História Destined - Capítulo 1


Escrita por:

Visualizações 373
Palavras 1.482
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


{...}


{...} Ciao mio caro, Hola mis queridos, FALAAAA AE MEU POVO!
Minha primeira fanfic do gênero a ser postada então por favor tenha paciência comigo.
Na capa do capítulo está a nossa personagem principal.


{...} José Ignacio Fernandez Iglesias X Antonella Sartori. {...}

Capítulo 1 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction Destined - Capítulo 1 - Capítulo 1

"Dio, aiutami in questo viaggio. Guida le mie scelte."

"Deus, ajude-me nesta jornada, guie minhas escolhas."

Essas foram minhas ultimas palavras proferidas ainda em solo italiano, com o som do comandante da aeronave soando e a certeza de que tudo mudaria a partir daquela decolagem. A decisão de deixar Turim para trás fora uma das mais difíceis da minha vida, mas era necessário, era preciso cortar os laços de dependência entre o trabalho do meu pai e o meu.

Desde o termino da minha faculdade havia trabalhado no departamento de publicidade e propaganda da Juventus, tudo isso porque meu pai mexeu alguns pauzinhos com seus contatos e pronto. Não que eu esteja reclamando, o trabalho com a Juve me transformou completamente, tanto profissionalmente quanto como pessoa mas era necessário seguir meu próprio caminho e travar minhas próprias lutas.

O voo se seguiu tranquilo do inicio ao fim porém durante aquelas 2 horas e 10 minutos todas as minhas decisões eram revisadas diversas vezes, em algumas partes o medo tomava conta mas eu tinha a sensação de que aquela mudança seria tudo na minha vida. A oportunidade de trabalhar como repórter para o Marca, o melhor jornal voltado para esportes de Madrid. 

Quando a voz do comandante do ecoou pelo avião avisando que em instantes o avião pousaria o meu coração pulou algumas longas batidas mas logo se encheu de coragem e excitação para mergulhar rumo a essa jornada ao desconhecido. Me levantei assim que o avião pousou e a saída da aeronave foi permitida peguei minha mala de mão que estava no bagageiro e me pus a caminhar para fora do avião.

Depois de passar por toda a burocracia dos aeroportos eu estava finalmente livre, caminhei lentamente até a cafeteria tentando equilibrar todas as malas, a necessidade de café era grande demais para esperar até chegar em casa, fiz meu pedido para uma jovenzinha muito simpática que por algum motivo estava com as bochechas vermelhas e um sorriso maior do que eu achei possível para o tamanho do seu rosto. Peguei meu celular retirando o mesmo do modo de vôo, inumeras mensagens desesperadas do meu pai apareceram na tela, tratei logo de reponde-lo antes que ele resolvesse aparecer em Madrid só para saber se eu estava inteira:

"Papà, non devi preoccuparti che va tutto bene qui. Il volo era molto tranquillo, abbi cura di te, ti amo."

"Pai, você não precisa se preocupar que está tudo bem aqui. O vôo foi muito tranquilo, cuide-se, eu te amo."

Levantei o olhar em direção ao balcão bem a tempo de ver a jovem colocar um copo com o meu nome sobre o mesmo, quando estiquei a mão para pega-lo um homem foi mais rápido e logo o puxou do balcão levando o copo em direção a boca. Só me faltava essa, senhor.

— Ei, eu tenho certeza que esse café não é seu.

— É claro que é.

— Bom, se o cavalheiro se chama Antonella, tudo bem.

O homem tirou o copo da boca em câmera lenta para olhar o nome e logo suas bochechas ganharam um tom avermelhado, foi inevitável não rir após a cara que o pobre do homem fez.

— Me perdoe, eu achei que fosse o meu.

— Sem problemas, senhor... 

No momento que ele iria responder outro copo foi colocado sobre o balcão, eu me estiquei para pega-lo, o nome "NACHO" estava escrito com uma letra desenhada acompanhado de um numero de telefone que logo percebi ser da atendente simpática de alguns momentos atrás que a essa altura já não tinha uma expressão tão simpática no rosto. Tomei um gole do café, era igual ao que eu tinha pedido então estavamos quites, virei para pagar quando fui interrompida pelo tal "NACHO" que tomou a frente e pagou pelos dois cafés.

— Não era necessário pagar o meu, tenho dinheiro para isso.

Ok, talvez eu tivesse sido levemente rude, mas sei lá né.

—  Fica com desculpas pela confusão com os cafés.

Quando ele sorriu a minha ficha caiu. Droga Antonella, que tipo de jornalista esportiva você é? Nacho Fernández, o zagueiro do Real Madrid está parado na sua frente. Só então em entendi as bochechas avermelhadas da atendente e da cara fechada ao ver que eu peguei o copo que era endereçado a ele.

—  Tudo bem então, mas acho melhor trocarmos, a moça ali não ficou nada feliz.

