História DESTINO - AyA - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chávez, Christopher Uckermann, Dulce María, Maite Perroni
Personagens Alfonso Herrera, Anahí
Tags Chaverroni, Ponny, Vondy
Visualizações 15
Palavras 2.036
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiii voltei. E olha esse capítulo, foi um dos maiores que eu já escrevi no Spirit. Então espero que estejam gostando, porque estou dando tudo de mim pra essa história. Beijos e BOA LEITURA!!!

Capítulo 2 - Nosso Segredo!


Fanfic / Fanfiction DESTINO - AyA - Capítulo 2 - Nosso Segredo!

- Eu não posso, estou ocupada... - falei, mais foi em vão já que ele me puxou para a escadaria.

- Dr. Herrera. - Falei sendo formal vendo os andares para ver se não tinha ninguém nos escutando.

- Dr. Herrera? - perguntou ele – Hoje de manhã era Alfonso. Agora é Dr. Herrera?

- Dr. Herrera, vamos fingir que nunca rolou nada. - falei

- Nunca rolou o que? Você dormir comigo ontem, ou me expulsar pela manhã? - Perguntou ele – São recordações que eu gostaria de ter na lembrança. - Falou ele dando um risinho

- Não, não vai haver mais lembranças. Eu não sou mais aquela garota e você não é mais aquele cara. Aquilo não existiu. Entendeu isso, né? - Perguntei percebendo ele me encarar com um sorriso fechado.

- Se aproveitou de mim, e agora quer que eu esqueça tudo né?

- Eu não me aproveitei... - Ele me cortou

- Eu estava bêbado, sou bonitão e você se aproveitou – Falou ele convencido

- Ta legal. Era eu quem estava bêbada e você nem é tão bonito assim. - Falei dando uma risada.

- Talvez não hoje. Mas ontem a noite eu tava bonitão. Com a minha camisa azul. Você abusou de mim. - falou ele indo para trás de mim e me fazendo achar mais graça.

- Eu não abusei de você – Falei me virando.

- Quer abusar mais? Na sexta a noite? - Soltou ele direto e eu o encarei.

- Não. - Falei acordando dos pensamentos – Você é do estaf e eu sou apenas uma interna. E vê se para de me olhar assim.

- Assim como? - perguntou ele dando um de cínico

- De como, quem me viu nua. - Respondi e vi ele me olhando com aquele olhar de novo – Dr. Herrera, esta sendo muito inconveniente. Para pra pensar. - Falei saindo da escadaria e o deixando lá plantando.

-/-

Depois fomos todos para a arena de cirurgia, onde podíamos ver toda a cirurgia através de um vidro. Todos não paravam de falar da cirurgia da Dulce com o Dr. Uckermann. E todos começaram a fazer apostas.

- Ela vai desmaiar. É a cara dela. - Falou um dos internos.

- Ela vai é se borrar. - Falou outro debochando também.

- Aposto dez reais que ela vai errar tudinho. - Falou mais outro.

- Aposto quinze que ela chora. - Falou Christian sentando com uma barra de cereal.

- Aposto vinte que ela irá ter um ataque de nervos. - Falou a Mai.

- Aposto cinquenta que ela irá fazer tudo direito. - Falei e todos me olharam – Podia ser qualquer um de nós lá embaixo, e ela é a primeira do grupo. Gente é questão de lealdade.

- Setenta e cinco que ela não consegue identificar o apêndice - Falou Christian.

- Apostado. - Terminou Mai.

Depois disso o Dr. Uckermann entrou e tudo ficou silencioso.

- Ok, Espinosa. Vamos ver o que sabe fazer. - Falou ele colocando as luvas para a cirurgia, e pude perceber que a Dulce estava muito tensa.

- Galera é agora. - Falei

- Bisturi – Começou a Dulce. E todos comemoraram, por ela ter acertado a primeira. E o Dr. Uckermann fez um sinal, para nós se calar.

- Esse Uckermann é encrenca. - Falou o Christian.

- Mais pressão, a pele humana é uma casca grossa. É execão profunda. - Falou o Uckermann no ouvido na Duce.

- Pinça – Pediu a Dulce – Grampo. Já vamos fechar.

- Ela abriu o peritônio. To fora – Falou um dos internos que saiu de trás de mim.

- Eu falei pra vocês que ela ia acertar. - Falei sorrindo e alegre pela a Dulce.

- Bisturi. - Pediu novamente a Dulce – Apêndice removida. - Falou a Dulce e todos comemoraram.

