História Destinados - Capítulo 9


Escrita por:

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Categorias Supernatural
Tags Drama
Visualizações 17
Palavras 2.018
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Magia, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura 😘

Capítulo 9 - A morte tira férias (parte I )


Fanfic / Fanfiction Destinados - Capítulo 9 - A morte tira férias (parte I )

Pov Estela 

Suas mãos passeavam pelo meu corpo, nossos corpos se mexiam em sincronia. Eu arranhava sua costas e o puxava mais pra perto querendo mais contado dele. Seus lábios deixavam rastros quentes no meu pescoço e seios. Suas mãos me apertavam me fazendo soltar gemidos. 

-Estela. - sua voz estava rouca pelo desejo. -Estela. - gemi quando ouvi meu nome soar mais alto de seus lábios. -ESTALA! - 

Pulei da cama assustada vendo Sam parado na frente da minha cama. Minha respiração estava descompensada e meu coração batia fortemente. Olhei para Sam limpando o suor da minha testa, o mesmo me olhava. 

-Tá tudo bem? - perguntou. Me sentei na cama respirando fundo tentando dispensar os pensamentos no sonho com o caçador mais velho. Por fim olhei para Sam e sorri.

-Está tudo bem. - afirmei. Ele sorriu e disse. 

-Bom, achei que podia estar tendo um pesadelo. Estava se remexendo toda na cama. - ai Deus, que vergonha! 

-É... Bom... Eu não lembro! - menti. Ele assentiu. 

-Isso acontece. Vamos tomar cafe em uma lanchonete. Quer ir? - afirmo.

-So vou tomar um banho. - ele assente e me olha mais uma vez, parecia querer dizer alguma coisa. Sam desvia o olhar parecendo desconfortável, acho que sei o que ele tem. -Pode falar. - mando. Ele me olha suspirando e sentando. 

-Acho que Dean não me perdoou. Ele está muito estranho depois do caso da sereia. Sei que ele está desapontado comigo por ter mentido sobre a Ruby, mas todas as coisas que eu falei lá não eram verdade. - seguro sua mão tentando passar confiança, sei que não eram verdade aquelas coisas. Sam amava o irmão e vice-versa. 

-Dean pode ter ficado magoado, mas no fundo ele sabe que não era verdade. Dean te ama e só quer seu bem. Você tem que confiar mais nele, mesmo que ele discorde das tuas ações. Sam, Ruby pode ter te ajudado, mas ainda é um demônio. Não confie totalmente nela. - ele me olha cabisbaixo e concorda. 

-Eu vou tentar resolver as coisas com ele. Estela, você olhava a série, não sabe o que acontece? - suspiro pronta pra contar o que eu estava adiando. 

-De uns tempos pra cá... Bom, eu tenho esqueci as coisas do outro lado. Cheguei a esquecer o nome da minha mãe por um tempo. - Sam me olha preocupado. 

-Por que não contou antes? - o olhar de Sam me passava uma grande confiança, eu sentia como se pudesse falar qualquer coisa pra ele. 

-Eu realmente não queria incomodar vocês com mais isso. Vocês estão cheios de coisas na cabeça. Não queria preocupa-los. - digo sinceramente. Sam e Dean estavam estranho depois do caso da sereia e botar mais coisa na cabeça deles só iria piorar. 

-Estela, você tem que contar tudo para nós. Para assim podermos achar um jeito de ajuda-la. Vamos fazer um acordo, eu não escondo mais nada de vocês e você não esconde mais nada da gente. Fechado? - sorrimos. Concordo com Sam e o abraço, me sinto segura em seus braços. Como se ele fosse meu irmão mais velho. 

                     ••••••••

Estávamos nós três em uma lanchonete tomando café. Eu mantinha meus olhos longe dos do loiro, aquele sonho foi muito realista para mim, e só de pensar me causam arrepios. 

Sam falava no celular com Bobby e assim que desliga foca sua atenção em nós. 

-Bobby achou um caso. - diz 

-O que? -

-Trabalho? - Eu e Dean perguntamos respectivamente. 

-É pode ser, e uma cidade pequena, Greybull em Wyoming, ninguém morre por lá a mais de uma semana. - o olho confusa. Isso não parecia ruim. 

-E é fora do normal? - Dean pergunta também confuso. 

-Bom, é a maneira como não morrem, um cara com câncer terminal sai andando do hospital ai outro cara leva um tiro do ladrão e vai embora sem nenhum arranhão.- ai sim tá estranho. 

