História Destined - Capítulo 21


Escrita por:

Postado
Categorias Justin Bieber
Visualizações 185
Palavras 3.099
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ih gente, vcs não falaram mais nada! Cd vcs? Quero só ver viu!

Capítulo 21 - Pule comigo!


Fanfic / Fanfiction Destined - Capítulo 21 - Pule comigo!

Malie Drizzle 

Quinta-feira

       Não vou com Brad para a escola, uso o carro da minha mãe, porque depois ele vai precisar ir a um jogo fora da cidade, e eu não irei. Por mais que Justin vá jogar, tenho meus compromissos também, como o restaurante. Minha mãe ainda não está contente com meu atraso de ontem. E combinamos de ter calma, então eu não estou sendo uma pessoa horrível ao rejeitar seu convite de vê-lo jogar na cidade vizinha. 

       Ayle e eu estamos em nossa mesa de sempre, quando vejo Justin passar por mim com Lucas Fretcher e sair do refeitório. Ele não está com raiva, mas está agindo como não tivéssemos algo. Talvez seja porque eu agi da mesma forma.

       Suspiro, deixando transparecer todo meu descontentamento. Ayle nota, e mastiga o hamburguer mais rápido para falar algo. 

-Acha que isso vai dar certo? - pergunta, pegando algumas batatas fritas e enfiando na boca.

-Sei lá. Não tinha tanta certeza de que fosse dar certo, mas agora tenho total certeza que não vai dar mesmo.

-Está agindo como uma garotinha de catorze anos com o primeiro garoto que beijou.

-Ã-ha - assinto, ignorando sua opinião - Brad está vindo ai. Já conversaram?

-Não - ela nega, freneticamente - Nem sei se quero.

-Ayle - meu irmão para ao lado da minha melhor amiga, com uma cara de cãozinho que caiu da mudança - Nós podemos conversar?

-Claro. Pode falar! - Ayle cruza os braços, deixando o hamburguer de lado.

-Á sós? - ele me olha, como se pedisse para eu sair. Me levanto, mas Ayle interrompe.

-Ela fica. Tenho certeza que o que tem a dizer não é nenhum segredo. E se for - ela dá de ombros - Malie é minha melhor amiga. Sabe de tudo.

-Tá, tanto faz - Brad dá a volta na mesa e senta-se ao meu lado, com os antebraços apoiados na mesa - Só queria dizer que sinto muito.

-Pelo o quê? Por termos transado? Duas vezes?! - ela esbravejou. Noto que dois alunos atrás dela se viraram, para ver os rostos das pessoas que estavam falando sobre sexo na hora da refeição.

-O quê? - Brad arqueou as duas sobrancelhas, olhando-a como se tivesse dito algo incompreensível - Claro que não. Se eu tivesse sentido muito não teria feito pela segunda vez - um sorrisinho brota em seus lábios - Nem estaria pensando na terceira.

-Cala a boca! - rosna Ayle, ao contrário do que diz, a sua expressão é de total alívio - Então, por quê sente muito?

-Pelo o que soube da Clove. Talvez ela tenha dado a entender que nós.. bem, você sabe.

-Não sei, não - ela cruza os braços, desafiando-o.

-Que talvez nós tivesse voltado. Mas não é bem assim, não voltamos. Eu estou com você agora, não oficialmente, mas temos que ter calma. Uma coisa de cada vez. Você sabe. Acabei de sair de um relacionamento, não quero mergulhar de cabeça em outro.

-Então pretende só transar comigo? - a mágoa exala em seu tom. Ayle merece muito mais que transar.

-Não. Porra, claro que não. Por quê está sempre interpretando as coisas de forma errada? - Brad questiona, querendo entender o motivo da desconfiança de Ayle.

    E eu continuo na mesa, em meio a uma discussão de relacionamento. Quero que Justin irrompa pela porta do refeitório, venha até mim, puxe-me pela mão e me leve para um lugar onde fique apenas nós dois. Mas, isso não acontece. E a discussão que estou presenciando parece que não tem hora pra acabar.