- Nada mal – Falou o Uckermann.

- Obrigada. - Falou ela.

- Agora é só inserir o toco no ceco e ao mesmo tempo pressionar a sutura em bolsa, mas é melhor tomar cuidado viu pra não... partir. - Falou ele depois que a Dulce acabou que parti-las. E agora? - Você rasgou o ceco. Tem uma hemorragia. Está enchendo de fezes. O que vai fazer? - Falou ele botando mais pressão nela. - Pense. - Ele falava e víamos que a Dulce estava em pânico. - Você parte para a aspiração e começa a fazer as suturas em bolsa, antes que o quadro se agrade. Dê um grampo a ela.

- Pressão caindo – Falou uma das médicas que estava na sala de cirurgia.

- Ela se enrolou – Falou a Mai.

- Vamos lá, Dulce. - Falei

- É pra hoje – Falou o Dr. - Respira fundo se concentra. O que qui você está esperando? Faz a aspiração logo.

- A pressão continua abaixando – Falou a mesma médica.

- Sai da minha frente – Falou ele empurrando a Dulce – Sua incompetente. Tire ela daqui. - Falou ele super grosso e pude perceber que a Dulce estava com vontande de chorar. E o Dr. Uckermann continuou a fazer a cirurgia.

- Ela é um 007 – Falou Christian.

- 007 total – Disse um outro interno.

- O que é isso gente? - Perguntou Mai.

- Licença pra matar – Falei.

-/-

Depois de tudo o que aconteceu hoje, já tinha se passado dezenove horas. E estávamos no corredor de descanso, onde tinha algumas macas que não e eram usadas, davam para nós poder descansar.

- Estão me chamando de 007, não estão? - Perguntou Dulce, que estava sentada em uma cadeira de rodas.

- Ninguém te chamou de 007 – Falou eu e a Mai juntas.

- Eu estava no elevador, e o Murphy sussurrou... - Christian cortou a Dulce.

- Quantas vezes a gente tem que repetir pra você? Cinco? Dez? - Falou Christian já impaciente – Diz quantas vezes ou eu corto os meus ouvidos. - Falou ele saindo do corredor, e indo para a maquina de doces que era do lado.

- Ele sussurrou 007 e todo mundo riu.

- Ele não tava falando de você – Falou Mai se alongando e tentando animar a Dulce.

- Tem certeza? - Perguntou ela em dúvida ainda.

- Nós somos de mentir? - Perguntei.

- Sim – Falou a Dulce.

- 007 é um estado de espírito – Falou Christian na maquina de doces.

- Sei, vindo do garoto que só sabe fazer piadinhas. - Falou Dulce.

- A não, emergência de Katie Bryce – Falei vendo meu bipe apitando – Tenho que ir – Falei pegando as minhas coisas.

-/-

Fui correndo até o quarto de Katie, mas quando cheguei a vi deitada lendo uma revista. Isso é sério?

- Demorou muito – disse ela abaixando a revista.

- Você está bem? Eu recebi um chamado de emergência.

- Tive que imitar um exorcista pra alguém me atender aqui. - Falou ela e dei mais uma olhada em seu prontuário.

- Espera aí. Não está sentindo nada? - perguntei.

- Só tédio – Respondeu.

- Olha aqui sua... - Eu tentei me acalmar – Eu não estou aqui a passeio não.

- Sem estresse. O concurso vai passar a Tv a cabo, mas este hospitalzinho não tem o canal. - Falou ela e eu fiquei só esperando onde isso ia chegar – Se a vadia da Kylie Wood vai roubar a minha coroa, eu quero ver. Da um jeito nisso? - Perguntou ela na maior cara de pau.

- É o seguinte. Isso aqui é um hospital de verdade. Com gente doente de verdade. Então vai dormir e não enche mais a minha paciência.

- Eu não consigo dormir. Estou de cabeça cheia. - Falou ela

- São só seus próprios pensamentos. Se vira com eles. - Falei saindo do quarto.

-/-

Com a Mai...

Eu estou desesperada. Preciso da ajuda da Baily mas ela está dormindo. O que vou fazer agora?

- Qual o problema? - perguntou um dos enfermeiros, vendo que eu já estava agoniada.

- O Sr. Jones tem veias de viciado e precisa de antibióticos. E eu deveria iniciar uma linha central.

- Ue, então inicie. - Falou ele – Mas não sabe como né?

- Eu nunca fiz isso.

