História DESTINO - AyA - Capítulo 1


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Categorias Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chávez, Christopher Uckermann, Dulce María, Maite Perroni
Personagens Alfonso Herrera, Anahí
Tags Chaverroni, Ponny, Vondy
Visualizações 28
Palavras 1.742
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente. Seham bem - vindos a minha mais nova fic. Espero que gostem.
Bom... Essa história é sobre o tema Ponny, que é um casal que eu amo d+++
E também amo a série Grey's Anatomy, então eu resolvi misturar um pouco. Espero que gostem dessa mistura, porque eu amei. Bjus e BOA LEITURA!!!

Capítulo 1 - Longa noite, Longo dia


Fanfic / Fanfiction DESTINO - AyA - Capítulo 1 - Longa noite, Longo dia

O JOGO: Dizem que pessoa leva jeito, ou não. Minha mãe foi uma das grandes jogadoras. Eu, por outro lado... Estou meio perdida.

 

Acordei nua em meu sofá, olhei para o chão e vi um homem nu desconhecido. Peguei uma canga que estava tampando sua intimidades e me cobri, o máximo que pode, e joguei uma das almofadas no lugar, com que fez que ele acordasse.

 

- Isso aqui... - Falou ele ainda deitado de bruco levantando suas mãos, e me entregando meu sutiã.

 

- Nossa, que situação surreal – falei dando um risinho e fui andando para trás do sofá – Melhor ir embora.

 

- Porque não volta pra cá, e a gente engata de onde parou? - falou ele se levantando.

 

- Não, sério. Melhor você ir embora. Olha, eu me atrasei e não é legal se atrasar logo no primeiro dia de trabalho, portanto...

 

- E você, mora aqui mesmo?

 

- Não.

 

- Ah – disse ele sem jeito.

 

- Na verdade sim, mais ou menos.

 

- Ah – disse ele vestindo sua calça – É bonito. Um pouco empoeirado, estranho, mas é legal. Como é morar mais ou menos aqui? - disse ele revirando seus olhos na casa.

 

- Tem duas semanas que me mudei de Boston. Essa aqui, era a casa da minha mãe, eu vou vender.

 

- Ah, lamento. - falou terminando de abutuar sua calça

 

- Por quê?

 

- Você disse “era”.

 

- Ah, minha mãe não morreu não. Olha.. Não tem que rolar essas coisas.

 

- A gente faz o que você quiser. - falou pegando sua camiseta.

 

- Não, esse lance de entrar em detalhes, fazer de conta que se preocupa. Olha... Eu vou lá em cima pra tomar um banho, e quando eu descer você não vai estar aqui, então... Tchauzinho...

 

- Alfonso.

 

- Legal. Anahí.

 

- Prazer em te conhecer.

 

- Tchauzinho Alfonso. - falei subindo as escadas e o deixando lá embaixo para terminar de se vestir e ir embora.

 

-/-

 

Terminei de me arrumar colocando uma calça jeans preta, mais uma blusa de manga cumprida preta básica e uma sapatilha. Saí e fui para meu carro em direção a minha nova vida agora.

 

-/-

 

- Vocês vieram aqui hoje na esperança, de entrar no jogo. A um mês estavam na faculdade de medicina tendo aula com médicos. Hoje... Vocês são os médicos! - Falou o chefe de residência abrindo uma das salas e mostrando os nossos equipamentos – A sete anos como residentes de cirurgia, os piores e os melhores momentos da sua vida, serão testado até o limite. Olhem em volta, cumprimente seus adversários. - falou ele e todos começaram a se cumprimentar – Oito de vocês irão mudar para uma especialização mais fácil, cinco não vão aguentar a pressão, dois vão ser convidados a se retirar. Este é o ponto de partida. Está é a sua arena. Como vão jogar, é com vocês.

 

Como eu já disse... Eu sou meio perdida.

-/-

 

Horas depois haviam nos enviados para um santuários, onde havia nossos armários e nossas roupas como internos do hospital, então começamos a nos vestir e colocas nossos esquipamentos como as luvas e o mais famoso estetoscópio.

