu ganho-O que é, o que é? Tenho cauda, mas não sou cão. Não tenho asas e sei voar. Se me largam, eu não subo. Saio ao vento para brincar.

-Puts -eu falei, eu sabia a resposta dessa, mas eu não to lembrando- Uma folha.

-Não -ele falou e deu um sorriso vitorioso- Uma pipa, ganhei -ele falou e fez uma dancinha muito engraçada.

-Num tem graça jogar com você  -eu falei dando risada e fazendo biquinho e o mesmo deu risada.

-Agora eu tenho um desejo -ele falou e eu meio que me arrependi de ter feito esse pedido- Mas só vou cobra-lo depois.

-Ta bom então -eu falei e o mesmo ainda estava sorrindo.

Passou meia hora e ele parou no meio de um bosque, ele abriu a porta para mim sair e eu estava apenas olhando o lugar que me parecia muito familiar, continuamos andando até que Petter pegou em minha mão e me puxou para mim andar até atrás dele. Com o passar do tempo caminhando chegamos a uma cachoeira linda:

-Que linda Petter -eu falei olhando cada detalhe da mesma.

-Eu uma amiga e meus pais sempre vinhamos aqui era sempre muito divertido -ele falou também olhando a cachoeira, então eu tirei o vestido ficando apenas de lingerie preta- o que esta fazendo?

-Entrando -eu falei e pulei no lago, a água estava gelada e foi bom eu ter pulado logo tudo de uma vez, depois que eu subi para a superfície eu vi Petter em cima de uma pedra com uma corda na mão que estava amarrada a um tronco de arvore.

-Eu amava parecer o Tarzan naquela época -ele falou rindo e eu notei que ele estava apenas de cueca.

-Não vale você não me falou que tinha uma corda -eu falei indignada e ele deu risada.

-Você não perguntou -ele falou andou para trás se pendurou na corda e pulou na água gritando que nem um louco, e eu ri muito,  depois que ele apareceu na superfície do lago ele nadou até mim.

-Essa e por você não ter contado sobre a corda -eu falei jogando água na cara dele.

E foi assim que começou uma guerra de água, eu estava jogando água nele quando ele segurou meus braços. E do nada eu o meu coração acelerou e eu escutei o dele que também estava acelerado. Por favor apaixonada não, apaixonada não. Ele foi se aproximando de mim e os meus olhos pararam em seus lábios e quando nossos lábios estavam relando o celular dele começou a tocar no bolço de sua calça. Ele se afastou e foi atender e eu pude ouvir sua conversa:

-Fala -Petter disse parecendo sem paciência.

-Alfa os Styllo estão invadindo a alcateia dos Vanters -falou uma voz, masculina e eu vi a face de Petter ficar séria e preocupada ao mesmo tempo.

-Mande os melhores para lá eu já estou indo -Petter falou e desligou o celular e logo me olhou- Vem temos que voltar.

Eu apenas assenti com a cabeça e sai do lago com o mesmo quando estávamos caminhando até o carro Petter estava serio e quieto. Resolvi ficar calada também, após alguns segundos um vento fraco bateu em mim e de repente eu escutei o barulho de pedrinhas se batendo fazendo um som melodioso. Mas não era um som normal era um som que eu nunca esquecerá. Eu travei no lugar e tentei identificar de onde vinha esse som:

-Layla vamos logo -Petter falou ainda caminhando e eu não me importava só queria saber de onde vinha o som.

Me transformei em loba e fui atrás do som correndo em minha velocidade de lobo cada vez quanto mais eu me aproximava mais forte o som ficava, escutei Petter vindo atrás de mim ele achava que eu queria fugir. Quando finalmente cheguei no som eu encontrei aquilo que estava fazendo o mesmo era o sino dos ventos de bambu que eu e Martins tínhamos feito  quando eu tinha três anos eu me lembro perfeitamente o que ele tinha falado quando colocou o mesmo na arvore "Lay enquanto esses ventos baterem nesses sinos e eles fizerem esse som sempre ficaremos juntos".

-Martins -eu sussurrei e uma lagrima caiu de meu olho escutei Petter que se aproximava mais.

Eu continuei andando, eu sabia onde estava só não estava acreditando que eu estava aqui. Depois de uns segundos de caminhadas eu cheguei onde queria. Minha casa, onde minha família tinha sido morta, ela estava do mesmo jeito como eu a tinha deixado. Ela estava toda queimada e em pedaços, eu me ajoelhei no chão e desabei em lágrimas. Até que Petter aparece atrás de mim pega no meu braço com força e me levanta:

-O que você tem na cabeça? -ele pergunta com raiva e eu ainda tentava conter as lágrimas- Se acha que vai fugir de mim esta enganda -ele grita ainda e eu só prestava atenção na casa- A aldeia da minha prima está sendo atacada e eu tenho que ficar correndo atrás de você.

-ME SOLTA -eu falei tirando a mão dele dos meus braços eu estava morrendo de raiva, pois aquilo que tinha acontecido com a minha família era culpa do pai dele e sua família- NÃO ENCOSTA EM MIM.