-Talvez se você fosse mais claro..- contra-ataca Ayle. Brad suspira, prestes a desistir.

-Podemos apenas retomar de onde paramos?

-Por quê? 

-Porque.. eu gosto de você - ele responde, olhando-a diretamente nos olhos - E não se trata só de sexo. Eu disse coisas a você que nunca, sequer uma vez, contei a Clove ou qualquer outra pessoa. Você me faz bem, e é melhor amiga da minha irmã. Tem como dar mais certo que isso? Não deixe a minha ex-namorada estragar o que começamos agora. Por favor.

-Se você.. escute bem, se você me magoar outra vez, juro por Deus, que eu vou arrancar seu pau e dar de lanche para os alligator - e sorriu, como se estivesse declarado todo seu amor pelo meu irmão. Reviro os olhos, enjoada demais.

-Se fizer isso - ele sorri, curvando-se na mesa, como se fosse lhe contar um segredo - Não vai ter mais nada de divertido em mim.

    Ayle dá uma risadinha.

-Ah, pelo o amor de Deus! Você não disse isso, disse? Diga que eu não ouvi isso de verdade - fecho os olhos, forçando-me a esquecer aquela conversa horrível entre as pessoas mais importantes da minha vida - Vou até sair daqui. Sinto o cheiro dos hormônios dos dois poluindo o ambiente.

     Brad e Ayle caem na risada, enquanto me esgueiro pela porta do refeitório. Ao sair, me deparo com Justin Bieber e Lucas Fretcher conversando em um banco, como se estivessem contando segredos obscuros. Aproximo-me com cuidado, para não desagradável. Paro ao lado dos dois, limpando a garganta. Justin ergue os olhos e sorri. Lucas Fretcher me encara, depois abre um sorriso amigável.

-A grande Malie Drizzle - Lucas estica a mão, em um cumprimento - Lucas Fretcher, muito prazer.

-Nem tão grande assim - Justin provoca, puxando-me para sentar entre os dois, num banco.

-Prazer - aperto a mão do garoto, que continuava estendida - Não sabia que eram tão amigos assim.

-Nem eu - Lucas diz, sorrindo - Mas temos mais coisas em comum do que pensei. Só que minha hora com ele já passou, vou deixar os pombinhos à sós.

    Ele caminha rápido pelo corredor, como se tivesse que fazer algo muito importante. Ergo o olhar para Justin, que dá de ombros, observando-me. Modisco meus lábios, olhando para meu ténis da vans.

-Comeu já? - o carinho das palavras me fazem pensar sobre o que disse na noite passada, sobre eu ter dito que era melhor termos calma.

-Comi - minto. Não comi nadinha hoje - Eu estava pensando sobre o que disse ontem..

-Tem toda a razão. Acho que fomos rápidos demais mesmo..

-Acho que me precipitei - interrompo-o, abruptamente. Seus olhos me olham com ar de interrogação - Não quero que fique tão longe de mim, tipo, hoje você mal falou comigo. Acho que se eu não tivesse vindo até aqui, nem estaríamos tendo essa conversa. Já senti a sua falta demais na semana passada, pra mim, basta!

-Malie.. - um sorriso doce surge em seu rosto - Não fiquei distante por causa do que disse ontem, nem aceitei muito seu modo de pensar. Pretendia começar a aceitar hoje, porque saber que me desculpou e deixou eu ficar ao seu lado, já é bom o bastante pra mim. Mesmo que eu não receba o crédito de ser seu namorado. Sei que o que temos é real. E bom pra mim.

-Por quê ficou distante então?

-Em breve.. - ele beija meus lábios com meiguice -..você saberá!

-Desde quando escondemos coisas um do outro? - pergunto. A mágoa transparece em minha voz. Justin alisa meu rosto com a costa da mão.

-Não estou escondendo, linda. Longe de mim fazer umas coisas dessas com você - seu polegar tocam meus lábios, e depois meu queixo - Só não quero que saiba de uma coisa que nem é certa ainda. Mas, não esquente, ninguém além do Lucas Fretcher sabe ainda. Ou seja, será a premiada. A escolhida.

