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História Destinado. - Capítulo 28


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Notas do Autor


ATENÇÃO!

Ok, consegui a atenção de vocês? Ótimo.
Preciso deixar algumas coisas claras com vocês, não que eu realmente devesse alguma coisa a qualquer um de vocês, mas tudo bem.
Vou ficar algum tempo ausente, desta vez não porque me deu vontade de sumir, mas porque irei passar por um processo cirúrgico em meu olho direito. Não é de hoje que eu tenho um problema de visão deste olho, e eu fui liberado a ir para Porto Alegre realizar o processo para voltar a ter uma retina sem DMR.
Então eu não sei quanto tempo vai demorar para eu voltar, nem ao menos os processos que eu terei que fazer para evitar qualquer tipo de sequela ou qualquer merda que doutores gostam de dizer a você pra não fazer.
Eu escrevi esse capítulo, evidentemente menor para vocês terem uma última coisa para ler quando era de madrugada enquanto deixava tudo bonitinho com minha não tão agradável médica.
Antes que aqueles que tem meu número me enviem uma tonelada de mensagem pedindo pra voltar, vou dizer isso mais uma vez.

Eu não saí por enjoo, por desgosto ou por capricho, vou ficar algum tempo fora porque é necessário, como eu disse antes, isso é um tempo que nem eu sei, pode ser dois dias, pode ser duas semanas, é incerto.

Eu fiquei muito tempo sem escrever qualquer coisa, então voltar e poder receber esse tipo de engajamento é bem divertido, isso dá gosto. Obrigado a todos vocês, criaturas adoráveis, nós nos vemos em algum momento.

Bebam água.

Capítulo 28 - Capítulo 28 - Atenção...


Quando se envolve desejo.
          De tudo se vale para se ter.

 

(...)

 

Ele não conseguia encontrar seu sono de maneira alguma assim como ele havia previsto que não conseguiria, sua mente estava em um loop infeliz e eterno de memórias que ele tinha, memórias boas e memórias ruins, estava lhe martelando sobre a cabeça que tudo o que ele havia acreditado como verdade não passava de mentira, e agora a ideia de haver mais coisas que ele não sabia serem verdades ou não estavam consumindo sua mente.  

 

No final das contas ele sabia que a mentira foi para lhe proteger, e ele mesmo sabia que se soubesse a verdade quando era criança ele não entenderia nada do que estavam lhe dizendo, seria jovem demais para perceber o loop em que ele estava, mas e agora? Eles teriam alguma justificativa para lhe manter em branco sobre isso? Ele havia dito que sairia em sua própria aventura meses antes de partir, eles não poderiam ter lhe dito algo antes disso?  

 

O óbvio motivo era que eles não queriam lhe machucar, mas acabaram fazendo isso de toda forma, não foi possível evitar que ele se ferisse nisso e ele não tinha forças para nutrir ódio pelas pessoas assim, por mais que tenha sido horrível suas ações, não era assim que ele era, ele não odiaria as pessoas que o criaram e o ajudaram a se tornar quem ele é no processo, mas isso não significaria que ele os perdoaria facilmente, e nem que seria algo bonito de se ver.  

 

Ele se sentia inquieto, se sentia incomodado com a mesma visão de seu quarto, era alta madrugada neste momento, mas ele podia ouvir a comoção de seus membros para partirem, Freya havia dito que iria se retirar para organizar os detalhes finais para a exploração, tendo em vista que ela já havia feito isso, seus membros iriam partir agora enquanto ela já havia feito seu papel de lhes ordenar, ele tencionou que deveria sair também, não ganharia nada sentado em sua cama.  

 

Poderia encontrar Galath talvez? Com sorte a elfa era uma pessoa matinal e pudesse vê-lo pelas ruas, então ele iria dar algumas voltas em todos os lugares para que ela pudesse lhe encontrar e continuarem a conversa, se havia algo mais para se saber, ele queria saber. Decidindo ir para esse caminho ele olhou para si mesmo, Galath havia dito que havia mais horrores para se descobrir... Seu calor lhe revelaria o estado emocinal dele para Freya e Helun, ele tomou sua decisão. 

 

Se desprendendo de seu colar, afim de evitar que as duas sentissem sua tristeza ele o deixou sobre sua mesa, mas talvez fosse melhor ele deixar algo escrito para elas? Ele pegou uma caneta e um papel e deixou uma nota em sua cama dizendo que ele iria andar sobre a cidade para clarear a cabeça, dizendo que não era necessário se preocupar. Ele olhou para suas adagas, decidindo não usá-las dessa vez, apenas por precaução, ele levou sua espada que havia recebido de Freya como presente.  