- Bom, pelo menos você já sabe o que tem que fazer – Falou ele dando uma risada e se direcionando para Baily, que está desmaiada em uma maca.

- Não da pra chamar outra pessoa?

- Ela é a residente de plantão. Então no caso, não. - Falou ele dificultando mais as coisas.

- Ta bem. Eu vou lá acordar ela. - Falei decidida e fui andando até onde ela estava. Me abaixei e dei uma leve cutucada – Dra. Baily, desculpe incomodar... - Ela me cortou.

- Cai fora. - Falou ela ainda deitada e de olhos fechados.

- Mas... É o Sr. Jones.

- Ele tá morrendo? - Perguntou ela.

- Não. - Respondi.

- Então para de falar comigo. - Falou ela por fim. Mas ela percebeu que eu ainda estava por perto então já se levantou nervosa – O que foi em? - perguntou ela já sem paciência.

Falei pra ela e então fomos até o Sr. Jones e ela fez a ligação da linha central com o tórax.

- Na próxima vez que me acordar, é bom que ele já esteja tão perto da morte que já esteja com a etiqueta nos pés. - Disse ela por fim saindo da sala e me deixando lá.

-/-

Com a Anahí...

Fui ver outros prontuários de alguns pacientes da emergência. Até que meu bipe tocou de novo. E mais uma vez para a minha surpresa era a Katie. Subi as escadarias e vi que estava tendo um monte de enfermeiros dentro do quarto dela então sai correndo até chegar lá e vê ela em uma convulsão.

- Ela está tendo convulsões recorrentes – Falou um enfermeiro – Como quer proceder? - Perguntou e eu estava ainda em choque com que estava vendo – Dra. Portilla, esta me ouvindo? - Perguntou – Ela tomou Diazepam e duas miligramas de Lorazepam. Acabei de dar a segunda dose. - Falou ele – Dra. Portilla, precisa nos dizer o que vai fazer. - Acordei do meu choque e peguei correndo o prontuário dela.

- Ok, então ela já esta com Lorazepam.

- Quatro miligramas agora. - Falou uma enfermeira.

- Já chamaram a Dra. Baily ou o Dr. Herrera? - Perguntei.

- O Lorazepam não está funcionando – Falou o enfermeiro.

- Fenobarbital. Aplique-a Fenobarbital. - Falei.

- Feno tá dentro – Falou o enfermeiro.

- Nenhuma mudança – Falou outra enfermeira.

- Já chamaram o Dr. Herrera? - Perguntei mais uma vez.

- Eu já disse que sim – Falou a mesma.

- Então chama de novo – Falei.

- O que quer fazer? - Perguntou o enfermeiro – Dra. Portilla, precisa nos dizer o que quer fazer.

- O coração tá parando. - Falou uma enfermeira – Parada Cardíaca! Parada Cardíaca!

- Desfibrilador – Falou uma enfermeira chegando com ele.

O peguei e colocamos o gel.

- Prepare a duzentos. - falei.

- Pronto carregado – falou a enfermeira.

- Afasta – Falei e não deu certo. - Vai pra trezentos. - falei.

- Carregando – Falou a mesma.

Fizemos mais uma tentativa mais ainda tinha dado nada.

- Reagiu? - Perguntou

- Bota no trezentos e sessenta. - Falei. Fizemos mais uma tentativa e nada ainda. - Reagi Katie. - Falei.

- quarenta e nove segundos. - Falou o enfermeiro – Quando chegar a sessenta tem que entrar com outro medicamento.

- Recarrega – Falei. - Carrega de novo – Gritei. E por fim ela reagiu.

- Pressão normalizando. Ritmo voltando.

- O que houve? - Perguntou o Dr. Herrera entrando no quarto.

- Ela entrou em convulsão. E teve parada cardíaca.

- Devia está monitorando ela. - Falou ele.

- Eu verifiquei... - Ele me cortou.

- Ta deixa ela comigo. Pode se retirar. - Falou ele super grosso e sinceramente estava ainda tão em choque que só saí do quarto sem falar um Ai.

Eu fui andando até as portas do fundo e saí do hospital que estava de noite e chovendo e fui para uma árvore que tinha por perto e acabei vomitando. Terminei e fui andando pra dentro do hospital e vi Dulce bem na porta vendo tudo.

- Se você contar pra alguém... - Falei entrando.

 


Notas Finais


E aí? Gostaram? Espero que sim. Beijos e até o próximo capitulo. E por favor, comente para eu saber se estão gostando desse conteúdo ou se preferem mudar alguma coisa.


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