-Queria saber por que serei a escolhida - brinco, fingindo surpresa.

-Ora, porque é minha namorada - ele me beija, desta vez um beijo mais rápido - É minha namorada outra vez?

-É isso aí - digo.

*

    Na terceira aula o alarme de incêndio apita, e todo mundo começa a sair das salas com a mochila nos ombros. Franzo a testa, procurando por sinais de fumaça, mas não há nenhum. Pelo o que me lembro, as simulações acontecem as sextas, ou seja, amanhã. Chego a conclusão de que foi algum engracinho. Todo mundo fica no lado de fora, inclusive os professores, numa rodinha.

   Avisto Justin Bieber sozinho, ele está procurando por alguém, começo a me questionar se essa pessoa seria eu? Seus olhos encontram os meus, e um sorriso brota instantaneamente. Ele me chama, o que me faz chegar a conclusão de que era eu a sua procura. Atravesso toda a grama do Colégio e vou ao seu encontro. Justin me ergue e me gira, fazendo uma gargalhada romper pela minha garganta.

-Tenho planos. Preciso que vá comigo a um lugar - ele começa a andar na direção do estacionamento. Paro bruscamente, olhando na direção dos olhos e professores que começam a voltar ao prédio - O que foi?

-Tenho que ir assistir às aulas - digo, convencida de que faltar as aulas, outra vez, está fora de cogitação - Não posso ir com você.

-Por favor, Malie.. É tão importante pra mim - ele deixa escapar um suspiro de desânimo - Tem razão. Não é justo eu fazê-la desobedecer as regras. Não sei onde estava com a cabeça ao mandar o Lucas acionar o alarme para sairmos.

-Você mandou o quê?

-Pode voltar lá, Malie. Desculpe, está bem?

     Vendo o quão ele parece chateado, penso mais no que perderia ao ir com ele e ao contrário. Vejo-o afastar-se na direção do estacionamento e corro para ancança-lo. Ainda são dez horas. 

-Espero que seja algo muito legal! - exclamo. Justin vira-se com um sorriso convencido.

-Sabia que não iria resistir, linda.

    Entramos em seu jeep e avançamos pelas ruas de Toontown. Justin está com um sorriso que nunca murcha. Dirije em silêncio, concentrado no caminho que tem pela frente. Aliás, que caminho será esse? Noto a placa de "Toontown, volte sempre" isso quer dizer que estamos saindo da cidade?

-Onde vamos? Estamos indo a outra cidade? - pergunto.

-Estamos - ele assente - Mas não se preocupe, chegaremos a tempo de você ir trabalhar. Sem atrasos.

-Mas por quê?

-Quando chegarmos lá - diz, dando um ponto final a conversa - Se incomoda se eu colocar uma música? Ou você prefere colocar? Tenho um pen drive no porta luvas, pode pegar pra mim?

-Claro - abro o porta luvas e pego o pen drive, mas não posso deixar de notar duas embalagens de camisinha. A que compramos na farmácia - Por quê tem camisinhas aqui? 

-Tem, é? 

-Você colocou elas ai hoje? - pergunto, temendo pela resposta. Depois do que aconteceu, estou com um pé atrás em relação á sexo.

-Está pensando que eu planejei isso tudo para levá-la a um lugar onde iremos transar?

-Não disse isso..

-Mas pensou - ele sorri, demonstrando que não está magoado - Não, linda. Eu deixei algumas camisinhas no carro naquele dia em que fomos a farmácia, sabe, para o caso de termos ido a algum lugar que não seja nossa casa e não tenhamos camisinhas.

-Desculpe. Não devia ter pensando..

-Você não tem que se desculpar. Eu que coloquei essa desconfiança entre nós, não tem por quê eu ficar chateado com as consequências.

-Mesmo assim, é errado eu pensar isso de você. E ofensivo.