 

Abriu a porta de seu quarto e notou que não havia nenhuma atividade maior no corredor dos dormitórios, indicativo que os membros já estivessem indo embora, ou já estavam dentro da masmorra, pois havia um bom tempo que ele não escutava nada, rumou para o elevador e esperou até chegar a arena de treinamento de sua família, somente naquele momento ele viu que não havia muitas pessoas ali.  

 

Apenas alguns membros conversando, mas nenhum que fosse da força principal, ele olhou para o portão, aberto e com macas de passagens, os demais já haviam rumado para a masmorra, ele não sabia quanto tempo eles iriam ficar fora, mas imaginou que mais do que alguns poucos dias pela quantidade de marcas de carruagens que estava naquele lugar, era mesmo necessário ir com tanto preparo? Mas ele não tinha ido em andares profundos assim, ele não estava pronto para ir então não sabia dizer. 

 

Ele deu-lhes seu bom dia e saiu pelo portão, com a cabeça nas nuvens enquanto mantinha o seu olhar sobre os céus procurando por Galath, enquanto caminhava ele se perguntou o quanto mais ele poderia descobrir com ela. Pensando nisso ele continuou avançando, até que chegasse as ruas ainda pouco movimentadas de Orario, isso tornaria mais fácil para ele ser encontrado por Galath caso ela já o estivesse procurando ou esperando.  

 

Não soube dizer quanto tempo ele ficou parado no banco da praça central de Orario, sentindo o sol queimar suas costas conforme lentamente subia aos céus, ele decidiu mudar de local enquanto continuava a pensar em sua vida de antes e o que ele poderia fazer agora, poderia ele continuar a sentir-se bem sobre as coisas? Sim ele poderia, mas isso não queria dizer que ele teria a mesma vontade de ver as coisas sobre uma luz tão positiva, ele afinal de contas aprendeu que na luz sempre há trevas.  

 

Ele voltou a caminhar por outros lugares ao redor de Orario. Mas para o alarde de seu descaso ele não estava completamente sozinho durante sua caminhada matinal. 

 

Alguns pares de olhos o estavam seguindo desde que havia saído dos arredores de sua moradia, olhos da família de Ishtar o perseguiam como haviam sido ordenadas a fazer, nenhuma das amazonas ali achou realmente que elas poderiam ter a sorte de no primeiro momento o encontrar, e sozinho não obstante, elas pensaram que era quase como se ele estivesse se jogando para ser capturado, elas não conseguiram pensar nisso ser uma armadilha para elas.  

 

- Ele está indo para os becos dos esquecidos. - Samira comentou enquanto ela o observava por cima dos telhados para as outras duas amazonas que estavam com ela na parte de cima, havia outras no solo, agindo como sombras. - É de lá que a Deusa dele o retirou, até onde sabemos.  

 

Lena havia escutado essa história de alguns clientes, Freya havia o encontrando no lugar das pessoas que não tiveram sorte de ficarem bem sucedidos em Orario, ou de arrumarem uma família, e pensar que de ser retirado de lá ele ficou assim, havia algo nele que despertava o interesse de muitos, definitivamente. Mas ainda assim, era um pesar ela ter que fazer isso com ele.  

 

As duas continuaram o observando e antevendo sua trajetória para lhe capturar, haviam outras duas amazonas no solo, se esgueirando sobre os becos e construções abandonadas que aquele caminho ruim de Orario possuía.  

 

Falu era uma amazona que era especializada em invasão, ela também já cometeu muitos furtos para Ishtar se esbaldar em joias, seguir um garoto que parecia até infeliz e perdido em pensamentos foi uma das coisas mais fáceis pra ela fazer.  

 

- Isso está fácil demais, você não acha? - ela comentou em um sussurro para Aisha ao seu lado, mas mantendo os olhos atentos em Bell para não o perder enquanto conversava com a outra amazona. - Quase como se nós que estivéssemos indo para uma armadilha. 

 

Aisha gostaria de comentar que elas estavam indo, mas era uma armadilha de longo prazo, mas ela não seria aquela a cair e ser morta pela família de Freya, suas irmãs ganharam coragem para tentarem alguma coisa hoje mesmo se o menino não tivesse saído, já que elas observaram com riqueza de detalhes todo o primeiro esquadrão da família Freya sair de sua moradia e ir para a masmorra, e pelos materiais estavam sem dúvidas indo para a exploração deles.  

 

Um acaso feliz para aquelas tolas que achavam que elas poderiam sobreviver a família Freya, mas ela não se importava o suficiente com nenhuma de suas irmãs, nenhuma delas era Haruhime, Samira e Lena eram mais próximas delas, mas Aisha sabia que em seu coração se chegasse o momento de ter que escolher quem salvar, ela salvaria Haruhime sem pestanejar, ela nunca pensou que teria que fazer essa escolha, mas a hora havia chegado, e ela tinha seu plano feito.  