 

- Muito bem, Martin, Robinson, Bond, Hawkins, vem comigo. - Falou um cara que só chegou, falou os nome e saiu em seguida.

 

- Seis mulheres em grupo de vinte? - perguntei incrédula.

 

- É, soube que uma era cozinheira e modelo. Sério, agora que não respeitam mais a gente.

 

- Você é Dulce Maria né?

 

- Que residente você pegou? Eu fiquei com Bailey. - Falou ela dando de ombros pela pergunta que fiz.

 

- O nazista? - dei uma leve risada – Eu também.

 

- Chavez, Espinosa, Portilla e Perroni. - Ouvimos uma voz nos invocando.

 

-/-

- Bailey? - Ouvi Dulce perguntando para um cara

 

- Fim do corredor. - respondeu o mesmo.

 

- É ela o nazista? - Falou Dulce na hora – Pensei que o nazista fosse um cara.

 

- Pra mim nazista é nazista. - falei e fomos indo em direção a ela

 

- Talvez é inveja da eficiência – falou uma menina de cabelos escuros curto andando junto a nós e indo na mesma direção – Ela deve ser genial, e a chamam de nazista porque sentem inveja. Ela pode ser legal.

 

- Deixa eu adivinhar. Você é a cozinheira e amodelo. - falou a Dulce.

 

- Oi, meu nome é Maite Perroni, mas todos me chamam de Mai. - Falou ela estendendo a mão para a "nazista".

 

- Eu tenho cinco regras. Melhor as decorarem. - Começou a “nazista” dando de ombros pelo o que a Mai falou e eu já comecei a sentir o impacto – Regra número um, não adianta me bajular, eu já odeio vocês. Nada vai mudar isso. Prontuários, lista telefônica e bipes. - falou ela e mostrou o que iríamos usar -  As enfermeiras biparão vocês, e irão atender as chamadas voando. - falou e saiu de onde estava começamos a andar pelo corredor, então pegamos o que ela falou e começamos a segui – la – Voar, essa é a regra número dois. Seu primeiro plantão começa agora e dura quarenta e oito horas. Vocês são internos, a área rale, no caso ninguém, a base mais baixa da cadeia cirúrgica. Fazem exames, anotam pedidos, trabalham a noite até caírem e não reclamem. - Ela parou em frente a uma sala, então entrou e ligou a luz – Sala dos plantonistas, os médicos se apostam, durmam quando e onde puderem, o que me leva a regra número três. Se eu estiver dormindo, não me acorde, apenas se seu paciente esteja morrendo. Regra número quatro, é melhor o moribundo não estar morto quando eu chegar lá. Pois além de ter matado alguém, vão ter me acordado sem motivo. Entenderam? - Havíamos entendido, mas levantei minha mão – O que?

 

- Você disse que era cinco regras. E só deu quatro.

 

- Regra número cinco, quando eu andar vocês me seguem. - falou ela saindo da sala, pelo motivo do seu bipe estar apitando – Saiam do caminho – falou ela saindo correndo.

 

-/-

 

A seguimos e fomos para a base de emergência áerea, e chegamos correndo com uma maca, enquanto os para-médicos estavam a retirando da base para cima da maca.

 

- Qual é o caso? - perguntou Baily os ajudando a por a garota na maca.

 

- Katie Bryce, quinze anos, convulsões irregulares na última semana. Pulso perdido a caminho, começou a ter uma crise convulsiva na descida. - Falou o para-médico.

 

- Ok, virem ela de lado devagar. Mai, coloque dez miligramas de Diazepam IM. Botem logo no soro, não deixem o sangue hemolisar. Vamos! - exclamou.

 

- Fui informado que temos uma menina em convulsão?! - Falou chegando um homem, provavelmente deve ser algum cirurgião ou algo do tipo.