-QUE FOI ESTA LOUCA? -ele gritou e eu estava olhando pra ele como muita ira.

-EU TE ODEIO -eu falei em voz de lobo estava me segurando para não pular em seu pescoco- POR CULPA DE VOCÊS MARTINS ESTÁ MORTO, VOCÊS ESTRAGARAM MINHA VIDA, E POR ISSO EU TE ODEIO -eu falei e aquelas palavras me machuram de mais eu chorava de tristeza e de raiva.

Aquelas palavras me machuram tanto que eu não aguentei e desmaiei e foi tudo escurecendo com a imagem da minha casa queimada como foco.

(...)

Acordei com muita dificuldade de abrir os olhos eles estava inchados de tanto chorar. Quando consigo abrir os mesmos percebo que estou no quarto de Petter e o mesmo esta sentado em uma poltrona me olhando. Me sento na cama e esfrego os olhos, Petter observa cada movimento meu e eu lembro de tudo que falei e de tudo que fiz. E a dor no coração volta coloco a mão no mesmo e Petter se aproxima e se senta ao meu lado:

-Você esta desacordada a três dias -ele falou abaixando minha mão o que fez a dor parar por sua aproximação- Nesse meio tempo eu soube de muita coisa.

-Sobre o que? -eu perguntei, tinha medo de que fosse sobre minha história passada.

-Sobre você -ele fala e respira fundo desvia o olhar e depois volta para mim- depois de resolver o problema da alcateia da minha prima eu fui atrás da historia daquela casa queimada pela qual você chorou e soube sobre a morte de sua família e também sei que foi... que foi meu pai que ordenou que matassem eles e que queimassem sua casa -eu olhei para baixo eu não queria que ele soubesse disso- é por isso que você não aceita ficar comigo não e?

-Sim é por isso -eu respondi sendo direta e fria, mas no fundo meu coração estava acelerado.
-Saiba que eu não sou igual ao meu pai -ele falou se defendendo, mas era mentira.

-Se não fosse não teria queimado a família da minha melhor amiga como fez seu pai com a minha família -eu retruquei e o mesmo abaixou a cabeça.

-Fiz isso pois tive medo de ti perder -ele falou e bem no fundo eu achei fofo, mas não isso não justifica.

-Não é desculpa Petter, eles só estavam tentando me ajudar porque eu pedi, não tinha o direito de matar a família deles -eu falei e o mesmo abaixou a cabeça acho que consegui atingi-lo.

-Podemos recomeçar? -ele falou com cara de cachorro sem dono eu com certeza não conseguiria dizer não- Nos conhecermos melhor por quem somos é não pelo o que nossos parentes fizeram -eu fiquei calada e o mesmo se aproximou mais de mim e eu não tirava os olhos dos seus- Por favor Layla.

-Ok, mas com uma condição -eu falei levantando o dedo indicador e o mesmo já estava com um sorriso no rosto- Não iremos apressar as coisas.

-Ta certo -ele falou sorrindo e eu achei que seria legal um abraço então me aproximei do mesmo com braços abertos e o abracei e o mesmo retribui o que fez eu me sentir segura eu não queria sair daqueles braços fortes.

Eu conversando com Petter me senti mais leve e gostei da ideia de que recomeçássemos uma parte de mim ainda está em negação, mas vou tentar me dar bem com Petter só espero que eu não me arrependa e saia com o coração ferido. Eu estava ainda abraçada com Petter quando a campainha toca  eu me solto do mesmo que me olha dá um beijo em minha testa e sai do quarto, depois de um minuto eu percebi que estava com muita fome. Sai do quarto e desci as escadas estava a caminho da cozinha quando vi que Petter estava falando com alguém na porta  e eu fiquei curiosa e me aproximei da porta e vi quem estava do lado de fora implorando para entrar. Era a vadia da Cristina do nada a raiva me subiu e eu fiquei atrás de Petter escutando a conversa:

-Amor me deixa entrar vai? -ela fala passando a mão no peitoral de Petter o que me irritou.

-O que agente teve foi bom, mas você foi só um passatempo eu tenho a minha companheira agora e é com ela que quero ficar -ele fala e eu me derreto, mas eu quero ver o que a piranha vai falar.

-O que ela tem que eu não tenho? Ela faz melhor que eu? -ela fala indignada e eu dou risada bem silenciosa.

-Ela tem tudo que você não tem e sim ela faz bem melhor que você -ele responde cruzando os braços e eu acho que isso foi um elogio.

-Mas... -ela ia falar, mas eu a interrompo já perdendo a paciência com essa garota. 

-Tchau garota não entendo não? Ele não ti quer vaza -eu falo e fecho a porta em sua cara e depois olho para Petter seria e o mesmo parecia surpreso e meio que preocupado.

Depois que fiz isso eu fui direto pra cozinha e já abri a geladeira como de costume  e peguei uma coisa que me chamou muita atenção nutella, sim o manjar dos deuses de toda a mulher, eu peguei o pote já com baba e fechei a porta e virei para o balcão e vi Petter encostado no mesmo. Peguei a colher na gaveta e já enfiei no pote e depois fiquei olhando para Petter:

-Você ta brava comigo? -ele pergunto parecendo preocupado e eu quase dei risada.