-Não me importo - Justin dá de ombros, tirando o pen drive de mim e enfiando no rádio automotivo. A primeiro música que começa a tocar é da minha banda favorita. Um sorriso brota em meus lábios - Se eu soubesse que sorriria assim, teria baixado as músicas há muito tempo!

-Você baixou pra mim?

-É, aposto que está cansada de ouvir as minhas músicas. Eu tenho que entrar no seu mundo também, nada mais justo!

-Isso foi tão...

-Legal - ele completa, sorrindo também.

-Romântico, atencioso - deixo-me ser levada pela música. Justin cantarola alguns trechos, o que me faz pensar que ouviu enquanto estava só.

     Avançamos pela rodovias e vejo a placa da cidade vizinha. CollyVille, uma cidade um pouco maior que a nossa, e bastante conhecida pela quantidade de bons vinhos caseiros. Não exatamente caseiro, é de uma fábrica, mas não é uma fábrica igual a das cidades grandes, é simples e familiar. Mas os vinhos, eles são extraordinários! Experimentei no restaurante uma vez. Meus pais são clientes fiéis. No entanto, tenho certeza que Justin Bieber não veio aqui para adquirir alguns vinhos.

    Entramos na cidade, turistando como todos dizem. Justin parece saber o que está fazendo, por isso não abro o bico. Ele para o carro na frente de uma coisa, um pouco parecida com a minha, a não ser pelo tamanho. Franzo a testa, analisando o jardim bem cuidado da casa. Justin desce do carro e dá a volta, para que eu desça também.

-De quem é essa casa? - pergunto, enquanto caminhamos pela grama. Justin sobe a pequena escada e para, olhando-me.

-De um amigo. Tem a ver com aquilo que falei mais cedo.

-Ã-ha - balanço a cabeça. Tenho uma lembrança vaga do que aconteceu mais cedo, mas lembro que ele tem um segredo com Lucas Fretcher.

     Justin toca a campanhia e espera, com as duas mãos no bolso. Me encosto numa das pilatras de madeira na área. Demora alguns segundos até a porta abrir e um cara com cara de surfista aparecer. Ele sorri, erguendo a mão para cumprimentar Justin, num toque bem maluco. Franzo a testa, sem entender.

-Esse é Karl - Justin fala, e só nesse momento o cara me nota - Essa é Malie Drizzle, minha namorada. 

    A ênfase que Justin deu nas últimas duas palavras deixam o cara com um sorrisinho malicioso nos lábios.

-Ele disse isso porque teme que eu use todo meu charme com você - Karl estende a mão, e eu rapidamente a aperto - Sabe que perderia você fácil.

-Com certeza - Justin pisca e entra na casa, me chamando com a mão. 

     A casa tem todo um estilo praiano. É agradável, e bastante bagunçada, pra falar a verdade. Karl anda na frente e Justin vai com ele. Paro na sala de estar, analisando os portas retratos. Fico ali por volta de cinco minutos, aguardando Justin voltar. Quando ele volta, está com caixas de sons, amplificadores e um pedestal. O que ele pretende fazer com essas coisas? Não faço idéia. Corro para ajudá-lo. Pego um dos amplificadores e o pedestal. Karl traz um bumbo. Acho que é esse o nome.

-Malie, deixa essas coisas no chão e abre o porta malas pra mim - pede Justin. Faço o que ele diz, e dou a volta no carro, abrindo a porta do motorista e apertando o botão de abrir o porta malas.

     Saio do carro novamente, e o observo guardar tudo. Ele parece contente ao ver que tudo coube. Karl e Justin entraram num assunto empolgante sobre o verão de dois anos atrás em Los Angeles e blá, blá blá. Fico parada próxima ao carro, esperando para que diga tchau ao amigo e seguimos viagem para minha casa. É uma hora e meia para vim e voltar. Horrível ficar tanto tempo dentro de um carro.

     Finalmente, nós despedimos do Karl e voltamos para o carro. Justin parece radiante, então nem ouso estragar o momento. Fico calada, olhando a cidade pela janela. É bonita, apesar de ser bem maior que Toontown, tem um aparência antiquada. É no estilo de Paris, de acordo com minhas pesquisas no Google.