Ele virou o rosto a tempo de ver a menina me lançar mais um olhar feio antes de perceber que ele a olhava ela logo soltou um sorriso bobo, que foi acompanhado por uma risada minha. Troquei meu copo com o dele enquanto ele ainda a olhava levemente desconfortável. 

—  Um prazer conhece-lo senhor Fernández, mas eu preciso ir agora.

—  Você me conhece?

— Sou jornalista, recém contratada pelo Marca além de ser uma fanática por futebol. Se não o conhecesse era melhor devolver meu cargo na redação.

—  Não é daqui, não é mesmo?

—  Me pegou. Sou de Turim.

Foi nessa hora que a ficha caiu novamente, eu estava no meio do saguão do aeroporto com um jogador casado, ou segundo alguns tabloides de fofoca, recém separado. Enfim, não importava. Não seria nada bom ser flagrada por algum paparazzi maluco que poderia inventar qualquer coisa sobre mim.

—  O sotaque é mais carregado em estrangeiros. Acaba de chegar?

—  Meu vôo pousou a alguns minutos. Bom, obrigada pelo café mas eu realmente preciso ir.

—  Tem um carro lhe esperando?

—  Ah, claro! Então nos vemos, Sr. Fernández. 

Sim, eu menti na cara dura mesmo, não tinha nenhum carro me esperando mas eu precisava de uma desculpa para sair dali sem parecer mais sem educação do que já estava parecendo. Arrastei minhas malas para fora do aeroporto e fiz um sinal para um táxi que estava parado ali mesmo. O motorista me ajudou a colocar as malas na traseira do carro, no momento em que abri a porta para entrar meus olhos cruzaram novamente com o homem que havia roubado meu copo de café, que agora saia acompanhado de mais alguns homens em direção a um carro logo a frente do meu.

— Mio Dio!

Entrei no carro e logo passei o endereço para o taxista que logo saiu da vaga deixando para trás o aeroporto e o incidente com o café. Depois de aproximadamente 30 minutos, o táxi parou de frente para o meu novo prédio, paguei a corrida, peguei minhas malas na traseira do carro e agradeci antes de me encaminhar para a entrada do prédio. O Apartamento foi um presente do meu pai, que escolheu a dedo a vizinhança e o prédio, cumprimentei o porteiro que veio em meu auxilio por conta das malas, caminhei junto com ele até a porta do meu apartamento enquanto ele comentava sobre o clima de Madrid e sobre uma moça simpática também recém chegada que seria minha vizinha de porta. 

Depois de deixar minhas malas na sala do apartamento ele se retirou desejando uma boa estádia, me joguei imediatamente sobre o sofá e retirei os saltos, a sensação de estar finalmente me casa me invadiu e enfim meu coração se acalmou em relação as inseguranças, ali era realmente meu lugar. Sentei no sofá para olhar em volta, meu pai e eu escolhemos a mobília ainda em Turim, ele enviou para cá e desde então não havia visto como tudo tinha ficado. Todas as minhas coisas pessoais estavam em caixas perto da escada esperando para serem abertas e guardadas em seus devidos lugares.

Foram necessárias algumas viagens para levar as malas e as caixas até o meu quarto, liguei a playlist do celular minutos antes de começar a me mover pelo quarto, coloquei uma roupa razoavelmente confortável, já que tomaria banho após organizar toda a bagunça. Em algumas horas o quarto, o closet e meu escritório estavam impecáveis como sempre gostei e então poderia finalmente descansar. 

Caminhei em direção ao banheiro levando o celular comigo, depois de um longo banho, algumas musicas cantadas terrivelmente e um quase tombo decidi que era necessário descansar, o dia havia sido agitado demais e o que viria amanhã seria ainda mais puxado. Seria meu primeiro dia na redação do jornal, uma entrevista com alguns jogadores que haviam voltado para casa após a eliminação na copa da Rússia. Não fazia sentido para mim, mas a vontade de que o nome de José Ignacio estivesse entre os entrevistados me deixou realmente incomodada.  

Me joguei sobre a cama, colocando o celular sobre a cabeceira com o alarme ligado, os primeiros sinais do cansaço começavam a aparecer mais a adrenalina da viagem ainda não me permitia dormir, ao ligar a tv me deparo com a chegada de algum dos jogadores da Espanha ao aeroporto, ele estava entre eles. Droga só pode ser perseguição. Desliguei a tv logo em seguida, jogando o controle alguns centímetros para o lado, fechei os olhos tentando me concentrar em pegar no sono, simplesmente dormir. Após algum tempo, finalmente consegui.

 


Notas Finais


ME PERDOEM SE ESTIVER MUITO RUIM, SÉRIO EU TO COM TANTA VERGONHAAAAAAAAAA AAAAAAAAH
SOCORRO!
Enfim, foi o primeiro de uma longa história assim espero.
Vejo vocês logo.
Sigam a Anto no insta: @_sartorianto


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...