 

- Exatamente Dr. Uckermann. - Falou Baily

 

- Dr. Baily examine tudo. - falou

 

- Isso quer dizer todos os exames no livro; CT, CBC, químico 7, toxicológico. - Falou – Dulce Maria, cuide dos exames. Christian, examine a paciente. Anahí, leve a Katie pata a tomografia. Ela é sua responsabilidade agora. - disse por fim e saiu do quarto.

 

- Espere. E eu? - Perguntou a Mai

 

- Ein? Querida, você vai cuidar dos exames anais.

 

-/-

 

Logo em seguida fizemos o que a Dra. Bailey pediu. Então a Dulce foi até a mesma para falar do diagnóstico da paciente.

 

- Esta fazendo o que aqui? - Perguntou a mesma estando em uma cirurgia.

 

- Os exames de Katie Bryce estão normais. Nada nos resultados explica as convulsões. Achei que iria querer saber. - disse por fim

 

- Ta bom – disse Baily, colocando de volta seu tampador de boca e voltando a cirurgia.

 

-/-

 

Se passaram já sete horas e todos foram almoçar.

 

- Esse turno é uma maratona. - falou Christian.

 

- Os pais de Anahí são médicos. - Falou Dulce jogando já a bomba

 

- Como se fosse raro um médico ter pais que também são médicos – falou Christian debochando

 

- Vocês não entendem. São top de linha, ela é a Marichelo Portilla. - falou Dulce

 

- Mentira. “A” Marichelo Portilla? - Perguntou Mai

 

- Quem é Marichelo Portilla? - perguntou Christian

 

- A do método Portilla, onde estudou medicina, na índia? - Debochou Dulce Maria

 

- Foi uma das primeiras grandes cirurgiãs. Foi ela que inventou o afastador abdominal. - disse Mai

 

- Ela é uma lenda viva gente. Já foi premiada duas vezes – falou Dulce.

 

- Boa tarde, internos – falou o Dr. Uckermann se aproximando da mesa e assim Anahí já foi se aproximando também – Está no cartaz, mas eu quero comunicar pessoalmente. Como sabem, a honra de auxiliar na primeira cirurgia é reservada ao interno que mais se destaca. Já que eu estou no comando hoje, sou eu quem escolho. - falou ele dando uma pressão – Dulce Maria.

 

- Eu? - perguntou ela surpresa.

 

- Prepare – se para uma apendectomia hoje á tarde. Meus parabéns. Aproveite. - falou ele e siu.

 

-/-

 

- Katie Bryce, 3604? - perguntou uma mulher super nervosa

 

- Logo ali – apontou uma enfermeira.

 

- Obrigada.

 

- Katie, querida – falou a mulher entrando no quarto – Papai e mamãe chegaram.

 

- Ela tomou um sedativo por causa da tomografia. Portanto está meio grogue. - falei aos pais, na tentativa de acalma – los.

 

- Ela vai ficar boa? - perguntou a mãe.

 

- O médico da família disse que ela precisa ser operada. É verdade? - perguntou o pai.

 

- Que tipo de operação seria essa? - perguntou a mãe me cortando.

 

- Ela... Bem... Veja bem, eu não sou médica. Quer dizer, eu sou médica mas não sou a responsável pela Katie, portanto vou chamar o responsável dela para vocês. - falei saindo do quarto

 

-/-

 

Rodei o hospital procurando pela Bailey, então quando entrei pelo centro do hospital no andar de cima me encontrei com ela.

 

- O que é? - perguntou ela

 

- Os pais da Katie estão cheios de perguntas. Você fala como eles, ou devo chamar o Dr. Uckermann?

 

- Não, o Uckermann não está mais nesse caso. A Katie está com um novo especialista, o Dr. Herrera. Ele está logo ali. - falou ela apontando e saindo em seguida.

 

Quando bati meu olho nele, não demorou cerca de dois segundo para os nossos olhares se encontrarem, então sai da sala andando o mais rápido e formal possível.

 

- Anahí, eu posso falar com você um minuto? - falou me puxando


Notas Finais


E aí? Gostaram? Porque eu amei escrever esse primeiro capítulo!!!


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