-Por quê viemos aqui? Para pegar só aquelas coisas?

-Sinceramente, sim - ele assente - Achei que quisesse passar um tempo comigo.

-Não estou reclamando. Só achei que fôssemos fazer algo á mais.

-Olha, quem decide isso é você.. - Justin levanta os lados da boca, num sorriso contido - Tem um lugar maneiro que vinha quando era moleque.

-Você morava aqui? Não sabia!

-Morei por um breve tempo - ele sorri, como se estivesse lembrando do tempo em que se referiu - Era bom. Simples, na verdade. Mas, Toontown é o meu lugar. Ou eu não teria conhecido você.

-É.

-Então, você que ir lá? Pode ser divertido.

-Claro - digo, sem pensar - Acho que vai ser bom. 

      Justin muda totalmente a rota, agora estamos entrando ainda mais na cidade. Passamos pela zona do mercado, Centro e acabamos em frente a uma floresta. Há uma cerca com uma placa escrito perigo que nós ignoramos ao se esgueirar pela cerca de arames farpados. 

 -Vamos fazer uma trilha? - a curiosidade me consume. E a adrenalina também. Justin sorri, apertando minha mão.

-Sim, mas não é nada muito longo. Logo estaremos lá.

-Ok.

      Andamos por um caminho que alguém deve ter feito há muito tempo atrás, pois está bastante apagado. Justin segura os galhos que estão no caminho para que eu passe, chuta pedras, facilitando todo meu trajeto. Não consigo evitar o sorriso. É bom estar com ele em algum lugar distante da nossa realidade. Ficamos lá na trilha cerca de sete minutos, até chegarmos a um despenhadeiro. Vou até sua ponta e olho para baixo, vendo a água verde escuro. 

-Você.. pulava? 

-Eu e uns caras - responde ele, aproximando-se - Karl era um deles. Na época, costumávamos trazer garotas aqui.

-Está cumprindo a tradição? - indago, ainda encantada com a visão perfeita da altura onde estamos.

-Tenho que cumprir - dá de ombros. Os olhos dele está preso nas águas, então quando me olha, seus olhos brilham em excitação - Costumávamos pular para deixar as garotas impressionadas.

-E funcionava?

-Na maioria das vezes, sim - Justin ergue a camisa e arranca do corpo, deixando-a no chão - Vou pular. Vem comigo?

-Como você vai subir?

-Tem como escalar por ali - ele aponta para o lado, enquanto puxa a calça para baixa, chutando-a para fora do corpo - Se não quiser, tudo bem, mas eu vou.

     Seus olhos me olham pela última vez e ele salta. Prendo a respiração, vendo-o despencar. O barulho do impacto não é tão alto como eu esperava. Justin aparece com um sorriso. Fica tão bonito com os cabelos molhado.

-Você vem?

       Respiro fundo, procurando minha coragem. De repente, estou só de roupas íntimas, na ponta do precipício. Conto até três, duas vezes. Quando vejo que não tenho motivos para tanta hesitação, resolvo pular. A sensação de estar caindo é assustadora, porém ela desvanece no momento em que seu corpo se choca com a água gelada. Subo para a superfície, nadando na direção do Justin.

-Que garota corajosa - ele puxa-me para mais perto. Apoio meus braços em seus ombros - Merece até um beijo.

-Hum, aposto que nenhuma garota te impressionou assim antes - digo, depois do beijo rápido que ele me dá.

-Em toda a minha vida, nunca! - e me beija outra vez. Dessa vez, não tão rápido, nem tão hesitante. É um beijo de paixão, quente e de deixar uma garota se tremendo toda. 

     Quando voltamos para o carro, vemos que são quatro e meia. Ficamos tanto tempo subindo, pulando, subindo, pulando e nos beijando, que nem vimos as horas passarem. Justin tenta ir o mais rápido possível, dentro da lei, mas não adianta! Vou chegar atrasada hoje também, e tenho certeza que a minha mãe não será tão passiva.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...