 

Aisha sondou aquele menino como um falcão observando sua presa, ela agradeceu pelos cabelos dele serem inconfundíveis com qualquer outro em Orario, não havia outro ser com essa cor e isso seria sua mensagem perfeita.  

 

Elas aguardaram ele cruzar os corredores e as paredes destruídas, tanto o menino quanto as amazonas podiam notar o evidente desgosto dos infortúnios de estarem sendo visitados, era de conhecimento comum que essa área de Orario não era boa para se passar, pelos infelizes que viviam ali, amaldiçoando aqueles que ficaram sobre a boa luz de Orario, enquanto eles pereciam nas escuridões daquele lugar.  

 

Ela só possuía uma única chance e não arriscaria perder isso agora, ela tinha um jeito de deixar uma mensagem para qualquer um que fosse atrás dele. Ela olhou para os céus e notou suas irmãs se despencando das construções destruídas, havia chegado a hora de capturar o menino. Ela orou para que tudo desse certo após isso.  

 

Bell estava caminhando pela área mais afastada de Orario, naquele lugar ele havia tido o azar de permanecer durante alguns dias e ele teve o gosto amargo do que é ser esquecido de verdade, olhando as pessoas se escondendo dele de dentro das construções ele notou que mesmo agora ele era evitado mas por motivos diferentes ao menos, não serviu para lhe consolar e sua mente agora tinha mais tópicos para se deparar.  

 

Se Freya não tivesse o encontrado, ele seria ainda mais amargo? Ele seria digno de ser um herói? Ele nem ao menos teria a chance de conhecer as pessoas que conheceu e ter a chance de ter se apaixonado por duas mulheres que no fundo ele sabia que moveriam até o céu por ele, eram muitas coisas que vinham e vinham sobre sua cabeça e ele não estava conseguindo gerir todas essas informações, talvez no final isso não fosse a melhor coisa possível de se pensar, mas uma única ação mudou a vida inteira dele.  

 

Uma única mulher havia o mudado para sempre, e aqui estava ele, se afastando dela, mas ele já havia feito sua escolha e realmente sabia que isso era o melhor para eles, não poderia conviver com ambas se ele não se aceitasse.  

 

- Por que as coisas têm que ser tão complicadas? - ele murmurou para si mesmo, seus olhos agora observando os arredores pelo alto, ele definitivamente ouviu alguma coisa, ele se movimentou ao redor e começou a prestar atenção em qualquer tipo de ruído que pudesse vir a existir naquele lugar. 

 

Seus instintos o mandaram saltar de onde ele estava, e ele assim o fez quando notou uma sombra de alguém despencando sobre ele. Pulando em uma cambalhota ele notou que o lugar onde estava havia sido esmagado por uma mulher de pele escura e cabelos de uma cor distinta.  

 

Quem era ela? Ele realmente não teve tempo de pensar até notar que haviam mais delas lhe cercando de todas as direções.  

 

- Ei garoto... - uma voz quase debochada de Lena o chamou para lhe olhar. - Podemos fazer isso do jeito fácil, ou do jeito prazeroso.... A escolha é sua.  

 

- Eu não sei que escolhas você está me oferecendo aqui senhorita. - Bell retirou sua espada de sua bainha e se colocou em forma. - Mas eu sei que nenhuma das opções é boa pra mim.  

 

- Bom eu vou te dar crédito por ser esperto e bonitinho. - ela estralou os ossos da mão. - O jeito prazeroso é te surrar, é melhor se preparar.  

 

Quando ela avançou em sua direção, Bell percebeu que havia outra para lhe imobilizar, quando esta mulher tentou fazer isso, Samira não contava que uma criança pudesse ser tão ágil assim, ela observou ele abaixar seu corpo e se desdobrar sobre o chão, como seu corpo maior estava esticado para lhe agarrar, ela sentiu suas mãos agarrar suas canelas e com uma força que ela não imaginava, ele a ergueu e arremessou contra uma construção, tudo o que ela pode sentir foram os destroços lhe soterrando.  

 

- Eu não acredito nisso. - disse Lena alarmada enquanto começou uma luta corporal contra aquele menino que havia jogado Samira para longe como se não fosse nada, que nível ele era? Elas não receberam tantas informações assim, mas não imaginavam que ele tivesse acima do nível um, estavam erradas.  

 

Bell havia melhorado muito devido aos treinos de Aiz, seus olhos acostumados a lutar contra uma espadachim de nível seis lhe deram a segurança de ao menos se defender de alguém que era claramente de nível abaixo de Aiz, ele observou as mãos de Lena tentarem lhe agarrar, mas ele rebatia com sua espada, fazendo os braços de Lena se retraírem para que ela não fosse cortada. Mas ele havia ousado demais, quando ele tentou comprar briga com Lena individualmente ele havia se esquecido de mais duas amazonas.  