-Não Petter -eu falei sendo direta e ele se aproximou de mim.

-Não mesmo? -ele perguntou de novo e eu larguei a colher dentro do pote e olhei para ele sem paciência.

-Não Petter -eu falei ainda sem paciência  e o mesmo riu.

-Não é o que parece -ele fala e eu coloco o pote em cima do balcão e cruzo os braços.

-Agora você me deixou brava -eu falei e o mesmo se aproximou mais de mim.

-Desculpa -ele falou dando um sorriso e mostrando as covinhas eu nunca imaginaria Petter desse jeito feliz, sorridente, engraçado e preocupado comigo.

Do nada a campainha tocou novamente e me veio a cabeça de que era Cristina de novo então antes que Petter fosse até a porta eu fui na frente e corri até a porta e a abri e vi um homem loiro de olhos azuis que é muito gato. Eu fiquei olhando ele de cima a baixo até que eu me dei conta de que ele estava me encarando:

-Posso entrar? -ele perguntou sendo educado, mas eu cruzei os braços nem sabia quem ele era.

-Não, nem sei que você é -eu falei sendo direta e o mesmo ficou sério e então eu notei uma garota loira que era igual a esse homem na minha frente descendo de sua moto e vindo em nossa direção.

-Calma marrentinha  eu vim aqui falar com o Alfa tá? -ele falou e eu fiquei emburrada ele me chamou de que?

-Marrentinha? OH ESCUTA AQUI MARRENTINHA É A SUA... -eu ia falar, mas Petter me interrompeu e me puxou para que ficasse atrás dele.

-Oi Alisson o que quer? Onde esta Aline? -Petter perguntou sendo direto e me barrando fazendo eu -ficar atrás dele.

-Esta vindo já -o tal "Alisson" respondeu e eu ainda estava com raiva dele, até que a garota loira apareceu de trás do mesmo.

-Bom dia Alfa -falou a garota loira com Petter e o mesmo apenas assentiu com a cabeça.

-Entrem -Petter falou abrindo a entrada e os mesmo entrarem e foi o que eles fizeram e eu ainda atrás de Petter, já na sala Petter estava em pé e eles também já eu estava sentada só observando- Estou vendo que conheceu minha companheira Alisson.

-Ela é...  -Alisson falou, mas não consegui terminar- Sem querer ofender, mas ela é marrenta Petter.

-Layla esses são meus betas de maior confiança esse é Alisson -Petter apontou para o loiro que ainda estava de boca aberta- e Aline -ele apontou para a loira que deu um sorriso simpático- Quando estiver precisando de algo é com eles que tem que contar.

-Muito prazer Aline -eu falei olhando para a mesma e depois olhei para Alisson- Não gostei de você.

-Não é obrigada a gostar -Alisson respondeu e eu dei a língua para o mesmo que me imitou.

-Idiota -eu falei e Petter deu risada e eu olhei seria para o mesmo que parou- Ta rindo de que em?

-Nada -Petter se recompôs e colocou a mão na boca para conter a risada- Bem o que vieram me dizer?

-Descobrimos que tem um Beta entrando na alcateia todas as noites só não sabemos de onde ele esta vindo e por que vem para cá -falou Aline e eu soei frio descobriram Jaspe e agora?

-Eu quero que peguem esse Beta, mas não o mate quero saber quem é?, e por que vem aqui? -Petter falou serio e eu fiquei quieta.

-Pelo o que parece ele se aproxima bem da sua casa -falou Alisson também serio e Petter começou a pensar andando de um lado para o outro.

-A partir de agora quero que vocês dois fiquem protegendo Layla, semana que vem eu vou ter que visitar todas as alcateias e eu vou ficar sete dias fora quero que Alisson fique com ela de manhã e Aline ficará com ela anoite entendido? -perguntou Petter e eu indignada agora vou ter uma babá.

-Sério agora vou ter babá e vou ter que aguentar esse ser toda a manhã? -eu falei me referindo ao Alisson que estava dando risada.

-É para o seu bem -falou Petter serio e eu não falei mais nada.

Depois que os dois saíram eu e Petter ficamos novamente sozinhos em casa, já eram quatro da tarde eu estava sentada na varando do quarto olhando o jardim e sentindo a brisa bater em mim, Petter veio falar comigo:

-Pode falar -eu falei ainda olhando o jardim e o mesmo se sentou ao meu lado.

-Lembra que estávamos no carro e estávamos brincando de o que é? o que é? -ele falou e eu me lembrei do acontecido eu tinha perdido- Lembra que quem ganhasse conseguiria um desejo? -ele perguntou e eu fiz que sim com a cabeça, mas eu estava preocupada- Então eu vim pedir esse desejo agora para você.

Ai meu deus o que ele vai pedir, será que eu vou me arrepender de ter dado a ideia desse premio?    



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