-Tiro no traseiro? - Dean pergunta e eu dou uma risada. 

-A polícia diz que o Sr. Jenkins levou um tiro no peito a queima roupa de uma arma de 9mm. - Dean o olha surpreso. 

-E ele não morreu? - pergunta. 

-Os locais dizem que é um milagre. - responde Sam. 

-Hum, tá bom. - o loiro da os ombros e volta a comer seu hambúrguer. 

-Deve ser alguma coisa malígna, não acham? Alguém fazendo pacto ou sei lá. - opina o caçula. 

-Se se acha. - Olho estranhamente para Dean, com certeza ele estava chateado com Sam ainda. 

-O que mais pode ser? - pergunta ignorando o estranhamento de Dean. 

-Sei lá. - responde. Prefiro me manter quieta para não piorar as coisas. 

-Tá bem, comam no caminho, andem! - levantamos e vejo que Dean continua sentando fazendo Sam olhar estranho para ele.  

-Se não vem? - pergunta. Dean o olha. 

-Quer mesmo que eu vá com você? - pergunta, mordo minha boca desconfortável e olho para Sam. 

-Por que não ia querer? - ele pergunta. 

-Sei lá, não quero atrapalhar você em nada. - diz o loiro dando os ombros. Sam suspira e eu me sinto sobrando ali. Afinal era um assunto de irmãos. 

-Cara, já disse mais de 100 vezes, aquilo foi o canto da sereia não eu, você não vai esquecer isso? - pergunta parecendo impaciente. Dean larga o hambúrguer no prato limpando as mãos e dizendo. 

-Eu já esqueci. - 

                          •••••••

Os meninos tinha ido falar com o sobrevivente do assalto me deixado jogada no quarto mergulhada em meus pensamentos. As mãos de Dean no meu corpo ainda me causavam arrepios, mas isso era só por eu estar com eles aqui. Tenho certeza que nada rolará entre nós. Pelo menos eu acho. Meus pensamentos são interrompidos com Dean entrando no quarto sozinho, o me deixou desconfortável. Esse desconto não passou despercebido pelo caçador que me olhou confuso e se aproximou. 

-Tudo bem com você? - pergunta sentando ao meu lado. Assinto.

-Tudo bem sim. - se o loiro chegasse um pouco mais perto provavelmente escutarias as batidas aceleradas do meu coração pela proximidade. Dean me mediu de cima a baixo e disse. 

-Sam falou pra mim o que está acontecendo. - se aproximou, controlei o impulso de me afetar senão ele notaria que tinha algo errado. E tinha, eu estava tendo sonhos eróticos com ele. 

-Sinto muito por não ter contado antes. - digo sincera. Ele da um meio sorriso. 

-Sabe que pode contar comigo pra qualquer coisa, não sabe? - qualquer coisa? Meus olhos vão direto para sua boca e eu engulo em seco quando volto para seus olhos que também olhavam minha boca. Logo ele mexe a cabeça se afastando. 

-Eu sei. Não quero que ache que escondo as coisas de vocês. Só Não queria preocupa-los agora. - digo me recompondo e ele assente se levantando. 

-Bom, vou pesquisar algumas coisas aqui. - assinto com um sorriso fraco. Mas o que foi que aconteceu aqui? 

                      ••••••••

Eu e o caçador evitamos conversar muito depois do momento embaraçoso. Eu já estava ficando entediada ali, Dean estava pesquisando e eu jogada na cama. Preciso baixar alguns jogos no meu celular, celular que Sam comprou pra mim que eu fiquei muito agradecida. 

Depois de umas duas horas Sam finalmente entra no quarto. 

-Oi. - cumprimenta.

-Oi. - 

-Oi, e aí. - Eu e Dean falamos justos.

-Lembram daquele canceroso, estava clinicamente morto a mulher desligou os aparelhos e agora ele tá comemorando 20 anos de casado. - Fala Sam se aproximando de Dean perto do computador. 

-Algum sinal de pacto? - pergunto. 

-Não, e você Dean, achou alguém morrendo? - pergunta se voltando ao loiro. 

-Não depois de Cole Griffith, ele morreu a 10 dias, foi a última morte que eu achei. - o caçador mostra a foto de um menino moreno de olhos escuros na tela do computador. 

-E o que você acha? - pergunta o caçula. 