 

A primeira que lhe deu um potente soco no rosto o mandando rastejando para longe era uma amazona com uma franja cobrindo um olho, ela tinha um batom vermelho e usava um véu roxo sobre o corpo. 

 

- Bom trabalho Aisha. - lhe concedeu Fula, aproveitando o despreparo do mais novo para lhe agredir, o resultado se provando bastante satisfatório, embora ele estivesse confiante em um duelo, isso não era uma batalha de vontades, valia de tudo, quando ele contra-atacou sua investida tentando lhe cortar ao meio com sua espada, ele se esqueceu que nunca se deve confiar em uma única arma.  

 

Ela agarrou o pulso dele e com toda sua forçou, deslocou o pulso esquerdo dele, forçando-o a soltar a espada enquanto deixava um grito de dor escapar dele. Agora as coisas ficaram mais fáceis, Samira e Lena se desdobraram por de trás dele e o prenderam, assim que elas fizeram isso Fula tinha que ter certeza de deixá-lo incapaz de fugir, era trágico fazer isso num rostinho desses, mas era seu trabalho. 

 

Ela começou a socar seu rosto com toda sua força, quando ela lhe esmurrou a bochecha pela terceira vez ele começou a perder sangue pelo lábio cortado, mas ainda sim tentava se desprender. O que não lhe seria possível agora, ele tentou colocar seu peso para baixo e forçar as duas a lhe seguir, mas elas se mantiveram firmes em seus pés, fazendo com que uma dobra de peso não fosse possível, ele era menor do que elas, qualquer espaço pequeno ele poderia escorregar.  

 

Ela continuou lhe esmurrando, vendo que isso não estava funcionando ela parou por um momento e se preparou, concentrando toda sua energia ela lhe desferiu um chute poderoso em seu plexo solar. Fazendo ele abrir a boca em busca de ar, já que seus pulmões não estavam lhe ajudando agora que ele havia experimentando um golpe que prejudicava isso.  

 

Mas ele ainda não havia se rendido ou perdido a consciência, Fula por um momento quis perguntar a ele como ele ainda encontrava vontade em sequer tentar se manter de pé, mas novamente isso não era necessário realmente, ela podia respeitar a fibra de alguém tão jovem, mas respeito não era o que lhe salvaria. 

 

Ela ergueu sua perna para o céu em frente a sua cabeça, concentrando mais uma vez toda sua energia mágica em seu golpe corporal, ela desceu sua perna sobre a cabeça dele, o acertando com tudo. No instante seguinte ela notou que ele havia parado de se debater e caído em exaustão, perdendo suas forças.  

 

- Inferno de criança! - esbraveceu Samia ainda irritada com que ele havia causado. - Se não estivéssemos em maior número isso poderia ter dado muito errado. 

 

Aisha que se manteve a maior parte do tempo fora da luta teve que reconhecer que era verdade, se fosse uma luta individual, poderiam elas terem ganhado sem se prepararem? Mas isso não era importante, elas haviam conseguido lhe capturar, em seu coração Aisha desejou que de algum modo o menino fosse capaz de fugir, mas não era possível, ela observou suas irmãs averiguarem se haviam muitas testemunhas naquele local enquanto carregavam a criança para longe. 

 

- Você não vem? - perguntou Fula, observando Aisha parada naquele lugar.  

 

Aisha já havia antevisto isso. - Eu vou verificar os arredores, e darei um jeito para encobrir nosso rastro, alcanço vocês depois.  

 

Fula pareceu ter levado essas palavras a sério, pois partiu de imediato para seguir suas irmãs com a criança sobre os ombros, quando Aisha notou que haviam se retirado dali, ela retirou de suas mãos um pequeno maço de cabelo daquela criança, ela o arrancou rapidamente quando ela o socou, tendo sorte para nenhuma delas terem percebido isso. Ela agradeceu pela sorte da espada dele ter sido deixada sobre o chão quando o pulso dele foi quebrado.  

 

Ela retirou de seu bolso um pequeno pergaminho, com o brasão de sua família estampado, isso era mais óbvio do que qualquer coisa, assegurando que quem que fosse atrás da criança pudesse rapidamente entender quem eram os autores do sequestro.  

 

Ela deixou os cabelos e a espada dele juntamente com a carta num canto, ela tirou um espelho quadrado e deixou apontado para o sol, quando alguém fosse até essa região e visse o chão dos telhados, o reflexo do espelho sobre o sol iria atrair a atenção imediatamente, levando até as provas que eram necessárias para este ser chegar a conclusão óbvia que havia sido Ishtar a mandata sobre isso.  

 

E é claro, Aisha tomou um tempo escrevendo sua própria mensagem dentro do pergaminho para que de alguma forma, ela e Haruhime não fossem afetadas, ela orou para que isso funcionasse ao seu favor e saiu daquele local.  

 

Saiu daquele lugar onde ela deixou tudo a própria sorte.  

 



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