-Talvez seja o que o povo diz que é. - o loiro levanta me olhando um segundo e pegando uma cerveja em seguida. 

-Milagre? - pergunto. 

 -Dean, na sua experiência, quando os milagres aconteceram mesmo? - ironiza Sam.

-Não tem pactos, não tem curandeiros de fé, as almas so não estão sendo arrastadas pra luz. - da os ombros

-Pode ser que não haja ninguém para leva-las. - penso alto atraindo a atenção dos Winchester's e Sam concorda. 
 
-Como assim? - pergunta o loiro e Sam responde. 

-Ué são os ceifeiros, é isso que eles fazem, levam almas. Se a morte não está na cidade... -

-Aí ninguém morre. Será que os ceifeiros locais fizeram greve? Ralaram peito. Não sei não, Sam. - diz Dean

-Tá bem, então vamos falar com quem sabe. - diz Sam. 
-Da ultima vez que fui lá me dei mal. - fala Dean me fazendo ficar confusa. 

-Não cara, o menino! - explica Sam

-Menino? - o menino não tá morto?

-É. - responde.

-O menino morreu. - diz Dean.

-Olha, se ele foi a última pessoa á morrer aqui pode ter visto alguma coisa, temos que falar com ele. - afirma o caçula.

-Eu adoro seu jeito sereno de lidar com isso, o vida estranha.  - diz Dean me fazendo rir. 

                      ••••••••

-Tem certeza que vai funcionar? - perguntou Dean para Sam. Estávamos na cemitério onde o Cole havia sido enterrado e tava um frio horrível ali. Tenho certeza que minhas mãos estavam congelado. Sam termina de arrumar umas coisas do ritual e olha para Dean.

-Espero que sim. - Dean respira fundo. -O que é? - pergunta o irmão.

-Esse trabalho é um porre, só isso. - da os ombros.

-Como assim? - pergunta Sam confuso. 

-Se for pra matar mostros e queimar uns corpos tudo bem, mas se resolvermos isso essas pessoas vão morrer. - diz o loiro aborrecido. 

-É a ordem natural, tem que ser assim. - diz Sam e Dean o olha irônico. 

-Com a gemte não é assim. - diz. 

-Somos diferentes. - defende Sam. 

-Não somos, somos iguais! - afirma Sam. 

-O que estão fazendo? - um homem então surge atrás de nós me fazendo desencostar da lápide e ficar ao lado do loiro, que coça a nuca nervoso e diz. 

-Ah, oi. - 

-O que é isso? - aponta pro ritual no chão. "ferrou" é só o que passava na minha cabeça. 

-Não é o que parece. - defende Dean. 

-Parece culto ao demônio. - é, parece mesmo. 
 
-Mas não é, na verdade é.... Nem sei o que é isso. - olha para Sam. 

-Calma, já vamos sair. - diz o caçula dando um passo pra trás. 

-Na verdade não vai. Nunca mais vai a lugar alguma, Sam. - meu corpo fica rígido. Os olhos do homem se viram ficando totalmente brancos. Demônio! 
 
-Alastair. - o merda, grande merda! -Eu achei a estava frito e crocante. - zomba Dean mas com raiva na voz. 

-Não só o pediatra que eu estava incorporando, a esposa ainda está procurando ele. mas chega de papo, eu tenho um encontro com a morte. - os olhos dele param em mim fazendo Dean se por na minha frente numa maneira de me proteger. -Eu conheço você. - diz me fazendo ficar confusa. Alastair tem um sorriso irônico nos lábios. -Quem diria que te encontraria, bom, tenho certeza que te verei de novo. Mas no momento. - faz um gesto com a mão fazendo Dean voar pro outro lado do cemitério me fazendo gritar por ele que desmaia. 

O Demônio olha para Sam e tenta fazer a mesma coisa, mas nada acontece me fazendo olhar confusa. Sam tinha um sorriso que eu nunca tinha visto em seu rosto. 


-Você está mais forte, Sam. Ainda está malhando muito com a sua demônia vadia? - olho para Sam que olhava com ironia para Alastair. 

-Mais até do que imagina. - Sam, então, faz uma coisa que me deixa totalmente surpresa. Ele joga Alastair em uma arvore e ergue a mão como se fosse mata-lo. Mas antes que fizesse, o demônio sai do corpo do civil e Sam vira pra mim que não tinha expressão no rosto.


Notas Finais


Até o próximo !


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